Encontro Semanalonline

Os objetos de Guion

A mente humana é repleta de figuras visuais e auditivas. Na maior parte das situações, as figuras são desconectadas da realidade. A questão dimensional de Guion certamente proporciona um aspecto a mais da insciência como forma de existência no mundo físico. As diferenças entre a dimensão mental e a dimensão física são muito grandes, situações essas, conhecidas de todos os seres humanos. Os seres Intai não podem facilmente manipular objetos da dimensão física presentes nas dimensões bariônicas visíveis e tocáveis pelos seres Aintai. O mesmo não se pode dizer sobre as dimensões de Guion e Ídar, onde é possível a manipulação e a interferência dos seres Intai e outros. Importa-nos, entretanto, compreender certas características do ambiente Guion, que é o ambiente da sua mente. O ambiente Guion não existe fora do ambiente de cada um. Isso quer dizer que a expressão dimensional de Guion não existe para as outras dimensões. E, por isso, a priori, ela não é acessível. Ela existe como interseção de processos inscienciais multidimensionais chamados Sinsi, onde a interseção dimensional faz surgir para cada um dos seres humanos um diálogo mental proprioceptivo individual. Entretanto, os resultados desse processo existem no âmbito da memória em Ídar. Há também resultante desse processo além da memória física, ou seja, oriunda dos processos corporais biológicos, orgânicos, etc. Há também a memória Guion. A memória Guion é uma memória mental e paralela, porque ela só estará concomitante com a memória física quando o corpo for paritário, ou seja, interassociado com a memória mental. Já falamos dos aspectos mentais específicos que dão origem e produzem a origem dos processos mentais. E a forma de acesso através de alguns exercícios. Agora, é preciso aprender a definir os objetos de Guion.

Esse aprendizado, como tudo relacionado à mente, tem respostas específicas de cada um. Isso é uma dificuldade para encontrar parâmetros de equiparação entre uma pessoa e outra. Mas, esta fase seria uma fase “inicial” para compreender e abrir o caminho para a exosciência. Os objetos de Guion, que são objetos mentais, também precisam ser encontrados, assim como no mundo “real”. Este mundo real, separado no seu corpo da sua própria mente, ou seja, você pode ter alguns aspectos e “pontos de vista” relacionados à mente e ao que a mente considera e exercita como sendo o mundo real. Mantendo-se o devido distanciamento, ou seja, explicando apenas de uma forma generalizada, o mundo real é o mundo em que você está inserido e ouve tanto dizer sobre ele, onde você se desloca, o seu corpo, de um lugar a outro, e lida com o espaço, o tempo, os objetos diretamente pelo âmbito que pode ser descrito pela sua consciência. Independentemente de qual é a sua experiência física, ela não se mistura objetivamente com a sua mente, e muito menos, a sua mente pode ser percebida, “a priori”, por outras pessoas, ou outros objetos. Tendo-se essa referência geral, que pode ser contestada de diversas formas, a título da explicação, os dois mundos se relacionam e se configuram em seu ser duplinado. A mente, que é um processo insciencial, ou seja, resultante da ação do seu ser siloeflérico, interage através das possibilidades orgânicas e energéticas do seu ser duplinado. Os objetos físicos podem ser moldados, derretidos, congelados, manipulados por outras pessoas, por grupos, etc.. São especificamente dotados das qualidades, das quantidades relacionadas à experiência duplinada. Isto, no caso dos seres humanos. Os objetos mentais incluem uma gama variada de situações. Muitas dessas situações são facilmente perceptíveis, são facilmente comprováveis, são compartilháveis, mas ainda assim, se mantêm ao nível das resultantes Sinsi da dimensão de Guion. Por exemplo, a linguagem é um objeto mental articulado pelo organismo físico resultante da interatividade insciencial. Os significados podem ser compartilhados, mas o processamento e a individualidade não são compartilháveis. O que acontece em cada corpo e em cada mente é específico para cada um. Aquilo que é compartilhável, tanto objetos físicos quanto mentais, possibilitam interfaces dimensionais. Por exemplo, ao lidar com um lápis, você compreende para que ele serve, e você pode mentalizá-lo. Da mesma forma, pode pegar o objeto, identificá-lo e pedir a alguém para fazer algo nada relacionado ao objeto em si, mas proporcionado através dele, como desenhar algo. O que o desenho representa não se relaciona com o objeto em si, mas é produzido através da dimensão física do objeto em sua existência física, e a sua utilização depende de processos mentais. Se esses não existissem, tal objeto também não existiria. A forma de como se identificam, portanto, os objetos físicos, relaciona-se ao desenvolvimento dos processos mentais. Há uma numerosa gama de situações que produzem os objetos mentais em seus espelhos físicos e através da compreensão simbólica que envolve a compreensão de cada objeto. Os objetos podem também não ser físicos, como no caso dos significados. Entretanto, apesar de não podermos ficar aqui descrevendo aquilo que a ciência, a filosofia, a percepção de cada um já pode deduzir ou já conhece, não vamos especificar este âmbito da experiência com os objetos físicos, e vamos tratar, pois, dos chamados objetos mentais, os objetos de Guion.

