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Paz e Amor.
Mnahrkiwon

Estamos elaborando sobre as questões básicas do processo mental humano. Muitas questões não respondidas relacionam-se à fase básica de formação da mente e dos processos de duplinação. Frequentemente, essa questão não poderá ser respondida como um todo por não alcançar o conhecimento da humanidade em relação à sua profundidade Intai. Parte dessas informações é inacessível, mas pode ser aludida, apesar disso criar referências na imaginação. Não há o que fazer. Então, vamos elaborando de acordo com as possibilidades, mesmo que isso torne o processo um tanto exótico. Então, vamos em frente.

A formação dos níveis mentais, que já estão sendo discutidos, precisa aludir a uma base mais profunda que satisfaça, até que seja possível esclarecê-la. Precisamos dizer que a base mental é formada bem antes, no próprio relacionamento pré-duplinação entre os Ranamás e o ser a ser duplinado. A duplinação é uma opção, não é uma obrigação, mas muitos precisam ser convencidos que é uma boa opção para o seu desenvolvimento Intai. Muitos níveis de acesso insciencial podem ser alcançados de acordo com o nível de desenvolvimento de cada um, ainda como ser Intai. Essas possibilidades dependem dos próprios acessos inscienciais exercidos por cada ser “espiritual”. Os acessos, em geral, proporcionam níveis variados de relacionamento entre seres diversos. O nível de presença física na holosfera “espiritual” permite acesso a grupos numerosos de seres não humanos, assim como os próprios seres Intai humanos. Já nos foi perguntado a respeito de uma humanidade ao nível dos seres Intai. E esta questão fora respondida como sendo do hábito da experiência Kalamatsana, onde as definições podem ser revistas ou continuadas. Isto é, há opção de continuar sendo da “espiritualidade” humana ou de outras “espiritualidades”, para sermos compreendidos. Muitas questões poderão ou terão que ser descritas para melhorar a compreensão da complexidade de forma simplificada. Há estudos avançados feitos e em andamento pelos próprios seres Intai. Há também estudos sendo realizados com colaboração não humana. Não é possível encontrar todas as definições porque os níveis mais desenvolvidos são bem mais fora do alcance da compreensão racional fisiológica. É preciso mais para se ter noção dessas questões. Tais questões vão ser localizadas neste encontro como sendo de uma parte específica pré-duplinação. Muitas vezes, os Ranamás precisam proporcionar diálogos com os seres a serem duplinados, pois esses se encontram em estágios de confusão ou de acerto de suas experiências ao nível de sua visibilidade Kalamatsana, ou seja, revisando as suas experiências de “vida” nos ambientes físicos. Vamos procurar fazer explicações redundantes para proporcionar as associações devidas e até a localização para vocês mesmos. Vamos abordar um período de acesso com os seres Ranamás em relação à formação dos processos futuros da duplinação que proporcionam o estabelecimento do equilíbrio da estruturação orgânica mental. Ela depende das definições proporcionadas com os Ranamás à luz das ligações que se desenvolvem ao longo da vida suirsômica de cada um. O peso do aspecto suirsômico será sempre o mesmo. Ou seja, não depende daquilo que ocorre nos seus detalhes, mas essencialmente daquilo que se soluciona internamente tanto pelas forças tehili quanto pelas transformações de cada um. E essas transformações são essenciais para a integração suirsômica. Se ela não ocorrer, haverá outras oportunidades e as soluções suirsômicas se desdobrarão para encontrar as suas formas para desencadear o retorno suirsômico, que é a chamada morte física. A mente é baseada na existência de um eixo de comunicação e força interativa, donde os seus poderes de interatividade estão mais fundamentados no uso das aergias de campos Nir. E, a partir daí, toda a relação com as questões orgânicas físicas conhecidas, tanto em relação a campos magnéticos, quanto em relação a todas as demandas de energia corpóreas orgânicas. Isso é importante porque a base do espírito, do ser Intai, consiste em campos gerados no Magnem relacionados aos campos Nir, e “arquitetados” pela natureza do corpo físico através dos fluxos de cada célula que geram os fílens. Os fílens relacionam-se diretamente com os centros de energia. Assim, todo o processo de paridade orgânica, bioquímica, elétrica, bioelétrica, das luzes celulares, de todas as suas informações genéticas, está relacionado aos fluxos de interação que seguem os planos de gestão da energia corporal, assim como dos fluxos de energia em relação ao ambiente, incluindo as transformações tehili. Sim, há uma grande complexidade, mas não é preciso compreender tudo para entender que de um certo ponto para a frente, há uma relação entre o ser insciencial e tudo aquilo que ele é e pode ser. Então, esta relação constitui e é constituída pelas propostas e pelas explicações Ranamás. Os seres Ranamás se agrupam em formas de comunicação entre eles, não hierarquizada, chamada de Vatsans. Então, os Vatsans são grupos de Ranamás que exercem influência sobre os planetas onde eles atuam. Os Ranamás não têm quantidade, mas são altamente numerosos. Não se consideram poderosos, mas são inacessíveis. Toda a experiência do amor que conseguimos colher da experiência Kalamatsana dos seres humanos faz parte da reserva de energia e de campos Nir gerados e trazidos pelos seres Ranamás. Não há como relacioná-los à experiência humana que não seja toda a sua entrega incondicional de amor ao desenvolvimento independente e autônomo da humanidade. E, dessa forma, ficam protegidos de qualquer outra forma de domínio. Até que os seres se desenvolvam, essas possibilidades estão em aberto porque os seres Ranamás se entregam aos seres humanos. A sua energia de amor é o amor que consiste em cada ser humano, e que pode ser encontrada, e se os Ranamás têm alguma esperança é a de que cada um pode encontrar-se em seu amor incondicional. Essas possiblidades fazem parte, portanto, daquilo que representa os Vatsans.  Os Vatsans são, portanto, a experiência consistente dos Ranamás. Então, nos foi possível convidá-los para que falem sobre a formação da mente humana, e esta formação, que parece tão distante nas palavras de um ser tão íntimo, e desconhecido. Agradecemos a compreensão. E já estamos abertos para a expressão de um desses que já nos teve a honra de se expressar neste ambiente. Agradecemos. Vamos a eles. Peço a permissão de todos.

