Paz e Amor! Mnahrkiwan!

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Há diferenças em todos os aspectos da existência. Não se pode equiparar parâmetros de semelhança entre seres humanos em suas peculiaridades culturais. Ainda muito mais, entre seres com experiências de realidade diferentes, como Intai e Aintai. Ao lidarmos com essas premissas, nos incluímos também com uma grande diversidade. Nossos grupos abarcam perto de 5000 tipos de seres diferentes. Portanto, não é possível equiparar nem no plano das concepções e das noções, nem nas possibilidades e recursos que cada um guarda como parâmetro de percepção e expressão. Podemos dizer que das 50 pessoas Intai presentes neste encontro, pelo menos a metade diverge das semelhanças entre eles mesmos. Entretanto, a noção humana permite equiparar diferenças grandes, trazendo, por vezes, noções mais profundamente distorcidas dessas realidades.

Solicito um tempo para uma explicação aos Intai presentes, que devo terminar esta parte para que possam participar com uma interface sujeita a interrupções. Agradeço.

As diferenças – podemos citar o ocorrido neste momento – o tempo que é processado ao nível do Mágnen, ambiente dos Intai, deixando uma margem em que a imaginação deve atuar, considerando as diferentes possibilidades dimensionais entre os seres Intai. Então, quando nominamos Intai, estamos dizendo também de uma diversidade. E essa diversidade parece propor um âmbito superficial para o entendimento. E, por isso mesmo, esse entendimento precisa ser reconsiderado. E, assim, devemos iniciar por ampliar a noção de que não há uma única e uniforme humanidade. E a reconsideração desse parâmetro requer que pensemos qual é a forma a ser considerada como parâmetro humano. Podemos ter como referência o espectro que abrange o comportamento violento e a consideração insciencial do amor incondicional. O aspecto violento que, possivelmente, os seres humanos podem compreender apenas pela palavra, também guarda uma diversidade de situações, que não vêm ao caso, evidentemente. Mas, vem como um parâmetro diferenciador das ações humanas que predominam na existência da maioria dos seus seres, seres considerados como seres humanos. E fica uma grande dúvida se é possível balizar esse processo como algo que tenha uniformidade. Não há uniformidade. Desta forma, vamos nos excluir, pois o diferencial não guarda uma razão proporcional entre a semelhança entre os seres humanos e a semelhança entre seres não humanos. Assim, já responde à pergunta do nosso irmão Intai.

Mas, o nosso objetivo em especificar como um parâmetro essa diferença é chamar a atenção para o equilíbrio que cada um busca em seus parâmetros de sobrevivência e continuidade de seus projetos. O interesse de abordar esses temas é contemplado na estrutura e proposta do Mapa Nagouwn. E ao chamarmos a atenção a isso, buscamos também que vocês, humanos, possam expressar os campos de necessidade para que nós possamos abordá-los. Vamos deixar bem claro que não conhecemos esses níveis de interesse porque não iremos invadir o campo insciencial de vocês para esse objetivo, ou para outro qualquer. E assim, devemos abordar em conjunto. Devemos descrevê-lo e trazer algumas possibilidades que estão, portanto, ao nosso alcance, entendendo-se que o que está em questão é o que interessa a vocês que seja abordado por seres não humanos e que possa lhes trazer uma reflexão ou uma condução de discussões ou abordagens específicas. A ação humana que é sempre contestada pelos próprios seres humanos nos interessa, pois certamente é um âmbito de ligação com as transformações geradas pela essência do amor incondicional. Mas, as questões pessoais – pois, o grupo é pequeno, e assim vocês podem ampliar esta possibilidade, a possibilidade de rever projetos e questões específicas da experiência de cada um. Repetindo, o Mapa Nagouwn contempla essa mesma questão, mas sob o ponto de vista suirsômico.

Esta é uma parte do processo que nominamos como diferenças. Essas diferenças também são relacionadas aos eixos inscienciais e os potenciais que cada um desenvolve por si e para si e, portanto, também dentro dessa trajetória de avaliação que buscamos fazer.

