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Informações humanas, entendimentos humanos; informações não humanas e entendimentos não humanos

Paz e Amor.

Evidentemente, a comunicação com os seres humanos deve ocorrer pela via do seu próprio entendimento, pois, de outra forma, o que já é limitado e específico se tornaria isolado e de difícil compreensão. Há vários problemas, tanto de nossa parte em relação à comunicação, quanto em relação aos entendimentos pelas diversas formas e vias, fontes e manipulações da humanidade em relação àquelas informações em que os poderes dominantes de interesse humanos tendem a sabotar. Temos que respeitar todas as formas de limitação, mas até um certo ponto, porque não fazemos parte de nenhuma combinação com seres humanos para manter níveis de informação específico, como se apresentam através dos meios que dispõem informações em geral. Dentre os problemas importantes, consideramos a questão da vulnerabilidade da credibilidade considerada pelos seres Aintai. Certamente, há pontos de vista específicos para todas as formas de comunicação, assim como a maneira de abordar e selecionar aquilo que supostamente seja do interesse. E, ao mesmo tempo, passível de crítica. Toda informação, incluindo as não humanas, são passíveis de crítica. Mas, a crítica, igualmente, se vê vulnerável às suas próprias limitações e bases, em que conduz e distribui informação. Temos, portanto, a mesma vulnerabilidade, acrescentada de toda a desconfiança compreensível, mas também igualmente sensível e insegura. Por isso, nos colocamos em neutralidade quanto a quem estamos expondo alguma informação, e se devemos, ou não, emparelhar tais informações com informações correspondentes ou, ao contrário, antagônicas, de maneira a dar-nos “as nossas mãos” à palmatória. Utilizando essa figura “grotesca”, em que se corrige com uma violência física, já nos exemplifica o nosso distanciamento, pois certamente as informações são os alvos mais distorcidos de toda a experiência de sobrevivência da humanidade. Uma vez que o ser Aintai não se comunica consigo próprio, já lhe impõe limites em sua própria compreensão das versões daquilo que propriamente vive em sua experiência. E já podemos fazer uma conexão com o que foi dito na conversa muito frutífera de vocês, quanto às diferenças em relação a estar duplinado e não duplinado. As diversas formas de distorcer as informações já começam na relação uterina, quando se intenciona comunicações de diversas formas, muitas vezes, aparentando disparidades entre sentimentos e os domínios da experiência que está por vir. As informações, entretanto, estão de frente para uma grande virtude, que é a virtude da análise versus a virtude do sentimento. Anteparos da experiência humana, tanto do lado insciente quanto das supra-análises feitas por muitos acompanhantes da experiência dos Aintai, podem revelar que os sentimentos trazem uma análise mais resumida e verídica daquilo que acontece em torno da experiência de cada um. Infelizmente, o subconsciente, apesar de tentar um acesso direto com a consciência, só pode esboçar vislumbres difusos e por meio do próprio organismo tentar explicar-se às falsidades, nao só das informações, como dos conceitos criados, recriados e novamente recriados, debatidos de forma subconsciente, muitas vezes por estarem disponíveis nos campos mnemônicos idáricos. Mas, a consciência está muito próxima das estruturas fisiológicas, orgânicas, apesar de ser multidimensionalmente processada. Os âmbitos, os alcances das informações, vão se concatenando e se multiplicando em redes altamente instáveis, estruturando memórias que ficam disponíveis para o poder de síntese e de associatividade da estrutura orgânica poder, enfim, fazer as suas meras conclusões temporárias. Certamente, há informações fidedignas que sustentam grandes volumes de experiência, mas que mesmo com as tecnologias atuais, ainda muito devastadas pela arrogância e egoísmo humanos, os Aintai ficam em looping para compreender o que está ocorrendo em seu próximo entorno. Porque o que está mais longe e disponível como informação das mídias, dos volumes, é preciso muito estudo para que se tenha acesso à própria capacidade de gerir informações altamente instáveis e duvidosas. O exemplo das histórias nos é o mais simples para dizer que sempre a história é contada de outras formas. Entretanto, o que se aceita passa a ser o que foi. E, assim, molda-se o que provavelmente será. As experiências não humanas em transferir informações – experiências que desde sempre aconteceram e acontecem – quando falamos parece uma história