Encontro Semanalonline

Entre o Espírito e a Espiritualidade

Acompanhamos a humanidade, como já dissemos, por muito tempo. Certamente, muitos períodos de aflição e dificuldade já foram transcritos, vivenciados e são parte da história. A história também é transferida para o futuro, na medida em que se armazena em uma memória que, de alguma forma, no futuro, essa memória vai ajudar na construção dos processos suirsômicos, ou seja, para quê viver as “futuras vidas”. Podemos dizer, de uma forma mais específica, que há dois tempos bem diferentes. Há o momento da vida na Terra numa “roupagem” física, corporal, trazendo alguns poderes, poderes esses que ajudam também na construção mental da alma do ser humano. Sempre admiramos os seres humanos porque toda essa experiência deste primeiro aspecto aqui dito, sempre demonstra a superação, a fidelidade e os conflitos que existem porque existe o amor. Se não houvesse dentro de cada ser, o amor, os conflitos seriam de ordem absolutamente unilateral, ou seja, aquele do pior com o outro do pior, entendendo-se que o pior seja a falta do amor. Mas, em todos os seres humanos, há a essência do amor em seu ser íntimo, e, por isso mesmo, ele há de discordar daquilo que considera para si e para os seus o melhor, a luz do amor. Entendemos, pois, que a outra, a segunda parte dessa questão está, digamos, no exemplo das luas suirsômicas, do lado escuro da lua. O lado escuro da lua é demonstrada para a Terra quando o sol ilumina a lua nova, em que a lua não aparece, e o lado claro da lua, na lua cheia, quando a mesma face está voltada para a Terra, e desta forma, sempre há, no caso da lua terrestre, uma face voltada para a Terra e outra para o espaço. E essa peculiaridade demonstra que a outra face na luz da duplinalção que é quando acontece a deduplinação, a chamada morte, e essa face da morte é chamada de espiritualidade porque é o ambiente Guion exosciente, é onde a mente adormecendo o corpo aproveita a oportunidade para ver o seu outro lado. Ou ele acontece na duplinação ou acontece na deduplinação. A experiência humana reside em superar a duplinação. Em encontrar novas referências mais próximas da luz do amor, pois é a partir da referência do amor que as transformações são ejetadas para o ambiente Intai, o ambiente dos espíritos. Não se pode dizer sobre o desenvolvimento de cada pessoa. É bem certo que independentemente desse desenvolvimento, a humildade alcança uma proximidade com o eixo consciencial, onde o amor incondicional lança as oportunidades para cada um. Não existe fatalismo, existe a experiência apropriada e benéfica para cada um dos seres humanos, independentemente de onde estejam, eles têm a capacidade de gerar habilidades. Como desenvolver habilidades? Olhando essencialmente para a luz do amor, pois é esta chamada luz do amor que pode acessar os canais dessas habilidades, suas potencialidades, suas formas e suas realizações corporais. Certamente, pode-se pensar a consciência, como muitos estereotipadamente dizem, ao molde de um iceberg, onde aquilo que aparece representa apenas uma pequena parte do todo de cada um. Claro que o centro transformador de cada um não reside no gelo aparente do iceberg, e sim, em toda a sua corporalidade debaixo da água. E a corporalidade da consciência é um todo. É representado, portanto, por todos os aspectos do eixo consciencial. A importância de se compreender para quê as coisas acontecem desta forma, realmente, é preciso dar voltas nesses ciclos, muitas vezes. E parar em um determinado momento, pelo menos em dois momentos, é possível se enxergar como um todo. Ou na duplinação, na exosciencia, em algum momento, ou na deduplinação em algum momento, assistido por outros seres Intai. Em outras situações, infelizmente, os seres humanos correm o risco de estarem mais imbuídos na ignorância do que na sabedoria. E por isso mesmo, é preciso se estudar. É preciso se escutar, se perceber, aprender a discernir as coisas que são consideradas certas daquelas que são consideradas erradas. Talvez aquilo que é considerado errado seja de fato um erro, mas nem sempre aquilo que é considerado certo, é um acerto. E por isso, vale a reflexão e a capacidade de mudar a si própria ou a si próprio. O amor em seu ser irá contribuir para que esse discernimento seja maior que a invasão da ignorância. E é possível a qualquer um, porque não é necessário conhecimento nem estudo. Porque é necessário desenvolver algo que é chamado de espiritualidade que no nosso entendimento é a capacidade de cada um de abraçar a si na vida e na morte. É a capacidade de cada um de entender a liberdade como escudo do respeito. É preciso olhar para si à luz desse respeito, desse amor incondicional. Os espíritos são aqueles Intai. Há aqueles sem noção, assim como entre os seres Aintai, os “encarnados”. E há também os sábios, assim como entre os seres Aintai, pois são os mesmos. Eles são exatamente os mesmos e por isso se realizam no âmbito da experiência do espírito e se preparam, já que ganham um pouco mais de noção para combinar com os Ranamás onde se falha para que seja possível reconstruir as suas noções. Da mesma forma, tanto na espiritualidade quanto no espírito, o sentimento, a compreensão do sentimento, a razão da razão, a razão do sentimento, as noções, as habilidades, as capacidades, tudo interligado entre o espírito e a espiritualidade, entre a espiritualidade e o espírito. Paz e Amor. Agradecemos.

Gustavo: Queria fazer um pedido de acompanhamento. Eu tenho um tio que teve problema intestinal, que já teve que retirar boa parte do intestino, há uns três dias, e agora teve uma infecção e entrou para a mesa de cirurgia agora. Queria que vocês o acompanhassem e ajudassem de alguma forma.

NA: Já estamos com o seu pedido. Pode dizer o nome dele.

Grupo: O nome dele é Cássio Costa.

NA: Estaremos acompanhando. Agradecemos.

Grupo: Boa tarde. No nosso grupo de estudos coletamos algumas perguntas, e uma delas é se o Anderson em outras duplinações já foi um canal de recebimento de vocês.

NA: Sim, já foi, várias vezes.

Grupo: Quanto aos Gamari, qual as alterações que eles sofrem devido à amplitude térmica e à variação gravitacional do planeta deles?

