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Paz e Amor.

Compreendemos a duplinação como um processo de desenvolvimento insciencial. No caso, enquanto duplinado, consciencial. Há muitos eventos necessários para que ocorra a duplinação e todo o processo de inserção do ser Intai no organismo físico, desde o início, quando os Ranamás assumem as suas tarefas no sentido de proporcionar ao ser Aintai uma experiência o mais próximo possível de suas possibilidades em relação ao eixo insciencial amoroso. Uma das razões não descritas refere ao fator de influência em que o eixo consciencial não duplinado tem dificuldade de encontrar a sua luz de amor por si. A duplinação, “apesar dos pesares”, proporciona uma probabilidade maior de se encontrar o seu eixo insciencial relacionado à luz do amor incondicional. Essa questão por si já justifica a experiência da duplinação. Outros motivos relacionam-se à exociência, em que o ser confinado orienta-se melhor nos universos exocienciais do que não duplinado. Façamos então uma breve descrição da importância da experiência exociente para o momento da deduplinação. A chamada morte física. Entendamos que a maior transformação está na diferença entre a experiência anterior inicial e a experiência posterior, final, o que mostra um desenvolvimento a ser considerado pelo ser Intai-Aintai, em sua “relevância pessoal”. Além de todos os instantes vivenciados por uma vida, seja ela de um dia ou de mais de cem anos terrestres, sempre haverá uma diferença entre a “entrada” e a “saída”. Pensemos, pois, sobre algumas considerações. Vamos supor uma pessoa Aintai com uma vida terrestre em torno de 80 anos.  Os Ranamás preparam a deduplinação. Normalmente, os preparos antecedem seis meses terrestres, onde o que for preciso que seja feito de acordo com as possibilidades da experiência vivida, esta preparação se abre para a finalização da relação de interação entre o ser Aintai e a sua desconexão fisiológica. Todo o processo é muito lento, porque precisa encontrar o melhor momento das forças tehili para a finalização fisiológica. Entretanto, apesar da antecedência dos Ranamás, somente nas 24 horas anteriores a esta finalização haverá um processo mais intenso da atuação e assistência dos Ranamás. A atuação dos Ranamás na finalização acontece extraordinariamente ao nível exociente, culminando nos instantes prévios com a resposta consciencial do ser Aintai, chamada de superconsciência. Independentemente de qual será o processo dessa finalização, tanto os Ranamás se encontram presentes, quanto o ser Aintai, ao nível subconsciente, recebe instruções de maneira a proporcionar a exalção superconsciente na hora da chamada morte física. As energias irão se dissociar do organismo físico na medida em que os fluxos inscienciais, em conjunto com os fluxos orgânicos, cessarem. Nesses instantes, os centros de energia dissociam-se das enzimas que, em processo de deterioração, se encarregam das dissociações diversas, descolando os centros de energia do organismo físico, e formando o conteúdo eletrofi, eletromagnético, em densidade física chamada pelos espíritas de períspirito. Em outro momento, diremos as nossas designações. Mas, essas dissociações descolam-se do corpo físico, abandonando o organismo físico ao seu próprio descontrole. E a dissociação e descolamento consciencial é o momento em que os Ranamás se expressam em um chamado abraço Ranamás, que é a sua luz intensa, que toma todo o campo energético do ser Aintai em transmutação Intai. Essas luzes são acompanhadas das respostas anteriores da superconsciência, que de forma variada se expressa para o ser no seu processo de transformação consciencial, transformando a consciência em um breve instante hiper-relacionado à sua experiência exociente. Nesse momento, uma parte dos seres nessa situação faz uma instantânea revisão da sua vida, com lembranças instantâneas simultâneas daquilo que mais foi significativo, em todos os aspectos, incluindo o sofrimento, as vitórias e “derrotas”. A maior parte dos seres, entretanto, tende a negar essa experiência por meio de ímpetos de medo, e autoenclausuramento momentâneo. Entretanto, o abraço Ranamás, um abraço de luz, traz a consciência de todo o processo, a nítida impressão de estar transmutando de um universo para outro. Muitas vezes, recapitulando o nascimento como um túnel de luz, ou como uma projeção em alta velocidade ao encontro da luz Ranamás. O abraço Ranamás é um momento de felicidade. Não ainda um momento de revelação. Mas, um momento que para muitos é um momento de agradecimento. Para muitos, um momento de conforto; para muitos um momento de incompreensão. Para poucos, um momento de ignorância. Mas, é um momento no tempo físico, do organismo físico, de alta aceleração do tempo, pois as dissociações orgânicas desestruturam completamente as noções sensoriais e as impressões dos ambientes que cercam a realidade dimensional em que o ser Intai se insere novamente: os campos eletrofi, os campos de Mágnem. Muitas vezes, dependendo das experiências terrestres, assume-se um ambiente gelado, de menos de 200 graus negativos. Mas, acompanhado daquilo que se traz da experiência terrestre. Se aliados do amor, acolhidos por muitos. Se não aliados do amor, a assistência fica por conta de seres benevolentes especificamente orientados para atender caso a caso. De toda sorte, cada um terá a sua experiência própria, de acordo com o seu esforço na experiência Aintai. De acordo com o que fora plantado em seu coração; de acordo com suas buscas, com seus encontros, muitas vezes, inversamente proporcional: muito luxo, às vezes, muito lixo; muito sofrimento, às vezes, muito conforto. Aquele que se entrega ao amor tem assistências específicas para encontrar-se e reconhecer-se em seu esforço. O amor sempre será a essência mais importante e transformadora para a vida Aintai. O amor sempre será a referência mais ampla, mais completa, mais simplificada e mais potencialmente desenvolvida para cada um, quer na vida Intai, na vida Aintai, novamente, na vida Intai. Pois, o esforço obtém o seu próprio retorno, nada mais, nada menos. É da natureza da “espiritualidade”, da consciência que se forma no ser Aintai, e que se transfere em seu retorno para o ser Intai. Ele se encontra modificado. O quanto depende do que proporciona ou a si ou aos outros, na sua experiência Aintai. Paz e Amor.


