Encontro Semanal

Lugan Djer: o poder da gratidão

Sempre abordamos as questões relacionadas aos poderes do amor porque o amor se estende de muitas formas e proporciona grande transformação a partir de elementos variados, constituindo fatores dos sentimentos e esclarecimentos conscienciais. Então, o desenvolvimento passa a ter muitas possibilidades quando relacionado às referências do amor. Há muitas consequências nesse desenvolvimento, que produzem efeitos na consciência e especialmente ao nível exosciencial. E, dentre eles, as relações que a humanidade consegue atingir quando suas forças amorosas estão em equilíbrio. Elas relacionam-se profundamente aos suirsomas e aos suirdjais. Pois, constroem as melhores possibilidades diante da diversidade de questões a serem superadas por cada ser humano. Altruísmo, bom senso, abertura para o crescimento íntimo, a humildade, a gratidão são elementos que resultam processos importantes para o cumprimento de cada um em relação à sua experiência duplinada. Esses elementos do sentimento e do comportamento precisam ser reorientados de maneira a produzir o seu principal efeito, que é chamado de Djer. Refere-se a uma espécie de bônus energético associado aos fílens, portanto, aos fluxos de interação. Cada elemento a ser superado relacionando-se às necessidades íntimas de cada pessoa, compõe, juntamente com a sua consciência, formatos ou formatações de sua personalidade, assim como probabilisticamente, de suas possibilidades. Quando se diz Mnahrkiwon quer se dizer uma referência que, acompanhada da expressão Djer, demonstra as consequências que resultam em benefícios para o campo energético de cada um. Quando se diz Lugan, LuganDjer, a gratidão como referência deste tipo de bônus, consideramos que a gratidão como processo Djer tem tanto acúmulo deste “bônus” quanto a maior parte das situações relacionadas ao amor. A referência que se tem sobre agradecer impõe alguns caminhos que não alimentam o sentido atribuído à gratidão. Desta forma, agradecer por agradecer não surte o mesmo efeito quando se compreende o sentido íntimo de Lugan, o sentido de acessar as energias movimentadas pelo reconhecimento mais profundo da gratidão. É possível encontrar um efeito direto entre ser profundamente grato e estar protegido das agressões do ambiente físico. Isto quer dizer uma espécie de efeito em cascata. Reconhecer a si leva a acessar os sistemas imunológico, endócrino, cardiovascular, trazendo os efeitos Djer, que são as associações a partir do sistema de paridade, trazendo modificações de auto-aceitação, de auto-exploração, ampliando os sistemas de percepção, interligando as expressões incondicionais do amor menos expressas pela lógica do pensamento formal, mas imbricadas na intimidade consciencial, trazendo para o organismo referências de auto-credibilidade. Reconhecer profundamente as referências do equilíbrio entre dar e receber, entre impor e satisfazer, entre compreender e intuir. Por mais estranho que possa parecer, a gratidão revela a essência duradoura dessas associações orgânicas e psicodinâmicas relacionadas aos fluxos de interação. Lugan é a gratidão. A gratidão que gera Djer. Djer é um bônus energético. Pode-se pensar um exemplo do que seria a influência deste parâmetro insciencial. Imaginem uma pessoa em uma balança. A ela são dados alguns pesos, de maneira que fiquem equilibrados com o peso colocado nos pratos opostos. Por motivos desconhecidos, o peso do outro lado pode diminuir ou aumentar. O que fazer para compensar a diferença de peso? Apenas considerando os pesos de si e os pesos das mãos que estão nas mãos, isto é, segurando os pesos dados. Os elementos Djer relacionam, pois, ao proporcionar uma variação de peso em relação aos pratos e o equilíbrio, aproximando ou distanciando os pesos do centro da balança. Assim, os elementos Djer funcionam como parâmetros de equilíbrio em ressonância com energias dos centros de energia, interagindo com a lógica somatória do organismo físico, repercutindo na construção de uma confiança íntima. Uma grande proximidade com os campos de energia gerados pelo eixo consciencial insciencial, próximos da sua luz de amor, trazendo para o reconhecimento de si o reconhecimento dos outros. A gratidão gera Djer, assim como o amor incondicional. A gratidão gera equilíbrio e amplia as defesas imunológicas. A gratidão cura, a gratidão alcança. A gratidão é quase invisível, mas realiza muito poder. A gratidão é Lugan Djer, o poder da gratidão. Paz e Amor. Paz e Amor.

Agradecimentos.

Atendimentos:

Grupo: Nosso Amigo, eu queria que vocês dessem uma olhada ou me dissessem um pouco mais sobre xxxxxxxx, que nos últimos dias exacerbou. Não sei se xxxxxxx gera umas coisas, ou essas coisas xxxxxx, queria saber sobre o xxxxxxx, se poderia atuar. …….

NA: Sente-se por favor. Peço a permissão para a vinda do nosso irmão.

Grupo: Muita alegria. Sempre.