NA: Iremos tratar especificamente dos Gamari, mas podemos responder à pergunta com mais brevidade. O organismo físico Gamari é dotado de sistemas relacionados aos campos eletromagnéticos e gravitacionais. Da mesma forma, a amplitude de temperatura tem influencia moderada nos efeitos orgânicos, diferentemente dos seres humanos. Ou seja, a temperatura influencia menos do que os campos gravitacionais e eletromagnéticos. Por exemplo, quando o planeta está próximo do sol deles, acontecem muitas influências “sociais” e orgânicas, no caso, bem mais do que nos seres humanos em relação ao sol e em relação à lua. Então, pode-se imaginar que, se os ritmos cicardianos humanos já são bem acentuados, por exemplo, trazendo sonso e fome em horários e dias específicos e momentos do dia específicos, imagine os efeitos dos campos eletromagnéticos e gravitacionais nos seres Gamari. Isso será abordado em momento específico.

Grupo: Eu tenho duas perguntas. Uma delas em relação ao exercício Pina S. Alguns de nós comentaram sobre a questão de escutar o ruído do zumbido, e algumas pessoas já têm. Veio para mim se esse exercício poderia ser benéfico para pessoas que têm esse zumbido, que a interferem, a atrapalham as atividades do dia a dia. Se o exercício poderia ser útil para essas pessoas.

NA: Certamente.

Grupo: E não há nenhuma especificidade nesse caso. O exercício é para ser feito exatamente da forma que fomos orientados a fazer.

NA: Isso. Há outras questões relacionadas a distúrbios ou processamentos mentais relacionados ao som. Porque eles podem ter fontes de alteração diversas.

Grupo: Obrigada. E a segunda pergunta é em relação a uma ajuda que eu estou tentando . Na verdade, a gente começou com uma conversa, e acabou que eu estou me envolvendo de uma forma que eu não sei até que ponto eu posso ir e como eu posso fazer para ajuda-la. Hoje mesmo eu conversei com ela, e ela está trazendo questões relacionadas a visões que ela tem tido ao longo do dia. E isso aconteceu depois de uma noite que ela teve um sonho. Ela não se lembra do sonho, mas acordou com medo intenso, coisa que não tinha. Isso tem causado vários problemas, e agora, durante o dia está enxergando, tendo visões, essas coisas que são muito desagradáveis. Tem alguma mensagem para ela ou alguma dica de como eu poderia ajuda-la nesse momento, se eu posso ajudá-la ou alguém que eu possa encaminhar?

NA: É possível que você possa atuar com ela. E, caso seja oportuno, podemos debater separadamente a respeito.

Grupo: Agradeceria muito. Teria alguma mensagem neste momento?

NA: Pode ser. Cara irmão, busque antes daquilo que ocorra consigo, a serenidade. Busque apaziguar a sua mente e o seu ser. Busque confiar em si, busque amar a si. É preciso compreender algo a mais de si à luz do amor. Toda divergência com a realidade, “o que seria essa realidade?”, gera desconfiança e distanciamento. Por isso, é importante confiar em si, crer em sua pessoa, acreditar em seu poder de influência que você exerce em si mesma. Para isso, entenda o que seria o amor incondicional. O que é o amor incondicional em seu ser. No contato com as outras pessoas, seja discreta e leve à luz do seu amor. E na medida em que aqueles que confia te deem respostas mais próximas da sua luz, confie em si. Vamos perceber melhor esta questão. Agradecemos.

Grupo: Peço que a acompanhe e me ajude a ter boas ideias para ajudar.

NA: Assim seja. Paz e amor. Agradecemos.

Grupo: Com relação ao texto anterior, eu tive duas curiosidades que gostaria de perguntar, se você achar oportuno responder. Primeiro, você falou que existem seres a uma distância de mais ou menos 100.0000 km do centro da Terra. Está localizado no sistema solar, né?

NA: Totalmente no Sistema Solar.

Grupo: Em qual direção? No cinturão de asteroides ou na direção do Sol?

NA: Se você colocar o sol á esquerda e a Terra em uma linha horizontal, está a 60 graus na linha mediana entre a Terra e Júpiter. Esta referência é uma referência conhecida. Mas, como as pessoas duvidam, assim fica. A referência da presença de outros seres, este agrupamento que acabamos de dizer é dentre aqueles mais conhecidos, mas há uma certa distribuição neste limiar ao máximo de 120 milhões de km, tendo como referência a Terra,. Eles seguem a órbita, de maneira que em algum momento, eles estão mais próximos, e em outro momento, eles estão mais distantes. Agradecemos.

Grupo: Outra questão: Você falou que os Ranamás, com relação á história da gente aqui na Terra, separaram mais ou menos entre o ano 1.000 e o ano 2000, de mil em mil anos. Qual a referência que existe? É interessante porque a nossa referência histórica pode ser diferente. Qual é a referência? De desenvolvimento? O que acontece aí?

NA: São marcas de nossos processos com os seres humanos. Imagine que você conhece, você é vizinho de uma família que está em frente, janela com janela, mas você não os conhece muito bem. Talvez os conheça mais do que os amigos, porque você vê os conflitos e algumas questões deles e eles de você. A sua análise a respeito dessa família não diz respeito às histórias que essa família conhece de si mesma, mas de uma janela para outra janela. Você vai lembrar que eles fizeram uma grande festa em um determinado momento, e foi um momento triste para você. E você vai lembrar que em outro momento, eles juntaram as malas e foram embora, e até hoje não tem nenhuma pessoa naquele lugar. Então, a história sob o seu ponto de vista é uma. A história do ponto de vista da própria família agora segue em outro lugar, que você jamais saberá o que acontecera com eles. Quando estamos seguindo os seres humanos, buscamos não interferir em suas histórias Elas seguem, e até mesmo não sabemos muito das histórias que eles sabem, mesmo escrevendo-as em livros. Nós temos as nossas janelas e vamos acompanhando na medida em que não interferimos. Então precisamos marcar com as nossas marcas, não exatamente com as marcas dos próprios seres humanos. Deu para compreender?