Nossas ações são orientadas. Nós, como grupo não humano em atividade no planeta Terra, pelo menos em um nível de intensidade, a metade do que fazemos hoje nós fazíamos há pelo menos 100.000 anos atrás, seguindo as rotas mais primitivas dos seres humanos. E houve épocas, portanto, onde a interferência no âmbito das ações humanas eram intensas em função dos riscos que esses seres se encontravam. Além da própria fauna de risco, tanto os micro-organismos quanto os macro-organismos, os animais, e também os próprios seres que, pelo menos, podemos distinguir 4 tipos, sendo 2 ou 3 reconhecidos pela ciência humana. Ainda temos considerações a fazer, pois seres humanos foram trazidos também para a Terra como experimento de seres não humanos. E assim, nessa etapa superamos as dificuldades, e foram excluídas as possibilidades não humanas de agressão aos seres humanos. Mas, esse risco sempre existiu e existe apesar das diversas formas de proteção que acontecem atualmente.

As diferenças, elas são relevantes a tal ponto que não se pode considerar a ação não humana como uma ação no mesmo sentido. Elas não têm nem o mesmo sentido nem as mesmas abordagens e estratégias ou os meios para obter determinadas associações entre seres humanos e não humanos. Nós consideramos que a nossa trajetória específica guarda um distanciamento suficiente para que os seres humanos estejam à mercê de suas idiossincrasias, e isso já foi alvo de crítica dos próprios seres humanos. Não sabemos se entremeados por essa diferença entre os próprios seres humanos, se essa ideia propõe que façamos uma invasão à Terra. Evidentemente, isso não faz parte de nossas estratégias, se não, já teríamos feito. E não sendo essa nossa intenção, não podemos descartá-la em função de que há aqueles que têm essa proposta. Assim, sigamos para compreender que as diferenças sempre serão relevantes. Elas sempre irão fazer parte de processos entre o aspecto da agressividade e o aspecto do amor incondicional. Portanto, já nos posicionamos entre ambos, mas com focos específicos próximo à ideia ou à proposta ou à ação orientada pelo amor incondicional. E por isso atuamos nesse sentido.

Toda vez que a humanidade é gerida por um conflito de ordem maior, como é o caso das doenças que retornam como parâmetro de alto risco, gerando, portanto, instabilidades em todos os níveis possíveis, buscamos atuar mais próximo, para que dentro daquele âmbito possamos acalmar o âmbito das energias negativas. Atualmente, encontra-se em vertentes altamente ativadas. Tanto que na ordem dos relacionamentos com os seres não humanos terráqueos, como animais e plantas, e seres de dimensões paralelas proximais, como micro-organismos, que manipulam aspectos da dimensão de Ídar, notamos uma reação diferenciada, especialmente de vegetais, no sentido de recompor suas estruturas “substantivas, substanciais”, querendo deixar mais claro, o quanto possível, que há uma reação vegetal sobre a ação de exclusão dos seres humanos. Em conjunto com seres do “espaço”, os vegetais estão criando alternativas para amenizar o campo energético do planeta. O projeto parece vislumbrar 500 anos de transformação genética dos seres vegetais. E estamos anunciando especificamente para aqueles interessados neste campo – e estamos autorizados a falar a respeito – na medida em que for…. necessário dentro do alcance das nossas possibilidades.

Ainda devemos realçar o aspecto da diferença entre as linhas de pensamento humano. O pensamento está em ampla e generalizada desorganização. E, portanto, podemos identificar novas linhas de pensamento e de sentimento geradas por grupos de seres humanos. Realçando que não são linhas de pensamento intelectual nem geridas pelo capital financeiro. Pelo menos 4 linhas se destacam, e iremos mais à frente falar sobre essas.

Sobre as diferenças geradas pelo Mapa Nagouwn, vamos considerar, como já era esperado, que as reações de ajustamento… … … …

(continuando, do outro computador)

Continuemos:

As diferenças entre as diversas formas de atuar pode fazer com que desentendimentos, distanciamentos e formas não sejam reconhecidas ou validadas por diversos instantes de cada um daqueles que atuam em conjunto, tanto na humanidade, quanto pela “humanidade”. Estamos, portanto, realçando que é preciso compreender melhor as diferenças. E a compreensão dessas diferenças precisa ser baseada em reconhecimento, que é um dos problemas atuais da experiência humana: reconhecer a si e aos outros humanos. Estamos, portanto, atuando dentro deste escopo diferencial, buscando, assim, parametrizar esses aspectos de âmbito comum. Por exemplo, o não reconhecimento dos seres Intai leva a um atraso na comunicabilidade entre humanos e os seus descendentes, ou a si mesmos, uma vez que alguns irão retornar. Já não há tempo para esta Terra para que o reconhecimento atinja, pelo menos, 30 % da população humana. E assim, buscamos aproveitar aqueles que reconhecem para ampliar essa possibilidade. Veja, pode parecer bastante estranho um assunto que aborde a diferença. Mas, as diferenças vão ficando cada vez maiores na medida em que se nega a si e aos seus. Certamente, a experiência não humana poderá ser absolutamente ignorada por 60% da população humana. Não é uma notícia muito boa, pois, em qualquer possibilidade de expressão dos seres não humanos, e não terráqueos, levará a um susto e ao pânico. E gostaríamos muito de evitar essa situação. Mas, parece inevitável, então preparemos para que saibamos tanto nós não humanos, não terráqueos, quanto os seres humanos, especificamente. Assim, tanto por meio da experiência do Mapa Nagouwn, quanto da exposição do próximo tema – está sendo os boúges – iremos abordar essas questões. E aproveitamos essa situação para que façamos uma comunicação entre seres humanos Aintai e seres humanos Intai.

G: Muito grata. Queria agradecer à Júnia pela acolhida nossa e dos seres Intai que estão aqui, a presença de todos que estão online para este encontro muito importante para nós.

NA: Igualmente agradecemos em nome também dos seres Intai e em nosso nome. E aproveitamos para a primeira pergunta que vem do âmbito Intai. Vou traduzi-la:

Intai: Se há uma diferença tão grande, o que aconteceria se os seres Intai, nós, os espíritos, abandonássemos a Terra?

NA: Agradeço a questão e vamos colocá-la da seguinte forma porque é como se dissesse para uma mãe abandonar os seus filhos. Eles estariam sem orientação e sem uma ligação daquilo que gera a experiência humana. Então, é necessário que todos estejam juntos e se reconhecendo. Portanto, uma vez que os seres Intai, os espíritos, sabem o caminho para chegar à Terra e, principalmente, os mentores e os seres que se responsabilizam pelos planetas “invisíveis”, como já falamos a respeito, sem a atuação desses, a humanidade estaria ainda na idade da pedra. Então, somos gratos, e em nome da humanidade Aintai, podemos transferir também a gratidão da presença de vocês. Certamente, são muito importantes. Portanto, como fazem alguns Intai, que fogem, mas fugir para onde? Para aqueles planetas obscuros, criando comunidades estranhas e fora de contexto? A experiência humana continua em vocês. Agradecemos.

V: Queria saber se entre os Intai presentes estão nossos parentes, e se eles têm alguma mensagem para nos dar neste momento especial.

NA: Os parentes presentes são aqueles da família da Júnia, e são os que a seguem e os seus familiares. Os participantes são convidados e esses irão se manifestar com a desculpa para que os seus não se manifestem (creio que falou olhando para a Júnia), para não criar, portanto, uma diferença com os outros. Mas, certamente, eles irão falar aquilo que os seus parentes também diriam. E falam em nome deles também. Quem se manifesta se intitula José João. Um nome comum incomum.

NA: Vou transferir a informação. Ele diz que o amor é predominante nos ambientes Intai e muitos que retornam podem perceber que mais do que antes, dão-se as mãos. Dar as mãos como um símbolo da experiência humana duplinada, cuja necessidade se amplia e se urgencia, e aqueles que acolhem a essência desse amor que é ajudar uns aos outros, se transferem para a experiência duplinada baseada neste amor, e por isso mesmo, os seus se fazem presentes plenamente nesse amor. E a construção dessa experiência precisa também do aval e da busca dos seres Aintai, dos seres duplinados, dos seres encarnados. Paz e Amor.

J: Gostaria de pedir pelo meu filho mais velho (inaudível)

NA: A essência do amor é sempre uma referência segura para acolher conflitos, para acolher diferenças. Veja, que ao aludirmos à questão da diferença, podemos ver perfeitamente que a diferença, ela relaciona parâmetros não acessíveis de um ou de outro, mas parâmetros do cotidiano de um e de outro, então, vale compreender. Portanto, o amor é a referência que permite o aval de que vale dialogar, de que vale compreender se houve erros na compreensão ou nas ações de um ou de outro. E, portanto, esperamos que o amor seja a referência principal de ambos.

Júnia – sobre essa conexão das plantas com os seres do espaço para melhorar a grade energética da Terra, o que nós podemos fazer, além, óbvio, de cuidar das plantas?