Há, portanto, uma gama extremamente variada de objetos mentais. Nós escolheremos dois aspectos importantes para que, a partir desses dois aspectos, possamos ampliá-los como queiram, ou a partir das necessidades das exposições aqui colocadas. Vamos separar esses dois objetos, ou características de definição para a mente. São os objetos que já conhecem alguma representatividade e os objetos não representados por falta de conhecimento, por falta de treinamento, ou por falta de existência no horizonte físico. A maior parte dos objetos mentais não existe no mundo físico. Considerando que a consciência representa apenas 5% do eixo consciencial, há de se concluir que objetos da exosciência são também conhecidos da mente Guion, da dimensão de Guion, mas não são conhecidos da consciência e isso traz para cada um de vocês uma experiência riquíssima e oculta para a mente de cada um e de cada uma. Então, esta segunda classe de objetos desconhecidos tem uma importância para o desenvolvimento mental, para além das fronteiras da consciência ordinária. Os objetos que têm alguma relação com a consciência também são divididos entre os objetos conhecidos e os objetos pouco ou quase com nenhum conhecimento. Portanto, precisamos falar primeiro desses dois objetos do âmbito da consciência. É possível fazer um pequeno treinamento para visualizar e tocar um objeto pouco conhecido, mas que pode vir a ser manipulado mentalmente. Veja que não vamos lidar com objetos físicos propriamente, porque já são conhecidos, e se você obtém um objeto físico não conhecido, no momento que você o toca, ele deixa de ser desconhecido e passa para uma interface mental de autoconhecimento. Todo objeto relaciona-se ao seu autoconhecimento. Quando você toca em uma bola, você ativa o seu autoconhecimento, ou seja, o seu “banco de dados” relacionado ao conhecimento de uma bola com tudo que se pode fazer com ela, que cada um sabe de forma diferente, uma pessoa da outra, certamente tendo interfaces contíguas, ou seja, idênticas, entre uma pessoa e outra. Por exemplo, todos sabem que uma bola de futebol serve para jogar qualquer tipo de jogo que se joga com bolas, especialmente o futebol. Uma criança pequena aprende a chutar essa bola. Mas, não fará o mesmo e da mesma forma, nem irá sentir da mesma forma, se a bola for uma bola de gude, ou de ping-pong, ou uma bola de fogo. Ora, existe uma bola de fogo? Entra, portanto, aí a interface entre o conhecimento imaginário, ou seja, as ferramentas mentais para manipular os seus objetos. Uma bola de fogo em sua mente não irá queimá-la, a priori. Mas, se você pensar com muita confiança, ela poderá te queimar fisicamente. Então, as ferramentas mentais são a base para a compreensão dos objetos de todas as formas, tanto as físicas quanto as formas mentais.