Grupo: Sim, completamente. E agradeço muito.

NA: Igualmente agradecemos.

Grupo: Queria saber, tem sido abordado muitas vezes essa jornada dos ser humano nesses  ciclos de duplinações e deduplinações. Eu queria saber sobre a origem. De onde vem o ser humano antes, o primeiro ser Intai. Estão nascendo outros seres? De onde sai esse ser Intai e para onde vai depois dessa jornada toda?

NA: Imagine que certamente há um limite a ser considerado antes e há um limite a ser considerado depois. Por exemplo, diz-se que o espírito, ou seja, o ser Intai é eterno. Eterno é algo tão distante que se perde o sentido de dizer isso. Mas, digamos, que o ser humano, o que ele já viveu ele ainda vai viver em termos de tempo. Isso quer dizer que não há uma distinção de sua transformação, até onde ele pode se transformar. Ou de onde ele se transformou. A cada duplinação, ele pode se reduplinar aqui mesmo. A maioria de vocês já viveu mais de mil duplinações, então, é preciso compreender que se dissermos que vocês viveram 5 bilhões de duplinações, não foi aqui na Terra. Vocês vêm vivendo duplinações em planetas diversos, em muitos planetas. Não podemos dizer também que são 5 bilhões de planetas, porque há muito mais planetas do que isso. Mas, vocês não viveram em todos os planetas. Em uma grande parte deles não é possível nem uma espécie de sobrevivência, nem mesmo na forma Intai. Assim sendo, vamos pensar que se você viveu mil duplinações, poderá viver mais mil, se for necessário. Senão você vai viver formas diferentes de existir. A essência se transforma, vai se aproximando do amor, até virar amor incondicional. De onde se vem, o planeta Terra talvez tenha 4,5 bilhões de tempo de existência terrestre, de anos, mas antes disso, você já existia em outros lugares. Se você sabe disso ou não, depende do seu desenvolvimento. A existência, ela se projeta para uma rota que está sincronizada no universo, nos multiversos, nas multidimensões. A propósito, viestes talvez, bem possível, de Éfler, e a propósito, talvez retornará ao seu berço eflérico. A existência, ela se perde da noção, mas não é interessante a imaginação? Que diferença faz se um cientista provar para você que você já viveu 3.000 anos e um exotérico, olhando numa bola de cristal falar que você vai viver 3.000 anos? O alcance daquela estrela que você vê é tão subjetivo, que é tão próximo, tão idêntico à sua imaginação, ingênua, ou não. Porque, na verdade, olhando a estrela você não está olhando o passado? Não se ela estiver se projetando diretamente em um ponto dimensional. Então, algumas daquelas luzes estão há milhões e milhões de anos-luz dos seus olhos. Então, se essa luz chega aos seus olhos, ela é muito antiga, mas se ela passa por um ponto específico, ela também pode ser aqui e e agora. A imaginação é próxima da realidade. A diferença é que um é chamado de realidade, e talvez com provas sustentadas apenas pelas trivialidades da sua própria mente, da mente coletiva compartilhada, Ela também se faz de imaginação. Ela também se faz de mente, e isso é uma possibilidade para todas as possibilidades.

Grupo: NA, eu tenho duas perguntas. Uma é sobre que eu li num site que o campo magnético numa faixa que vai do sul da África ao sul do brasil, está diminuindo drasticamente, e os cientistas não sabem explicar por quê. Queria saber qual a influência na gente, no corpo humano e nos seres Intai, quando o campo magnético da Terra diminui. E minha outra pergunta é que do dia 13 para 14 de maio, várias pessoas tiveram avistamento de óvnis em Majé, várias pessoas colocaram no Twitter cenas de disco voador. Perece que eram pelo menos dois. E teve relatos de 4 helicópteros da polícia seguindo esses objetos. E também, uma coisa muito curiosa (isso eu presenciei): foi exatamente na hora que o Jornal Nacional começou e houve uma interferência muito feia no início do jornal, quando eles fazem a apresentação. E até brinquei comigo mesma: será que algum ET vai falar na televisão? Mas depois eu vi no Twitter que foi no exato momento do avistamento. Ouvi falar que esse avistamento não eram naves confederadas. Queria saber a opinião de vocês sobre os dois episódios.

NA: Vamos lá. A primeira situação relacionada ao campo magnético terrestre, certamente está havendo uma mudança, que é imprevisível porque ela segue as questões da própria Terra, que não vamos abordá-las, que possibilita a inversão no campo magnético. E ela já começou há algum tempo. Terá o seu ápice em determinado momento, e se sustentará, provavelmente, por um tempo estimado em 60.000 anos. São processos geofísicos que se justificam pelas influências entre os corpos celestes, e não é desconhecido da ciência humana. É bastante analisado e compreendido até o ponto que se refere ao alcance tecnológico humano. As questões das aparições que acontecem a todo momento na Terra, certamente, há muitos e muitos anos, aliás desde sempre, que são registrados de toda forma, e hoje qualquer pessoa pode fazer o seu registro. Não podemos dizer muito coisa, pois todos avistam mas fica por isso mesmo. No dia seguinte, duvidam. A mídia humana, controlada, se abstém. Mesmo que diga alguma coisa, não segue, não acredita. Muitas pessoas vivenciam, meia hora depois desacreditam e escolhem justificativas tolas para a substituição de fenômenos evidentemente genuínos e frequentes. Os avistamentos são vivenciados mais de mil vezes por dia, e mesmo assim, duvidam. Será que é preciso paralisar toda a humanidade, para escravizá-la e ela ainda assim duvidar? Não há esse interesse. Como um avistamento distante é analisado como sendo uma determinada “frota”, na linguagem humana, numa linguagem de guerra – podem observar, a linguagem é uma linguagem militar – quer dizer que os seres humanos irão ser invadidos? Ora, são invadidos a todo momento há milhares de anos. E ainda assim estão duvidando? O que estão esperando os seres humanos como um todo? Cada um acredita em uma coisa diferente e por isso mesmo estão às vias de acreditar em coisas cada vez mais divergentes daquilo que é humano. Esperemos. Paz e Amor. Se em algum momento, como em filmes humanos, como no cinema, ou em documentários e livros, um ser extraterrestre entra na emissora de televisão e dá aquele anúncio: “Humanos, ocupamos a Terra!”, certamente já será tarde para os humanos fazerem qualquer coisa. Provavelmente, eles escutaram isso paralisados. Portanto, esta não é uma possibilidade.