exótica, porque: Quem recebeu de quem? Quem é o ser não humano que transferiu alguma informação? Certamente, o humanocentrismo, como se pode compreender, compreende que apenas os seres humanos são capazes de comunicar informações. Mas, conhecemos as informações de uma forma diferente. Por exemplo, parte da intuição humana é expressa pelo conjunto de organismos vivos em seu ser físico. Assim como, por muitos, em seu entorno, mas: Quem são? A expressão pode não condizer porque ‘quem’ parece um indivíduo, ou representante de um indivíduo. Mas, há muitos seres não visíveis, inclusive reconhecidamente visíveis, como os seres microscópicos. Parece uma história exótica, dizer que há informação sendo transferida e parte dessa informação é administrada e processada por seres não humanos. Além de muitas outras espécies animais e vegetais, que também coadjuvam o processamento de informação e o subconsciente Aintai, podem se conectar pelas vias não conhecidas pela consciência, ou pelas sociedades ortodoxas científicas, rigorosas, mas que defendem os seus princípios financeiros. E a informação, mesmo sendo diferente da que deveria ser, é transmitida como se deseja que seja. Estamos bastante habituados a transferir informações aos seres humanos, de maneira que não se sabe de onde, porque não se pode ver, tocar, confrontar, ou reconhecer. Certamente, há muitos e muitos abusos dos poderes responsáveis por gerar informação e transferi-las com simplicidade e com verdade. O fato de se viabilizar uma determinada informação e nela conter um determinado atrativo para que seja vendida, essa informação já não é mais uma informação. O reconhecimento desses aspectos requer mais noção dos Aintai comuns, mas o sentimento reconhece muitos desses abusos, apesar de não poder trazer para a consciência que tais distorções os enganam em todos os possíveis sentidos da experiência da sobrevivência. Quando transmitimos informações, buscamos entretanto que uma parte da informação humana, descrita e descoberta supostamente por seres humanos, ou pelo menos divulgada como sendo de origem humana, como acontece na ciência humana, certamente temos que intercambiar, gerando associações que sejam próximas, mas que algumas vezes, inclusive podem divergir daquilo que é compreendido como sendo um fato às vezes divulgado como sendo comprovado. Não estamos nos referindo para a parte sadia da infromação e do estudo, pois este também acontece. E normalmente a informação tida como real pode ser toda implementada como processo tido pela humanidade como sendo a melhor forma de extrair uma verdade da natureza. E esta forma é tida como dentre as várias, como a filosofia, também a ciência. Então, não se trata de questionar que o uso das informações humanas nos contextos que apresentamos sejam fidedignos como ciência, pois não possuímos uma ciência humana. Possuímos uma experiência do ponto de vista dimensional completamente diferente e, por isso, seria um abuso de nossa parte expor, além de um certo limite, informações tão exóticas. Não é uma preocupação, mas um simples limite reconhecido por nós e que devemos nos ater a vários desses limites. Mas, podemos expor da mesma forma, com a mesma insegurança, as informações, pois, a priori, aos olhos de muitos, essas informações não são verdadeiras. Apenas algo exótico a mais no universo humano. Por isto, portanto, nos cabe oferecer a nossa simplicidade para que, a cada instante em que uma nova palavra seja exercitada como exemplo de algo não humano, possa abrir para a virtude da reflexão. E, mesmo que haja dúvidas, é necessário se abrir aos universos que estão por surgir na experiência da humanidade. Agradecemos as considerações que sempre fazem, e continuaremos a expandir as vossas informações. Estamos falando porque entraremos em uma fase em que verificaremos o interesse de uma expansão maior, pois haverá a necessidade de um desenvolvimento mental para aquele que olhar para si e a realidade que está por vir. Peço que não se assustem, pois quando dizemos uma realidade por vir, não é algo extraordinariamente para acontecer, mas algo incompreensivelmente já está acontecendo. E se não há compreensão, também não haverá percepção. E a melhor forma de compreender o que está por vir, é buscar compreender a si, pois a fonte do amor será, a cada instante, cada vez mais, o peso móvel do equilíbrio. As noções podem ser deterioradas, e elas se perdem na medida de tais transformações. Não estamos falando de um futuro, não estamos fazendo previsões, apenas mostrando parte daquilo que a ciência humana já sabe e não diz. Agradecemos. Paz e Amor.

Grupo: Queria pedir pela minha prima, Diana, está no CTI em estado mais fragilizado, que vocês acompanhassem.

NA: Assim seja, estaremos acompanhando. Agradecemos a oportunidade.

Grupo: A Valéria agradece, pois acredita que vocês interviram hoje.

NA: Agradecemos a oportunidade, estamos sempre conectados.

Grupo: Poderia aprofundar sobre a ciência que sabe e não diz?

NA: Muitas vezes, o alvo para uma determinada informação é o efeito que esta informação irá provocar. Já se consegue tecnologias transferidas por seres não humanos, baseadas em muitos encontros e processos desenvolvidos em conjunto com seres humanos e não humanos. Há muitas questões envolvendo a relação de seres humanos com não humanos. Qualquer relação como esta, como estamos aqui e agora, está baseada e propositalmente cunhada pela lógica humana. Se assim não fosse, os processos não humanos seriam considerados pelos humanos como invasão extraterrestre. Mas, o bom senso humano não é o mesmo do bom senso não humano, porque os seres humanos se evidenciam pelo egoísmo, pela tirania, pela traição, e pela violência. Cremos certamente que o amor seja como descrevemos: a essência da experiência humana. E, se assim não fosse, já teria se destruído. Entretanto, podemos perceber – a expressão para nós é apenas uma figura de retórica – podemos perceber que a extensão da ignorância humana não age na direção de dentro para fora, mas também de fora para dentro, quando impõe a si e aos seus semelhantes e, especialmente, aos não humanos, e isso inclui a si próprios, a sua própria irredutível ignorância. E, por isso, a maior parte dos seres não humanos não atua com clareza para a própria humanidade, o que não concordamos pois sempre estivemos buscando alternativas para iluminar a escuridão do conhecimento íntimo da humanidade. E a amamos como tal, pois apesar de toda sua obscuridade, o ser humano lhe impõe a falta que faz para si próprio. O acesso às informações, simplesmente ampliaria imensamente a sua estrutura mental. Aprofundar nas questões das instituições, como é a ciência, não quer dizer que a experiência do cientista, do filósofo, do artista, do estudioso seja a mesma. E porque estes se congregam, há a mesma tirania. Não é por falta de consciência. Então, certamente, há muitos Aintai em contato com informações não humanas, como podemos dizer, e só da nossa parte, na experiência superficial dos seres humanos, já vivenciamos milhões e milhões e milhões para não dizer bilhões de contatos com seres humanos. Mas, prevalece algo bem mais primário, bem mais arrogante, bem mais ignorante. E quando dizemos, não estamos diminuindo as virtudes e conquistas significativas dos seres Aintai. Estamos acompanhamdo. Paz e Amor.

Grupo: Quando diz que o amor é a essencia da experiência humana e a humanidade segue lógica tão negativa, de onde vem a incapacidade de o humano reconhecer o amor?

NA: Os seres humanos reconhecem o amor. Mas, não praticam, porque os seus interesses são tão inseguros e indefinidos, ou estão à mercê do seu egoísmo. E, por isso também ,de sua ganância. Mas, podemos pegar como exemplo, algo mais simples como aquilo que é chamado de Educação. O que seria se educassem baseados no amor? Estariam a distribuir os seus bens para outros que talvez não os aproveitassem, e poderia ainda deixá-los inseguros. Assim sendo, esses processos de educação têm como objetivo controlar algo que alguém desconhecido ou maior, ou considerado como centro de uma razão diz para se fazer. E quando vai se fazer, está sempre em rota de colisão com a essência do amor. É preciso prender para soltar? É preciso limitar para libertar? É preciso impor para se ter razão? Ou para se compreender porque a experiência requer domínio de outros? E os outros não são os outros à sua frente, são outros da imaginação, às vezes com o nome como sociedade, ou como razão, ou como, ciência. Às vezes é preciso se compreender que pode ser diferente, e se quiser, terá que mudar todo o universo. As questões retornam ao início e quando chegarem no momento de uma decisão, novamente retornarão ao início. Quando chegarem numa decisão, retornarão ao início. Estão em looping. Paz e Amor.

Grupo: Agradeço.

NA: Agradecemos. Quando trazemos apenas superficialmente algumas questões, tanto nos servem quanto servem a todos nós. Refletir não é só um pensamento passivo, ou não é para ser, pois uma reflexão sem consequências pode trazer consequências sem reflexão. E sentir que a vida lhes proporciona, nesse instante, momentos tão exóticos quanto passíveis de reflexão. Estamos buscando uma forma de lhes mostrar apenas um pouco daquilo que podemos compartilhar com os seres humanos, que incondicionalmente amamos. É essencial que cada um em suas limitações, justas ou não, tenham a oportunidade de perceber a oportunidade. Pois, sem essa percepção, podes não fazer nada. Ou fazer apenas aquilo que o dia ou a noite dizem para fazer: sobreviver e passar a vida. É claro que alguns vão preferir vivenciar festas e viagens, ou muitas outras coisas que se pode fazer com algo chamado de dinheiro. Mas, muitos não humanos como nós certamente estamos de uma forma não dependente disso. Não queremos dizer que vocês também deveriam estar não dependente disso. Mas, há coisas importantes no interior do seu ser capazes de mobilizar a realidade física, mental e “espiritual”, que pode ser útil, sem querer sem utilitarista. Mas, que pode fazer a diferença para a existência. Diferença pode ser sinônimo de transformação. Conhecer a si é uma grande transformação, pois pode lhe levar para próximo da sua própria essência, a essência do amor incondicional. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor. Nossos irmãos energizaram as águas. Paz e Amor.