Os objetos mentais pouco conhecidos sofrerão a influência da sua imaginação pessoal e isso poderá proporcionar uma grande diferença entre uma pessoa e outra. A mente, portanto, irá ser uma referência apenas para a sua mente ambiental, Guion. E será por meio da sua própria mente que a sua consciência aprenderá a lidar tanto com os objetos conhecidos, quanto com os objetos pouco conhecidos. Então, vamos para o segundo tipo de objeto não conhecido da sua mente. Esses objetos são nominados por nós como sendo os Migras. Os migras são os objetos que não são conhecidos, mas são divididos em dois tipos, os não conhecidos que existem na sua mente e os não conhecidos que passaram a existir em sua imaginação. Ambos os tipos estão ativos na dimensão de Guion como objetos Kalamatsana, os objetos que fazem parte das possiblidades dos seus processos mentais, portanto, que servem de “matéria prima”, pois são imateriais. Melhor dizendo, são imatérias primas. Neste caso, esses objetos são manipuláveis pela sua mente apenas. Outras pessoas não terão a mínima condição de manipulá-los sem treinamento. Então, quer dizer que é possível o compartilhamento mental? Sim, é possível. Mas, depende de todas as descobertas terem sido feitas dentro da sua mente dimensional Guion. Certamente, deve se considerar que cada um pode retrabalhar esses aspectos mentais.

Vamos estabilizar a ideia de que as coisas que falamos até agora sobre a mente objetivam alcançar o seu próprio desenvolvimento por si mesmo ou por si mesma. Esse desenvolvimento já acontece a todo momento, pois viver a vida é descobrir a vida. Viver a vida é solucionar as questões, resolver os problemas, alcançar as soluções, sentir e usufruir da consciência e daquilo que está a viver. A experiência de cada um é própria de cada um, mesmo estando juntos por toda uma vida. Esse aspecto do âmbito mental prepara o indivíduo para alcançar a si propriamente. Se assim não fosse, ele não iria alcançar a si nunca. Então, essa possibilidade também por este motivo é única. Estar aqui e agora vivendo a vida como se pode viver, como se quer viver, como mandam viver, como o suirsoma determina que seja vivida. Qualquer uma das combinações ou todas elas fazem parte da sua vida prática e da sua existência. Então a sua mente deve e pode ser desenvolvida e treinada por você mesmo, ou por você mesma. A experiência que vamos propor, ela é absolutamente individual, e não tem como ser de outra forma. Sempre aludimos a essa questão, porque é o caminho do ser duplinado é encontrar a si dentro das possibilidades, as que você alcança, ou as possibilidades que alcançam você.

Vamos propor então um exercício visando um primeiro aspecto da mente que conhece algo, mas que não conhece totalmente. O exercício já foi proposto uma vez, há mais tempo, e aqueles que estão há mais tempo irão recordar, quando falamos de Ídar e sugerimos que fizéssemos um triângulo com as mãos e percebessem uma fina e microdelgada película: essa película que se forma e pode ser percebida à meia luz porque o reflexo da poeira impregna nessa película de Ídar. Primeiro, porque Ídar é uma dimensão física e segundo, porque apesar de ser física, a manifestação de Ídar é quase invisível à percepção humana, mas não é invisível para a mente. O exercício propõe as seguintes etapas. Se você já conhece alguma parte do exercício, você irá ajudar aos que estão a menos tempo a entender algo sobre Ídar. O máximo da experiência sensorial relacionada a Ídar é a experiência de vislumbrar sutilmente a película de gases e de poeira que se acumula na unodimensão, ou na bidimensão de Ídar. Ídar normalmente tem uma ou duas dimensões. O exercício propõe as seguintes etapas:

Primeiro, encontrar a película, e depois transformá-la em uma bola. Inicialmente, aqui, vocês podem ver a minha mão. Estão enxergando? Grato.