Grupo: NA, eu nem ia perguntar isso, mas como o Gustavo tocou no assunto da gênese, na reunião do dia 26/04, Cosmovisibilidade Pressuirsômica, você falou que alguns seres Intai, vêm e têm curtos períodos aqui. Morrem durante a gestação, ou morrem logo depois do parto ou na mais tenra infância, e que eles fazem isso algumas vezes para poderem ir aumentando as suas possibilidades de sobreviverem como Intai aqui na Terra. Baseado nessa ideia, eu queria saber se há uma correlação entre o estágio de desenvolvimento do ser Intai e períodos mais longos ou mais curtos na experiência humana. Outra coisa que eu queria de saber, é se você poderia falar mais sobre os seres benevolentes, que aceitam ser pais, porque há uma combinação com o Ranamás e com os outros seres, e passar por esse sofrimento, de serem pais desses seres que vão morrer na infância ou no parto. E como a medicina, com a sua evolução, tem interferido nesse processo dos seres Intai que vêm e voltam na mais tenra infância.

NA: São várias perguntas. Então, a primeira, há uma relação entre o tempo de permanência duplinada e o suirsoma, porque o suirsoma irá determinar aquilo que possa vir a ser cumprido. Não é uma obrigação, é uma possibilidade que poderá ter assistência. Por exemplo, se você segue o seu suirsoma, sem saber de nada, evidentemente, você não terá muita assistência, mas será acompanhado com forças doa mor. Se você foge do seu suirsoma, você será acompanhado para ser ajudado. De alguma maneira, você receberá ajuda, mas tudo depende de você. Até para ter ajuda. Como não se sabe de nada, se você se distancia do amor incondicional, é uma boa dica para dizer que se se distancia do seu suirsoma. A segunda questão é relaciona a quê mesmo?

Grupo: Seria sobre os seres benevolentes que aceitam ser pais desses seres que serão desencarnados rapidamente.

NA: Normalmente há uma relação entre um e outro. Ser pai é um privilégio suirsômico. Ser filho também é um privilégio suirsômico. Às vezes, os filhos morrem para acordarem os suirsomas dos pais. À s vezes, os pais permanecem ao lado para ajudar a garantir os suirsomas dos seus filhos. As combinações anteriores entre os seres Intai são importantes, já falamos sobre elas. O suirdjai, o suirsoma e a experiência de família, muitas vezes são produzidas em gerações e mais gerações. Estruturando o desenvolvimento realizado coletivamente. Isso acontece com muitas minorias que precisam superar as opressões coletivas de povos diversos, em que eles são jogados para fora de suas origens. Eles vão seguindo pela espiritualidade para de alguma forma conseguirem se transformar uns aos outros. São belas histórias tanto do ponto de vista Intai, quanto do ponto de vista Aintai.

Grupo: A terceira questão seria como a medicina, com o avanço tecnológico, interfere nesse processo. Ou ela simplesmente não interfere?

NA: Interfere, na medida em que produz tecnologia para os dominantes. Realmente, há um ponto crítico a ser compreendido e reelaborado pela experiência da cura, que na medida em que se transforma visando apenas uma parte da experiência humana, exclui outra parte. Por exemplo, uma pessoa sem condições terá acesso em sua maioria às tecnologias quantos anos depois que os mais ricos têm o seu primeiro acesso? Digamos que em outros tempos, a cura era para todos. Da mesma forma, existiam os dominantes. A experiência da vida humana ainda está muito ligada a parâmetros seletivos. Então o alcance da tecnologia se faz tardiamente para aqueles que ainda não tiveram as mesmas oportunidades. A questão é bem compreendida pela humanidade, mas o que se faz? Essa interrogação pode ser emparelhada com aquilo que acontece agora. Por que que em tempos normais a cura não é gratuita? Porque quem invade e quem adoece os seres humanos são, em sua maioria, os seres microscópicos? Este que está invadindo a humanidade neste momento é um bom exemplo. Como ele tem poderes maiores, por ser muito rápido, ele está trazendo a questão para a mesa de negociações da existência dos seres humanos. Mas, isso não é novo. Isso é antigo. E a humanidade simplesmente irá retomar as suas atividades e as suas dominâncias, ou seja, prejudicando sempre aqueles que são mais fracos. O que estamos falando não é a nossa visão. É uma visão bem humana. A nossa visão é o amor incondicional.

Intervalo

NA: Mnahrkiwon! Devemos lembrar que nosso próximo palestrante se comunicará sem as alterações vocais, ou de olhos abertos. Ele estará com a voz natural do nosso irmão, que não estará presente no processo. A forma de transdutorização é muito diferente e requer o mínimo de recurso mental, principalmente das áreas de linguagem. Então, são desassociados com algum tipo específico. Daqui a algum tempo, iremos adotar a modulação de voz apenas para aquele que fizer o anúncio inicial. Pois, estamos estendendo a forma de transdutorização. Digamos, pois, “a questão não é só tecnológica”, é também pela forma de como se manifestam os recursos, digamos, similarmente mentais de cada um. Os seres palestrantes são diversos, de “locais” diversos e experiência diversa. Na medida em que liberamos a forma de apresentar, alcançamos mais, pelo outro lado, os recursos de linguagem e de expressão autênticas de nosso irmão cooperativo, a quem agradecemos. Paz e Amor.