Ja: Paz e Amor. Paz e Amor. Vamos considerar essas questões à luz da experiência que foi feita da última vez. O que quer dizer quando se faz alguma coisa com um determinado propósito, mas isso depende de cada um. Muitas vezes, quando se toma um remédio, o efeito dele depende de sua fé. Muitas vezes, depende da quiralogia, como já falamos, que é a posição das moléculas em relação aos objetivos. Você pode ter um mesmo remédio que tem um efeito A, e outro mesmo remédio que tem o efeito B, diferenciando pela posição quiral das moléculas. Isso acontece muito porque há uma guerra entre os laboratórios, não é? E os sistemas não estão preparados para reconhecimento, né? Muitas vezes, podemos dizer que nossas propostas dependem mais das pessoas do que das propostas. Temos muitos exemplos de pessoas que vieram ao nosso encontro às vezes uma única vez, para resolver talvez essa esperança. Um determinado tipo de “problema”. É preciso pensar que muitos problemas não estão surgindo agora. Eles estão aparecendo agora. Mas, vêm sendo há muitos anos o objetivo daquela experiência. Como, por exemplo, escutar música de uma forma mais potente, não é? Será que é compatível com a estrutura física, ou será que interessa mais a compatibilidade com a experiência emocional? Certamente o físico tenta se adaptar à experiência emocional, ampliando-se fisicamente para suportar o deslumbre afetivo. Não é isso o gozo perceptivo? A emoção? Mas, não deixa de ser também uma proposta no limiar de seus resultados percebidos algum tempo depois, né? Falamos muito isso para mostrar algumas reações sobre a confiança. Se você passou 50 anos duvidando, agora que está tentando acreditar em si, quer vencer os seus 50 anos em uma semana? É bem compreensível que aquilo que dá certo passa a ser a referência para tornar aquilo real, não é? E isso quer dizer que se você corta limão em cruz, joga para trás, dá 3 pulinhos, e o problema vai embora. Quer dizer que não é simpatia, é solução. Ela funciona, e você vai passar para a frente essa situação. Você vai dizer “para curar pereba, pega limão, corta em 3, agora dá um espirro mentiroso e dá essa risada gostosa”. No outro dia, está tudo resolvido. Está curado. É a experiência da mente, do seu ser, a experiência que está tendo consigo. Os médicos são importantes, da mesma forma os professores, os músicos, todos. É necessário que se compreenda que uma dor de dente, apesar de ser algo da sua experiência pessoal, o médico pouco pode ser que resolva. Um médico pode ser um dentista. Uma pessoa que lava carros pode ser um médico. Um médico passa muito tempo estudando, um músico também, um professor também. Cada um tem a sua parcela, que leva sua experiência de um para outro, ou vende, tudo dentro da realidade conhecida. Mas, quando a realidade não se encontra, as situações se embaralham. Você vai precisar de encontrar outra solução, porque às vezes as coisas são mais complexas. Mas, você saber que algumas coisas vêm da infância, outras vêm da experiência, outras vêm de um conceito, outras ainda vêm de uma crença. De alguma forma, é possível agora compreender que também pode vir de você. Para não ficar vivendo loopings eternos, nem sempre um lugar adequado para se buscar solução é aquele que se espera por uma realidade dominante. Mas, talvez, por uma realidade surpreendente dentro de si. Na medida em que a humanidade se diversifica e se superficializa, aprofundando em ilhas de soluções desconectadas para acessar a sua consciência, o seu corpo, e dar uma solução quiral, que só serve se você tiver os seus pés voltados para trás, que só serve se você piscar um olho só o tempo todo, ou que só serve se você já for perfeito e não tiver nenhum problema. Essa exposição um pouco irônica é apenas para reforçar que muitas vezes se repete a mesma solução que não deu certo que, muitas vezes, se não espera as luzes acenderem. Muitas vezes, se abandona, ou por preguiça, ou por indiferença. Indiferença a si que só não é indiferença quando incomoda. É preciso que na experiência do limão se repita e se creia, se não, será um looping inútil e frívolo. Qualquer experiência que se tenha, é possível e é preciso encontrar a si com naturalidade. Os zumbidos nos ouvidos são expressões de questões da intimidade, anterior, muito anterior, ligadas às ações da experiência da profissão, à regência da idade, e pode ser compensado com uma busca por Kiwon, paz. Paz na luz do amor. Como se diz, não? É muito fora da realidade, não? Porque a realidade é o som todos os dias, é o bate-estaca. Não. A realidade é o que está dentro de você. Todos os dias, todos os segundos, todos os instantes, é você ouvindo você, chamando a atenção para você. Não é? É aquela criança que sentia falta, mas teve que seguir em frente. É aquele adolescente que desejava, mas teve que seguir em frente. É aquele adulto que roda o mundo para encontrar no mesmo lugar. É da natureza da existência? Não, da experiência. A experiência é encontrar a si. Amar a si. Ser grato. Adquirir Djer, equilíbrio, para a existência do seu existir. O amor é a essência primordial que depende da fé, da confiança. A fé em si. A fé no amor. A fé que os seus icons se comuniquem com o seu ser. A fé que se encontrará em sua exosciência trabalhando pelos outros. Talvez seja absurdamente filosófico, pois o zumbido aí está. Ele continua. Deveria ter algo que se fizesse e puff! Isso é o que a realidade promete. Mas, a realidade não é a realidade. A realidade está dentro de cada um. Cada um tem a sua realidade. O que podemos fazer? Nada mais do que equilibrar os centros de energia. Ajuda? Sim, apenas ajuda. É como empurrar um carro. Ajuda empurrar o carro? Sim, mas a solução é outra. É preciso leveza. É preciso Lugan, gratidão. É preciso. Mnahr, amor. É preciso Kiwon, paz. Confiança. Providência. Movimento. Acreditar na experiência íntima. Quando você vai tocar, você mede, você vai, você encontra. Quando você vai viver, você mede, você busca, encontra. Confia. Transforma. Transforme-se, você pode. A teoria não é nada se você não se transformar. É bela como uma poesia. Parece que se encontram as soluções, mas quando acaba, tudo está da mesma forma. Não. Modifique. Modifique, lentamente. Mas, modifique. Tire a pele velha, lentamente. Mas, tire. Encontre o silêncio, lentamente, mas encontre. Podemos dizer que há tensões no maxilar, tensões antigas, relacionadas a este, e mais, pelas ressonâncias, dizendo da forma de como estamos tratando. Simpléticas, entrelaçadas. Elas relacionam todo o aparelho respiratório e as tensões do diafragma, e as respostas na coluna. Tensões de uma experiência complexa. Certamente, não vai adiantar pegar um terapeuta e falar com ele: ‘resolve’. Talvez não adiante também chamar o bruxo dos bruxos e dizer: ‘resolve’. Mas, adianta que você sinta e que você escolha resolver o problema. E se não resolver, qual será a melhor forma de conviver? Então, seria re-sol-ver, de ver, ou com-vi-ver, é preciso descobrir, abrir, amar a si. Perdoar a si. Agradecer a si. Vamos fazer isso. Levar a vida com a alegria que leva aos outros, leva para si também. As brincadeiras, também. Relaxe o rapaz, a criança, e diga que eles estão livres. É só uma bobagem. Mas, às vezes, mais do tipo de pé na porta para ela fechar, ou porque alguém quer te trancar. Ou por que você quer se fechar? Pode ser mais simples. Faça o que é preciso fazer. Vá em um medico e fala com ele: ‘o que é preciso fazer?’ Ao mesmo tempo, olhe para si e diga: ‘vou resolver, vou relaxar em uma música que vai me levar a Kiwon’. Vamos fazer um equilíbrio dos centros de energia, que já estão equilibrados, pois nossos irmãos estão ajudando. E eles sugerem uma experiência sutil possível, mas que depende do seu exercício. Quando fores dormir, abra-se para encontrar alguns de nossos irmãos. Mas, agora especificamente e eles vão lhe mostrar o que está acontecendo. Só você pode interpretar. Só você pode compreender, e se isso acontecer, ou o ruído vai sumir, ou vai ficar muito baixinho. Mas, é preciso fazer alguma coisa. Por isso, agradecemos.