Grupo: NA, mesmo quando tem uma tragédia, igual em Brumadinho, existe a preparação de seis meses?

NA: Certamente.


Grupo: Então já se sabe dessas catástrofes?

NA: Só os Ranamás. Em relação a cada um dos seus assistidos.


Grupo: o que a gente chama de uma morte súbita, inesperada, com pessoas muito jovens, já para os Ranamás, isso já era previsto como o fim do ciclo daquela pessoa no seu momento Aintai?

NA: É, isso mesmo.


Grupo: A duplinação é considerada a partir da gestação ou quando nasce?

NA: Certo tempo antes da fecundação. Já é o processo de duplinação.


Grupo: A gente é capaz de perceber sinais, dependendo do nosso desenvolvimento, do diálogo com o subconsciente e exociência? É possível perceber [a chegada da deduplinação]?

NA: Como são sinais suirsômicos, toda essa experiência é suirsômica, aplica-se àquilo que se diz dos suirsomas, das luas suirsômicas, e da sensibilidade e observação de cada um.


Grupo: Muito assustador ou revelador, porque você falou do processo de forma muito natural, e a gente encara de forma traumática.

NA: Pois é, a essência do medo é a ignorância.


Grupo: Algum dia… se temos a ignorância. Nós confinamos e esquecemos, numa tentativa de evolução. Em algum tempo poderemos vir com mais memória do que foi para consciência ou isso não tem vantagem?

NA: Não, depende de cada situação. As situações são complexas. Por isso, tem-se uma assistência à altura de seres benevolentes Ranamás. Eles sabem o que deve ser feito.  E fazem de acordo com as necessidades de cada um. As conexões Ranamás são de altíssimo desenvolvimento, ligadas às luzes do amor mais intensas, geradoras da existência Kalamatsana. Certamente, cada caso é um caso. Há aqueles em que a natureza insciencial se desdobra em sua consciência, assim como aquele que ainda precisará de muitas vindas para despertar o seu mínimo. Infelizmente, se certos seres soubessem e tivessem uma sensibilidade, sem desenvolvimento, ou ele iria destruir ou ele iria se perder. A natureza de cada um é específica de cada um, e há milhares de anos todos estão em desenvolvimento, cada um à sua maneira. É muito frequente os chamados grupos familiares. Familiares não quer dizer no mesmo sentido biológico, mas no sentido da companhia. Alguns seres se acompanham há milhares e milhares de anos, e vão seguindo vidas alternando suas relações, proporcionando maior segurança, aumentando suas afinidades, ajudando uns aos outros. Há grupos “familiares” muito grandes. Alguns podem chegar a milhares de pessoas, que vão se alternando pela vida, encontrando-se pelos espaços de cada existência. Certamente, quando encontrares pessoas de grande afinidade, de grande amor, de grande amizade, de grande cumplicidade, independentemente das histórias, independentemente dos níveis de desenvolvimento, são grupos familiares. Todos vocês fazem parte de grupos familiares.