OA: Ficou olhando para todos os lugares. Paz e Amor. Agradecemos. Estamos vindo de outros lugares. Somos bem diferentes, mas, ao nível do que é chamado por vocês de sentimento, nos assemelhamos. E o nosso objetivo é ajudar, especialmente, na compreensão do amor como uma forma de compreender a relação entre todos nós, pois, de fato, há aquilo que pode ser considerado bom e há aquilo que pode ser considerado não bom. E preferimos aproveitar este grupo que nos ensina a cada instante, pois precisamos aprender com os seres humanos e com os outros que nos acompanham. Então meu respeito a todos, e vamos seguir na sequência, sobre os exercícios, que são exercícios relacionados aos portais mentais, aos canais mentais, e hoje, meu objetivo é dar uma referência sobre o que está sendo chamado de Pina Som ou Pina S, a respeito dos sons.

As qualidades do som físico, que é aquele som produzido por qualquer objeto no ambiente material e espacial, a dimensão de espaço e de tempo dimensionado no espaço, nós podemos dizer que são bem conhecidas dos seres humanos, de vocês, queridos irmãos e irmãs.

Nós não podemos invadir a mente de vocês. Vamos ver a diferença do que é invadir a mente e o que é ver a mente e não invadir a mente. A nossa orientação diz que se você tem uma casa desconhecida em sua frente, do lado de fora, você pode ver a casa pelas janelas e portas que estão abertas para o lado de fora. Mas, se você entrar na casa sem ser autorizado a entrar, isso é uma invasão. Se fizermos isso com a mente de vocês, vocês vão perceber nitidamente que tem um invasor dentro de vocês. Então, a nossa orientação de nós mesmos e do nosso grupo, é nunca fazer isso, nem em uma situação de deduplinação. Em situação nenhuma, em relação aos nossos grupos, haverá essa possibilidade. Vocês podem achar em algumas situações, até um pouco cruel, porque estaremos vendo as transformações de vocês, e não vamos interferir, em respeito. A nossa incursão poderia ser traumática, e isso não vamos fazer. Deixamos isso claro, porque não estamos fazendo experiências em situação nenhuma em relação aos seres humanos. É necessário falar isso antes de abordarmos a mente de vocês. Então, nossa abordagem é como se a casa de vocês fosse uma casa de vidro. Estamos do lado de fora vendo tudo, mas estamos calados e não nos atrevemos a chegar perto sem autorização. Com autorização, há limites muito bem estabelecidos. Coisa que existe em relação ao respeito, inclusive, entre vocês. É preciso compreender claramente isso, porque não seremos nunca confiáveis, uma vez desconfiáveis. E a nossa confiança vem do amor incondicional. Estamos onde estamos, distantes da casa de vidro, apenas observando, com a autorização de vocês. Assim sendo, aquilo que descrevemos sobre a experiência mental humana é vista sob este ponto de vista. Isso quer dizer que o que falamos para vocês não substitui o que vocês mesmos podem falar de vocês mesmos. Fique bem claro, isso. Se falamos que acontece uma determinada coisa e você diz que não acontece, é porque acontece outra coisa que não sabemos como expressar para vocês. Demos nomes às coisas para que elas se aproximem da compreensão. Ou seja, estabelecemos referências “percebidas”, vamos dizer assim, por nós, mas insubstituíveis em relação ao que vocês mesmos percebem. Cada um, cada uma, tem a sua própria mente que deve, em nossa opinião ser respeitada, por vocês e por nós. Entendidos esses aspectos, sigamos.

Vamos falar sobre o aspecto 2 do Pina S. O primeiro exercício tem como objetivo estabelecer uma relação de atenção ao canal sonoro – o canal sonoro, diferente do canal visual, e visual motor, que é alterado se você fechar os olhos. Você entra em um outro campo diferenciado. Mas, o canal auditivo, ele é permanentemente aberto. Não adianta você inclusive fechar. Você vai ter que fechar com um apetrecho específico. Não é o caso. Mas, você pode comparar grosseiramente em fazer as mentalizações que você faz, assistindo a um filme, de olhos abertos. Como você vai se concentrar na sua mente, olhando para algo que estimula a sua visão? Não é isso, proximamente, que acontece com a audição? Fechar os olhos não é fechar a audição. Talvez e, provavelmente, aumente a sua atenção, tirando a atenção de outro nível de percepção. Mas você tem o seu corpo, você tem os outros sentidos. Tato, olfato, o gosto, não é isso?

Bom, o exercício 2 pressupõe que você possa produzir sons internos e estar atento a eles. Ou seja, seria como se eu produzisse imagens e ficasse atento a elas. Não é isso quando se propõe fechar os olhos? Só que o canal dominante é aquele mais forte, é o que está aberto. Então, tem-se essa dificuldade em relação ao som. E, por isso, os outros canais mentais relacionados ao som geram propriedades de dominância que ofuscam esses canais. Deu para compreender? É muito importante que se perceba que a audição está ligada o tempo inteiro, aberta. Quando você vai se concentrar, você vai ter dificuldade em escolher outro canal, em estar atento a um outro canal mental. Veja! Quando está externo, esse canal externo de sons, eles entram por uma via física que são todos os órgãos relacionados à audição: tímpano, martelo, bigorna, etc., até chegar na cóclea e alcançar aquele pianinho de cílios dentro de um líquido muito sensível, que irá produzir a sensação do som, correspondendo a toda as séries de sons que são lançados e espelhados para a mente da melhor forma possível. (Passa caminhão com alto-falante na rua) Vamos esperar um pouquinho essa interferência de som, por exemplo. Ela não se assemelha à experiência de estarmos atentos? Vem um som que interfere, e você acaba nem escutando o de lá, nem escutando o de cá.

