Encontro Semanalonline

O efeito Kiu-dul

Paz e Amor.

Segunda parte. A primeira parte refere-se à mente e ao corpo ditas no último encontro. Vamos continuar elaborando sobre o corpo da experiência humana duplinada, e a mente em sua relação e em seu desenvolvimento, na sua relação com o corpo físico.

Em Nabausher de Kuakin, um planeta já descrito de onde vêm os Gamari, há um ser semi-vegetal chamado de Jouí, aparentemente parece uma lagarta terrestre, mas em 2000 anos terrestres este ser modificou o seu nível de consciência e uma pequena história acerca desse ser aconteceu e virou referência para o desenvolvimento consciencial chamado de efeito kiu-dul.

Kiu-dul é uma região perto da localidade de Wizzam. Uma região muito deserta em que os seres que lá sobrevivem precisam enfrentar condições muito extremas de alta radioatividade. Certa vez, há mais de 2000 anos terrestres, essa lagarta, batizada de Kiu por causa do seu espanto, perambulava em busca de alimento pelo solo árido do lugar. Em certo momento, esbarrou em um lugar que estava incendiando e parte da sua penugem pegou fogo, e neste momento, Kiu se assustou e lhe veio uma espécie de insight mental correspondentemente á expressão humana. Antes desta ocasião, Kiu perambulava sem saber onde estava e sempre se orientava pelas explicações de outros seres pela convivência e pela experiência de ser até aquele momento cega mental. Quando, em certa ocasião, se dirigindo para este lugar que estava incendiando pela alta irradiação de raios gama, Kiu foi alertada do risco que corria se continuasse naquela rota. Mas, ela não ouviu e não “ouvindo”, seguiu adiante. Em dado momento, percebeu que havia um certo calor, mas continuou na mesma direção. Kiu repentinamente sentiu a força do fogo em sua penugem. Outros que estavam providenciando a direção da “lagarta”, tirou-a daquele lugar. E, quando o socorro lhe tocou para salvá-la, ela tomou consciência de que estava em Kiu-dul e exclamou: Estou em Kiu-dul? E assim, todos que estavam em volta se espantaram com uma transformação repentina de Kiu. Kiu tomara consciência de sua existência e passara, a partir daquele momento, a perceber um novo universo em seu entorno. A exclamação foi tão surpreendente que os seres Gamari chamaram de efeito Kiu-dul. O efeito Kiu-dul é um efeito promovido pela descoberta de si, um aspecto instantâneo do desenvolvimento de Kiul. Esse efeito, o efeito Kiu-dul é referente à tomada de uma transformação vivenciada por qualquer um. Os chamados níveis de consciência estão sempre se transformando, sempre alcançando novos patamares, novas formas, novos alcances. Ao abordarmos os seres humanos, sempre os localizamos em um nível de Kiu-dul mais primário do que se esperava, pois a consciência muito heterogênea dos seres humanos encontra-se associada ao desenvolvimento do seu organismo físico, um dos motivos para que este não alcance o nível exosciente, donde se pode promover maior desenvolvimento e acesso aos seres exoscienciais. Algumas formas de Kiu-dul são relacionadas à tomada de consciência de um nível para o outro. A relação corporal humana impede que a consciência se expanda com mais rapidez. Por este motivo, resolvemos incluir a explicação do efeito Kiu-dul. O efeito Kiu-dul é essencialmente a impossibilidade ou a possibilidade de uma mudança mental consciencial, como se esperaria diante de alguns exercícios. Então, vamos passo a passo para explicar o efeito Kiu-dul nos seres humanos.

Primeiramente, a maior parte dos seres humanos encontra-se em um hiato mental entre a consciência e a exosciência. O que seria esse vazio entre a consciência e a exosciência? A experiência mental consciencial dos seres humanos está associada e decorre do desenvolvimento físico e orgânico e por este motivo segue limitado às associações do desenvolvimento corporal. A exosciência não é uma experiência propriamente corporal. E é confundida com os sonhos pelo fato de acontecer exatamente no momento em que se vai dormir. Adormecer o corpo contribui para libertar a mente exosciencial. E a mente exosciencial não depende de processos corporais diretamente. Ela pode acontecer inclusive com os seres Intai, ou seja, os seres humanos na forma espiritual. É preciso que se compreenda que, primeiro, a relação da consciência com o estado de vigília no ser Aintai, ou seja, vocês, estabelece limites a partir do processo de duplinação, a “encarnação”. E a partir de uma determinada referência corporal, depende do desenvolvimento do organismo físico para se desenvolver. Mais à frente no desenvolvimento tenderá a se transformar, libertando a mente, mas não completamente. Assim, a maioria dos seres humanos está ainda muito ligada à estrutura corporal física e então, depende das respostas orgânicas para desenvolver a sua consciência. Parte do processo fica, na maioria dos seres humanos, relacionado à estrutura corporal que se mostra dominante, isto é, impõe os seus traços de limites para a estrutura mental, que muitas vezes segue os fatores orgânicos. Resumindo: a mente depende majoritariamente da estrutura física do corpo, e por esse motivo, sem treinamento, dependerá provavelmente das reações e do desenvolvimento do seu organismo físico.

A segunda parte, a resposta mental está relacionada ao desapego da estrutura física corporal. A maior parte dos exercícios relacionados à pineal ajuda a perceber a sutileza mental, a partir das respostas específicas da mente. E essas respostas precisam ser treinadas. Este é um ponto importante do efeito kiu-dul. O efeito kiu-dul é a descoberta de uma via sem a pressão relacional do corpo físico, o que pode possibilitar o acesso ao âmbito exosciencial. Os treinamentos devem trazer experiências mentais não dependentes das respostas físicas. Então, por isso, a canalização mental explicada, que mostrou o desenvolvimento de habilidades mentais específicas, quer dizer, diretamente não relacionadas ao corpo, para que se desenvolva o efeito kiu-dul. Repetindo, o efeito kiu-dul é a capacidade de descobrir a consciência sem a dependência corporal. Sem o corpo, a consciência se amplia para a exosciência. É o que acontece na deduplinação. É importante entender que treinamentos mentais associados ao corpo desenvolvem a consciência em seu campo limitado ao âmbito corporal, com a influência lenta das respostas corporais. E, por isso, o efeito kiu-dul é importante, a noção para ter a noção de que a mente consciente pode se expandir e, para isso, precisa superar o abismo entre a consciência relacionada ao corpo físico e a consciência fora do corpo físico, chamada de exosciência. Iremos abordar, nos próximos encontros, a relação direta entre corpo e mente. É essencial que se compreenda que para se ter o “desapego” consciencial, não é necessário se perder do corpo, muito antes pelo contrário, é necessário desenvolvê-lo, é necessário estudá-lo, percebê-lo, ligando a sua consciência ao corpo, ensinando a sua mente a desvencilhar das dependências corporais, aumentando o seu conhecimento mental de si próprio ou de si própria, alcançando possiblidades mais libertas entre a mente e o corpo, deixando bem claro que o que estamos dizendo não afeta nem a saúde mental nem a saúde corporal, porque é a partir de técnicas de autopercepção, de autoconsideração, de autoconfiança, é que se estabelece a relação de dependência das pontes mentais que transformam ou que ampliam a consciência. Então, a consciência ampliada não dependente do corpo físico, é que identificamos como exosciência. Agradecemos. Paz e Amor.

Grupo: Paz e Amor, Nosso Amigo. Primeiro, queria como sempre agradecer, o acompanhamento de vocês tem sido fenomenal. Sempre foi, e cada vez mais eu sinto presença disso. Exatamente, em relação a isso eu agradeço muito o texto de hoje e do último encontro, porque eu tenho refletido, e cada fala, cada frase de vocês me faz buscar inclusive essa prática, e vem uma pergunta em relação ao que foi dito hoje, em relação a trabalhar os exercícios, desse caminho das questões corporais, eu queria saber se seria importante eu mudar a forma como eu estou abordando os exercícios na medida em que estou passando para outras pessoas, que ainda não conhecem muito das nossas conversas, do conteúdo que você tem passado, uma vez  que a gente trabalha muito nesse grupo essa parte da percepção do corpo e os exercícios que vocês têm nos ensinado, eles têm entrado junto com outras práticas, que são mais específicas de movimentos corporais. Se vocês têm alguma sugestão para que eu pudesse fazer isso de uma forma melhor, para que eu pudesse ajudar mais as pessoas.

NA: Não podemos dizer que haja um problema específico em relação à forma de lidar com as informações que estamos passando. Mas, mais pessoas interessadas, que trabalham com a mente, com o corpo, com a manipulação de energia Nir, que proporciona os transfissomas, que são as imposições das mãos, ou a percepção que pode ser melhorada ou desenvolvida, porque às vezes se acredita em algo que não se sabe bem em que, ou o que é esse algo. Ele não é constituído, em nossa opinião, de energias físicas ou eletromagnéticas simplesmente. Já falamos em parte sobre os campos Nir, que são essencialmente as forças, as induções físicas relacionadas a esse tipo de abordagem. Como você lida com uma interface corporal muito específica e anatomicamente necessária para a localização de dores, de posturas cruzadas, ou de dominâncias mal resolvidas nas “infâncias”, pode ser útil uma abordagem um pouco considerando os campos Nir. E, para isso, teríamos que ter encontros específicos, para, dentro das possibilidades, demonstrarmos algo a mais, com mais profundidade. Estando aberto a todos os interessados. Já recebemos mensagens de vocês interessados em lidar com esses campos de energia, pois não se tem certeza da efetividade de seus próprios efeitos. Então, é possível melhorar a percepção e o acesso, mas com mais clareza sobre os campos Nir. Então, combinem. Acho que a nossa irmã, Cleuza, a Eliene, e outros, a Ana e outros têm interesse, ou mesmo, os professores de música podem aproveitar as informações que poderemos discutir a respeito. Dizemos discutir porque não é apenas essa, não é só expormos como percebemos isso no nível dos campos dos centros de energia, os chakras, mas também as possibilidades de vocês perceberem, pois não adianta muito saber de uma coisa e não ter acesso a ela. Ela ficará no nível da imaginação, que é já o principal: o poder de transformação da confiança depende da imaginação, pois, exatamente, a mente está atrelada ao corpo para produzir efeitos no corpo, então estaremos discutindo essas coisas. Agradeço.

Grupo: Eu que agradeço. E vai ser muito importante se for possível. Enquanto isso não acontece, eu tenho feito uma sugestão de vocês que é seguir a minha intuição e aceitar as informações que vocês vão me passando de outras formas. Agradeço mais uma vez o acompanhamento, e peço que continuem.

NA: Sugiro que faça uma descrição, escrevendo para podermos discutir. Descreva a sua experiência.

Grupo: A experiência desse trabalho que estou fazendo?

NA: Isso.

Grupo: Faz diferença se eu estou escrevendo à mão, ou escrevendo no computador?

NA: Não.

Grupo: Muito obrigada, farei isso.

Mnahrkiwon.

Grupo: Primeiramente, quero agradecer muito ao Nosso Amigo, a oportunidade de estar aqui hoje. Agradecer a Xxxxx, que me trouxe. Sou novato, já peguei o assunto adiantado, minha pergunta é o seguinte: os exercícios de Pina são instrumentos para a transformação para que haja esse efeito Kiu-dul?

NA: Sim, o efeito Kiu-dul, que vem da experiência de Kiu, apesar de ser um ser aparentemente insignificante da região de Nabausher, de Watsa, Kiu-dul é a tomada de consciência no sentido da sua transformação. Quer dizer perceber uma nova possibilidade dentro do âmbito daquilo que você percebe de si. Sem o efeito Kiu-dul, o que acontece? Você continua achando as coisas da mente exóticas, inacessíveis, distantes e, portanto, sem possibilidade do desenvolvimento transformador. O desenvolvimento transformador, que dá o nome de efeito Kiu-dul não é uma descoberta madura. É exatamente uma descoberta como faz a criança pequena humana. A cada coisa, a espanta, a traz para uma dimensão inovadora e essa dimensão inovadora e transformadora modifica a impressão que se tem de si. Por exemplo, ao abordarmos a exosciência, certamente lidamos com um aspecto da mente que não é desconhecido de vocês, mas não é conhecido. Está no alcance porque todas as vezes que vocês vão adormecer, estarão aptos e estarão envoltos à exosciência. E esse aspecto da mente enfrenta uma dificuldade de tomar consciência da exosciência. Ela fica na impressão mental como se fosse algo da imaginação, do sonho, e não da realidade. Ora, o que acontece no corpo e na mente é majoritariamente desconhecido da consciência, não querendo dizer que a dosagem de adrenalina quando você encontra em uma situação de risco, terá que ser balanceada para ser suficiente para a sua fuga, ou para o seu enfrentamento. Então, você não sabe disso? Não conhece como isso acontece? Até mesmo se você for o especialista na área. Você não vai dominar e alterar essa dosagem porque ela está distante dos seus processos conscienciais. Então, há a possibilidade de se fazer uma transformação, percebendo a relação entre corpo e mente e compreendendo que a mente pode ter a possibilidade de não depender do corpo para exercer a sua ação. E isso só é possível tomando-se consciência do seu corpo e lidando de uma outra forma com a mente. A mente, ela está atrelada de tal forma ao corpo que até próximo da fase adulta humana, este não irá desvencilhar as experiências corporais com as experiências mentais. Inclusive, para aumentar os recursos de curas, como podemos ver no trabalho de algumas de vocês, que a consciência corporal melhora o desenvolvimento mental. E que você pode utilizar os espelhos corporais cravados pela repetição do corpo para dominar as deficiências ou as perturbações, as lesões, as inflamações que acontecem no organismo. Isso é a base, ou melhor, ao contrário, a base para se lidar com isso, há alguns anos vimos abordando, que se chama icons. Inclusive, há sugestões de mentalizações e construções mentais interassociadas entre corpo e mente, como uma técnica, e também mente e corpo, com outra técnica, exatamente porque com a maturidade corporal, não há, depois de certa idade, a necessidade de interassociações obrigatórias entre mente e corpo. Nós inclusive vamos demonstrar isso utilizando-se das experiências de educação feitas no oriente, que fazem associações diretas entre aprendizados específicos e movimentos corporais. Queremos dizer que não estamos falando nem para os seres humanos alguma novidade. Só que, não conhecendo as relações exoscienciais, os seres humanos não abordam a consciência como um processo independente do corpo. A forma como as técnicas lidam com o corpo ainda são muito lentas em relação aso processos mentais que utilizam dimensões – as dimensões como já mencionadas, como, por exemplo, Ídar, que é uma das dimensões relacionadas à memória e utilizadas pelo organismo físico, certamente são importantes para que se compreenda que há meios de desenvolvimento mais amplos e que precisam e podem ser conhecidos e desenvolvidos.

Grupo: Obrigado.

Grupo: Você falou agora sobre corpo e mente, me veio uma pergunta que não é exatamente o tema, mas gostaria de fazê-la. Se neste momento em que eu tenho um pensamento e uma pergunta que ocupa minha mente, mas que eu não verbalizo, mas que neste momento do encontro, é possível estabelecer uma comunicação com vocês mesmo que não é verbalizada?

NA: Sempre há dentro das condições de distanciamento estabelecidas por nós para não haver invasão à mente alheia. Podemos invadir a mente, mas não podemos.

Grupo: Ok, compreendo.

NA: O contrário, de vocês invadirem a nossa ou de outros humanos, só é possível com muito desenvolvimento, com muito treinamento.

Grupo: [….] Outra coisa, é uma pergunta que não está muito dentro do tema, que me veio um desejo de pedir para você falar, porque você falou num encontro sobre o foco, sobre focar e manter o foco nos objetivos, mas às vezes a gente precisa fazer curvas para seguir adiante nos objetivos. E me deu vontade de te pedir para você falar sobre essas curvas que são necessárias nos caminhos das nossas vidas aqui, ou através de uma história, ou uma fala, se você puder falar sobre isso, se é que fui clara no meu pedido.

NA: Agradecemos. A experiência de cada pessoa é sempre muito específica, e por isso, não se pode dizer de um exemplificando a todos. Ao mesmo tempo, é preciso que algumas referências sejam ouvidas, vistas e percebidas pelo maior número de pessoas, porque serve de referência para as questões que dominam a experiência da dor. Se houvesse só a felicidade, as mentes poderiam ser abertas para todos. Pois, não haveria risco e a dor não dominaria. Mas, a experiência do sofrimento, especialmente, estamos falando sobre os seres humanos e não sobre outros seres, por exemplo, falando rapidamente que os Tchumans de Naoli não têm essa mesma relação de sofrimento, apesar do que eles já viveram nas invasões de Naoli. Entretanto, os seres humanos guardam uma tensão que vem quando os adultos lidam consigo próprios, de tal maneira que a desconfiança sobre si é transferida para as crianças e para outras fronteiras adultas, na medida em que os interesses de dominar uns aos outros é ainda uma referência muito forte, o que coloca uma parte, vamos dizer, das pessoas em risco. Elas podem ser desmanteladas da experiência de viver a vida contra as possibilidades de seguir na natureza em busca do seu desenvolvimento coletivo. Não há experiência individualista diante da referência do amor incondicional, pois o amor incondicional já estabelece que nenhuma condição deve valer para a felicidade de qualquer um, simplesmente doar a si e aos outros. Claro que compreendemos que essa visão santificada, deificada da felicidade se torna inacessível quando se tem medo, quando se acovarda pela proteção dos mais fracos, quando se limita em construir para obter lucros ilimitados, mas, limitando aos outros. Então, certamente não nos cabe fazer críticas, mas certamente facilmente qualquer ser humano consegue perceber que as coisas parecem ter uma lógica de dominação perversa e sempre invertida para os mais fracos. Em outros “lugares”, pode acontecer coisas parecidas, mas há lugares completamente diferentes disso, em que a abertura do ser individual para a coletividade é libertadora. Estabelece limites de ação muito mais amplos, muitos mais transformadores. Não há limite para a felicidade, assim como não há limite para a destrutividade. Se a humanidade se desenvolve em alguns aspectos, em outros ela continua praticamente igual a quando se desenvolveu um pouquinho mais. É possível transformar, é possível e parte da unidade. Para se derrubar alguma coisa, um primeiro deve sentir, um primeiro deve agir, um primeiro deve pensar, um primeiro deve influenciar. Sempre um primeiro. É natural que em um lugar físico em que se compete uns com os outros, a unidade é a essência de toda a coletividade, de toda a estrutura maior. Então, para alcançar a transformação, transforme a si, não critique aos outros, pois és exatamente da mesma forma, mesmo sendo totalmente diferente. Essa estranha contradição é a essência de todas as outras contradições, que é conviver com aquilo que você sabe que é errado. É se acostumar com aquilo que você sabe que destrói, mas não faz nada dentro de si para transformar e mudar o seu mundo íntimo, porque “por pior que seja”, pode ficar ainda muito pior. Lema do nosso irmão Bill Lucas. Então, esta questão, que é uma piada, mas na verdade é desastrosa, pode-se ver agora, com esta pandemia, como se comporta a humanidade. Então, levar a sério as suas transformações irão desencadear outras transformações. E isso é a sua parte, a parte coletiva deve partir de quem tem o poder, pois quem tem o poder é quem impede. Se você impede o seu filho de ser feliz, está na hora de liberá-lo para a felicidade. Se você impede o seu funcionário de ser feliz, está na hora de liberá-lo para ser feliz, dividindo os seus lucros. Claro que essas ideias também são debatidas pela própria humanidade. E o que acontece? Ela caminha em círculo até que mais pessoas irão perceber a força transformadora do amor incondicional. Ser altruísta, ser verdadeiramente justo. Ser ético, de verdade, não é? A essência transformadora de cada um é potencialmente forte para alcançar a coletividade. Mas, você vai sair do seu conforto ignorante? Você vai abrir mão do seu conforto egoísta? Você vai ceder a vez para o seu concorrente mais fraco? Etc. Para a humanidade essas coisas que estamos falando são apenas fantasiosas, são apenas uma forma de enganar, como se diz, ironicamente, o freguês. Então deixemos para que cada um creia em si, que alcance a sua experiência. Por isso não se pode invadir o lar íntimo mental de cada um. Por isso não se pode alcançar o interior impressivo, o interior mental, o interior da alma de cada pessoa. É ela própria que precisa se perceber, que precisa crer e descobrir o seu efeito kiu-dul. Que seja por intermédio do amor. Que seja acessando a sua potencialidade. Que seja por intermédio da dor, para que o seu kiu-dul mude a sua experiência. A experiência da pandemia demonstra com clareza que mesmo que a metade se for, a outra metade estará aliviada e agradecida à metade que se foi. É doloroso, mas é esta a percepção que outros seres, mas não somente os outros seres, os próprios seres humanos têm de si próprios. É assim. Então, de nossa parte, estamos aqui para estender as mãos, para proporcionar uma mínima compreensão a respeito do amor incondicional, a respeito de uma transformação que é feita por cada um, sem esperar que outros façam, pois não farão, não farão. As transformações serão feitas pelos mais fracos. Os mais fortes irão transformar aquilo que interessa aos seus domínios. Sem generalizar, vamos entender que a humanidade caminha para um abismo, levada pelos mais fortes, porque antes que eles caiam, cairão os mais fracos. Infelizmente, assim se assemelha a humanidade. E estamos abertos a aceitá-los como são, e que a sua força de transformação venha de cada um. Assim se espera. Agradecemos. Paz e Amor. Mnahrkiwon.

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