Grupo: O abraço do Ranamás, ele acontece durante a superconsciência, faz parte dela, ou é feito depois? Queria que explicasse mais um pouco do ambiente gelado, menos de 200 graus.

NA: Gelado: o espaço sideral é bem mais frio do que o espaço no ambiente terrestre. É isso. Certamente, próximo do Sol ou de qualquer estrela, isso muda, mas, ainda assim, no vácuo, o ambiente é gelado. A segunda pergunta: A experiência de cada um relaciona-se a um complexo de situações que precisam ser tratadas no desenvolvimento enquanto organismo físico duplinado. Quando se aproxima da hora da deduplinação, já há uma preparação. A superconsciência é um momento de realce da consciência desenvolvida até aquele ponto, e há uma conexão direta com a experiência exociente. Elas se somam para formar os momentos que são atribuídos à denominação de superconsciência. Ela pode durar segundos no tempo físico, até horas, dependendo da experiência de cada um. Os Ranamás se manifestam depois desse processo, durante a dissociação insciencial, quando os centros de energia são desconectados das estruturas celulares. Por exemplo, as mitocôndrias perdem o potencial de energia, em decorrência de apoptoses e de situações da degeneração de ácidos e de estruturas bioenergéticas. Assim que há essa dissociação, o organismo físico já encontra-se em colapso. Simultaneamente, e logo anteriormente a essa dissociação, os Ranamás se manifestam em o que chamamos de o abraço do Ranamás, que é uma forma de agradecimento do ser Ranamás ao ser Aintai. Quem agradece é o ser Ranamás.


Grupo: E a gente que devia agradecer.

NA: Mas, é um momento muito específico de quem está transmutando, consciencialmente de uma dimensão para outra. Então, os efeitos na memória são efeitos de luzes, pois literalmente, os Ranamás se iluminam em agradecimento, envolvendo todo o campo de energia e ajudando este ser em sua transmutação. A expressão transmutação refere-se, portanto, à dissociação dos fluxos de interação dos campos fi, apagando, digamos assim, do organismo físico, das células, os fílens. Apagando os fílens. Eles se convertem em campos eletrofi e não mais em filens. Nesse momento, há apenas um campo chamado pelos espíritas de períspirito, que é ainda parte da energia corporal sendo utilizada para essa dissociação. Essa dissociação completa varia de cada um para cada um. Se a pessoa for muito apegada ao seu corpo no sentido de não querer se desfazer dele, se a pessoa for muito vaidosa, muito dependente de bens materiais, esse campo pode persistir, insistir em ficar presente na decomposição de seu organismo físico. Paz e Amor.


Grupo: Voltando aos seis meses anteriores, o momento de deduplinação pode ser alterado conforme a experiência de vida, com o que se busca e se realiza?

NA: Pode, dependente dos Ranamás. Quem sabe a hora propícia são os Ranamás. Ele pode voltar atrás se ele quiser. Ele pode. Acontece. Às vezes, a pessoa já morreu e ela volta, se ele quiser. Antes da dissociação. Antes dos centros de energia se dissociarem. Pode estar com a doença que for, pode voltar e curar. Ou até mesmo em decorrência de um grande desastre.


Grupo: essas experiências de quase morte, pessoas veem luzes, então é real, viveram isso…

NA: Sim, essas estão vendo o abraço dos Ranamás, que decidiram por algum motivo que elas devem voltar. Por isso, o abraço é no processo de deterioração, quando ele pode reverter.


Grupo: No caso da deduplinação de uma criança, o processo é igual, e a mãe da criança pode ter algum sinal, ou aviso? Quando perdi meu filho, perdi no nono mês, eu sonhei aos 3 meses que não iria dar certo.