NA: Exatamente cuidar das plantas, pois é uma reação ao não cuidado das plantas. Muito bem, pois, veja, numa perspectiva mais geral, há uma predominância da destruição desse ambiente. Então, é necessário ampliar, não dizemos a consciência, pois a consciência se amplia e nada acontece, mas preferimos realçar a noção, pois não se tem noção daquilo que deseja ampliar. Qual é o tamanho da destruição? Quantos estão destruindo? E compreendendo que (? inaudível) valem o preço da natureza. Inicialmente, estamos abordando os seres vegetais, a natureza vegetal. Mas ela desencadeia desequilíbrios de micro-organismos de maneira que isso precisa ser urgentemente pensado e agido. Certamente vale cada um.

J: parece que as pessoas estão se despertando mais para o cuidado com as plantas. Esse movimento da Serra do Curral, estou sentindo que mais gente está ligada a isso.

R: Mnahrkiwan! Eu gostaria de pedir uma vibração de equilíbrio. O meu emocional está muito desequilibrado. Estou com garganta doendo, sintomas físicos, muito frio, e eu gostaria de pedir uma vibração para equilibrar o meu emocional.

NA: Façamos isso para todos, portanto. Vou solicitar a participação de nossos irmãos aqui. Vamos transmitir as vibrações, porque elas não dependem do sistema.

W: Sugiro que a gente receba, independente de estarmos ouvindo ou não.

Nosso Amigo impõe as mãos para o envio da vibração.

NA: Agradecemos a todos por receberem. Certamente, não houve interferência pela transmissão. E assim, agradeço a oportunidade. Agradecemos. Paz e Amor.

G: Nosso Amigo, ainda sobre os seres Intai, queria perguntar sobre os seres Intai que estão conosco, se há alguma mensagem deles para nós, neste momento, como a Valéria perguntou.

NA: Eles querem passar mensagens. Vocês querem ouvir as mensagens?

Todos: Queremos.

NA: Em um momento teremos que interromper. São 50! (Risos)

NA: Ficaram felizes e fizeram uma grande festa. Irei fazer transferência das mensagens, e cada um irá dizer o seu nome, não sendo o nome real, cada um vai dar um nome como forma de diferenciar quem disse o quê. Os seus nomes, neste momento, não é o mais importante. Agradeço a participação de todos.

Sílvia diz: Estamos muito honrados em estarmos aqui com vocês e espero que continuemos, ao mesmo tempo, um pouco aflita com muitas coisas que vamos acompanhando de nossas famílias e de outros também. Espero que vocês estejam bem. E fiquem bem. Contem com a nossa oração.

Márcio: Venho acompanhando este grupo já há bastante tempo. E tenho saudades do encontro com as pessoas. Fiz questão de vir para relembrar aqueles encontros cheios de pessoas. Muito obrigado.

Carlos (? Segundo nome inaudível): não fiquem apreensivos com as coisas da vida. Acho que vale muito a pena considerar que as coisas que acontecem, acontecem porque precisam acontecer. E, por isso, nós estamos aqui, falando coisas que alguns de vocês não dão muita bola, então eu tenho que falar, desculpe. Mas, é muito importante. Nós daqui percebemos que são coisas importantes. Mas, de qualquer jeito, nós também temos algumas lições que nós não fazemos. Então, vamos dizer que estamos quites.

NA: Ele me olha como se não tivesse dito isso, mas disse. Agradeço muito a todos vocês.

João Jaques: Eu sou muito sensível à ternura dos seres humanos. E a cada vez que eu vejo crianças e adultos superando algumas dificuldades morais ou dificuldades do orgulho e da vaidade, ficou feliz de ver o quão ternurentos eles ficam (risos). Muito obrigado pela oportunidade de vir transferir para vocês. Se você encontrar uma senhora um pouco cheinha e bonitinha, e baixinha, você manda um oi em meu nome, pois é provável que você possa cruzar com essa moça. Eu sou tido como um serrador, porque eu derrubei muita árvore no Amazonas, há mais ou menos 30 anos atrás. Agora eu quero voltar para esta Terra pelo menos para eu plantar as árvores que eu derrubei. Então, peço desculpa a todos vocês. E agradecemos.

Mariazinha: Eu sou a Mariazinha. Quero dizer para todas as mulheres, que continuem essa luta. Está muito feio o que esses homens andam fazendo. A gente acompanha muita coisa daqui. Então, eu preciso falar pelo menos isso. Sejam fortes e continuem seguindo em frente. Não deem moleza para eles. Isso não quer dizer que os homens que vocês gostam estejam nesta lista.

