Encontro Semanalonline

A árvore dessuirsômica

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Paz e Amor.


Muitas vezes, quando falamos sobre o processo suirsômico, selecionamos aspectos de utilidade para a compreensão mais geral dos encaixes da “alma” na essência corporal orgânica, de maneira a melhorar a compreensão de aspectos do comportamento ou da personalidade humana. O suirsoma é todo o processo engendrado no desenvolvimento de cada pessoa em sua experiência duplinada. É preciso que se compreenda que toda essa experiência é cercada de grande complexidade. Os seres Ranamás, que são aqueles responsáveis pela interface controlada da estadia transitória no organismo físico, detêm muitas chaves para proporcionar a cada um a sua experiência, da melhor forma necessária possível. É preciso que se compreenda que em torno desse processo acontecem muitos fenômenos que podem ser descritos e talvez associados a respostas humanas, algumas delas coletivas. Mas, em sua maioria, respostas pessoais. O suirsoma, como o processo de combinação com os seres Ranamás para a viabilização da experiência duplinada, pode demonstrar muitas situações peculiares individuais ou coletivas. Por exemplo, descrevemos 12 das inúmeras luas suirsômicas, que são sinais de evidências de algumas das combinações que extravasaram do organismo para a consciência ou para o subconsciente, podendo ser observadas. Esses extravasamentos geram consequências e as consequências desse processo parecem ser pulverizadas ao longo do tempo, deixando marcas ou mudanças tehili, como galhos de uma árvore.

1/3 dos seres humanos consegue conduzir e aceitar, acolher e desenvolver com certa naturalidade. Apenas 5% poderá ter um vislumbre das luas suirsômicas. Um outro 1/3, aproximadamente, irá responder de forma intermediária, numa escala imaginária de aproveitamento e não aproveitamento dos processos suirsômicos da experiência de viver a vida. Uma outra parte, aproximadamente, 1/4 dos seres humanos, irá rejeitar, negar ou se arrepender da experiência duplinada, gerando fluxos suirsômicos chamados de Gride, que são as formas pré-orgânicas da duplinação e essas grides entram em convolução, isto é, entram em processo de regressão, na tentativa de não se fazer duplinar. Um processo complexo dominado pelos seres Ranamás, em que, gentilmente, irão, no último instante, promover uma compreensão, uma explicação para o ser durante o seu processo, e estes geram um fenômeno chamado de dessuirsomia. 1/4 da humanidade está nessas condições. A chamada árvore dessuirsômica é, portanto, uma série de fenômenos consequentes dos seres dessuirsômicos. Muitas vezes, esses seres optaram em duplinar em condições facilitadas para que possam enfrentar suas dificuldades, ao contrário dos seres pré-suirsômicos, que optaram em enfrentar as adversidades para serem altruístas, ou atenderem as condições necessárias para o desenvolvimento coletivo em que se encontram inseridos. Os seres dessuirsômicos geram árvores num período pré-inverno, sem as folhas para grudarem nos objetos de prazer e se encaixarem nas forças tehili de outros seres. A complexidade das árvores dessuirsômicas gera diversos fenômenos relacionados às suas possibilidades de usufruir do potencial dos outros, e modificando em torno de si, formando uma espécie de funil de absorção de energia. Esses seres carecem, em toda a sua experiência, de amor e muitas vezes se embrenham em processos boúgicos complexos levando à parte mais insegura e obscura da experiência da vida, agregando em sua árvore dessuirsômica outros semelhantes, gerando grandes redemoinhos elitizados, protegidos politicamente, dominantes financeiramente, enriquecidos pelas forças tehili desorientadas pelos seus fluxos, fazendo com que parte da experiência humana esteja à mercê de suas tendências “sanguessugas”, transformando-se em líderes, cujas referências se ligam a processos de dominação de usufruto gratuito às custas de outros, geralmente mais fracos, geralmente mais pobres,  sendo, portanto, uma parte da elite econômica, política, e do poder dominante. É necessário compreender que as forças intermediárias, ambíguas, do suirsoma-tehili, manifestam-se de forma caótica, embaralhando os conceitos, os significados, as construções das sociedades, assim como a manipulação da informação, o exagero no assalto financeiro das instituições, dos comércios, gerando injustiça em escala global. Desta forma, parte da desordem, do sofrimento, da injustiça, das diferenças negativas, da violência, da indiferença, conhecida da humanidade relaciona-se diretamente às árvores dessuirsômicas dos seres de poder, deflagradas pelos seus desajustes, gerando todo tipo de distúrbio, majoritariamente “desumano”, ou seja, distúrbios fora do que se desejaria como processos de amor entre os seres humanos.