Então, faça um triângulo à meia-luz. Isto é, à meia-luz é pouca luz no ambiente. E de alguma forma, alguma luz para haver uma reflexão da poeira que se acumula na película de Ídar. Ao fazer assim, essa película vai surgir sutilmente, como um vidro, mas sem espessura. É possível perceber, porque o campo eletromagnético das mãos e a própria dimensão de Ídar criam uma atração das moléculas de poeira, ou seja qual for o objeto que estiver na atmosfera, criando uma película visível de poeira, mas que você pode perceber perfeitamente a presença da película. Quando você afasta as mãos, você começa a perceber que a película se desfaz e a aura interfere, criando algo em torno, uma luminosidade em torno das mãos e dos dedos. Entretanto, se você observar e treinar a sua observação, você irá perceber que a película se desfez, mas ela fica desordenada em torno e próximo, ao lado entre as mãos (parte interna). Você não percebe a mesma coisa do lado fora da parte interna das mãos. Ou seja, do lado de fora, quando está assim [dedos formando o triângulo], é uma coisa. Do lado de dentro, quando você está assim [as mãos se afastam], essa película se desorganiza quando você solta os dedos desse triângulo. Isso faz com que a película esteja disponível, mas ela se enrola, ela se modifica. Então, é preciso compreender a seguinte questão: a película, tanto quando você faz o triângulo, ou quadrado, ou uma bola, como quiser, quando você fecha ela nos dedos, ela é uma projeção mental. E ela irá se reforçar na medida em que você treinar.

Você poderá perceber, claramente, depois de algum treinamento, quando você fizer a segunda parte do exercício, que é com as mãos separadas, com uma certa curvatura, você vai observar, imaginar e projetar uma bola vítrea, uma bola feita da projeção mental que será formada pela dimensão de Ídar. Repetindo: você vai fazer, vai posicionar as mãos, uma mão de frente da outra, não reta, em curva, e vai imaginar uma bola no meio, entre as duas mãos. A cada dia, esta bola vai ficar mais evidente, ela é uma projeção mental, ela é um objeto, meio desconhecido da sua mente. Porque a bola você está imaginando baseado em uma bola. Mas, o conteúdo expresso pela sua mente na projeção, em que a sua mente irá utilizar-se da dimensão de Ídar para provocar a visibilidade mental da sua bola, vamos dar um nome a ela, a sua bola de Cristal Guion. O Cristal Guion é um objeto mental conhecido na exosciência. O cristal Guion é manipulação de material dimensional de Guion, que inclui a dimensão de Ídar. É como se você pegasse o ar, borrifasse ele de azul, e ele aparece em sua frente. Ou seja, você está manipulando mentalmente objetos mentais, objetos de Guion. Não são objetos físicos. São objetos mentais. O treinamento pode ser uma possibilidade para que você entenda a diferença entre objetos Guion e objetos materiais. Os objetos da mente não são objetos materiais, são objetos criados e projetados dentro da sua mente, como já descrevemos em alguns textos anteriores. Compreendam que a sua mente é sua e quem a desenvolve é você. Se você nada fizer, será a vida. Que seja por intermédio do amor. Paz e Amor. Paz e Amor. Mnahrkiwon.

Grupo: Recapitulando o exercício: são duas partes. Primeiro faz o triângulo que gera a película, onde a gente enxerga Guion e afasta observando a luminescência que vai formar entre os dedos, nos lados do triângulo que estão separados. E na segunda parte, coloca as mãos em forma de concha, uma virada para a outra, e faz a projeção para visualizar o Cristal Guion. É isso mesmo?

NA: Isso mesmo. Só uma coisa, não juntar os dedos, mantenha-os relaxados e em curva.

Grupo: Imagino que vários exercícios se relacionam, mas me lembrei do Halo Sie, porque tem uma dinâmica dessa, do afastamento das mãos, onde a gente vai tentar visualizar a filergia entre as mãos. São coisas diferentes ou tem relação?

NA: Tem relação.

Grupo: Hoje faz 44 anos que meu pai, na sua linguagem, me desculpe, não sei ainda.

NA: Pode falar da sua forma.