Ranamás: Paz e Amor. Somos grupos grandes, mas representamos apenas uma parte daquilo que a humanidade pode ser. Exatamente o que você acha que você deve ser. Temos aqui uma proposta de falar sobre a formação da mente. Mas, vamos nos ater a um momento específico de diálogo entre nós e os seres da humanidade. Nos colocamos na mesma paridade, quer dizer, no mesmo nível porque o nível do amor não é nem mais nem menos. Então, depende apenas da aceitação. Nós aceitamos o amor. Então, a priori, a diferença é na aceitação. A aceitação é uma reserva que cada um tem o direito de ter. Você pode se aceitar ou não. Você pode se modificar ou não. Você pode se ver ou não. Ou em parte, ou deixar para sempre, ou deixar para depois, ou até antecipar a sua experiência com amor. Não é uma decisão que você toma agora. É uma decisão que já foi um diálogo com você. Já conversamos com você diretamente. Um na frente do outro. Uma luz na frente de outra luz, com a mesma força, com o mesmo direito, mas com as diferenças das considerações. Não dominamos nada nem a ninguém, apenas temos as nossas atribuições de nosso direito, de nossa vontade e de nossa expressão incondicional do amor. Não estamos aqui para cobrar nem para mostrar algo que não compreendam. E o que será que você compreende? Talvez saibamos, mas não temos o direito de dizer, pois cada um compreende à sua maneira. Alcançaremos um dia, quer dizer, à luz de uma estrela, um ponto muito bom. Mas, é tão longínquo, que pelo menos terá que perpassar vidas, no entendimento terrestre. Por isso, viemos apenas descrever pontuações, apenas descrever algumas cenas, apenas mostrar o que talvez não se possa saber sem que nós mesmos falemos com vocês.

Essa experiência não é uma experiência qualquer. A vida que está em você, a sua vida não é uma experiência a esmo, insólita, como se pode ver no escuro, no niilismo de uma mente vazia que não se considera. Pois, tudo está relacionado para que se compreenda a sua mente, e a sua mente precisa de apoio e precisa de você, só de você. A sua mente, você, só precisa, para considerar a si, para vivenciar a si, só de você. Mas, a experiência corpórea não é apenas uma experiência individualista. Ela pode ser porque existe a possibilidade livre de você esquecer a si. E se você se esquecer, não encontrará nenhum parâmetro para compreender aos outros. Então, por isso, a experiência da duplinação, a experiência da encarnação, a experiência da vida física, independentemente do que você pensa ou possa imaginar, é uma experiência para ser coletiva. Por que? Tudo na experiência física é coletivo. Se ela for individualista, ela não trará a ajuda necessária para se conseguir encontrar a si, A sua decisão não é uma decisão verdadeira. A sua escolha não é uma escolha verdadeira. São as opções, aquelas que você compreende, que você tem como acesso à sua forma de perceber, de saber, de compreender, de ter noção, e isso depende do seu propósito. Não é um propósito definido, desenhado e certo. É um propósito do seu sentido. Qual é o sentido? Não importa. Importa que você busque, que você continue, que você aceite, que você se abra, que você sensibilize, que você se ame. Não um amor como se pensa, um amor aos pedaços, não, um amor incondicional. É só o amor. Se você amar a si e aos outros, encontrará o seu eixo. As forças tehili movimentarão todas as energias porque essas energias físicas não são nada perto de outras forças. Elas podem ser reagrupadas e refeitas. Elas podem chegar como queira, desde que compreenda em seu ser a incondicionalidade do amor. Sabemos que isso não é muito fácil. Não é fácil para muitos, para muitos outros seres não humanos também. Mas essa é a experiência. E, o momento que vamos falar, que vamos descrever, que você viveu conosco, é o momento que trazemos a sua experiência inteira para a sua insciência e mostramos: “olha, veja o seu caminho”. Ver o caminho é doloroso porque todos já passaram por dificuldades muito fortes, diversas. Mas, elas não aparecem com clareza nos suirsomas. Elas precisam ser relembradas porque as memórias são parte da construção da mente, da estrutura, e a formação da mente está baseada na estrutura e a formação das memórias.  Então, elas precisam ter um âmbito não físico que chamamos de silosciente. Esse âmbito de armazenamento da memória é da natureza do ser, e essa natureza se constrói. Há então um momento em que mostramos essa experiência. Pois ela só é acessível com ajuda acima do seu desenvolvimento. Muitas vezes não é possível saber quem se é, então precisamos dar essa orientação. Muitos não se encontram aptos para a duplinação, então passamos muito tempo do tempo físico, para contribuir com essa possibilidade, e a possibilidade do desenvolvimento, e ela não é incomum. Ela é para todos, porque não há limite entre aquilo que você é e aquilo que você pode ser. E é preciso, portanto, que se compreenda a experiência sob o ponto de vista da simplicidade. Certamente tudo é muito complexo. Mas a experiência pode ser simples. Para que ela seja simples, é preciso se abrir, se doar a si, mas não a si individualmente, não a si de forma egoísta. Você não obterá um retorno do seu próprio amor separando as coisas só para você. É claro que você não precisa dar tudo que você tem para obter alguma coisa daquilo que você não tem. Você irá construir a relação entre você e você mesmo. Não há medida nem parâmetro. Por isso, é você, é a sua liberdade, é a sua possibilidade. Por isso, temos uma referência confiável. É a incondicionalidade do amor. Sem essa referência, você está a esmo, aleatoriamente no caminho de caminhos e mais caminhos, inclusive de caminhos de outros.

