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Paz e Amor.

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Acompanhamos a humanidade por longo período de tempo neste planeta e em outros planetas. E sabemos a força do medo. A insegurança e as posturas diante da sobrevivência sempre evidenciaram os temores em conjunto com as características de violência e de outras formas de expressão de uma humanidade que lentamente se transforma. Pelo tempo de experiência, pode-se dizer que essa humanidade já deveria ter se transformado. De alguma maneira, a própria humanidade sempre refletiu e reflete sobre as questões de sua índole, relacionada à violência e à compreensão antagonicamente dos sentidos da vida e de suas formas resultantes de seus comportamentos em relação a si e em relação aos seus semelhantes. Há muito mais tempo já assumíamos uma neutralidade até episódios em diversos momentos da história humana, em que outros seres não humanos invadiram ou interferiram na experiência humana. Então, há pelo menos 3 mil anos, assuminos uma postura menos neutra para produzir orientações e participar de contradefesas ou de defesas específicas, sem o conhecimento do próprio ser humano. Independentemente dessas situações, verificamos a importância do medo para a formação dos aspectos mais violentos e ignorantes e relacionados ao desenvolvimento Aintai, isto é, do ser “encarnado”, e do ser Intai, aquele considerado em sua forma “espiritual”, o “espírito”. Assim, o medo é considerado como um limbo, pois define largamente as respostas dos seres humanos em relação às suas possibilidades de sobrevivência, traçando limitações desde seus âmbitos psíquicos até suas formações educacionais, assim como as instituições de leis baseadas, em todas as situações, na experiência do medo. Assim, deve se tornar consciente a importância dos limites impostos pelo medo em cada um. A experiência com os outros passa, portanto, por essas limitações. O medo da existência, gerando uma insegurança capaz de transformar a sua corporalidade, inibindo-a sob a égide de vários parâmetros de comportamento e compreensão de si e dos outros. Certamente, este âmbito de considerações é muito bem conhecido da humanidade em suas milhares de formas e reações. Entretanto, considera-se que o medo esteja em oposição, de alguma maneira, direta ou indiretamente, à coragem. Mas, consideramos que o medo e a coragem não são nem complementares nem opostos. O medo constitui no âmago mais profundo da consciência, do subconsciente, da experiência insciente, ou seja, no âmbito mais profundo do eixo consciencial humano, uma faceta de suas próprias características, que apresentam âmbitos positivos e negativos. Grande parte do aprendizado e desenvolvimento humano parece ser “impulsionado” pela experiência do medo. E, suas inter-associações com sentimentos diversos produzem situações emocionais, sentimentais, intelectuais, etc., de profundidade incontestável, subliminar, traumática ou, às vezes, mais profundamente relacionadas aos portais da experiência que conduz aos chamados suirsomas, que é a experiência de viver o sentido subliminar da experiência da “encarnação”. Esses níveis de profundidade se diferenciam em todos e entre todos os seres humanos. A experiência de cada um imprime resultados muito específicos para cada um. Isto é devido à importância de sua transformação, desenvolvimento, e o seu envolvimento em cada “vida” da sua experiência.