O conhecimento dos fenômenos dessuirsômicos pode contribuir para a sensibilização dos seres de amor, porque pode trazer à luz a desgraça dos seres dominantes; a humildade e a sabedoria dos seres de luz. É preciso aprender a observar a natureza humana em seus processos de insegurança, que geram covardia e argumentações desproporcionais, falácias, descompreensões, ignorância. A humildade é um escudo muito poderoso porque é da terra que a raiz segura a árvore, é debaixo para cima que emerge a árvore suisrômica, ou seja, da essência combinada com os seres Ranamás, que garantem a liberdade direcionada e esta quebra da própria natureza, gerando um desacordo, e o desacordo nasce de si. Praticamente 2/3 da humanidade enfrentam dentro de si esses desacordos. 1/3 irá agir de forma dessuirsômica. Essas proporções gerais não precisam ser levadas como referências estáticas, pois, de todas as formas, há as árvores suirsômicas daqueles 5% que proporcionalmente atingem muito mais seres humanos em seus esforços do que as árvores dessuirsômicas. Ou seja, a força do amor é maior do que a força do desamor. As árvores suirsômicas são mais consistentes e agregam fenômenos conjuntos muito maiores. Mas, infelizmente, em menor número, estes precisam buscar a sua luz de amor para trazer para o centro do equilíbrio por uma humanidade mais concisa, mais próxima de si própria, que alcance aos outros por meio de um amor incondicional. Graças a esses seres humanos normais, como todos, mas excepcionais em suas luzes de amor, que faz com que estes 5% consigam ajudar no equilíbrio de todos os outros. E esta força está se fortalecendo. Esses seres estão se fortalecendo e trazendo à consciência o sentido maior do amor incondicional para muitos outros. Mas, é preciso alcançar uma compreensão mais profunda daqueles que precisam da luz do amor, que são os mais poderosos, os donos da verdade, os halteres dos altares, os que se dizem donos da Terra. É preciso perceber que aquilo que se diz da “espiritualidade” deve ser mais investigado na sua própria experiência de viver a vida. E é preciso conhecer a estrutura desta espiritualidade. Pois, certamente, se ela encontra à beira de um abismo, esses senhores do universo terrestre não percebem que os seus pés já encontram-se sem o apoio do próximo passo. E eles ainda não se convenceram disso. Para isso, se utilizarão de suas prerrogativas dessuirsômicas. E muitas vezes chamamos a atenção para olhar para si, pois ao olhar para si, encontrar-se-á de frente com o seu ser coletivo. E poderá então se analisar. Sob esse ponto de vista, não se pode, ou não adianta muito criticar aos outros, pois irás não só ser injusto, quanto equivocado e possivelmente pretencioso. Mas o escudo da humildade deve fazer um movimento diferente. Ao olhar para si e analisar a si sob o crivo da sua confiança, respeitando-se e amando-se, certamente irá encontrar o que nosso irmão chama de paradigma paradoxal: a luz inversa da compreensão dos outros por meio de si mesmo ou de si mesma. O que quer dizer que por meio da humildade, encontrará dentro de si a balança de uma análise dos outros muito mais próxima de suas próprias imperfeições, dando a oportunidade para você mesmo ou você mesma concluir quais são as forças do equilíbrio que irão gerar para a sua consciência as ações corretas para o equilíbrio de todos. Essa balança chama-se amor – o amor na essência de sua incondicionalidade. Agradecemos. Paz e Amor.