Pedro: eu sou o Pedro Alto. Na verdade, quando eu estava na Terra, eu não era alto. Eu não sei de onde vem esse nome. Me chamam assim, e eu queria deixar uma mensagem de esperança porque quando vocês vierem aqui, retornarem, é como se vocês estivessem retornando de uma viagem. Então, não tenham medo de passar esse momento. Ele virá, (…) mas depois é muito interessante, é muito diferente para quem volta, mesmo que já tenha voltado muitas vezes. Então, muito obrigado a todos vocês. Um grande abraço.

Marcos: eu sou o Marcos, e sempre fui muito tímido, até aqui mesmo. Não sei porque, tenho muita dificuldade de falar para as pessoas aqui, então, passo longos períodos sozinho, mas tenho um pouco de ajuda, e foi essa ajuda que me trouxe aqui, para, pelo menos, ver alguma coisa sobre os seres na Terra e tal, porque eu tenho nem coragem de ir lá. Mas, agradeço também de poder vir aqui para falar com vocês. Um beijo. Tchau.

Zeferino: Olá, gente, eu sou o Zeferino. Então, engraçado, porque esse nome é nome de capiau. Mas eu, apesar de ser do sul de Minas, de ter duas idas (?), tem pouco tempo que vim para cá, mas estou achando interessante porque eu aprendi muita coisa. Agradeço, os meus amigos aqui estão me ajudando também.

Maria Helena: Eu sou a Maria Helena. Aos 45 anos, eu estava aí na Terra, plantando soja, uma vez no sul do Mato Grosso e outra, no Paraná. Fico triste com as coisas que acontecem com as pessoas. Mas, eu quero passar uma mensagem de amor, pois só o amor pode trazer alento, trabalho e luta para qualquer um que seja. Então, muito obrigada por já terem me acolhido nesse planeta aí. Cuidem! Cuidem aí, cuidem mesmo. O negócio não está muito bom não. Tem que ter uma mudança aí. Como é que vai fazer isso?

Marina: Boa noite. Eu sou a Marina, que aí era Marina Lemos Silveira, e eu sou mais assim da parte do Norte, mas eu tive aí seis filhos. Os seis foram pro caminho errado. Acho que eu não aguentei, e agora estou olhando os seis daqui. Então, me deram umas instruções de como eu posso ajudar esses seis. Então, nem vou falar para vocês de onde, porque não é muito bom. Mas, aprendi essas coisas de que quando a gente vai para aí, a gente tem que encontrar e se doar para o amor. É isso. Fiquem bem.

Júlio: Eu sou o Júlio e também participo deste grupo já há algum tempo, e só quero me solidarizar com todos vocês e que vocês sigam nesta empreitada porque vale a pena. Tudo vale a pena. Não é uma coisa à toa você viver uma vida encarnada. Eles falam duplinada, aqui. Mas, agradeço muito a oportunidade de encontrar com vocês e deram um jeito aqui. Tem tecnologia aqui para poder acompanhar vocês aí dos computadores. Fiquem sabendo disso. Aliás, acho que surgiu aqui, essas tecnologias, nem sei como é que foi a história. Mas eles permitem que a gente acompanha, e eu estou acompanhando. Então, eu agradeço.

Carmem Maria: Olá, eu sou Carmem Maria. Eu não queria falar, mas estão me empurrando aqui. Então, eu só queria falar que eu fico muito feliz toda vez que vocês encontram e acho que é uma oportunidade para a gente ver que a gente deixou de fazer coisas na vida. Quando eu estava – já tem 70 anos que eu parti – e já estão me cobrando para ver se eu vou ficar mais tempo nessa .. é..eu estou preferindo por enquanto ficar à toa aqui. Então, pelo menos, eu vou seguindo vocês aí. Eu acho uma graça. Vocês são muito bonitos e bonitas, principalmente bonitas. Eu era bonita também. Mas, depois eu vi que isso é bobagem. Quando chega aqui nós somos luz e se a gente tem amor, a gente pode alcançar muito mais do que a gente pensa, e o nosso pensamento é muito pequeno. A gente precisa pensar mais nos outros e na gente mesmo. Então, estou aprendendo isso aqui também. E até encontrei uma pessoa que também já foi amigo meu aí nesse planeta maravilhoso. Para mim, é o planeta mais bonito deste mundo. Então, muito obrigada.

NA: Eu não sei o que eles estão querendo, porque eles estão empurrando só os que não querem falar. Porque eu sei que tem uns ficariam duas horas falando.

Mingo: Eu sou.. eles me chamam de Mingo quando eu era desse planeta aí. Então eu sou o Mingo. Mas, eu não tenho muito coisa para falar. Só que vocês cuidem aí, tenham responsabilidade. Ajuda aí esse povo que está dormindo e está fazendo coisa que não deve. Isso vai acabar com vocês aí. Tomem cuidado. Toma mesmo. Agora, vocês são muito abençoados, viu? Então, sigam essa luz que cada um de vocês tem aí, que é muita luz, é muita proteção. Vocês são muito protegidos. Vocês são muito assistidos, então, ..eles estão falando que eu sou o último, então, um beijo procês. Aqui está todo mundo querendo falar, e acho que eles não pegaram os que falam muito senão ia… é.. agora eles estão achando ruim porque eu estou dedurando eles. Olha, agradeço vocês aí, tudibão. Já viu pelo meu sotaque de onde eu sou, né?

NA: Paz e Amor. Estou à disposição.

W: Eu gostaria de agradecer muito essa oportunidade porque na vida duplinada, muitas vezes a gente não tem tanto esse tipo de consciência ou essa atenção para essa comunicação, essa troca que é constante entre essas duas dimensões Aintai-Intai. Isso, para mim, foi uma coisa muito significativa, principalmente porque vem à mente, vem ao coração a troca intensa que existe. E a gente, no cotidiano, no dia-a-dia, a gente acaba se distanciando um pouco disso, apesar de eu achar que mesmo inconscientemente a gente continua essa troca. Mas, isso para mim foi muito valioso para mostrar que os atos de amor que a gente tem no dia-a-dia fazem essa conexão com os Intai. Isso eu agradeço demais. E falar que apesar de todas as dificuldades aqui no planeta, a gente acredita nele. Então, eu queria que a gente continuasse com essa ligação, nessa conexão em favor do planeta, em favor da humanidade da Terra. Era isso que eu queria falar e agradecer.

NA: Agradecemos. Que todos vocês estejam bem, que todos vocês estejam bem.

NA: A luz do amor é um potencial apesar de conhecido pouco desenvolvido, realçando as diferenças entre os seres humanos. E essas diferenças são significativas e são muito bem-vindas, verdadeiramente, pois são as diferenças, por um lado, que proporcionam um conhecimento mais amplo e, portanto, também devem proporcionar e exigir uma busca mais ampla. E dentre as diferenças é preciso reconhecê-las como parâmetros de igualdade um diante do outro. A igualdade não é um sinônimo, nessa situação, de ser o mesmo ou equiparadamente da mesma forma, mas a possibilidade de haver o acolhimento ou, no mínimo, a tolerância entre os seres humanos. Claro que essas expressões não são novas, esses pedidos não são novos, mas estão na urgência da experiência humana. É necessário que isso se amplie para que não haja uma destruição da experiência duplinada neste planeta. Ela pode ser acelerada se isso não for da ação, da atitude, o respeito e a compreensão de que não vale a pena lucros em detrimento nem da natureza humana, nem da natureza do planeta. E que é necessário que se acorde para essas urgências. O tempo se acelera para essa experiência e muitos dos duplicados não poderão retornar mais e serão encaminhados para outros planetas de acordo com as informações que temos da direção humana dos níveis Intai. Esperamos, pois, que vocês façam parte dessa noção. Vamos realçar que a busca da consciência é algo que demonstra ultrapassado. É preciso compreender novos conceitos e alcances da experiência consciente e/ou exosciente. E vocês podem buscar a experiência exosciencial. Nós iremos trazer técnicas que possam contribuir que, pelo menos, em sonho ou em estados meditativos possam ampliar e se aproximar do nível exosciencial. Estamos ao dispor de todos e esperamos que os nossos estudos continuem sobre o Mapa Nagouw, e estamos certos de que vocês usufruirão de auto-reflexões valiosas, pois o suirsoma, apesar de não ser extravasado, o quanto … … caiu a internet. Voltou . Esperemos que vocês possam usufruir da experiência proporcionada pelo Mapa Nagouwn e que apesar do processo exosciencial não ser extravasado com facilidade, é possível se aproximar, inclusive, temporalmente da experiência suirsômica. Agradecemos a todos. Mnahrkiwan. Paz e Amor.

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