Encontro Semanalonline

A humanidade versus a humanidade

Há muitos parâmetros para se contribuir com reflexões acerca da humanidade. Mas ao trazermos o amor em nossa bagagem de visita ao planeta Terra, já sabíamos uma parte da história. Mas, tínhamos, como temos, certeza que a Terra acolherá e acolhe o amor. Não estamos participando de grupos invasivos ou donos da verdade humana. Apenas buscamos orientar com base na própria orientação básica daqueles que já viveram neste planeta. Há muitas esferas para se debater sobre qualidades ou “defeitos” para o entendimento humano, pois, de muitas formas, precisamos encontrar apenas o diálogo. Não é necessário, ou mesmo, impróprio, que façamos alguma coisa no nível da ação física. Como já dissemos, a história humana é para se compreender através das possibilidades de entendimento humanas. Guardamos o devido distanciamento apropriado ao nível do nosso respeito, mas sabemos e estamos acompanhando as invasões e as inversões, as destruições e os contágios que não se fazem apenas pela via biológica. Os seres da natureza se distribuem de acordo com suas próprias possibilidades de sobrevivência.

Certa vez, um pai e um filho estavam em alto-mar, motivados pela pescaria, e foram levados para mais alto-mar, onde foram pegos por uma tempestade. Perderam-se os remos, os remos, mas ganharam a sobrevivência para o outro dia, quando o mar se expressou em uma calmaria tão quieta que podia se perceber o movimento de alguns peixes por debaixo do barco. E o filho, horrorizado pela tempestade, protegido pelo seu pai, perguntou por que o mar era tão bravo e agora estava tão calmo que não era possível nem sair do lugar, pois não havia nenhum vento. O pai, olhando desolado para o sol ardente, pensou:

“O mar é a natureza. Nós somos os seres com os seres do mar. A natureza nos leva para onde ela quer e como ela quer. Nós temos que apenas perceber como nos integrarmos a ela.”

Os seres do fundo do mar presenciam, observam aquela situação sem analisar, mas sabendo que todo o mar é a sua natureza. E que aquele barco é um ser estranho. Aquele barco não é um peixe, não é um ser do mar. Sob o barco, havia um golfinho e o seu filho. E o golfinho expressara para o seu filho que aqueles seres de cima que os agridem ou os acompanham, agora estão em apuros. Observando a cena humana, o golfinho disse:

“Escute! Eles se comunicam”

O pai pôs-se a pensar que o amor é como o mar. Se ele está fora de você, você navega no amor, mas se você não o percebe, você navega em seus objetos. Quando se pensa em sua mente, acontece a mesma coisa. A mente é a natureza, é o mar, é o amor. A mente também tem os seus objetos, tem as suas folhas, tem o seu lixo, como aqueles jogados pelo mar. E agora na calmaria, o que se pode fazer é só pensar, alcançar a confiança para prosseguir e em algum lugar chegar. Quais são as possibilidades de se compreender que se você navega pelo mar, é como se navegar pelo amor? Mas dentro de você o seu mar é a sua mente, que você navega encontrando seus objetos, seus conflitos, suas angústias, suas tristezas, suas contradições. Mas, não se pode gerar um mar. Quem produziu esse mar, a terra, algo maior? Algum Deus? Alguma força maior da natureza? Da mesma forma, dentro, o homem pensou:

“O meu mar, eu o criei? Ou da mesma forma, algo superior criou esse mar da minha mente? Mas, há uma diferença, eu posso gerar o mar da minha mente, porque dentro da minha mente há amor sendo gerado. O mar deste amor encontra os seus objetos que ficam boiando ou navegando, que ficam como seres, os peixes, vivendo em minha mente”, diz o homem.

O filho, absorto, sem compreender, apenas compreendeu que o mar representa o amor, da mesma forma que dentro da sua mente o amor representa o mar da sua mente.