Grupo: Estou chocado com essa exposição. Acho que ela diz tanto para a gente, da nossa capacidade de gerar força através do amor e de entender muito mais a dinâmica deste mundo. Depois deste encontro, eu nunca mais vou enxergar o mundo com o mesmo olhar. Só um comentário mesmo.

NA. Agradecemos.

Grupo: Por favor, fale um pouco mais para a gente do paradigma paradoxal.

NA: Nosso irmão, que aqui se apresenta, inspirado pelos 3 companheiros que atualmente o acompanham, pôde perceber algo bastante frequente, mesmo que não seja uma novidade para todos ou para qualquer um, mas a questão que todos admitem – todos com suas devidas especificidades, e sem generalizações – admitem que uma contradição conviva com o contraditório, contradizendo-o em seu esquecimento. Ou seja, a vida dói, mas a dor não me incomoda; a vida segue da forma de cada um perceber a sua dor. Uma contradição não seria aquilo que impede uma condição? A condição que impede se faz de não impedimento, de não impeditiva para a razão acolher aquilo que afirma como ideal, ou como necessário. Nossos ajudantes andam elaborando por que a humanidade entrecruza com suas contradições, admitindo-as cinicamente. Mas, seguindo em frente contra a contradição, destruindo a si, fingindo que só alguns podem solucionar as suas contradições. Os demais seguem em frente, como se não houvesse as contradições, sem enxergar, sem ouvir, sem falar, sem acolher, sem questionar, sem duvidar, sem abrir mão, sem contestar. É preciso abrir os olhos, ouvir e dizer algo do seu sentimento para o que se idealiza, o que quer dizer: o que se pensa não seja contrário daquilo que se faz. O coração bate na porta da razão. A razão impede a luz do coração, e diz o contrário: Eu quero a sua destruição. O coração quer a salvação. Qual é a sua solução?

Grupo: Eu gostaria de saber também, você colocou mais uma variante da questão da duplinação, tem a questão suirsômica, a questão Harmon, e agora os dessuirsômicos. Tem outra coisa que me intriga também, que tem relação aos nossos acompanhantes. Existe alguma diferença entre os acompanhantes do seres dessuirssômicos e dos seres préssuirssômicos. Como os acompanhantes influenciam nas ações dos seres dessuirsômicos?

NA: Veja que o tema é a árvore dessuirsômica. Então, a árvore constitui também dos seres Intai. É por nós entendido da mesma forma que o suirsoma apresenta no ser os seus extravasamentos, e o equilíbrio relaciona-se à interface tehili que vai proporcionando na medida da influência de cada um em seu ser, em sua mente, em seus processos de relacionamento coletivos e especialmente consigo. A árvore relaciona-se aos fenômenos de agregação daqueles relacionados a todo processo de experiência de cada um. E é isso que você está falando. Os seres que acompanham também se dividem, havendo aqueles que proporcionam uma aproximação do amor. Mas há também aquela parte relacionada ao contrário, aos seres que assediam, que proporcionam a negatividade, a revolta desequilibrada e tendenciosa para o negativo, para a destruição. Certamente, a experiência de viver a vida de cada um nesta experiência, de cada um de vocês, é possível identificar esses elementos que, por vezes, se manifestam, às vezes, ao seu lado, e às vezes ao lado de outros, jogando a experiência da vida contra a experiência de cada um. Falando em nome dos outros, resolvendo as coisas contra os outros, escravizando seus funcionários, escravizando seus ajudantes, e proporcionando muita dúvida para a experiência daqueles que atuam proximalmente a estes. Mas a experiência do amor também produz uma árvore de relações, e esta árvore normalmente sobrepõe as outras árvores dessuirsômicas. Mas é preciso aprender a observar a vida, exatamente para não contradizer em suas ações aquilo que você mesmo pensa, e sente e deseja. Os acompanhantes são acompanhantes de cada um, é possível observá-los pelas intenções variadas, que às vezes passa pela sua própria experiência. Isto é um aprendizado e como todo aprendizado, precisa ser sempre reformulado. E precisará também que o seu desenvolvimento atue de forma transformadora. Primeiramente, em seu próprio ser.