A coragem, apesar de apresentar-se nesta experiência humana, na oposição desta experiência, ela pode resultar em aspectos negativos quando associada a processos emocionais, a distúrbios, a formas específicas da personalidade, como o orgulho, levando o ser à extrema vaidade, ou a se constituir como déspota de sua experiência. A coragem, unida à arrogância, pode trazer consequências de uma experiência superlativa, exacerbando os sentimentos em relação aos outros, podendo desenvolver líderes que impôem a força e a violência. Então, há certamente, uma centena de situações especificamente não positivas resultantes da experiência da ignorância e das conjunções entre sentimentos, o medo, e as experiências interassociadas com sentimentos e a coragem. Apesar desse aspecto específico, certamente, a interassociação mais benevolente e próxima da experiência do amor resulta da humildade com a coragem. A relação de um ser que encontra-se no auge sensciente de suas noções traça-se em sua experiência certamente relações com as suas limitações. A humildade é o aspecto mais potenciaçizador da confiança em si sem a perturbação psíquica, mas relevantemente positiva e transformadora. A coragem de enfrentar as situações da sobrevivência, dos egoísmos, das tiranias, dos excessos, encontra-se no equilíbrio entre as noções de si e o encorajamento centrado na experiência do amor. Entende-se que é possível encontrar esse eixo entre compreender a si diante das situações de cada um, e aprender pelas respostas para consigo de confiança em si, sem a presença específica daquilo que o toca como negatividade da experiência do medo. É possível alcançar a coragem de enfrentar toda espécie de situação causal do medo. Não é apenas pela oposição ou expressão de complementação entre medo e coragem. O encorajamento sobressai da experiência orgânica baseada na confiança em si. Há muitos anos viemos para explicar ao ser humano comum que a confiança em si leva à sua transformação. E dedicamos a mostrar a interassociação com os parâmetros das energias, dos conceitos, das formas, etc., da experiência do amor incondicional. Esta experiência está em plena ressonância com a própria transformação orgânica, a partir dos seus sistemas de sistemas de paridade. E as manifestações de interação entre a mente e o corpo encontram-se prontamente exercitadas desde a infância, no aprendizado corporal que frequentemente evidencia o medo como experiência de educação. Normalmente, trazendo marcas de auto-rejeição e de rejeição dos outros por motivos diversos e distintos, e por causas mínimas. Certamente, é possível trazer à luz da experiência humana uma concepção relacionada à coragem, como exercício da confiança em si e da noção equilibrada de seu aprendizado, indistintamente de sua idade, porque uma criança em seu aspecto duplinado, e confinado de seu “espírito”, encontra-se submissa ao seu desenvolvimento corporal. Mas, o seu eixo insciente, o seu subconsciente, o seu inconsciente, não se baseia apenas na experiência vivencial do seu corpo, e pode, em diversas situações, ser entendido como um ser em “espírito”, aberto à compreensão de si. Certamente, em seu âmbito comum, a experiência infantil limita a sua expressão, e o seu aprendizado, encontrando-se submissa aos familiares e outros adultos. Muitas vezes, supera o sentimento infantil às noções viciadas e negativas da experiência adulta. Entretanto, nada disso modifica a ordem imperiosa da força física entre os seres adultos e seres infantis. Por esse motivo, esse aspecto específico do desenvolvimento mental se mostra contraditoriamente limitador, trazendo, para cada um, os resultados que aí se encontram dentro de cada um. A luz do amor, associada à experiência da coragem, realça as noções mais equilibradas que dão origem à humildade, potencializando a coragem como processo de compreensão e ação, de equilíbrio e de transformação. Coragem! Paz e Amor.

 

[Apresentações, encontros e mensagens]

 

NA: Agradecemos. E compreenda que dentro de você há muito amor. Compreenda que esse amor precisa ser encontrado. Não é apenas um sentimento, é uma forma de ser, de compreender, de agir, de agir consigo mesmo, de agir com os outros. Sinta que quando você ajuda alguém, você está ajudando a si mesmo. Isso faz em si uma grande força para a vida. Tenha coragem de viver as situações boas. Tenha coragem de negar as situações ruins. Esteja certo daquilo que sente como certo. Confie em si sempre. Não tenha medo de nenhuma doença. Não tenha medo de nenhum perigo. Mas, seja sempre razoável com o seu sentimento. Quando esse sentimento disser não, confie nesse não. Quando disser sim, pequise esse sim. Aprenda esse sim. Entenda esse sim. Seja feliz. A felicidade não existe para todas as pessoas, porque ela precisa ser conquistada. Conquiste a sua felicidade contribuindo para a felicdade de outras pessoas. O amor é a essência daquilo que procura dentro do seu ser. E você é capaz de encontrar a luz do amor. Paz e Amor.

Grupo: Gostaria de perguntar, peço sua licença. O texto de hoje foi muito impactante, e tenho pensado muito no medo e como ele afeta. Numa fase minha e de minha família, houve medo, caminho de minha família, medo, todo estrago foi feito……..

NA: O medo considera o estrago. A coragem restitui a compreensão. Encontre a luz da sua essência, que é a luz do amor. Portanto, não há motivo real para se ter medo, pois o medo é uma ilusão, ele precede grande parte da realidade. A ilusão se imagina antes de ser, criando preconceitos, criando pré-dores, sofrimentos. Antes de que aconteça algo. É preciso ter coragem para enfrentar. Esqueça o medo. Concentre-se naquilo que embasa o seu sentimento de amor. E, passo a passo, destitua do trono da ignorância não apenas a sensação do medo, mas até o medo que tenha sido resultante de alguma negatividade. Construa sem pressa. Distribua o seu amor, pois dividir o amor é multiplicá-lo, trazendo com humildade aquilo que deverá ser a experiência de viver a sua vida. Sempre de mãos dadas com aqueles que compartilham e que lhe dêem todo o seu âmbito do seu alcance, isto é, o que está em seu alcance encontra-se em suas mãos. A luz do amor é a essência que pode realizar, que pode trazer para o mundo real o mundo de viver a sua experiência de vida, o seu significado, o seu suirsoma. Paz e Amor.