A humanidade se contradiz, a todo momento, com muita violência, com muita força. Mas, não tanto quanto a sua própria mente, ou a própria natureza, que se envolve na compreensão necessária, que não é da forma que está que as coisas irão se transformar para melhor. É preciso compreender este limite, esta condição. Pois, a Terra agora está muito visada pela força do risco que corre. Não é um risco para ser temido, é um risco dentro de cada um, que precisa ser enfrentado. O risco de perder a sua vez, o risco de não ser o que você sonhou ser. O risco de não cumprir aquilo que designa a sua força superior, o seu suirsoma. É preciso acalmar, remar com as mãos, na calmaria, segurar o barco com as mãos na tormenta, persistir, cumprir o que a sua luz diz para o seu coração. E saber que de fato há questões muito importantes, não apenas para um ou outros. Para todos. Mas, não vão chegar a 5% as transformações desta experiência. Ela precisará ser repetida em algum momento. É preciso conter a fúria do mar do seu interior, dando lugar à luz do amor que contrapõe outra forma de ser. Na verdade, a forma original, desde o momento em que você, humano, nasceu. Não é preciso sujar o rio para limpá-lo depois, pois a limpeza será uma forma de sujá-lo de outra forma. É preciso acolher a força da natureza como resposta da força do seu interior, e dominar a si contra as maldades que são implantadas pelos sistemas negativos pelo domínio dos mais ricos, pela apatia dos mais pobres. É preciso levantar, olhar para a frente e dar as mãos. A luz do amor pode ser redistribuída e, assim, multiplicada, pois o amor sempre se multiplica quando se divide. A humanidade não precisa lutar contra si própria. Ela precisa se convencer que dinheiro sem distribuição não serve para nada. É preciso redescobrir os corações sem ingenuidade, e sem fantasia. Pois, há muita agressão, há muita violência. Sempre houve, mas agora ela se multiplica pela quantidade de humanos que insultam a si, que insultam a vida, que transgridem, baseados em ilusões. Pois haverá de alguma forma sempre uma demonstração, não da biologia como força de expressão de uma natureza, mas da existência como propósito de ser o que se é quando se vem para ser duplinado, para ser Aintai. Os seres de outros extremos vão se aglutinando em torno de uma esfera de 100 milhões de km de distância do centro terrestre. E esses seres vão chegando e observando. Há aqueles que aceitam o destino, portanto, estão ali para satisfazer as suas próprias egocentricidades. Há outros que querem escravizar, pois dominam parte de uma esfera adjacente ao universo físico. Eles são invisíveis e mais, também são microscópicos. Incrivelmente há aqueles que se juntam como nações para se fazerem humanos, para se fazerem espelhos, para conduzir a humanidade aos horizontes dos seus domínios. Há outros que se fantasiam de espíritos, de seres Intai para fazer parte dos domínios humanos, também se fazendo de humanos. Há muitas outras formas de expressão de seres não humanos, mas, veja como há uma quietude aparente, como é tão exótico falar de seres não humanos; como é tão fora da realidade quanto a própria fantasia da realidade humana. O alvoroço aparente é de humanos contra humanos, mas não é. É preciso delicadeza para observar em torno de si, para aceitar as diversas formas de ser, inclusive humanos que querem ser não humanos, mesmo sem saber de alguma coisa. A esperança humana é um braço do amor porque quer repercutir seu alcance nos limites da humanidade. Mas, o amor que vem de fora, como nós mesmos, precisa esperar o amor que vem de dentro, que são de vocês mesmos. Há muita dúvida sobre aquilo que não existe, e desta forma, nossas propriedades existenciais permeiam em torno da ignorância. Assim aceitamos e esperamos, pois, a luz do amor não é descontínua. Onde há amor, haverá paz. Onde há paz, haverá amor, agora num futuro promissor. Aqueles que se ligam à sua luz de amor íntima não precisam de um amor externo. Ele já se encaixa em todo amor da existência. E o que limita maiores desastres e as invasões de outros não humanos é somente a força do amor incondicional de todos nós. É preciso confiar e transformar a sua vida, solucionando-a de outra forma, para que caibam a si mesmos dentro de si mesmos. Agradecemos as atenções pois, estamos em torno da Terra. Nós somos muitos, muitos, muitos. A Terra é única. A natureza da existência ainda será compreendida pela humanidade. Agradecemos. Agradecemos. Agradecemos. Paz e Amor.