Grupo: NA, dentro do que foi falado, formulei a pergunta de um jeito, mas ela acaba se reformulando dentro de tudo que foi dito aqui. Dentro dessa visão de se olhar para a gente,  se ver dentro desse coletivo, queria fazer uma pergunta com relação ao trabalho que a gente começou a desenvolver lá em Betim. Já falei sobre ele, mas as coisas têm tomado outros rumos, por necessidades do município. A cada dia vêm notícias novas. Queria saber como eu posso dentro das minhas limitações individuais, mas, ao mesmo tempo, dentro de tudo que você falou hoje, de enxergar o coletivo, para que a gente consiga fazer com que o projeto alcance a quem precisa ser alcançado. Imagino que essa demanda ainda não chegou onde precisa chegar. Outra dúvida, mais objetiva, alguns encontros atrás, com as pessoas que estavam presentes, vocês falaram de alguns locais que a energia ficava mais concentrada. No meu caso, vocês falaram da região da cervical como resposta à minha tentativa de captar as energias das pessoas, não sei se é isso mesmo. E de um tempo para cá, quando comecei a fazer mais conexão com as pessoas à distância, principalmente através do Reike, durante esse processo, vou sentindo uma pressão no pescoço que me gera uma necessidade de estalar, sempre do lado direito. Queria saber se isso tem relação com essa energia que é acumulada e se tem problema eu fazer esse movimento durante essa conexão, se, de alguma forma, eu quebro essa conexão ou não.

NA: A primeira pergunta, para desenvolver as propostas que estão sendo feitas, identifique as pessoas que precisam compreender bem e estabeleça limites e regras para o processo. E discuta de forma una com os parceiros, aqueles que atuam em conjunto com você. A segunda pergunta, os campos de energia corporal muitas vezes criam fluxos e trânsitos, principalmente ao lidar com outros fluxos de energia alheios, em que a estrutura esquelética se descompensa. E em relação aos movimentos e aos fluxos de energia, como deve saber, os nódulos desses fluxos perpassam cartilagens, em volta das junções ósseas e que por vezes realmente podem liberar parte de um acúmulo desses fluxos. Se fizer delicadamente, com respeito a si, podes liberar esses fluxos, pois liberá-los com certa agressividade, pode provocar um efeito reverso de bloqueio. Então, fazer estalar delicadamente, de maneira que liberar parte desse fluxo, ele não irá ser bloqueado. Ele vai ajudar no fluxo, no trânsito desse fluxo e, possivelmente, se puder evitar a repetição da mesma forma, trabalhe o relaxamento e o alongamento, depois das seções ou do trabalho, nesses locais, para que eles estejam mais preparados para uma diferença nos fluxos alheios. São, portanto, os fluxos de interface da sua proposta para com os outros, e a resposta reativa desses fluxos alheios, que promovem uma sobrecarga que repercute na musculatura, nas cartilagens, e, evidentemente, na estrutura óssea, promovendo essa necessidade. Fazê-la com delicadeza e fora do expediente, prepará-la com alongamentos e fortalecimentos, pode levar a não ter essa necessidade. Agradecemos.

[Mensagens pessoais]

Grupo: NA: A dessuirsomia, em que medida ela envolveria os obsessores? Poderia me responder isso?

NA: Normalmente, há o chamado surdjai, que é o suirsoma dos seres em estado espiritual, os Intai, que são “seres humanos”, na condição deduplinada, e muitos encontram-se em desarmonia, em desequilíbrio, com pouco desenvolvimento, e têm necessidades de se desenvolver, mas na condição de não duplinado em atuação ou proximidade com seres duplinados. Nestas condições dessuirsômicas, esses proporcionam um engendramento dos campos de energia, dos centros de energia do ser duplinado, abrindo conexões não desejadas. Mas, portanto, há conexões com esses seres que necessitam de energia e entram em sintonia com seres mal-intencionados em suas vidas. Não querendo dizer que só nessas condições esses seres se agregam. Cada caso é um caso, mas há relação quando os seres dessuirsômicos seguem uma trajetória contra si próprios.

Grupo: Ok, obrigado.

NA: Igualmente agradecemos.