Grupo: Muito grata.

NA: Igualmente agradecemos a oportunidade.

Grupo: O medo acompanha a gente nas nossas rotas?

NA: Sim.

Grupo: Os nossos medos vêm da nossa vida Intai. Como é esse processo? Podemos dizer que o suirsoma está ligado à superação de algum medo? Ou construção de uma confiança?

NA: é preciso compreender que a experiência do medo está relacionada a diversos fatores e certamente relaciona-se à superação de cada um. Também é possível relacionar o medo aos suirsomas. Os suirsomas são aquelas combinações realizadas antes de vir para a vida, em conjunto com os seres Ranamás, que são seres benevolentes, que atuam com a humanidade em seu desenvolvimento. O medo há de ser enfrentado, mas o pequeno detalhe não relaciona-se exatamente ao medo, mas, aliás, especificamente porque o medo normalmente é uma ilusão. Entretanto, confiar e aprender a confiar em si proporcionam o encontro com a coragem. E a coragem “equilibrada”, isto é, associada à humildade, potencializa qualquer tipo de “enfrentamento”. Então, por isso, o medo tende a se desconstruir. Desta forma, confiar em si, por mais complexo que seja, é apenas confiar em si. Assim, também, ter coragem, por mais complexo e difícil, é apenas ter coragem. Então, tenha coragem! Enfrente com leveza. Enfrente com humildade. Mas, reforçando que certamente irá superar. Paz e Amor.

Grupo: Todos os planetas que hospedam duplinação humana passam por isso?

NA: Em níveis distintos. As experiências não são as mesmas, mas há fatores semelhantes.

Grupo: Para a gente do planeta Terra, o maior desafio seria esse. E em outros planetas, outro desafio?

NA: Qual desafio?

Grupo: Ter medo.

NA: Isto não é exatamente um desafio. O desafio é viver é não ter medo e viver, mesmo tendo medo. Tem-se muito medo, mas vive-se. E em outros planetas a experiência muda. Talvez o medo esteja presente.

Grupo: talvez não esteja presente?

NA: Talvez não.

Grupo: Você já falou sobre esse medo ser usado por governantes para controles. Estamos vivendo isso agora, né?

NA: Muitss vezes. Confie em si.

Grupo: Onde não há medo, há paz?

NA: Nem sempre. Pode haver apatia. Estagnação. Os problemas são outros.

[Pedidos…]

Grupo: Uma curiosidade. Você falou que há mais ou menos 3 mil anos vocês mudaram a orientação de neutralidade. E coincide com a passagem de Cristo na Terra. Ele faz parte disso? Ele é humano?

NA: Cada vez que sugerimos algo em oposição à experiência humana, largamente difundida, criamos uma nova perspectiva exótica. Conhecemos Jesus Cristo na experiência de Sananda, bem mais antiga do que a vinda conhecida pelos humanos. Mas, independentemente daquilo que se diz, que não se pode comprovar, mas que é uma fé de toda uma humanidade, podemos apenas dizer que a força de Jesus é real, mas a compreensão humana a distorce e a recria de várias formas. Então, não precisamos adicionar mais uma forma à compreensão de Jesus-Sananda, porque não é necessário. É preciso que se compreenda que a experiência do amor é mais antiga do que a vinda de Jesus, é mais antiga do que a experiência de Buda, é mais antiga do que Brahma, é mais antiga do que Savashia, é mais antiga do que outros que vieram num período da humanidade que ela mal sabia o que fazer diante de outro animal. Certamente, a humanidade traça neste planeta uma experiência com alta expectativa. Há outros seres não humanos atrapalhando e outros ajudando. Não é uma guerra, mas já foi. É hora da humanidade se encontrar para criar uma expectativa que não somos nós que estamos criando. Diz-se a frase: ‘Antes tarde’, pois já passa da hora de haver uma grande transformação. Ela é necessária. Ela irá acontecer de uma forma proprioceptiva, ou de uma forma imposta pela natureza. Paz e Amor.

Grupo: Com relação a essa transformação do medo não ser a coisa mais…., porque o medo é colocado como algo concreto pra gente desde a infância. Esse processo nosso, a exociência pode ser um fator importante, a gente pode superar os nossos medos na exociência?