Grupo: Agradeço.

NA: Confie. Deu para compreender todo esse discurso? Agradecemos.

Paz e Amor.

Grupo: xxxxxxxxxxxxxxxxx, vai tocar um concerto difícil, queria ajuda para ela ficar equilibrada.

Ja: Vamos fazer uma proposta com água. A qualquer momento você apanha um copo d’água ao lado dela, ensina a ela a confiar nela mesma. Mas, naquele momento, especialmente, porque estaremos atuando em conjunto com as suas instruções. As suas instruções é a sua experiência de amor, a sua referência de artista, a sua referência de equilíbrio. Estaremos “configurando” o campo eletrofi das duas e em relação ao líquido para trazer um equilíbrio maior para ela.

Grupo: Muito grata.

Ja: Agradecemos. Paz e Amor.

NA: Paz e Amor. Paz e Amor. MnahrKiwon. A vida segue em cada um. Mais lúcido ou mais ao rumo dos universos paralelos, os seres humanos vão se ampliando, pouco a pouco, diante de suas próprias contradições. Mas, felizmente, quando se diz humano, aquilo que é para aquilo que é tão genérico e variado, tem-se uma tendência equivocada de que a maior parte da humanidade encontra-se sem possibilidade de se desenvolver. Não é verdade porque depende de cada um. Depende das referências que se cria para se curar; das referências que se desenvolvem para se solucionar. Depende das atitudes para consigo e para com os outros, para se alcançar. É preciso e é possível que compreender a si à luz do amor, é preciso estabelecer parâmetros seguros para você confiar em você. É preciso e é possível amar a vida, amar a si, amar aos outros. É preciso sentir profundamente gratidão. A gratidão gera benefícios, inclusive de cura. A gratidão é também evidência da luz do amor. A gratidão é Lugan Djer. Paz e Amor. Paz e Amor. Agradecemos. As águas estão energizadas. Mnahrkiwon.