Então é preciso compreender que a relação mental é feita também com base neste parâmetro. Esse momento que construímos e mostramos essa questão, é que sugerimos marcar a mente de vocês com a luz do amor, e todos têm essa marca em sua espiritualidade, em seu ser. Então, é possível você encontrar isso em você. Aparentemente, o mundo do caos, da entropia desordenada, que gera o egoísmo, ele é incerto. Repentinamente ele pode se inverter apenas pelo movimento de uma pedra. Ele é aleatório, ele é inseguro, ele depende de coisas frívolas. Mas a incondicionalidade do amor, que inclusive existe em todos os seres humanos, é só buscá-la. Você não vai perder aquilo que você tem. Você vai ganhar o que você não tem. Você vai transferir a experiência, você vai transferir o seu amor. E este momento que estamos descrevemos é um momento muito especial que você já vivenciou. Então, tenha em sua mente essa possiblidade. Você pode encontrar-se na incondicionalidade do amor. O que isso significa é você que vai definir. Não podemos preestabelecer nada. Não podemos fazer nenhuma forma para que você siga. Aceite-se. É a incondicionalidade que apresentamos. O amor é um; o amor é reverência; o amor é energia. Ele pode ser o que você quiser. Compreenda que construir a sua mente é construir dentro de si as suas referências. Quanto mais próximas do seu eixo insciencial, da sua luz de amor, melhor e mais poderoso no bom sentido você será. Não estamos apelando pela sua ambição, apenas pela sua própria incondicionalidade. Aceitar a si. Nós combinamos muitas coisas. Muitas delas estão sendo cumpridas sem problema. E é natural que algumas não sejam. Porque você não sabe, a sua consciência agora não retém essa informação. Mas, há extravasamentos. Há muitas formas de se compreender a si, e elas estão dentro da sua mente, do seu diálogo interno. A mente, ela pode ser desenvolvida. E a principal mensagem deste momento é que se ela pode, se é uma boa coisa, se você aceita a si, não reclame. Aceite-se, não imponha, não escravize, não recheie de ilusões a sua experiência. Seja simples. Simples quer dizer: simplesmente viva. Questione-se com amor. É preciso. Mas com amor. Isso quer dizer abrindo as possiblidades para você compreender melhor a si, sem se massacrar, sem se destruir, sem impor nem a si nem aos outros. Não espere nada de alguém, e se esperar, aceite as respostas como elas vierem. Se discordar, dialogue, ajude, estenda a mão, não é complicado. Mas para alguns de vocês pode ser, nós não cobramos. Apenas estamos aqui para demonstrar que continuamos aqui. E continuar aqui é só um espaço dentro de cada um. Um espaço para si mesmo que caiba todo o amor que existe neste mundo. O amor ocupa todo o universo, mas pode ocupar todo dentro de você. Confie, aceite, amplie-se, descubra-se. Não espere a humanidade mudar. Ela não vai mudar. Quem vai mudar é você. A humanidade é uma resultante. Não é só um. Não é o mais poderoso e nem é o mais desprezado. Todos têm amor interno. Todos são construídos com um grande amor, por um grande amor, de um grande amor – o amor da existência Kalamatsana. Não podemos dizer de um Deus, porque isso é uma ideia para cada um. Confie no seu Deus, se você acha que ele está em você. Confie na sua experiência se ela não é uma experiência de um Deus. Pois, todos os deuses da humanidade são humanos. Isso quer dizer: é você, é a sua atitude. É o seu vivenciar. São as suas considerações. Não é ser tolo amar uns aos outros, é ser sábio, porque não é fácil, não é fácil, mas é construtivo, e está dentro daquilo que combinamos. O amor é a essência, O amor é tudo. Agradecemos por meio do nosso amor, humildemente porque somos iguais. Não somos nada sem vocês. Estamos aqui nos projetando na essência pura e simples do nosso amor. Paz e Amor. Estejam bem. Construam-se. Sigam em frente. Aceitem o sofrimento mas substitua-o pelo amor. O sofrimento se dissolverá, mesmo que demore, porque você não fez isso ou aquilo do dia para a noite. Talvez tenha levado vidas e mais vidas para chegar até aqui. E já que chegou, aceite-se, você lutou muito. Você está lutando. É hora de ser o que você é. Seja, não tenha medo. O medo é uma ilusão, algo que se constrói e que pode ser dissolvido em um peteleco, como já dissemos. Então, agradecemos por vocês, não por nós, apenas por vocês. Amem-se. Paz e Amor. Paz e Amor.

Grupo: Boa tarde! Paz e Amor. Seja muito bem-vindo. Obrigado por suas palavras. O que a gente já tem visto, sobre os Ranamás, geralmente as diversas pessoas têm os seus Ranamás. Você seria o Ranamás de algum do nosso grupo?

R: Não podemos dizer.

Grupo: Obrigado. Respeito e agradeço.

R: Agradecemos, com muito amor.

Grupo: A gente fica até sem palavras.

Grupo: Que grande oportunidade. Muito emocionante. Parece que nossos Ranamás estão reunidos como a gente está aqui.

R: Isto pode responder melhor a pergunta do Luís. Todos eles estão aqui.

Grupo: Muito obrigado.

R: Isto é ser Vatsan. Vatsan são todos. Não há um mais, ou menos. Todos são todos. E cada um tem o seu. O seu que trouxe, que estendeu as mãos para que vocês fossem duplinados.

Grupo: Paz e Amor. Não sei se é pergunta ou um conselho, mas o senhor começou uma fala que me chamou muita atenção: do amor incondicional e o amor aceitação. O nosso planeta está passando por uma situação, eu estou me sentindo muito incomodada com algumas situações que estão acontecendo que nós estamos fazendo com nós seres humanos. Estou me sentindo muito inquieta, não sei se estou me deixando envolver com a situação, mas estou me sentindo impotente. Essa é a grande verdade, com tanta coisa que está acontecendo com a humanidade. Eu não estou conseguindo lidar com tanta emoção negativa e eu não querendo me envolver nessa energia, mas tem algo dentro de mim gritando, como se eu pudesse fazer alguma coisa, mas eu não estou fazendo aquilo que eu acho que eu deveria fazer. E eu gostaria que o senhor pudesse me ajudar nesse conflito – não sei se é um conflito – interno. Paz e Amor.

R: Pode falar “você”, como muitos humanos falam. Mas, vamos pensar que se você estivesse num rio, e houvesse uma correnteza te levando e vários estivessem nas margens, indiferentes a você. A correnteza está te levando, você apenas irá pedir ajuda, ou você vai fazer alguma coisa por você?

Grupo: Vou fazer alguma coisa por mim.

R: Você vai nadar contra a correnteza frontalmente, ou você vai se aproximar de alguma margem?

Grupo: Vou me aproximar uma margem.

R: Então, você vai lutar se aproximando de uma margem. Você representa a solução. Isso é uma solução. Não adianta muito gritar e reclamar por aqueles que estão indiferentes, mas adianta você encontrar as suas soluções. Você se salva. Agora você está numa situação em que próximo de você tem outra pessoa igual. Você vai salvá-la, você vai ajudá-la? De que forma? O que você vai fazer? Ou vai ser indiferente?

Grupo: Não. Vou compreendê-la. Vou tentar compreendê-la. Essa seria minha primeira opção. Aceitá-la, amá-la

R: Ele vai embora. O que você vai fazer por ela?

Grupo: Continuar a amá-la.

R: Mas, ela está no rio, se afogando com você na correnteza.

Grupo: Vou tentar ajudá-la puxando-a para a margem. Estou imaginando a cena para ver o que eu realmente faço. Sinceramente, o que veio no meu íntimo, vendo essa pessoa desesperada na correnteza, eu simplesmente relaxaria e abraçaria essa pessoa. Isso que  veio no coração. Esse foi o sentimento que eu tive.

R: E morreria com ela.

Grupo: Será? Eu não sei. Eu pensei no sentido de flutuar, e não de afundar.

R: Sim, mas se você abraçá-la, o desespero dela vai te afundar. Veja, é importante que se pense numa situação que é bastante conhecida, não é? Mas ela pode retratar uma parte das possibilidades daqueles que acham que não se pode fazer nada. É possível levá-la à margem, dialogando com ela: “Vamos para a margem”. E, na medida em que você for, ela também irá. Seja uma, duas, três ou mais. A experiência física não é possível com tanta facilidade quanto a experiência de falar sobre isso, porque depende de cada um. Não depende só de você ir salvar. Você precisa salvar a si, salvando quem for possível. E quem for possível precisa da sua consideração. E esse salvar ideológico é possível se você não considerar a sua indiferença. O seu sentir, o seu envolvimento em sua experiência deve levar sempre alguém. Sempre tem alguém ao seu lado que você pode levar para a margem. A indiferença é que é perigosa, porque ela te leva ao egoísmo. Então, quando se diz de uma humanidade, que você faz parte, que você quer que ela mude, só dizer que você é contra o que ela faz, incluindo-se por uma consideração, você começa a andar em círculo, refazendo o caminho do erro. É preciso crer em sua parte. É preciso fazer a sua parte funcionar. É difícil, mas é possível. E quando você identifica a humanidade, não estaria você fazendo a mesma coisa? Então, identifique-se nessa humanidade, e não seja o pior dela. Seja o melhor dela. Você irá aumentar a chance de um dia a frase ser diferente. Ser: “Somos uma humanidade do amor”. Não porque você fez a sua parte, mas porque muitos fizeram as suas partes. E, para isso, é necessário você fazer a sua parte. Começa da unidade e termina na unidade, o reconhecimento da sua coletividade. O reconhecimento do seu fazer. Não se deprima, não se imponha, não se exponha. Apenas, humildemente, procure fazer a sua parte. E peça, ajude, implore, leve a sua experiência, fazendo e trazendo outros, na medida em que esses outros também compreendam o que está acontecendo. Se ninguém compreender, continuará naturalmente a acontecer.

Grupo: Entendi. Obrigada pela reflexão, pelos ensinamentos.

R: igualmente agradecemos.

Grupo: Paz e Amor, Nosso Amigo. Meu amigo. Muito amor. Você falou do que a gente combinou antes de chegar aqui. Achei tão sensacional ter tido essa combinação. Enfim, eu gostaria de saber de duas pessoas queridas que já se foram, é possível?

R: Nós especificamente não podemos fazer isso, mas em outro momento outros farão por você.

Grupo: Imaginei. Gratidão. Paz e Amor infinito!

Grupo: Querido Ranamás, te amo muito. Fiquei muito emocionada com a sua fala. Queria perguntar o seguinte: quando você falou que a experiência da vida física é para ser coletiva, está incluindo todos os seres, vegetais, animais, a água, o sol, a terra ou você quis dizer só esse coletivo humano? E se for só humano, como isso se dá, sabendo que estamos na matéria e que todas as nossas experiências têm que passar pela matéria, que é o nosso ser físico?

R: Muito bem, as considerações, em extensão para todos, incluindo a própria Terra, é expressão do amor incondicional. Então, não há condições de um ser de um jeito ou de outro. Quando você respeita a Terra, o seu ambiente, o ar que você respira; quando você se sente agredida por uma pedra que cai da montanha, por uma árvore levada pela chuva para cima de você, é a natureza do próprio ser. Isso não é agressão. Isso é a relação. E a relação de intimidade que se tem com o amor incondicional, que é a relação de intimidade que se tem com você mesma. E isso claro que é passível da sua compreensão. Na medida em que considera isso, você se amplia, e ao se ampliar, amplia também as possibilidades de se equilibrar, tanto aquilo que é próximo quanto aquilo que sai de você, como o seu filho. Ampliar-se a ele é aceitar exatamente como ele é. Abraçá-lo e expressar o seu amor, sem esperar que ele expresse isso para você. Isso é da humanidade. Mas o seu amor pode alcançá-lo simplesmente o amando, da mesma forma compreendendo que a destruição da natureza irá recair sobre os ombros de uma humanidade de uma forma muito mais complexa. Então, o amor é na medida da sua incondicionalidade. Isso não vai atingir você. O indivíduo que se torna aberto ao outro, ele constrói também as suas fortalezas. É da natureza. Ele constrói também as suas proteções, mesmo que ele nem pense nelas. As considerações da experiência do amor são muito mais amplas do que se pode imaginar. E o equilíbrio é a tendência dessa experiência, a experiência duplinada. Buscar o equilíbrio é conseguir uma melhor forma de compreender a si. Faça isso e irá perceber claramente como a vida lhe retribui naturalmente.

Grupo: Muito obrigada. Amei suas palavras. Beijo grande.

R: Paz e Amor.

Grupo: Paz e Amor. Muita gratidão. Fiquei muito emocionada também. Tenho uma curiosidade. Quando você fala das combinações, com relação à minha escolha profissional, costumo “brincar” com as pessoas que não fui eu que escolhi, mas foi esta profissão que me escolheu. Não sei bem muito bem como eu cheguei nela, porque eu não conhecia praticamente nada, mas eu me sinto completamente imersa nela. Se esse caminho que eu estou trilhando, nesse âmbito pelo mesmo, se ele segue um pouco o que é o meu propósito aqui. Ser terapeuta, atuar dessa forma. Porque eu sinto que é uma coisa que veio muito natural na minha vida. Não foi uma escolha racional.

R: E o que você acha?

Grupo: Eu acho que eu estou no caminho.

R: Isso. É isso que se diz que é suirsômico. É isso que combinamos. É você seguir o que você pode seguir dentro de si. E ele irá se desenvolver, esse caminho, como o caminho. É o amor e é a sua extensão. São as suas possibilidades. Então, creia em si. Creia naquilo que intimamente é dito para você, por você mesma.

Grupo: Muito grata. Eu, às vezes, ainda fico um pouco insegura com algumas coisas, principalmente pelo fato de ser uma área que eu deixo muito a minha intuição atuar. E muitas vezes eu me sinto passeando por esse lado da nossa ciência e dessas possibilidades.

R: Da mesma forma, a ciência vai atrás de você. Você vai se comprovando estudando, aprendendo e aplicando o aprendizado e aquilo que se comprova. A ciência humana, a priori, ainda é aquilo que se comprova.

Grupo: Gratidão. Continuarei. Muito grata. Paz e Amor.

Grupo: Muito grata por sua presença conosco aqui hoje. Eu me identifiquei com uma questão em relação a esse momento que a gente está vivendo de isolamento. Eu tenho me preocupado ultimamente com uma questão e acho que ouvi algo a respeito na sua fala, sobre o egoísmo. Eu andei refletindo sobre isso em relação a esse momento, de ser momento de isolamento. E, muitas vezes, eu busco uma certa alienação. São muitas falas sobre várias questões e, por mais que a gente busque contribuir com uma energia positiva para esse momento, talvez por uma forma de dar conta, eu procurei me distanciar. E também por uma demanda que é real, de maior trabalho, de me mergulhar e me dedicar a isso. Outro dia me peguei pensando sobre isso: essa situação de estar sozinha muito tempo, por mais que a gente tenha uma vida social por essa via aqui, online. Mas, eu estava me sentindo como se estivesse desenvolvendo uma forma de egoísmo. Eu pediria, por gentileza, uma reflexão, alguma coisa em relação a isso. 

R: Paz e Amor. Proteger-se não é ser egoísta. Proteger-se é se defender de algo que pode comprometer alguma coisa na sua trajetória. É reconhecimento do risco e, fundamentalmente, obedecer às sugestões mais amplas, também não é egoísmo. É ao contrário. É compreender que a sua contribuição coletiva irá fazer diferença em relação aos outros. Seguir uma regra ou defender-se, portanto, somam-se como coisas que ajudam a si e aos outros. O mais importante é compreender aquilo que você faz. Quando você estende a mão a causas de outros; quando você ajuda ao máximo aquilo que acontece em outras esferas com outras pessoas, isso não é estar na correnteza e convidar aos outros para a margem? Não é mostrar que reme de tal forma para chegar mais rápido à margem? Não é compreender que há a possibilidade de muitos seguirem em conjunto? Então, o egoísmo não inclui essas possibilidades. O egoísmo é algo só para si, é algo só para os seus, é algo só para a sua exclusividade. Então, não estás sendo egoísta. Estás se abrindo para a causa de outros que não poderiam estar incluídos numa lista de egoístas. Então, quando se faz essa prestação de orientação para os outros é abrir-se ao amor, ao coração, aos sentidos que a vida coletiva pode trazer para todos. É ampliar a experiência do amor. E, por isso, agradecemos.

Grupo: Eu que agradeço profundamente. Nos acompanhe, por favor.

R: Confie mais em si.

Grupo: Estou muito feliz com esse contato. Muito honrada e agradeço muito. Eu queria perguntar se o nosso Ranamás é sempre o mesmo Ranamás para todas as duplinações. E uma outra pergunta: como seria o ambiente em que a gente se encontra com o Ranamás para conversar sobre a nossa próxima vida?

R: Primeiramente, muitas vezes um Ranamás pode seguir aquele que ele quer ver se desenvolver ao longo de várias duplinações. Mas, em algum momento, ele opta em deixar que a experiência de outros Ranamás também possa contribuir. Ele não tem exclusividade. Ele só tem o amor. E esse amor é fluido. Esse amor é equilibrado. Esse amor flui, atende. Esse amor constrói. O ambiente em que propomos é o ambiente de acolhimento, de amor. Nós podemos ir para uma estrela e podemos mostrar que a voracidade da natureza precisa ser transformada. Às vezes, levamos para um pôr do sol na Terra para mostrar que as cores irão se beneficiar da presença de um ser como aquele. Ou vamos para um lugar turbulento, onde a natureza se revolta e mostra que o papel daquela pessoa é o papel de superação, ou é um papel de ser o responsável por tudo que possa acontecer daquele ponto em que ele entra ao ponto em que ele sai. É muito variado, mas é tudo por intermédio da incondicionalidade do amor. É sempre para dar a oportunidade para aquele que vai viver uma nova experiência duplinada. É preciso convencê-lo, se ele assim não está. É preciso estimulá-lo, se ele irá fazer alguma coisa para os outros ou somente para si. De qualquer forma, é sempre um momento importante, que reverbera por toda a vida de cada um.

Grupo: Muita gratidão.

R: Igualmente agradecemos.

Grupo: Gratidão imensa. É muito emocionante esse momento, nunca tinha participado de um encontro com sua presença. Queria agradecer o seu acompanhamento o ano passado no processo de deduplinação de minha mãe. Tenho aprendido mais depois das conversas que tivemos. Ainda não tinha entendido muito o que era confiar, confiar, independentemente do pudesse vir a acontecer. Tinha muita dificuldade e lutei muito pela permanência da minha mãe no estado duplinado. Eu desejei isso imensamente, com todas as minhas forças e demorei bastante a compreender que confiar é algo muito maior do que acreditar que a pessoa vai se curar fisicamente e permanecer aqui no plano humano da Terra. Estou aprendendo e você me ajudou muito nisso. Agradeço imensamente. Bem, minha pergunta é: foi a primeira vez que ouvi sobre a incondicionalidade do amor próprio. Nunca tinha pensado sobre isso. Sempre que ouvia “amor incondicional”, o meu pensamento era sempre que isso se referia a outros, partindo de nós, o nosso amor incondicional para com os outros. Mas, eu nunca pensei nisso para conosco. O meu amor próprio, incondicionalmente. Ouvir isso agora foi muito forte para mim porque, quando se pensa em tomadas de decisões e decisões que podem mudar o rumo da vida de uma maneira muito forte, questiono muito: O que é o amor incondicional? E até onde esse amor incondicional suporta? É o que tem sido mais forte para mim agora. Qual o meu limite de suportar algumas coisas. E aí quando vem o questionamento do amor incondicional por si mesma, eu gostaria de ouvir mais sobre isso, porque eu gostaria de ter mais confiança ainda na minha coragem de tomar algumas decisões. Uma coisa que Nosso Amigo falou para mim em encontros passados foi sobre confiar nas minhas decisões, independente do que outras pessoas disserem e pensarem a respeito das situações que eu vivo. Mas, até onde vai? O que pode suportar a incondicionalidade do amor? De uma maneira infinita? Porque eu me sinto às vezes com dificuldade de compreender o que é a tolerância. Já ouvi várias vezes que eu suporto demasiadamente, que a minha tolerância para dor é fora do normal. E aí agora vem essa questão da incondicionalidade do amor próprio, que mexeu profundamente comigo. Eu gostaria de te ouvir mais a respeito disso para que eu me sinta mais segura nesse momento pelo qual estou passando já há bastante tempo, e pelo que vou passar nos próximos dias, nos próximos tempos.

R: Paz e Amor. Não querendo dizer que seja uma dúvida só sua, mas a primeira coisa que a humanidade duvida é de alguma incondicionalidade. Porque algo que vá acontecer talvez seja mais forte na consideração dessa pessoa em relação a si ou em relação aos outros. Então, certamente, a incondicionalidade do amor é algo muito forte, mas é algo determinante. E ela não precisa ser externalizada para a demonstração de que isso é um fato. Apenas ser vivenciada e compreendida por você. Cada um tem o seu limite. Não há um limite igual para todos. Há aquele que possui muito, muito poder, e não faz nada. E há aquele que não tem nenhum poder, talvez um poder local dentro da sua residência, mas que proporciona reações incondicionais amplas. E essa experiência não é única. Ela é uma experiência já vivenciada por muitos seres humanos. Então, é uma questão de descobrir, é uma questão de considerar. Entretanto, já considerar e compreender o amor incondicional em relação aos outros já seria considerar dentro de si, pois a incondicionalidade é a maior dificuldade. Talvez a palavra amor tenha muitos desdobramentos, muitos significados, mas a expressão amor incondicional já exclui muitas modalidades de um amor frívolo e, talvez, possa atender a um significado mais específico e construível pelas atitudes que se tem consigo e, especialmente, com os outros. As dificuldades são muitas, mas o enfrentamento, a coragem e o desenvolvimento mental e “espiritual” pode fazer muita diferença quando se compreende a incondicionalidade do amor.

Grupo: Ok, muito obrigada. Gostaria de pedir, se possível, acompanhamento para o meu pai que está bem longe de mim, à minha família aqui e aí. E para um amigo que está com um problema neurológico no hospital. Eu vou aprender sempre mais.

R: Agradecemos. Acompanharemos.

Grupo: Gostaria primeiro lugar de agradecer muito a presença em “voz” de vocês, porque acho que em amor vocês sempre estiveram com a gente, sempre estão com a gente. A gente teve um encontro na quarta, e uma fala me impactou, o fato da gente já ter duplinado mais de 1000 vezes como humanos. Isso despertou em mim. Fazendo uma conta rápida, a gente já deve ter pelo menos entre 40.000 e 50.000 anos de duplinação humana. Isso, para a gente, é uma referência muito grande. Sei que o tempo é muito diferente em outros ambientes, mas no nosso ambiente isso é um tempo muito grande. Isso me impactou de várias formas. Me impactou de considerar realmente a humanidade, entender um pouco mais o que é a humanidade, o que somos nós na humanidade e o que somos nós como humanidade. Que a humanidade é uma causa, é algo a ser respeitado, algo a ser vivido e porquê ser vivido. E me despertou um sentimento de perdão, de compreensão, que me trouxe liberdade interna. Mas, ao mesmo tempo, me trouxe perguntas. Com tanto tempo, a humanidade ainda tem questões muito básicas de convivência como indivíduo e como comunidade. E foi falado também que existem pelo menos 6000 planetas com experiências humanas. Essas experiências são diversas? Estão no mesmo nível da Terra? São muito díspares com relação ao que acontece aqui? Como acontece de uma forma geral? Queria entender mais sobre o que é ser humanos.

R: Paz e Amor. Algumas perguntas ficarão na imaginação porque não há como provar nenhuma dessas coisas de forma que possa satisfazer não só a curiosidade, mas para fazer as ligações. E, provavelmente, as ligações não sejam feitas aqui e agora. Elas vão sendo feitas nas interfaces entre os momentos de transformação. E o mais importante é que a experiência de 1.000 anos, que ainda, comparativamente à experiência humana na Terra, que ultrapassa os 500 000 anos, apesar de algumas considerações humanas dizerem que de 50.000 anos para cá a mente humana é praticamente a mesma. Então, certamente, essas nuances, que não se obtêm para uma forma prática de compreensão, elas são essenciais para se exercitar as possibilidades que cada um tem. Ou seja, com 1.000 anos, com mil vezes que você tenha vindo duplinar, não seria um bom momento perceber que você já pode confiar em você? Isso é uma coisa muito interessante, porque muitos pensam que o aprendizado a cada duplinação começa do zero, mas não é verdade. Ele começa em um ponto bem à frente, bem à frente. Uns diferentes dos outros. Mas, os pontos de início não são pontos iniciais. Não são parâmetros iniciais. A experiência de trazer para a humanidade 6000 locais físicos para viver uma vida, certamente irá trazer alguma diversidade para a compreensão da experiência Kalamatsana. E se você tem essa impressão ampla dentro de si, do infinito, a noção, até que seja uma noção matemática, de algo indefinido, saiba, isso só foi possível graças a muitas transformações, a muitas diferenciações, a muitas experiências. E talvez, em alguns casos, ela possa fazer uma diferença maior. Em muitos casos, ela ainda precisará de muitas vidas para se compreender, se amar e transformar a humanidade. É confiar? É confiar, confiar, confiar em si. Essa é a principal referência de se viver muitas vidas: quando você consegue fazer aquilo que você consegue fazer. Graças a muitas vidas. Senão, estaria, talvez, lá no começo, há 500.000, há 100.000, há 50.000, há 20.000, há 10.000, há 1.000, há 500 ou até o ano passado, na experiência de viver a vida. Que ela seja compreendida através de uma noção da incondicionalidade do amor. Até hoje essa noção não é muito compreendida. Um dia será. E pode ser amanhã mesmo, por você.

Grupo: Estou muito emocionada com a presença de vocês, nossos Ranamás e de outros, talvez. Gostaria de perguntar se aquele combinado que a gente fez para a nossa duplinação, se vocês recebem o amor de volta, quando a gente vai, ao longo da nossa experiência duplinada, sendo coerentes com o nosso combinado.

R: Nós recebemos todos como são, como estão e como irão fazer depois. Nós recebemos com o mesmo amor, pois o amor é incondicional em nós, independentemente se você conseguiu. Você terá mais oportunidades.  É isso que importa: construir quanto antes é uma resposta que irá reverberar em você, pois quando da deduplinação irá perceber que, de uma forma ou de outra, você alcançou alguma coisa. E, independentemente disso, iremos dar o nosso abraço, o abraço da luz do nosso amor, que é a força que cada um nos dá quando retorna, enfim, seja 10 minutos depois de nascer, seja 100 anos depois. O amor é a essência em que cada um, da sua vez, da sua forma, alcançou o que pode alcançar. Mas, pode-se ir muito mais. Basta compreender que há um amor em seu ser, e que a incondicionalidade desse amor pode atuar ampliando e aproximando-se daquilo que combinamos. Não é preciso exigir nada, apenas sentir em seu ser, apenas confiar naquilo que diz o seu interior para você mesma. E, se nada se diz, confie cegamente. Irás caminhar em direção à luz forte e acolhedora do amor incondicional. Ele existe em seu ser. Muitos que se afastam trazem apenas um retardo para outras experiências de duplinação. Mas, não deixarão de ter as oportunidades que merecem, não pelo merecimento, mas pela condição íntima de ser o que é. Cada um tem a sua oportunidade. Paz e Amor.

Grupo: Paz e Amor. Obrigada pela oportunidade. Às vezes, eu penso, desconfio que estou no nosso combinado, por coisas que acontecem. E, às vezes tenho muita vontade de ajudar. Meu primeiro ímpeto é de ajuda, mas depois começam a vir coisas na minha cabeça. Eu acho que um pouco de medo ou um pouco de falta de confiança. Então, eu queria que se fosse possível que vocês falassem alguma coisa pra mim, neste momento.

R: Paz e Amor. Igualmente agradecemos. Vamos seguir. Alguns ajudam com um copo d´água, outros ajudam com uma tempestade. Provavelmente, será menos compreendido na ajuda da tempestade, porque o excesso pode trazer outras referências, mesmo que construa uma referência sólida para aqueles que estejam sob a ajuda de uma tempestade. Não é preciso alcançar o universo e trazê-lo para o outro. Apenas o seu. Apenas o comprimento do seu braço, apenas a extensão dos seus passos, apenas as habilidades do seu olhar, apenas a extensão e a força das suas mãos. Nada mais, nada menos. Não é preciso exceder, alcançar algo inalcançável. A simplicidade do amor é aquele momento em que ele é justo e é alcançável por um e por outro. Muitos fazem o que não podem. É porque antes já fora assim combinado. Observe: algumas pessoas que nada têm conseguem muito mais do que outros que muito possuem. Mas são específicos. Normalmente, seja amorosa, seja você mesma. E, se vai ajudar, se escolheu ajudar, se és altruísta, seja na medida das suas dimensões, seja com tranquilidade, seja apenas aquilo que você pode. Não se exceda para não se endividar, para não se entristecer, para não ciar expectativas, pois muitas ajudas são decepcionantes. Porque aquele que é ajudado não tem noção do esforço da ajuda. Ele não tem nenhuma culpa por não ter essa noção e, às vezes, desperdiça as suas próprias oportunidades. Então, faça com amor, sem esperar nada, nada, nada do outro. Apenas ajude. E isso irá ajudar de fato, irá trazer para você a construção da sua força altruísta. O amor é a essência dessa força.. Dê apenas aquilo que pode. Dê apenas aquilo que alcança. Mas, sem cobrar nada. Essa seria a essência da doação. Muitos ajudam em um único momento, depois se esquecem, pois talvez tenham se excedido naquele momento. Se tivessem distribuído a sua ajuda ajudando menos, mas ajudando constantemente. Isso traria equilíbrio, não iria sobrecarregar nenhum e, provavelmente, iria ser mais compreendido por outros. A essência, de qualquer forma, é o amor incondicional.

Grupo: Paz e Amor. E tenho dúvida para o grupo. Conversávamos um pouquinho antes da vinda de vocês sobre uma prática que vocês iniciaram conosco. Estamos um pouco sem entender: foi feito um encontro específico na quarta-feira, por sugestão de vocês, e ficamos na dúvida se haverá outros encontros ou se as questões relacionadas àquele tema serão trazidas para esse encontro que é do grupo todo. Saber como vai funcionar.

R: O propósito do outro grupo é atender algo específico. Então, deve continuar. Aberto a todos, mas sem a preocupação de trazer uma orientação mais generalizada.

Grupo: Muito grata. Gostaria de aproveitar e pedir acompanhamento para um amigo, conhecido nosso, que teve um acidente de bicicleta e está retornando, está se recuperando, mas de forma ainda muito lenta. Então, eu sei, eu sinto que vocês já estão acompanhando, agradeço e queria solicitar que continuem.

R: Assim seja. Paz e Amor.

Grupo: O XXXX falou que foi falado no encontro da quarta-feira que cada um de nós já deduplinou 5000 vezes, já teve cerca de 5.000 duplinações. Minha pergunta é: como se dão os encontros e reencontros nas duplinações? Por exemplo, temos, muitas vezes, praticamente todos nós, ou quase todos, a sensação clara de que não é a primeira vez que estamos tendo contato com algumas pessoas específicas nas nossas vidas. No momento da duplinação, ou pré-duplinação, há uma conversa ou um diálogo a respeito disso, em que é falado sobre um reencontro porque algo numa duplinação anterior ficou em aberto, não se desenvolveu o bastante para que essa relação atingisse o nível do amor incondicional necessário, o nível da compreensão? E a cada duplinação as pessoas têm posições distintas dentro dessas relações, no sentido de que uma vez eu fui filha de alguém e depois eu posso ser a mãe ou o pai? Como se dá esse processo desses encontros e reencontros nas duplinações?