Então, o próximo exercício corresponde a gerar sons internos para associá-los aos canais mentais relacionados ao som. Falamos da extensão de som até 80.000, às vezes mais Hertz, e abaixo de 20 também, compreende uma faixa bem razoável de frequência, assim como de harmônicos. Vamos considerar 10 dobros da frequência, ou seja, que é chamado pelos músicos de oitava. Isso corresponde ao dobro, ou à metade da frequência. Se você tem 440 Hz, 880 é o dobro, é a mesma referência de som, ou seja, ela tem a mesma sonoridade, e é harmônico superior da inferior. O contrário também. Se você tem a metade dessa frequência, 220 Hz, você terá, portanto, um sub-harmônico. Ou, a nota 440 é o primeiro harmônico ou é o primeiro sub-harmônico, o 220. Muito bem. As outras oitavas lá para cima, ultrassônicas, elas são faixas diferenciadas para a mente, para o sentimento, que é absorvida pelos fílens, que alcançam módulos mentais de comunicação. É muito mais complexo do que vocês podem imaginar. As propriedades sonoras são aproveitadas pela mente, e os seres humanos mal engatinham nesse aspecto, principalmente em relação aos sentimentos. Por exemplo, até 40.000 Hz – de 20 (mil hertz), às vezes, menos, 15.000 até 40.000 Hz está intimamente relacionada às vibrações dos sentimentos. Por incrível que pareça, os sentimentos se relacionam a infrassons e a ultrassons até 40.000, mais ou menos. Esse entendimento leva a compreender que a mente utiliza sons por inteiro. Aqueles que são chamados de sons – de 20 a 20.000 Hz – aos infrassons, que são abaixo de 20 Hz e ultrassons, acima de 20.000 Hz . De 20.000 a 40.000 Hz, é usado por sistemas do sentimento, sistemas orgânicos, inclusive com influência na química, na bioquímica. Acima de 40.000 até 80.000 ou mais, às vezes, é utilizado pelo cérebro de diversas formas. Hoje, vamos focar apenas a questão mental relacionada ao som. Há uma grande capacidade de associação do organismo cerebral, e como um todo, da estrutura orgânica. Ou seja, os super-agudos ultrassônicos são úteis para o sentimento, para o pensamento, para estabelecer formas na memória, em Ídar. Imagina! Não falamos isso ainda. Mas, imagina que Ídar é moldado pela mente, e faz uma transferência de grandes volumes de memória, utilizando habilidades ultrassônicas. Isso não é conhecido, então nós vamos falar como um exercício. Nós não vamos confrontar com a ciência humana. Nós estamos apenas falando sobre o exercício que estamos ensinando. Nós temos que falar isso, mesmo que seja desconhecido. Então, considere apenas como uma informação pitoresca. Algo da imaginação, que também é utilizado para desenvolver a imaginação, essa habilidade da mente de copiar ultrassons, armazenar em forma que possa ser jogada em uma dimensão, não é? E ser armazenada. Incrível isso, não é? Pois é.

Então, o exercício é simples, apesar de todas essas informações preliminares superficiais e exóticas, não é? É você que vai encontrar isso dentro de você. Você tem uma mente. Claro que você tem. Você conversa com você mesmo. As pessoas não sabem o que você está pensando, com poucas exceções, e em condições específicas. Geralmente, nem os seres Intai sabem o que você está pensando, de uma forma geral. Há aqueles mais desenvolvidos que podem saber. Mas, os menos desenvolvidos, que costumam assediar, por exemplo, não. Eles não são capazes de ler a sua mente. Eles só são capazes de perceber as energias deletérias, os boúges, os lasmas e flasmas que estão atuando em seu organismo físico. Então, eles tentam se aproveitar e há casos específicos que a história se complica. Não vamos falar desse aspecto, claro. Vamos dizer então sobre o exercício.

O exercício consiste em, primeiramente, estar sentado, podendo ser feito também de pé, mas preferencialmente sentado, buscando o equilíbrio corporal, de olhos abertos, inicialmente, se preparando na respiração. Isso quer dizer inspirar e expirar com naturalidade. Com naturalidade quer dizer do tamanho que a sua respiração normalmente é. Por exemplo, não é necessário inspirar até lá no fundo, pegar todo ar do universo e devolvê-lo. Não. Deixe, deixe a sua respiração. Mas, saiba que ela vai te ajudar daqui a pouco. Deixe a respiração, se acalme. Inicialmente, observe os sons do ambiente. Mas, quando fechar os olhos, não observe os sons do ambiente. Você não vai fazer um exercício com os sons físicos. Você vai fazer um exercício com os sons mentais. Os sons mentais se formam desde o útero, por incrível que pareça. Os processos de mielinização dos sons mentais não são equiparados aos processos de mielinização relacionados aos sons físicos. Ou seja, a identificação dos sons que são produzidos pelos pais de um bebê, no útero ou depois que ele nasce. O processo de mielinização tem a ver com o desenvolvimento daquele bebê. Já o processo mental, ele já vem sendo construído desde o início. Esse início vem de cada um. Pode ter início até antes da duplinação, olha que coisa! Quer dizer que o suirsoma vai permitir que aquela mente, aquele canal já esteja liberado. Então, não é para associá-lo diretamente com o som físico. Mas qual o papel do som físico? O papel é todo o papel que o som físico tem no significado da sua mente. Claro que ele tem uma grande influência. Claro que ele vai estabelecer limite. Claro que os sons físicos trazem significados e que esses significados têm repercussões diversas, neurológicas, orgânicas e tudo o mais, espirituais, como foi dito no texto anterior. Então, é possível que você separe essa mente do som físico. Você tem vários canais. Você tem a música de vocês, que os Gamari são loucos em ouvir, quando eles podem. Vocês podem comunicar com todos os seus órgãos, todo o seu corpo. Você pode estabelecer relação com os sons físicos, falar palavras, pensar coisas boas, isso produz canais específicos de influência. Lembra, que já foi dito, muito, sobre sistemas de paridade, sistemas de sistemas matriciais. Parece uma loucura isso, não é? Um sistema, outro sistema, outro sistema, outro sistema, e todos eles interligados. Aí você mexe uma coisinha em um, e todos eles sabem o que aconteceu. O organismo humano é assim. Célula por célula. Cada uma fazendo o seu papel. Mas, se algumas mudam, elas podem mudar para outro sistema. Quem que manda nisso? O seu ser. O seu eixo insciencial. A sua interatividade entre você e você mesma. Essa é a grande história da confiança. Confiar em si para se corresponder fidedignamente consigo mesma, para trazer para si, diálogo. Já imaginou você entender o que o fígado está falando para o coração? Às vezes, o coração fala: “uenuenenenuflefol” , e o fígado: wfallolalofa, e manda uma adrenalina daquelas. Mas, é o fígado que manda? Não, vai lá para a cabeça, vai lá para não sei onde, né? Mas, foi graças a um diálogo com o coração. Porque a pessoa estava apaixonada, não é? Então, nós temos diálogos na humanidade de todas as formas. Mas, os diálogos internos são um trilhão de vezes maiores. E essa experiência está dentro de você e, às vezes, você não presta atenção. Claro. Não é uma coisa tão simples, porque há outras hegemonias na experiência de viver a vida. E como você faz isso com você, a primeira coisa que a mente se desperta é a influência com os outros. Pois, essa habilidade social, ela é extremamente importante. E precisamos falar muito dela, porque você não está sozinho. Você não está só você aí. Dentro da sua mente há muita história que você não sabe. E essas histórias dependeram de outros. Não só dos seus pais, mas de todas as outras vidas que já foram, até as próximas que virão. Tanto o passado você não sabe, como o futuro você não sabe. Então, o que você vai fazer? Não muito, mas você pode fazer dentro de você, prestando atenção em você, aprendendo a discernir diálogos internos, muitas vezes, fechados por traumas infantis, muitas vezes, por simples palavras. Às vezes, a palavra é: “Tranca!” E você tranca, e não abre nunca mais. Não é? É necessário, portanto, agora, se perceber diante de si com amor. Olhar para si com simplicidade. Está angustiado? Observa a sua angústia. Você está falando alguma coisa para você. Está com uma dor nas costas? Observa a sua dor, e fala com ela, conversa. A linguagem não é só entendida por vocês quando falamos, quando vocês falam, quando vocês escutam. É entendida também pelos canais orgânicos. Pelos canais mentais. Vejam! Estamos falando de canais mentais. E os canais orgânicos? Ninguém falou para vocês. Nós vamos falar, mais para a frente. Eles são complexos, assim como os canais mentais. Os canais mentais, você pode fazer agora, com o exercício que vamos, mais uma vez, vamos falar que vamos fazer o exercício.