Caso queiram fazer perguntas, responderemos esta parte, e a segunda parte terá um intervalo para alternarmos os processos, e retomar com outros contribuintes do nosso grupo. Agradecemos.

Grupo:Quando você disse que esses seres não humanos, eles vêm numa camada – entendi que é uma camada não física em volta da Terra -, que eles dominam essa parte do planeta, essa camada do planeta, onde talvez tenham outros seres que são Intai, é um Umbral? Umbral grosso, umbral médio? Seria esse espaço?

NA: Não, é um espaço físico que tem uma distância razoável, mas ainda dentro dos sistemas. São seres físicos em diferentes níveis de vibração e de constituição. Podemos dar 3 exemplos desta constituição. Há seres com campos eletromagnéticos de baixa intensidade e de baixa frequência. Há também seres físicos com constituição baseada em carbono, nitrogênio, oxigênio que dependem desses sistemas e se interessam, portanto, por esses elementos, como hidrogênio, para a sua sobrevivência. Mas eles são tecnologicamente desenvolvidos, e há outros com constituições semelhantes aos seres humanos, mas em duplinações diversas. Eles duplinam, com vibração mais baixa do que seus corpos em estado não duplinado. E há aqueles semelhantes que fazem viagens longas entrando pelos pontos chamados de pontos de transferência cósmicos. A expressão mais próxima seriam, pois, os chamados portais, mas não da forma como se desenha esse portal pela concepção humana. Mas, qual seria a importância desses seres? Alguns protegem a humanidade protegendo seus próprios aspectos. E há aqueles que querem invadir a Terra e já tentaram algumas vezes, e foram impedidos. Desses, alguns vivem na Terra em grupos. O maior grupo deles tem 50 milhões de seres. Então estão misturados à humanidade. Certamente, há implicações a médio e longo prazo, se a humanidade não modificar certas questões relacionadas à sua sobrevivência. Os seres Intai, os seres semelhantes convivem e participam de grupos maiores de desenvolvimento humano e de desenvolvimento da proteção humana. Os seres humanos contam com orientações de outros muito mais desenvolvidos. Essas orientações abraçam todo o desenvolvimento humano, mas entre suas prerrogativas está o fato de que a humanidade precisa resolver os seus próprios problemas. Os sistemas de “encarnação”, para adotar a expressão de uma das religiões ou a concepção de rebanho para dominar, etc. é uma discussão mais longa falar sobre esses aspectos. Mas é preciso se compreender que há muito mais no horizonte do que uma bolinha amarela colorindo o céu azul. É preciso se ampliar mentalmente, aprender a olhar para si de outra forma. Isso irá ajudar em momentos cruciais que já vêm vindo pela Terra desde a chamada primeira fase depois da experiência cristã. E por isso essa primeira fase termina próximo ao ano mil, e a segunda fase está prestes a terminar, entrando para a terceira fase. Essa subdivisão não é humana, mas daqueles que atuam nos humanos, como, por exemplo, os supremos Ranamás. A luz do amor é a força maior, mas ela precisa ser encontrada no mar, no mar da sua mente.

Grupo: Paz e Amor. Curiosamente esta semana eu terminei de montar um quebra-cabeça do mar. A minha pergunta, basicamente você já respondeu nesse final da fala, é exatamente sobre essa força do amor, que eu entendo que a gente, para desenvolver precisa encontrá-la. Desenvolver a força do amor e se desenvolver. Estou passando por uma situação pessoal assim mais angustiante, independentemente da questão da pandemia, e parece que com o isolamento isso ainda ficou mais forte. Sinto que eu preciso de ajuda para conseguir continuar esse caminho. Parece que eu me desviei, assim, dele, não sei.

NA: É preciso olhar para a sua consciência que está dizendo literalmente o que se passa. Vamos supor que a sua consciência seja uma criança pequena. Você sabe que ela está indo em direção a uma escadaria e você diz: a criança está indo para a escadaria. É perigoso, ela pode cair lá embaixo. Você vai repetir isso quantas vezes?

Grupo:Acho que nenhuma, né? Antes de uma já estou lá com a criança.

NA: Você acabou de dizer que você está assim ou assado. A sua consciência é sua luz de diálogo Aintai. É preciso perceber que se você já reconheceu, então vá lá e impeça a criança de cair na escadaria. Mãos à obra! A angústia, de fato, como sentimento no corpo, é um grito: Me tire daqui! Se você ficar só olhando, a criança vai cair na escadaria. A tristeza é um reconhecimento. É um grito: Eu sinto! Eu sinto! É preciso agir o ser Aintai. A consciência é uma liga para a ação física. Reconheça o amor e mova os seus passos em direção à criança para acolhê-la no seu colo e olhar para si com respeito, com dignidade, com sinceridade. Não é preciso saber todos os objetos que estão em volta da canoa no mar. No seu mar mental há uma fonte de amor. Olhe no horizonte, ela é uma bolinha amarela que colore a paisagem, que traz luz, que traz energia, que traz força. E confie: vou seguir aquela bolinha, ela é a minha luz de amor. E siga a si mesma aceitando-se, amando-se. Não é brincadeira, como andam dizendo por aí. É muito sério porque é você contra você. A humanidade contra a humanidade. Deem as mãos. Ajude a outros, permeie os seus sentidos de amor e de ação. Você é uma pessoa de ação. Porque quantas vezes você procurou ou sol? Muitas, não é? Continue, você encontrará. Persista: a calmaria vai passar. A torrente também. Paz e Amor.

Grupo: Queria pegar um link no final da fala para a Cibele. Porque entendo que cada um de nós tem que encontrar esse caminho. Cada um vai trilhar esse caminho, uns com mais facilidade, outros, com menos, mas agora no final você disse também de darmos as mãos, de nos ajudarmos, e nós enquanto grupo temos conversado um pouco sobre como que nós enquanto este grupo que está aqui, podemos também levar um pouco desse conhecimento que nós estamos aqui adquirindo com vocês, tão importante, tão relevante para a gente, para ajudar também outras pessoas. Tem alguma orientação sobre como fazer isso?

NA: Já observou que se você pegar uma caixa, fechá-la e deixar por muito tempo, você não se surpreenderá se dentro dela tiver uma teia de aranha, só a teia. Como essa teia de aranha apareceu lá dentro depois de anos? Vamos ver um lado curioso daquilo que se chama geração espontânea, sem ficar driblando conceitos humanos. As coisas aparecem porque elas existem. E dentro de algo esquecido, deixado para lá, há as mesmas condições de superação que têm quando se tem tudo para fazer alguma coisa. Os movimentos para se fazer espontâneos, eles são como gerações espontâneas. Aparece. Surge. Para que explicar algo tão complexo? Para se descobrir a vida. Então, alguns vão estudar e vão descobrir e vão ajudar outros a saberem um pouco mais sobre a vida. Mas, a vida não é só o que se descobriu. Ela é muito, muito mais. Ou seja, elas são as coisas que fazem a geração espontânea. São as coisas desconhecidas que dominam a existência. Isso não é só para os humanos não, é para todos, inclusive para nós também. É preciso encontrar, é preciso querer, é preciso determinar, é preciso agir, ou será que é possível uma geração espontânea fazer surgir soluções para tudo? Quem sabe? Vai esperar?

Grupo: Eu gostaria de saber, às vezes, você falou de espontâneo.  Às vezes, em meio dos meus atendimentos, eu tenho tido, não sei se são insights, eu tenho utilizado algumas coisas que a gente tem discutido. Nem sempre exatamente como é sugerido, ou como eu sinto na hora que eu posso fazer. Eu gostaria de saber se eu posso continuar fazendo isso.

NA: Você é uma cientista. Estude, teste, dialogue com o seu íntimo e comprove a veracidade dele. Dialogar consigo é comprovar que você existe, não é? Assim seja.

Vamos ver se o tempo é suficiente. Agradecemos. Sigamos para a segunda fase, nem que seja para iniciá-la. Paz e Amor.

2ª. parte

Mnahrkiwon

NA: Agradecemos. Solicitamos autorizações para os seres que virão. Eles não utilizam o mesmo processo e não necessitam da chamada máscara, não é? Que é a utilização de processos de expressão vocal. Eles estarão de olhos abertos. Há uma alteração no campo de visão, ele enxerga diferente e utiliza os recursos oculares humanos, o que cria alguma distorção para eles. Eles não conseguem enxergar os limites físicos. Agradecemos.

OA2: Paz e Amor. Normalmente a nossa entrada neste túnel parece nos trazer novas impressões sobre a realidade. Nós temos um alcance do ser humano pela via desse irmão, que nos empresta esta impressão. Então agradecemos e agradeço a ele. Nossos amigos do último encontro nos trouxe a questão da mente como algo que pode ser diferente. Ele chamou isso de que mesmo? Canalização mental. Nós vamos falar sobre canalização sob um ponto diferente do que foi falado antes. Há muitas formas de canalização, e nós trabalhamos com os seres humanos há muito tempo, buscando entregar uma ferramenta, estranho dizer assim, que possa dar recurso de ação, recurso de movimento, recurso de habilidade, recurso de compreensão e o que eles chamaram de Pina C1 e 2, não é? Muito bem explicado. Sinto que muitos ainda precisam compreender melhor, pois as explicações não são tão claras. Não vamos repetir o que eles falaram, mas vocês podem tirar dúvidas depois. Hoje vamos falar da mesma sequência de Pina, como um Pina C, mas vamos avançar no alfabeto para designar uma característica específica, desta vez, relacionada ao som. Podemos chamar esse de Pina S ou Pina Som. Fica mais bonito Pina Som.

É muito interessante pois, posso ver o som que meu irmão aqui faz. Há características neste som muito curiosas, pois, o ser humano se comunica numa faixa de som de forma objetiva e simbólica, representada por gráficos. Mas, é muito interessante a gente poder entender que o som faz parte da comunicação, faz parte do sentir, faz parte das orientações. Se eu esbarrar em alguma coisa, esse som irá se manifestar e eu, como humano, estarei atento a ele. Por incrível que pareça, em nosso mundo, não temos propagação de som. E quando viemos para cá, isso passou a ser uma coisa escandalosamente maravilhosa. Nossos irmãos que não conhecem a Terra, o maior objetivo deles é virem conhecer o som. Então, o som está fora, mas ele tem similares mentais. Eles têm similares mentais e os similares mentais são diversos e mais variados do que o próprio som. Então, esses similares mentais são muito mais desenvolvidos naqueles que se utilizam da sua experiência de habilidade para produzir os sons tanto com a própria voz, quanto através dos instrumentos. São muito admirados por nós que gostamos de escutá-los e aprendemos a escutá-los através de apetrechos tecnológicos, e entendemos todo o processo físico e fisiológico nos seres humanos, e podemos dizer que há uma importante faceta mental relacionada aos sons. E quanto mais desenvolvida é a habilidade com os sons – isso não quer dizer só os músicos – mas qualquer pessoa que é capaz de absorver e de se expressar com a própria voz, com os sons, pois essa experiência cria novos modelos mentais. E esses modelos mentais podem ser habilidades, ou seja, eles também são canais mentais. Então, as canalizações são importantes nesse âmbito – o âmbito da experiência auditiva. E como é conhecido dos humanos, pois há muito tempo se descobriu que há respostas específicas em áreas grandes do cérebro humano que, inclusive um lado totalmente dedicado às facilidades e habilidades relacionadas ao som e ao movimento. Então, os canais auditivos estão relacionados a uma série de coisas que podem ser como sentimentos, impressões, reações orgânicas. O som pode alterar o funcionamento de organismos, de pessoas, dos universos próximos. E há peculiaridade com os sons que os humanos ainda não perceberam. Os sons podem trazer os companheiros que já se foram. Os sons geram propriedades mentais, e essas propriedades mentais são essenciais para a sobrevivência também. No próximo encontro, nós vamos falar especificamente sobre algumas dessas propriedades.

Mas, vamos começar com um exercício. Esse exercício seria o Pina Som ou o Pina S, como queiram. O exercício terá o objetivo de estimular a compreensão dos canais mentais relacionados ao som. Eles são interessantes, mas exigem muita atenção. Normalmente, a atenção aos sons vem de propriedades físicas, da natureza física em vibração. Os seres humanos têm 3 faixas de compreensão do som exclusivamente relacionadas à compreensão da linguagem, ou melhor, das milhares de linguagens humanas, todas elas maravilhosas. Então, elas têm a parte pré-produção do som. Incrivelmente, a mente estabelece uma relação íntima antes de produzir o som, e há um canal específico para fazer essa movimentação: eu vou fazer um som. E a faixa de 20 a 20000 Htz, muito conhecida, que é a chamada de som, como vocês sabem. E há ainda uma terceira faixa, que pega essa faixa ultrassônica de 15.000 até 80.000. Os seres humanos não escutam frequentemente essa faixa, mas mentalmente ela é traduzida para o sentimento. E, portanto, nas tecnologias de vocês, não cortem essa faixa. Você está tirando a expressão daquele som relacionado a um processo mental, um canal exclusivo para o sentir. Ele não é objetivo. Ele é próprio de cada um. É uma habilidade humana. É muito interessante que os humanos ainda não tenham percebido isso, e mais, eles podem conversar com os golfinhos mentalmente, através desse canal – baleias, golfinhos, peixes, insetos, plantas. É uma área incrível, um canal incrível. O exercício é:

Só lembrando que esses canais que estamos falando estão relacionados à pineal. Não quer dizer que a pineal os produza, mas essencialmente que a pineal os conduz. Então, o exercício é relacionado à pineal, por isso utilizamos a mesma base que vocês já estão acostumando com elas.

Primeiramente, nesse caso, não iremos confrontar as imagens, mas elas serão parte da sintonização. As imagens mentais sintonizam com os canais de som. Até parece que estou falando de aparelhagens de som. Certamente não há nenhuma relação, mas como chamamos de canais, de canalização, e estamos agora falando em ligar canais de som, pode parecer que estamos ligando plugs para ligar o som. Claro que não. Então, acontece uma coisa curiosa, muito curiosa. As imagens que surgirem, elas irão responder ao acesso mental às canalizações de som. O som, claro, vindo para os ouvidos, eles também vão para a pele, então não são só os ouvidos que percebem sons. A pele também percebe. E é preciso que se entenda que há uma relação entre som-audição, evidentemente, e som-pele, do ponto de vista mental. Ou seja, não estamos falando para vocês perceberem música, ou conversas, ou ruídos pela pele. Isso também é possível, mas ela memoriza e absorve as expressões de ultrassons muito bem. Tão bem quanto os ouvidos absorvem a faixa chamada de som.  Então, temos dois exercícios simultaneamente em um, que é absorver as qualidades relacionadas ao som.

O exercício deve ser feito sentado. Não é mais em pé, apesar de lidarmos também com a pineal. Não é preciso ficar de pé mas em silêncio. Os sons que estão em volta, eles não são importantes. Você deve prestar atenção nos sons que estão aqui dentro [apontou para a cabeça]. O exercício da pineal, o exercício mental de canalização por meio dos sons é relacionado aos sons que estão dentro da sua cabeça, aqueles que você sente, aqueles que você ouve dentro, sem ser esses que estão fora. Aqueles que estão dentro. Dentre eles fazem parte a gesticulação vocal que cria linguagem dentro da sua mente. Então, é possível lidar com esse âmbito mental. Fique sentado, em silêncio, de olhos fechados, evidentemente, ouvindo a sua mente. O exercício numero um é só este. Você vai ouvir a sua mente. No próximo encontro, haverá o número dois. Vai ouvir e vai fazer o que? Primeiro, ouça os sons da sua mente. Como eles são? O que você escuta? O que acontece quando você está ali? Ele produz imagem? Ou as imagens produzem sons? Ou os dois? Ou nenhum? De onde eles vêm? São sons que você escuta por aí? Ou são sons que vêm de você? Ou os dois? Ou nenhum? Esse é o exercício. Agradecemos. Paz e Amor. Vocês querem perguntar alguma coisa?

Grupo: Você falou que vocês ouvem a nossa música através de pequenos aparelhos tecnológicos. Queria saber se vocês captam ondas de rádio ou se enxergam as pessoas tocando. Como é isso?

AO: Isso mesmo. Tudo. Aparelhos não é novidade, não é?

Grupo: Eu queria saber. Esse exercício, Pina Som, podemos fazer junto com os outros que a gente já está fazendo? Pina C 1, Pina C 2, aquele outro de colocar na água?

AO: É muito exercício pina, mas pode fazer do jeito que você quiser, misturando tudo, se quiser. Mas, você vai ficar muito tempo fazendo.

Grupo: Isso não tem problema, não. Outra coisa, no Pina C2 eu tenho uma dúvida. Nele você já começa focando nos dois olhos, e fazendo a associação da percepção do movimento com o foco, ou tem que fazer foco em cada um e depois nos dois?

AO: Ao mesmo tempo que você faz movimentos pequenos, você deve nesse específico que está falando, primeiro tentar olhar com os dois olhos, o foco nos dois olhos. E logo após que percebeu que focou os dois olhos, pode focar um, começando do esquerdo, depois o direito, depois o esquerdo, e a cada vez focando em cada um. E ainda pode, isso eles não falaram, voltar a focar os dois. Você vai alternando para criar a noção daquele canal específico. Ele é diferente individualmente de cada um dos olhos.

Grupo: Sim, já percebi isso. E fazendo isso, eu faço aquela associação com uma imagem que eu enxergar. Se eu enxergo alguma coisa eu repito. Aí eu vou repetir focando no mesmo olho, ou nos dois, enfim. Eu vou repetir o que eu estiver fazendo.

AO: Mas, repetir não quer dizer fazer igual, porque a imagem, provavelmente, por ela ser instável, você vai perdê-la;

Grupo: Ah, tá. Então, eu posso fazer com outra imagem.

AO: Pode, aquela que der certo. Mas, não precisa ficar achanado que você vai perseguir essa imagem.

Grupo: Entendi. Gratidão.

Grupo: Vocês falaram que vamos poder conversar com as plantas, golfinho. Será que eu vou poder conversar com meu gatinho?

AO: Esses animais são diferentes. Os golfinhos dialogam com humanos há muito tempo. Mas, não é assim: você vai poder conversar. É possível conversar! Entre o é possível e você conversar tem toda a sua experiência para alcançar. Mas, é possível.

Grupo: Porque, às vezes eu pergunto mentalmente: cadê meu gato? E ele aparece.

AO: Muito bem. Ele já está te ouvindo. Mas, você ouve ele?

Grupo: Ainda não. Às vezes. Não, não ouço não. Eu já consigo perceber, às vezes, o que ele quer.

AO: Ele alcança a sua faixa mental, mas não é muito claro para ele. Ele sente falta de você, e envia um sinal. Ele não sabe se você recebeu. Quando você lembra dele e o procura, você emite um sinal que ele aprendeu a reconhecer.

Grupo: Entendi. E quando ele fica olhando muito para mim, ele me vê fisicamente ou ele vê de outra forma?

AO: Ele vê você fisicamente.

Grupo: E ele é capaz de enxergar os invisíveis? Os seres invisíveis, que acho que tem muito aqui em casa?

AO: Sim. É possível. Cachorros também. Mas, os gatos têm peculiaridades bem interessantes, como a percepção de campos eletromagnéticos muito sutis. Ele consegue encostar nesses campos.

Grupo: Boa noite, nosso amigo. Fazendo os pinas. Eu sempre enxergo em Guion, tons de preto azul e cinza. Ainda não enxergo luzes, mas enxergo algumas formas. Mas, hoje pela manhã, estava observando Guion, e me vieram várias faces na tela. Não faces conhecidas, faces de perfil, às vezes de frente. Queria saber se isso tem algum significado?

AO: Os significados são atribuições objetivas, poucas vezes não objetivas. Então, se elas não são objetivas, elas se indefinem e deixam de dar alguma orientação ou algum signo. Mas, você enxerga luzes. Você enxerga luzes. Tem muitas. Até porque não enxergaria nada se não enxergasse luzes. No sentido físico, ótico, os fótons geram iluminação e refletem essa iluminação de volta, dando parâmetros para claro e escuro e para as tendências da frequência de onda que selecionam as faixas de cores em que os humanos enxergam o dobro da frequência mais baixa. É só uma faixa de dobro de frequência, e escutam quase que 10 a 20 faixas auditivas de frequência. Ou seja, de dobro em dobro: 20, 40, 60, etc. Então, em relação à luz, é só aprender a modificá-la, estimulando a sua própria mente. Você irá enxergar. As imagens que você enxerga podem ser espelhamentos de seres Intai. É muito frequente. Os seres Intai se espelham dentro dessas luzes mentais. É muito frequente. Isso também é mediunidade, viu?

Grupo: A gente percebe, já algo é notório, não só percebe como reforça que a nossa faixa de percepção visual e auditiva é muito pequena com relação até a outros seres que habitam a Terra e a seres de outros ambientes, de outros espaços. Os exercícios Pina podem nos ajudar a ampliar essa faixa de percepção visual e sonora?

NA: Na maioria das pessoas, não. Porque há uma estrutura física já desenvolvida. Talvez, se você estimular bebês a ouvir e a corresponder com faixas mais amplas, por exemplo, com ultrassons, com infrassom. O infrassom repercute muito na caixa toráxica. Se for uma onda senoidal, ele entra em ressonância imediatamente, dando impressão de mal-estar. Os ultrassons saem da referência física e entram em ressonância com os harmônicos mais graves, os infra harmônicos. Então, é preciso treino, como tudo, em relação à percepção. Mas, veja a faixa de som é de 10 a 20 vezes maior, proporcionalmente, que a faixa de visão. Ela é só o dobro. Se você tem uma frequência específica, ela só vai até o dobro dela. É só um arco-íris, não são vários arco-íris. Se fosse igual ao som, seriam vários arco-íris, na faixa visual. Mas é só um. E abaixo desse arco-íris é o infravermelho. Acima é o ultravioleta. Então é uma faixa só. E para o som não. Você tem do mais grave, vai ter a oitava, a outra oitava, a outra oitava. São 20 oitavas, né? É o máximo, parece. De 10 a 20, dependendo de quem está ouvindo.

Grupo: E para ajudar a recompor eventuais insuficiências de audição e de visão? Pode ajudar?

AO: Também não vai ajudar muito, porque a parte física tem outros processos, né? Estamos falando de uma parte mental. Agora, a sensibilidade de cada um pode promover uma reação orgânica. Aí, é preciso ver como os humanos estão fazendo para tratar essas coisas.

Grupo: Gostaria de pedir acompanhamento para um ex-aluno que mora na Alemanha já há 11 anos. Ele está internado. Internou com suspeita de Covid, mas agora já evoluiu para um problema de coração. Queria pedir para acompanha-lo. A mãe dele está aqui no Brasil muito preocupada.

AO: Acompanharemos. Acompanharemos. Agradecemos.

Peço a licença para retornar ao meu ambiente. Agradecemos. Paz e Amor.

NA: A luz do amor, como sempre dizemos, é uma referência para o ser em sua existência, mas aqui e agora, como se diz, é aquilo de mais essencial que traz para você a impressão mental de sua doce existência. Qualquer ser humano que tenha “problemas” pode olhar para si e se refazer apenas conectando com a sua essência íntima de amor incondicional. Parece fantasia, parece imaginação. Ora, e a dor? Parece o que? E a tristeza? Parece o que? E a inveja? E a loucura? E a indiferença? O que parecem essas coisas? É tudo da sua mente, do seu ser humano. É necessário crer em si, pois é quando você confia em você que o amor se manifesta como potencial renovador da sua vida. Que seja sempre por meio do amor incondicional. Você verá que a realidade ressurge de outra forma. Mas, não depende só de você olhar para si. Depende também de você compreender em torno de si o seu meio ambiente e os outros. Agradecemos. Paz e Amor