Grupo: Nosso Amigo, mais duas questões: na primeira resposta ao Xxxx, me passou uma coisa pela cabeça aqui: a gente tem uma tendência muito grande, às vezes, em assumir riscos, compromissos com as pessoas que ama, né? Com a esposa, os filhos, às vezes, os pais, no intuito de proteger, a gente tomar as decisões e às vezes, esconder alguma coisa que está acontecendo, você tentar resolver sozinho. Eu queria saber a sua interpretação sobre isso.

NA: Essa é a primeira pergunta.

Grupo: Sim, a outra é nessa época que a gente está vivendo de tanto autoconhecimento, eu tenho uma amiga, que ela começou a desenvolver, a aparecer a mediunidade dela, ela tem visto pessoas, visto seres, tem tido premonições de pessoas que vão morrer. Como ela mexe com ambiente hospitalar, ela às vezes enxerga a pessoa, e não enxerga a pessoa mais em casa, e isso está incomodando muito, não sabe se deve desenvolver isso e acatar esse presente que foi dado a ela, ou se ela deve desenvolver e pedir para acabar por aí.  Ela quer uma luz para isso.

NA: Primeira, já falamos sobre o equilíbrio. A experiência duplinada requer de todos os seres encontrar a si de alguma forma mais próxima das suas luzes do amor, o quanto possível for. Mas, nem sempre é possível e cada um tem as suas prioridades, as suas necessidades, as suas limitações. Então, não é possível, não num sentido destrutivo, mas num sentido mais amplo, não é possível ser santo, nem é necessário ser santo. A experiência de viver a vida precisa ter espaço compreensivo para os erros, e os erros é que levam aos acertos. Então, é preciso buscar o equilíbrio. O equilíbrio é encontrar sempre o fio da meada, quando se perde. Perder este fio da meada faz parte da natureza dispersa, desatenta e ingênua dos seres humanos. Mas, na medida em que a consciência encontra-se em estabilidade, e se desenvolve, alguns erros primários desaparecem. E os erros mais complexos e inacessíveis é que passam a ser da ordem daquele momento. Desde que não destrua nem a si nem aos outros. As mentiras necessárias são parte dos erros necessários, que tendem a acertar as condições dos outros, principalmente quando se respeita a si, se ama a si, e quando se respeita aos outros e se ama aos outros. Na verdade, é parte do acerto, e a luz do amor que está dentro desse ser irá poder atuar como orientador da essência do seu ser “espiritual”.

A segunda pergunta, ou questão, toda sensibilidade pode ser desenvolvida. Toda sensibilidade pode ser compreendida. Toda experiência pode ser encarada e também pode ser excluída. Aquilo que o coração disser e a mente concordar, ela irá atuar de maneira a se encontrar, olhar para si e confiar em si, olhar para a sua luz de amor e crer que essa luz irá a conduzir por melhores caminhos. Não tenha medo. Não adote o medo. Tenha coragem e tenha humildade. Essa é uma forma de olhar para si respeitosamente e amorosamente. Paz e Amor.

Grupo: Gostaria de falar duas coisas que estão interligadas e fazer um pedido. Vou começar das duas coisas interligadas. Se puder falar mais dos seres pressuirsômicos, que você falou que são pessoas altruístas. Queria ouvir mais a respeito e sobre a atuação deles na estrutura familiar.

NA: Seria conveniente, pelo tempo que temos, falarmos no próximo encontro. O assunto do próximo encontro então será préssuirsoma. Pode ser?

[Mensagens pessoais]

Grupo: Obrigada, Nosso Amigo.NA: Então, sigamos. Na medida em que cada ser olhar para si por intermédio da luz do amor, certamente encontrará muitas das referências que já expomos para vocês. É preciso que se compreenda que a humanidade esteja passando o que está passando como possibilidade de transformação. E a questão é: como se darão tais transformações? Depende de cada um. Aquele que se transformar e aceitar novas possibilidades, irá compreender que a humanidade está diante de si. Os outros estarão revelando para os alheios e não para si mesmos. É preciso estar olhando para si e olhando para os outros. Essa dualidade é, na verdade, uma unidade. Que seja, portanto, a luz incondicional do amor. Agradecemos. Mnahrkiwon.