Então, você está lá, sentado, primeiro se abstraindo inicialmente do som, observando sem muita intenção. Se é uma música, um tiro, se é um foguete, se é um elefante, não é isso? Ou se é uma formiga. Você está apenas abstraindo desses sons físicos e se transportando para o mesmo nível sonoro, só que mental, dentro da sua cabeça. O primeiro Pina S é você tentar, mesmo que ache ou não ache, tentar encontrar esse canal.  Tipo assim: eu consegui perceber algo, mas não se conseguiu definir. Então, agora além da definição, nós vamos provocá-lo. Nós vamos fazer exercícios de encontrar o canal mental no som. Podemos dizer uma qualidade do som maravilhosa, que é essencial para o poder que o som tem, chamada de ressonância. Então, a mente, ela gera ressonâncias diversas. É possível você, se colocar uma aparelhagem de EEG, para você começar a manipular as ondas cerebrais. E não existem só aquelas ondas cerebrais que estão ali no aparelho, não. Existem muito mais.

Então, nós vamos nos ater a gerar um som mental. Esse som mental precisa de um exemplo para ele entrar em ressonância. Se ele não tiver exemplo, você não vai conseguir encontrá-lo, então você não vai conseguir gerar ressonância. No som físico, você gera ressonância, colocando o som na mesma frequência, ou em frequências da série harmônica, ou em sub-frequência – frequência acima ou abaixo. Você pode anular a ressonância, você pode aumentar a ressonância, você pode amplificar a ressonância para um nível imensamente maior. Então, se faz na tecnologia – na tecnologia humana mesmo, né? – ou nos próprios instrumentos, ou na voz. Você pode ver que se você tocar o seu crânio e fizer um glissando, você vai achar diversos pontos de ressonância. Mas, nós não estamos buscando ressonâncias graves, como essas do crânio. Nós vamos buscar referências mais agudas, mais altas, de frequência alta, independentemente da intensidade, desde que a intensidade não seja muito baixa, ou zero. Se é zero de intensidade, não tem som, ou não tem resposta de frequência. Vamos lidar com frequências mentais. As frequências mentais reconhecem perfeitamente aquelas frequências geradas dentro do casulo auditivo, né? Do suporte físico auditivo. A mente reconhece ele perfeitamente. E não é só dentro daquela frequência de 20 a 20.000, como falamos. Então, é preciso pensar sobre isso. O exercício é:

Feche os olhos e tente ignorar mentalmente os sons que estão entrando, fazendo um sibilado ssssssss. Aí vai entrar a respiração. Ahhhhhh. O sibilado de inspirar você vai mentalizá-lo nessa linha sagital. Nós começamos a falar sobre isso, lembra? Isso ficou ali esperando para um momento posterior. Não foi abandonado. Então, você vai, ao inspirar, observar a linha do crânio. Você não vai tocar, você vai imaginar, certo? A imaginação, ela é o seguinte. Deste ponto nasal, você vai desenhar em sua mente o percurso de alguma sensação mental. O que é uma sensação mental? Uma luz que pisca na sua cabeça, vira um grânulo, fica tudo assim prsprsprs; linhas vermelhas escuras no preto. São muitos sinais mentais porque há uma diversidade de experiências no corpo, que são experimentadas e elas são complexas. Imagine que se você imaginar calcular a distância de jogar uma pedra em determinado lugar, e você jogar a pedra, quantas vezes você vai precisar jogar para acertar, fazendo cálculos? Pois, o seu cérebro, o seu corpo, a sua mente, o seu eixo insciencial, tudo está participando. O sistema de paridade. Imagine! O sistema de paridade para você acertar um alvo. Ele está ali ajustando mentalmente todas as possibilidades. Aí até o dedo do pé está dando a opinião dele, porque se ele não for ouvido, você vai errar, você vai errar. Então, o organismo é um, ele é totalmente integrado, e o exercício leva a isso. A ideia do exercício é você encontrar essa linha na inspiração. Então, na inspiração, você busca essa linha. Me desculpe, eu inverti. Na expiração. ficou claro? – na expiração, tá claro? Para depois vocês não ficarem: “Ah, é inspiração, é expiração”.  Falando enfaticamente: Expiração, na expiração, para fora, tirar o ar, você constrói a linha, fazendo um som, mirando o céu da boca com a língua. Ele demonstra. Dá para ouvir esse som? Porque tem que produzir esse som, porque ele vai ser a referência aguda que vai gerar alguma referência. Veja! Ele é um ruído. Um ruído está aberto a todas as frequências. O espectro gráfico do ruído, ele não é uma linha, ele é uma mancha inteira. Faz o som de um ruído. Ele é uma mancha inteira no espectro porque ele alcança do mais grave ao mais agudo. Então, ele atinge o ultrassom. Deu para entender esse aspecto? Então, quando você expira, você vai imaginar uma linha, uma linha, é uma linha, uma linha de costura. Vai tentar colocar a linha ali. Isso é imaginação. O que que essa imaginação está fazendo? Está fazendo uma associação sonora do ruído (faz o som do ruído).  É como se fosse aquele monitor, ao invés de ser aquele granulado grosso, é aquele granulado mega-fino. Faz o ruído. Ele vai desenhando na expiração. Na inspiração, você busca o canal. Teve alguma reação? Quando você inspira, que o oxigênio vai entrando no seu organismo, no seu pulmão? Você vai fazer com que esse momento, ele gere sinais mentais. Esses sinais mentais são indefinidos, você nunca mexeu com eles. Não sei se vocês fizeram a experiência do palito, que foi mostrado por nosso irmão. Mas ele, como não há movimento, o movimento não há por falta de referência. Você precisa achar esse movimento. Mentalmente, é assim que funciona. Você precisa encontrar a sua referência mental. Ela acontece naturalmente para todos os sons. Mas quando você cria essa linha na expiração, e usa o processo de oxigenação, essa linha, ela vai começar a entrar em ressonância. Quando você expirar, você vai ver que ela está deslocando pra cá, e você está tentando colocar ela aqui, mas ela está indo para cá. Então, você vai: “Não, você vai ficar onde eu quero que você fique. Só que eu quero a ressonância que você está tendo.” Deu para entender o conflito? O conflito é: ela vai sair da sua rota. Ela pode ficar toda torta, ela pode ficar mole, você pode não estar conseguindo de jeito nenhum achar. Essa referência, ela pode estar só um pedacinho, né? Ela pode estar amarela. Ela pode estar um preto no preto. Ela pode estar escura, mas aí o fundo pode estar cheio de luz. Ela pode estar fininha demais. Ela pode estar grossa. Então, é a ressonância que você está procurando. A ressonância que está relacionada à oxigenação, e esse processo de imaginação, porque há um processo inter-hemisférico que gera um nível de ultrassom aqui ó! (não dá para ver direito, mas parece atrás da cabeça). Ele entra dois centímetros para o crânio, esse nível de ressonância. Ele é muito fino. É uma ressonância muito baixa e muito fina. Ela é provocada pelos sons. Está certo?

Então, o processo é, recapitulando. Você vai se colocar sentado, inicialmente observando os sons em volta. Fecha os olhos e se abstraia dos sons totalmente, o máximo que der. Se eles estiverem interferindo demais, busque outro momento para fazer. Às vezes – nós conseguimos acalmar os cachorros que estavam aqui. Se eles estivessem latindo demais, e aquele carro, nós desviamos ele para outra rua porque ele ia descer essa rua aqui. Então, é assim que a gente faz. Tenta se abstrair desses sons recriando, criando, encontrando na Expiração, uma linha. A única coisa visual importante nesse exercício é essa linhazinha, que ela pode ser encontrada desde a parte aqui nasal, inferior, até às vezes até a 7ª. vértebra da coluna. Na maioria das vezes, até próximo da primeira vértebra. Mas, se você encontrar um pedacinho dele, aí você vai tentar jogá-lo para a ressonância do seu som na inspiração. Compreendeu? A Inspiração, que é um processo de oxigenação, né? A troca gasosa, ela é feita pela pressão. Quando você inspira, aumenta a pressão dos pulmões, gerando reações orgânicas diversas, inclusive a alegria. Você quer ficar alegre? Inspire alegremente. A alegria, ela nasce da oxigenação. Então, você vai inspirar atento. É a sua inspiração que vai ter que segurar a linha. A linha, ela é algo assim displicente, aleatória. Ela existe por existir, por estar submissa aos sons, né? Já ultrapassamos a nossa cota, não? Então, vamos encerrar, percebendo que esse processo de inspiração é a sua vontade. É a sua capacidade de dominar a si mesmo, de respeitar a si mesmo. De olhar para si com amor. Inspire, naturalmente, não vá muito longe não, mas está atento à luz. Conseguiu fazer a luzinha? Não, então inspire, solte, busque desenhar. Vai desenhando como se você tivesse um lápis que você riscasse. Aí ela começa a aparecer aqui (coloca o dedo num lado da cabeça): “Ôpa, não é aqui, não.” Mas, é ele, hein? É ele. Você vai puxar ele para cá. Você vai trazer (demonstra puxando a linha para o centro da cabeça): “Venha linhazinha”, põe ela aqui, e ela vai se estabelecer. Ela vai aparecendo com o treino. “Ah, eu fiz dez vezes, não aconteceu nada.” Espera. Continua fazendo. Talvez, você não esteja acreditando mesmo. Se você não acreditar, você acha que ela vai se manifestar? Ela depende de você. Ela depende da relação que você tem com você. Respeite. Se ela não está, finge que ela está. Quando você finge, talvez você acredita, né? Ou será que não? É isso. Agradecemos. Esse é o exercício. Paz e Amor. Nosso irmão vai voltar para a finalização.

NA: Paz e Amor. Este retorno de um para outro nos faz sentir a diferença que temos uns com os outros. Agradecemos o nosso irmão por tolerarmo-nos. Paz e Amor. A essência de cada um está presente em suas possibilidades para consigo. Quanto mais próximos da luz do amor, mais próximos da sua própria felicidade. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor.