Encontro Semanal

Exercitando com as plantas

Paz e Amor.

No canteiro celestial onde brilha cada universo, bilhões de seres aguardam o seu crescimento. Em todos os níveis da energia que todos têm em seu pulsar, é a luz de cada um florescendo a existência. A energia é a possibilidade onde encontra sua continuidade. Cada um reserva sua fatia para quando continuar. A energia não é como se entende, algo da matéria que se dissipa e simplesmente se transforma em algo outro. A energia é consciência que se mantém além da existência. A energia é o ser em sua plenitude existencial, consciencial, de ser e estar. A luz dos sóis que penetra na matéria reserva-se uma parte que penetra na alma. A luz dos sóis representa partes de cada mundo que compartilha cada universo. A luz dos sóis que entra em cada um reflete os pontos luminosos supostamente de um passado longínquo, mas em cada um, a supremacia do presente, frente à consciência de ser e estar onde quer que queira. É a energia que se reserva no alimento, no corpo físico, mas mais além dos corpos e do espírito. Não é energia acumulada em baterias, mas energia reservada para a consciência, expressa nas auras, flores dos seres. A existência de todos, permeada pela beleza infinita das cores áuricas, florindo eternamente nossos jardins. Paz e Amor. Paz e Amor.

Vamos abordar, em duas partes, e propomos que intitulemos nossos assuntos para guiarmos eventualmente as idéias constrangidas em pouco espaço de tempo. Muitas vezes se mostram incompletas pela própria natureza do descorrimento dos assuntos. O primeiro, peço-lhes licença, pois com a participação de nossos novos irmãos, presentes como havíamos previsto, saúdam a todos. Assim, passo a palavra ao comandante. Um momento.

OA: Vamos falar como título, a energia das auras, como foi proposto já de outros instantes, pois de longe acompanhamos. A energia dos corpos humanos são luzes brilhantes que partem de pontos básicos, encaixados na esfera de cada planeta e de cada sistema, equilibrando-se como uma bóia num líquido. A energia está disposta para cada um. Ela flui de um lado a outro, buscando o equilíbrio ditado pelas interseções dos sentimentos, dos sentidos, entre as clarabóias da iluminação natural das forças da vida. Iremos propor um exercício que não é exercício, mas uma proposta para cada um, caso queiram, para lidar e desenvolver algo que os seres encarnados, em sua grande maioria, não podem ver, mas podem sentir. Assim, propomos algumas condições: primeiramente, devem encontrar uma pequena planta, que lhe agrade. Devo dizer que os vegetais, em muitos planetas, incluindo a chamada Terra, que para nós tem outra designação, os vegetais são seres vivos, que mais expressam a boa vontade. As plantas ajudam, embelezam, e propõem a expressão não só de odores, de cheiros, para alertar, embelezar, enriquecer, como também, transformar ao nível da energia, em sua imensa força de boa vontade, cedida pelos anjos, em troca da eternidade das suas sementes. Muito interessante! Assim, consiga uma planta para fazer essa proposta, pois a energia dessa planta, em sua máxima boa vontade, lhe dará oportunidade de desenvolver não só a sua sensibilidade, mas também outras capacidades, através da energia das mãos, do corpo, enfim, das auras. Aura é um espelho da alma, do espírito, do ser, da consciência, do estado de ser. Assim, como compartilhamos com nossos irmãos, chamaremos essa proposta de Paz e Amor. A energia das auras, que é a sua energia, expressa pelos seus gestos, pela sua voz, pelo seu olhar, pelos seus movimentos, pela sua capacidade de estar e de ser, que é a luminosidade da sua pessoa, bem como de todos, sem exceção, os seus sentimentos. Ainda inclui-se a sua mente, a sua mente também se espelha pelas auras. Então, o seu pensamento modifica, altera, aumenta, diminui, colore, densifica, transforma a sua aura. Assim sendo, também, o seu corpo. Assim sendo, também o seu ser. O exercício, a proposta “Paz e Amor”, se refere a alterar de forma profunda a sua força interior, quer dizer, do seu corpo espiritual, através da influência que os símbolos, que a linguagem, que as palavras, que as idéias, que o pensamento têm sobre a sua aura. Assim sendo, vamos à proposta. É bastante simples, mas necessitará de um bom tempo para perceber os seus imensos efeitos.

 Primeiramente, poste-se diante de uma planta. Saiba que ela, sem saber, percebe todos os seus sentimentos. Portanto, não precisa mascará-los. Poste-se a uma distância que possa tocá-la, à sua frente. Visualize-a com o coração, deixando todos os sentimentos. Não precisa nada dizer. Apenas olhe a planta. Imediatamente, ela irá reconhecer você. Um parênteses: as plantas podem servir para muitos propósitos relacionados aos seus sentimentos. Basta tocá-la e ela lhe ajudará. A proposta é: relaxe-se sentado, mais ou menos como o meu irmão está, nessa posição que me parece adequada. Vamos prestar atenção na natureza de paz e de amor, como já lhes foi abordado. Há duas formas de realizar: receber paz, exalar amor; receber amor, exalar paz. Comecemos por receber paz, exalar amor. Concentre-se entre os olhos, buscando aceitar uma sensação de vazio e uma múltipla desorientação de manchas de iluminação. Vamos falar da respiração. Preste atenção. Se eu inspiro paz, eu expiro amor. Então, primeiramente, nós temos um centro de energia neste ponto (ele toca na garganta, no chakra laríngeo – junta polegar com indicador da mão direita) que gira intensamente em vários sentidos, que basta juntar os dedos para colocá-lo em atividade atenta. Poderá sentir levemente alguns formigamentos, ou poderá não sentir nada, mas faça primeiramente, apenas para atentá-lo. Isso porque inspirar e expirar devem ser feitos com uma leve intenção nas cordas vocais, como se estivesse dormindo, mais ou menos assim (ele ressona, como se estivesse dormindo) Este som e esta vibração deverá ativá-lo e colocá-lo atento ao que vai acontecer, pois utilizaremos a linguagem para dizer “paz”, mas pensaremos “paz para mim”, mas não diremos em voz alta. Você não vai dizer “para mim”, somente receba paz. Você irá estender a mão à planta à sua frente e ela lhe dará paz (mão esquerda recebendo a paz, e a mão direita no chakra cardíaco, unindo polegar e indicador). Ao mesmo tempo, juntamos os dedos, ao nível do coração, deve receber a paz, não deve falar outra palavra nem pensar outra coisa. Paz inspirando, quando estiver próximo ao seu limite, retire a paz e receba com a outra mão. (no momento da expiração, a mão direita encontra a esquerda à frente do corpo, passando a expirar amor. A mão esquerda toca o chakra frontal e a direita estende para exalar amor para a planta. Movimento dos braços em geral é coordenado com o da respiração) Ao receber inverta de inspiração para expiração, devolvendo para a planta amor (mão direita estendida), indo para o centro da testa (esquerda unindo polegar e indicador), expirando com as cordas vocais assim: ressonando, respirando pelo nariz, saindo pela boca, porque você está dormindo amor, assim fica sucessivamente, pensando sucessivamente ‘paz’ ‘amor’ ‘paz’ ‘amor’, profundamente. Esta proposta irá desenvolver não só a sua sensibilidade, mas também muitas outras habilidades. Em um outro momento, voltaremos a falar da relação inversa, em que inspiraremos amor e exalaremos a paz. Deverá fazer primeiro, paz e amor. Alguma pergunta sobre esse assunto antes de devolver a palavra ao meu irmão?

Grupo:Juntaremos os dedos primeiro na laringe

OA: Para concentrar, certo.
Grupo: Depois passa para o coração

Outro Amigo: Receba paz, exatamente, o coração. Do coração passa pra outra mão e do coração para a testa. Porque você está doando para a planta e ela está doando para você.

Ela está lhe ensinado, você está aprendendo com a planta. A planta lhe ensina a descobrir-se. Ela doa o seu amor. Algo mais? Muito obrigado pela oportunidade, estejam em paz e amor.

NA: Paz e Amor. Paz e Amor. Podemos prosseguir, com a segunda parte. Gostaríamos de falar sobre algo. Um momento. Referente às perguntas que queiram fazer, estou ao seu dispor.

NA: Vamos falar superficialmente, pois intencionamos abordar mais profundamente, mesmo porque são muito variadas as situações e nem sempre servem de referência para todas as pessoas. Mas, de uma forma geral, podemos dizer que em estados diferentes, dependendo de como está em termos da consciência, vamos dizer para simplificar, do desenvolvimento daquele ser antes de ingressar aos planos materiais, é muito freqüente ele propor a si mesmo uma trajetória básica para que seja cumprida. Devo repetir, é muito freqüente, mas nem sempre, desculpe, mas pode não acontecer, pode ser diferente. Entretanto, como é muito freqüente, é muito comum, em termos gerais, acontecer as seguintes questões. Antes, porém, de falarmos dessas questões, podemos fazer um paralelo grosseiro, para servir de analogia. Imagine que vai fazer uma viagem. Planeja a sua viagem, mas não planeja todas as suas decisões. Reserva o lugar onde vai ficar, planeja o tempo e as dificuldades que poderás encontrar. Caso tudo corra bem, não ocorrerá como planejou. Assim sendo, se não correr bem, tudo será absolutamente fora do que planejou. Quando um ser que detém determinados níveis de consciência opta por traçar uma trajetória a cumprir, lhe é dado pela natureza mais elevada, vamos dizer assim, esta possibilidade e inúmeras situações sincronizarão com esse ser para que lhe contribua de alguma forma em sua trajetória. Quase sempre não será possível descobri-la, pois os seres embarcam para o mundo material inconscientes de suas próprias propostas e isso é necessário pois, caso contrário, seria impossível dominá-lo em sua consciência, absolutamente insana de saber o que lhe vai ocorrer. A própria natureza irá diversificar as situações dessincronizando-se de suas necessidades. A natureza fará tudo para equilibrar a necessidade com a verdade necessária de cada um. Assim sendo, a maior parte das vezes em que esses seres optam por essa trajetória, deve encontrá-la em algum ponto escolhido pelo seu esforço, em buscar-se a si mesmo. Não há nem o aleatório nem o absolutamente sob o domínio do ser. Livre arbítrio: existe a liberdade absoluta que depende de dois fatores antagônicos e essa liberdade pode ocorrer em um dos dois fatores excludentes entre si: ou na consciência absoluta de si mesmo, quando se desapega totalmente do seu chamado ego, ou na absoluta ignorância, quando nada sabe sobre si mesmo. Entre esses dois extremos, a liberdade é livre. A liberdade depende dos passos dados pela consciência em direção a si mesmo e ao mesmo tempo em direção ao respeito com o outro. Pois a liberdade não é sinônimo de nada. É a ação que lhe permite transitar no sentimento, na mente, no espaço, na energia, no sentido, na existência de um lado a outro, sem interferir de forma causal ou incipiente, de forma a interferir no outro. A liberdade é habilidade de conter a si mesmo. Assim sendo, livre arbítrio é a escolha que faz de viver a vida que quer viver. O universo lhe dará aquilo que pedir desde que esteja pedindo o que esteja dando ao universo. É a natureza do equilíbrio da própria natureza que lhe permite existir simplesmente dando-lhe tudo que lhe é necessário para que isso aconteça. Por hora, ficaremos aqui. Abordaremos mais detalhes, portanto, acumulem as suas questões, que teremos imenso amor, caso sejam respondíveis por nós.

Grupo: Pergunta rápida

NA: Certamente

Grupo: Não sei se temos o direito de saber. Nós aqui já nos encontramos em vidas passadas?

NA: Certamente, todos vocês em diferentes momentos, todos,

Grupo: Incluindo os que não estão aqui e fazem ou já fizeram parte do grupo?

Grupo: xxxx também? xxxxx também?

NA: Sem a menor dúvida. Compreendemos que é confortante saber que os nossos filhos, nossos familiares sempre nos seguem, em milhares de vidas nos seguem, nos ajudam, nos impõem, nos castigam, nos ensinam, nos propõem, assim como nós a eles, e a beleza das idas e vindas reside em momentos em que a lucidez e o amor se tocam, quando lhe confia a sua infância, quando lhe confia o seu apego. Quando ama uma pessoa, e quando odeia, é o sentimento a raiz da continuidade. Paz e Amor. Devo falar um pouco para a nossa irmã, como foi pedido. Um momento.

NA: Pense que há uma flor na janela, e dessa flor exala um perfume que irá brilhar na sua memória. Memória de infância, de adolescência, e memória longínqua, apenas sensações. Lembre que um dia estava com medo e chovia. Mas os relâmpagos expressados nos brilhos sonoros refletidos na parede lhe davam o conforto da mão da sua mãe. E nesse momento, você adormeceu. É por isso que a esperança não é etérea, ela é como a chuva que limpa o ar para se respirar. Caminhando, caminhando pela vida, erga-se de felicidade. Paz e Amor.

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