NA: A sua sensibilidade capta a experiência do seu filho. Normalmente, é para fortalecer a sua experiência. Não sofra por isso. Agradeça.


Grupo: Quando tem o abraço do Ranamás, e que não aconteceu a transmutação, a pessoa que está no campo energético, consegue perceber o ambiente? Fica entre o corpo e a energia?

NA: Na maior parte das vezes, depende da experiência duplinada. Continuando, como depende da experiência de cada um, pode acontecer de tudo. Às vezes, é uma forma de demonstrar para o próprio ser, dependente de sua vaidade, de seu ódio, quem ele é. Desta forma, alguns podem ver todo o seu processo de decomposição. E estar ali percebendo-se sem conseguir se dissociar. Então, pode acontecer a continuação de determinado processo de sofrimento. Normalmente, com pessoas que não fizeram o que deveriam fazer. Que se apegaram a fortunas, que se aproveitaram de outros, etc.


Grupo: Coitado das pessoas ruins e ignorantes.

NA: Sem avaliações de cada um. Não podemos dizer absolutamente nada. Mas, certamente, na medida em que se atinge mais pessoas, as energias igualmente se ampliam. E, muitas vezes, ainda assim, o sujeito não muda.


Grupo: qual seria o poder da mentalização positiva, da oração, penso não só individual, mas coletiva para juntar forças, não só para as pessoas que deduplinaram mas para iluminar situações ainda nesse plano de tanta escuridão?

NA: O poder de influência é diretamente proporcional à confiança e à fé de cada um. Mas, é muito frequente dizer-se que se fez uma oração sem se fazer. Também é muito frequente se fazer intenções sem direção, sem rumo, sem treinamento, sem consciência. E, por isso, as forças não são maiores. Outro fator, é a proximidade de cada um aos seus fluxos de amor incondicional. Às vezes, o egoísmo impede que uma pessoa bem intencionada para aquelas que lhe interessa não possa proporcionar um potencial de benefício, e esse se encontra desviado por si mesma. Então, conclui-se que há muitas situações, mas para potencializar é preciso ter fé, ou seja, confiança em si, ter foco, ter treinamento, e ser sincero.

[…] questões específicas

E: xxxxx que deduplinou em xxx, eu queria pedir que acompanhasse nesse processo. Quando ela estava indo, os familiares em volta, energizando, e ela falava, “vamos xxxxx”, coragem, nesse momento ela estava recebendo abraço do Ranamás? Estava apegada?

NA: Não, é muito específico, não há comunicação. O abraço do Ranamás é um momento bem específico entre ele e a pessoa. Momentos finais de um estado de coma, ou no momento de morte abrupta. Cada caso é um caso.Joguei cristais fora, porque estavam quebrados e comprei outros. Poderia pegar neles?

NA: Está energizado, mas apenas em áreas específicas do cristal, para não tomar a sua parte, o seu potencial estará inscrito em sua ação com o cristal. Por seis meses você não precisa limpá-lo.


Grupo: Adquiri cristal que você aconselhou que eu tivesse comigo no meu trabalho. Queria que pegasse também. 

NA: Com a participação dos seus acompanhantes.

[…]


Grupo: Eu achava que se a gente andasse com ele na bolsa, ele se contaminaria do dinheiro, celular, etc.

NA: e é verdade, só que você está imaginando isso. Se você imaginar o contrário, ele irá ser o contrário. O cristal de quartzo, ele tem uma vibração resultante, próxima da sua mente. Então, isso possibilita uma influência nos registros das vibrações do cérebro.Paz e Amor. É preciso sempre buscar a luz do amor. Pois, ela está em sua essência. Ela está em sua existência. Sabe-se muito bem que a duplinação os isola de si mesmos. E este é um dos desafios que é encontrar a si em sua luz de amor. Sabe-se muito bem a dificuldade de fazer isso ser tão real quanto o seu próprio pensamento. Mas, o seu pensamento precisa acreditar em si. Precisa encontrar-se de uma forma boa, positiva, construtiva. Use a primeira luz. Usem as pequenas certezas, encontre em seu ser o seu ser. Ele é amor. Agradecemos. Paz e Amor.