R: Primeiramente, só relembrando que dissemos “mais de 1000 vezes”, o que já é um bom tanto. E que o potencial para 5.000 vezes é possível e já houve outros seres que viveram uma quantidade grande dessa forma de duplinações. Então, vamos à compreensão de que cada ser tem a sua experiência. No caso dos Ranamás, eles não têm o papel de cobrar aquilo que não foi feito na experiência. E isso, provavelmente, poderá acontecer insolitamente por outros Aintai ou por outras vias. Não especificamente a via dos Ranamás, que são apenas a possibilidade, apenas aquilo que você pode conseguir. E, em todos os diálogos, em todos os retornos, sempre com o amor aberto ao acolhimento, à extensão da possibilidade da experiência daquele ser. Ele poderá errar na mesma coisa quantas vezes for necessário para que ele possa, enfim, alcançar a sua transformação. Certamente, o papel dos Ranamás é mostrar que ele pode. É trazê-lo para a experiência e convencê-lo de enfrentar a experiência. Se ele cobrasse, ele não teria sucesso, porque ele estaria se baseando em um medo, ele estaria recapitulando a experiência de medo, ele estaria criando uma pressão, uma obrigação. Então, como não é obrigação, não há pressão. Isso é algo de cada um. É cada um que deve escolher e, na combinação, abre mão ou impõe a si voluntariamente algo que queria. Se ele quer ajudar aos outros, vir ao mundo só para isso, ele vai vir, e vai conseguir ajudar só de olhar as pessoas. Há aqueles que fazem isso: só com olhares, só com abraços, só com toque, simplesmente, pode transformar a vida dos outros. Mas, requer dele um grande desenvolvimento. Então, ele pode optar pelo grande desenvolvimento optando pelo sofrimento. Ele vem para se desenvolver. E há aqueles que não querem nada. Querem apenas usufruir da riqueza, do financeiro, da vaidade, do orgulho, etc, etc.. Isto é de cada um. Nós, Ranamás, respeitamos a todos e mostramos para cada um que há outras possibilidades e que essas possibilidades encontram-se guardadas em uma chave chamada Amor Incondicional. Se ele encontrar essa chave ele irá perceber como algumas coisas ficarão para outras vidas passadas e não para o futuro. É a experiência do amor incondicional. Atuamos nesta incondicionalidade, aceitando a todos.

Grupo: Obrigada. Isso inclui o reencontro, por exemplo, se eu tive uma duplinação com uma pessoa específica na minha vida, que fez parte da minha vida e deduplinei. Numa próxima duplinação é possível reencontrar essa pessoa para que isso seja continuado, esse processo, esse desenvolvimento coletivo? Junto com as mesmas pessoas com as quais você já duplinou anteriormente?

R: Sim, é muito comum as famílias se manterem. Não quer dizer que elas vão conseguir esse retorno, pois depende, mesmo assim, de cada um, mas o seu tio, que já foi sua mãe, já foi seu irmão e já foi sua filha, agora quer seguir outro caminho. É o chamado suirdjai. É a experiência dos seres Intai em suas combinações para a experiência duplinada. Já falamos sobre isso. Agradecemos.

Grupo: Ouvindo as pessoas falando e ouvindo o que você falou, que foi muito impactante para mim, sobre o combinado, eu fiquei pensando que combinado que é feito com o povo negro no geral, constatado por todos nós, que é um povo odiado em toda parte do mundo aqui na Terra. Somos odiados em todos os lugares. Que combinado é esse que foi feito com nós, negros, que somos massacrados, somos odiados, discriminados, rechaçados, excluídos, assassinados a cada 23 minutos? Qual é esse combinado? Fico pensando no amor próprio, no amor universal incondicional, e me vem essa questão.

Ranamás: Quer que eu fale a respeito?

Grupo: Se você puder?

R: Podemos. A luz do amor não diferencia a pele e a sua cor. Não diferencia absolutamente as possibilidades enfrentadas por cada um. Veja: os negros, os brancos, os amarelos, os vermelhos, os azuis, cada um é cada um. Mesmo que haja um ódio, o ódio não nasce na pele negra, nasce no coração branco, no coração amarelo, no coração azul. Então, não é uma questão apenas daquele que sofre, mas, primariamente e mais profundamente, daquele que sente. É importante que se compreenda que o povo “Negro” saiba: não é uma unanimidade odiar negros. Tanto que pode-se dizer que se admira mais a negritude pelo que ela se mostra, do que se odeia. Saiba disso. Essa é a essência da construção da resistência e da construção por meio do amor. Independentemente de quem seja, e de qual seja cor da sua pele: o amor continuará a ser incondicional. E, sendo incondicional, a pele produz igualdade, se é negra ou branca, amarela, verde ou azul. Falamos das cores, porque certamente há preconceito baseado no desenvolvimento de uma humanidade, que gera dor e desprezo. Mas, aquele que quer se desenvolver não se encontra na facilidade, se encontra no desafio. E a experiência de ser negro é, das experiências da humanidade, das mais virtuosas para o desenvolvimento da alma, do “espírito”. É preciso, entretanto, da mesma forma para todos, que creia em si e que enfrente a natureza dos outros, pois esta é a construção coletiva, esta é a contribuição de cada um. E se o desafio dos negros para o mundo, aparentemente, é questionável, saiba que produz mais desenvolvimento do que aqueles que se encontram conformados com seus preconceitos. Eles precisarão retornar para resolver essa questão. Preste atenção: muitos se tornaram negros para sentir na pele, pois não conseguiam sair do lugar, mantendo a arrogância daqueles chamados de brancos. Mas, essencialmente a negritude precisa compreender a si, amar a si e reconhecer todos os outros, brancos ou outros negros, que ajudam. Dar as mãos por intermédio da incondicionalidade do amor. Isso irá levar a uma igualdade na natureza de ser humano, independentemente. E a nós, seguimos com amor, independentemente de quem seja. Agradecemos.

Grupo: Disso eu tenho certeza. Vocês são únicos! Agradeço.

R: Há outros seres humanos que você pode encontrar com a pele branca e com o sentido e o sentimento de amor. Portanto, abertos a todos sem dor.

Grupo: Tenho certeza. Mas eu não estou falando de pessoas específicas. Estou falando do que acontece no mundo mesmo.

R: Assim seja para o seu próprio desenvolvimento. Consiga e conseguirá. Paz e Amor. Agradecemos a oportunidade a todos.

Vamos seguindo dizendo a cada um: não é exatamente um benefício encontrar com um Ranamás, pois somos cotidianamente ligados a cada um. Nós somos simplesmente Vatsan, que é a nossa reunião, que é a nossa possibilidade com os seres humanos. Estamos juntos nas dificuldades, nas facilidades, na alegria e na tristeza, não como casados, mas como parceiros de existência. Caminhamos ao lado da incondicionalidade, por meio da incondicionalidade, através da incondicionalidade. E, intimamente, pela incondicionalidade do amor. Assim seja. Agradecemos em nome dos Ranamás de cada um de vocês. Todos eles se juntam no mesmo amor. E essa experiência é Vatsan, que é a reunião das forças do amor. Confiem! Confiem em si, e alcançarão a si, o poder de ser humano. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor.

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