Encontro Semanal

Efeito Tsihum

Paz e Amor.

Estamos olhando no horizonte novamente e nesse horizonte lá está a natureza da natureza. Onde quer que estejamos ela irá constituir-nos de toda a sua essência. A natureza da natureza é a força que levamos e assim podemos existir. Há uma experiência interessante, Vicicithum: Um mestre de outros mundos foi colocado numa floresta na Terra . Vicicithum. Em sua experiência, deveria sair de um labirinto florestal. O seu tempo era muito diferente do tempo terrestre e ele teria apenas uma hora para encontrar a saída do labirinto, e assim libertar-se de uma causa ancestral. Não é uma fantasia e sim uma história real, vivenciada na Terra, pouco depois do período pré-colombiano, provavelmente na região amazônica. Ao deparar-se com tantas árvores, Tsihum, como era chamado, não sabia o que fazer. Recorreu a si mesmo, observando a natureza. Rapidamente, percebeu que as plantas indicavam a ele para onde ir. Tsihum percebeu que se ele perguntasse, as plantas respondiam e ele teria que encontrar as respostas à maneira de cada uma delas. O efeito Tsihum passou a ser a indicação das plantas em resposta a perguntas. Ele perguntava: “por onde vou?” e observava para onde a planta mostrava. Tsihum analisou em seu tempo pessoal o equivalente a milhares de anos na Terra em menos de uma hora, que as plantas na Terra eram sensíveis ao crescimento e ao aprendizado dos seres, animais, insetos, aves, e até outras plantas. E propôs que o planeta vegetal seria, portanto, um planeta de grande aprendizado, e sem as plantas esse aprendizado seria impossível. Tsihum, em menos de 50 minutos, por indicação das plantas, conseguiu sair do labirinto florestal. Segundo o próprio Tsihum, é preciso olhar para si mesmo, para entender o que se diz em resposta às plantas. Mas, essencialmente, a natureza da natureza revela-se a si quando encontra-se a si. Nossa trajetória de informação, de discussão e elaboração sobre a natureza da natureza se inicia a partir da busca de si mesmo diante de um céu flamejante de rosas e de espinhos. A natureza da natureza é assim o reconhecimento de si mesmo, a partir de todas as virtudes da própria natureza. E uma dessas virtudes há de ser a consciência de si mesmo. No horizonte, si mesmo é o amor. No horizonte, si mesmo é o amor.

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Atendimentos.
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Paz e Amor, Olhando ao lado, temos aqui, muitos amores, que nos assistem e por isso, vos digo, em nome de todos, Nós te amamos. Cada um com o seu amor vislumbrando um pequeno ponto no universo terrestre, no universo universal eqüidistante de todas as razões que nos levam a ser como somos, assumir o que assumimos e perceber o que percebemos. Adiante prossigamos, mas atentemos às grandes mudanças que estão por vir. Preparemos os nossos corações, os nossos humores. No horizonte celeste, a natureza da natureza nos inspira apenas a dizer: só o amor nos fará ver, só o amor nos contactará com todas as possibilidades e fará como o diamante, subir para o centro do monte de cascalho, iluminar o coração de todos os inimigos sem sobrar um. Só o amor nos dará a mão para prosseguir na felicidade de existir, reencontrando sempre pelo caminho, nossos irmãos, irmanando cada flor no jardim do Senhor. Paz e Amor, Paz e Amor. Prossigam com Deus, Paz e Amor.

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