Grupo: Pode? Meu pai se encantou. Ele foi uma grande líder sindical, um homem da roça que sempre trabalhou pelos trabalhadores rurais, e aos 55 anos ele morreu durante uma eleição de diretoria de um sindicato rural lá de Santa Bárbara. Ele tinha doença de chagas. Queria saber onde ele está, se ele está ainda por esse mundo afora, se ele já voltou entre nós. O nome dele é Eugênio Caetano da Costa, nasceu no dia 03 de junho 1922, se encantou no dia 01 de agosto de 1976. É muito tempo, né nosso amigo?

NA: Para nós não é nada, mas para vocês, é sim. Qual o nome todo?

Grupo: Eugênio Caetano da Costa.

NA: Um momento. Ele encontra-se em processo de duplinação. Isso quer dizer que já pode estar duplinado, inclusive, na família.

Grupo: Não tem noção de quanto tempo isso? Porque eu sempre acho que ele já voltou.

NA: É possível. É porque essa informação é muito específica e é considerada uma invasão. Nós só podemos falar de forma distante.

Grupo: Gratidão, querido. Muita gratidão.

NA: Agradecemos.

Grupo: Em primeiro lugar, quero agradecer muito a intervenção de vocês, o carinho, que vocês sempre tiveram comigo, que me faz muito bem e me fez muito bem da última vez.

NA: Igualmente agradecemos.

Grupo: Esse exercício, pelo que entendi, as partes 1 e 2 é para serem feitas na mesma seqüência, não é?

NA: São duas partes independentes, praticamente. Se você já faz e já compreendeu, pode ir direto para a segunda parte.

Grupo: Então eu posso uma hora fazer a primeira parte, ou fazer a segunda. Não tem uma ordem, uma regra não.

NA: A primeira, ela é uma identificação. Então, ela é feita primeiro por isso, por quem ainda não percebeu ou não conhece o exercício. Se você já tem familiaridade com o exercício, com o primeiro, não precisa obrigatoriamente fazê-lo. Ele é para quem não conhece a experiência e aí ele será primeiro, pois a inversão não vai surtir o mesmo efeito, apesar de que você pode fazer de qualquer jeito. Cada um vai descobrir, olhando para as suas mãos, como a sua mente se expressa. Inclusive, se você tem alguma facilidade, ela irá se expressar com mais veemência.

Grupo: Sim. Eu lembro que, quando vocês propuseram isso, já tem alguns anos, eu lembro que eu fiz, eu vi a película, achei super bacana. Mas, depois eu parei. Então, me deu vontade de ver de novo essa primeira parte e depois fazer a segunda.

NA: Isso. É isso mesmo.

————–

Atendimentos J.

————–

NA: O caminho da experiência mental de cada um relaciona-se, certamente, aos sentidos, aos sentimentos, às questões que envolve. Mas também ultrapassa as questões ordinárias, de uma vida. Há aqueles que vivem grande sofrimento, mas vieram para ajudar. Então, esse sofrimento será em resposta e tem como objetivo um grande desenvolvimento pessoal. Então, é importante que se interesse por si. É importante que considere que o sofrimento que às vezes se vive tem sentido em algum momento, em algum lugar. Muitas vezes, o sofrimento resulta em uma ampla compreensão, em aprendizado. Muitas vezes, já falamos, se não é pelo amor, é pela dor. Então, quer dizer que as pessoas que buscam o amor e encontram o amor não sofrerão? Depende dos seus suirsomas. Mesmo assim, a experiências do amor irá, sim, amenizar a experiência da dor. Então, compreendam que respeitar a si, respeitar aos outros, respeitar as diferenças, respeitar as causas diversas, atender de alguma maneira, nem que seja em um sorriso simpático, aos mais fracos, estender as mãos, sempre ameniza a experiência da dor. É assim porque, próximo do seu íntimo ou diretamente no seu íntimo, há uma fonte de amor. Aceitem-se, amem-se, desenvolvam-se, interessem pelas coisas da vida, as coisas boas, as coisas que ajudam a si e, principalmente, mais do que a si, aos outros que precisam. Paz e Amor. Paz e Amor. Mnahrkiwon.

Leave a Reply