NA: Certamente você tem menos medo estando em estado exociente do que em estado consciente, exatemente porque o medo é uma ilusão.

Grupo: Isso acontece? Encontramos com pessoas que podem ajudar a gente?

NA: Se você conscientemente, isto é, aqui e agora, nesta existência não fizer nada, não. Todos que tentarão te ajudar irão ajudar em vão. É preciso que você se encontre, se respeite, se ame, se desenvolva, que tenha coragem, que viva, e se aproxime do seu amor sensciente. Que desenvolva a sua mente, pois ela é a expressão de toda a sua energia, a energia do seu ser, daquilo que és.

Grupo: Xxxxxx esteve aqui, e você mandou uma mensagem para Xxxxx que ajudou muito a el@, e hoje el@ pediu que mandasse para ele.

NA: “Caro irm@, não são as curvas da estrada que traçam o seu destino. São suas atitudes para consigo ao desenhar em seu ser cada curva e os seus procedimentos. A compreensão de cada um, de si e dos outros, é amplamente limitada. Mas, não se pode dizer que esse limite lhe impõe um congelamento. Nada disso! Ao contrário. As limitações redesenham as constituições do seu organismo, dando-te mais poder e mais possibilidades, pois é a consciência que se desnvolve para encontrar-se em seus “mistérios”. Esses “mistérios” são chamados de suirsomas. É aquilo que você deve fazer para fazer de si melhor do que quando chegou. Se esforce, tenha coragem, pense, sinta, ajude a si e aos outros. As forças tehili são forças do universo. É possível se encaixar naquilo exatamente que se precisa para ter sucesso naquilo que precisamos ter sucesso. Esta é a luz do amor. Paz e Amor. Agradecemos.”

[Pedido de mensagem…]

NA: “Queridos irmãos, certamente, diz-se que o amor é piegas, porque parece ser algo insuficiente. Então, a natureza cria uma forma mais contundente e real. Essa coisa é chamada de dor. Se a dor não for suficiente, talvez ela precise aumentar mais, e mais, até que se conclui o suirsoma de alguém. É a natureza, porque da mesma forma, uma planta se constitui na terra e depende da sua experiência com a terra, com o sol, e ela se submete resignadamente. Mas, a humanidade tem opção. Onde há amor, há paz. Onde ha paz, há amor. O amor substitui a dor. O que se deve fazer não é exercitar a destrutividade porque ela não tem fim. O que se pode fazer é encontrar as suas noções em si, a consciência do amor, a compreensão de que ao amar a si e aos outros, pode enfrentar com coragem qualquer situação. Não é um conselho que define a ação. É a ação que exercita a experiência. É preciso confiar em seu amor íntimo e colocá-lo a serviço da transformação de uma família. Os apegos estão sendo exercitados. O exercício de perder, seja fisicamente, seja financeiramente, seja espiritualmente, perder é abrir mão daquilo que lhe impõe uma dor. Mas, a experiência da coragem demonstra que ao acolher o seu amor íntimo, encontrará as soluções que vêm pela própria luz que se estabelece em seu coração. Se é verdade, a luz se estende uns aos outros. E se não é verdade, a dor irá ser distribuída. Ela é causal. Em tempos de paz e de fartura, cada um gasta a sua energia como bem entender. Mas, quando as coisas se transformam, elas modificam todos os aspetos da realidade. E muitas vezes não é mais possível reconstituí-la, a não ser por meio da luz do amor. Entendam-se. Dialoguem-se. Pensem que perdas maiores podem acontecer se não compreenderem as perdas menores. Antecedam-se. Compreendam que só o amor pode estabelecer equilíbrio entre vocês. Não demorem muito. Confie em si. Paz e Amor.”

Grupo: Muito obrigad@.

Grupo: Eu queria agradecer muito. É um sentimento geral. Independente, é claro que existem dificuldades, questões em aberto, mas agradecer muito porque todos esses ensinamentos, pensamentos, toda essa convivência que vocês proporcionam para a gente transforma a vida da gente muito. Queria agradecer. Não sei há quanto tempo estamos com vocês, mas por esses momentos agora…

Grupo: Agradecer pelo que entendo e não entendo

NA: Igualmente agradecermos, pois este é o sentido de aqui nos mannifestarmos. … e constitui a vida em todo o seu processo.

Quando se olha para universo no olhar humano, as estrelas parecem que pregadas num pano preto. Certamente essa pequena imagem infantil,

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Serenos das plêiades. Muitos visitantes amigos invisíveis dos seres humanos. Eles lhe são gratos.