Encontro Semanal

Luzes de interação entre o corpo e a mente

 

Paz e Amor.

 

Entendamos que o organismo humano está conectado com milhares de situações para ser regido como um único ser e não como milhares ou milhões de células. Essa unidade é o eixo consciencial confinado na estrutura orgânica, como já abordamos várias vezes. Falamos muito sobre os sistemas de paridade e então vamos resumi-lo naquilo que é preciso e aceito. Entre a mente e o corpo físico, há uma grande interação. Se resumirmos poderemos chegar em um ponto inicial para uma prática. A estrutura orgânica interage com forças elétricas, químicas, eletrônicas, e com campos desconhecidos da ciência, que são responsáveis pela alimentação de todo o funcionamento bioquímico, eletroquímico, eletromagnético, etc. Por se tratar de exalções entre dimensões produzidas pelo próprio encapsulamento do eixo insciencial, a estrutura física se manifesta através de luzes. Essas luzes são vetores e vibrações de campos eletromagnéticos, eletrofi e fi. Dessa maneira, diz-se que o organismo tem luz. Interessa-nos neste momento abordar as chamadas luzes de interação. Essas luzes são reflexos das atividades orgânicas, assim como o calor em uma lâmpada. Entretanto, a estrutura orgânica consegue interagir com o eixo consciencial mental insciencial. E, dessas interações, surgem luzes que refletem-se nos campos e nas áreas diversas do córtex cerebral humano. As luzes de interação resultam, por sua vez, como reflexos de um incontável número de sistemas de paridade. Daí a importância da manifestação, o fenômeno de iluminação mental. Sendo reflexos diretos dos sistemas de paridade, essas luzes promovem e podem induzir respostas orgânicas diretas dos estímulos inscienciais e conscienciais. O maior interesse nessas luzes, por causa disso, é conseguir dialogar com os organismos. Iremos apresentar dois exercícios para o desenvolvimento auto-proprioceptivo e perceptivo mental, relacionados diretamente com as formações das luzes de interação na mente humana. Procuraremos ser mais diretos em função da dificuldade de estabelecer o contato. Paz e Amor.

OA: Primeiramente, eu queria uma pessoa que sirva de referência. xxx foi. Fique de pé por favor à frente. O exercício chama Pina 1. Consiste em fazer – já passamos esse exercício, mas agora com uma perspectiva mais direta. Junte os pés e feche os olhos.

O que acontece?

Grupo: Tenho que concentrar um pouquinho pra me equilibrar melhor?

OA: Você vai ter um sinal neurológico vestibular de equilíbrio. Quando se faz essa postura e fica mais de 5 minutos nela você estimula o campo de paridade fi relacionado ao funcionamento ideal do organismo. Ao observar como se fica, a prioridade é o equilíbrio e o equilíbrio não diz respeito a um aspecto específico: ele aciona diversos sistemas de paridade. Então, propõe-se que fique 5 minutos com os pés juntos de olhos fechados. É suficiente para acionar os sistemas de paridade que não são os mesmos do exercício seguinte. Depois de 5 minutos (você pode marcar como quiser), você afasta os pés, joga o peso para um lado e sem tirar o pé do outro, você vai pesquisar o seu equilíbrio.

Grupo: ficando nessa posição eu vou pesquisar meu equilíbrio?

OA: isso. Em um pé só. Mas você não vai tirar esse pé do chão. Você vai tirar ele todo menos a ponta. Então você vai tentar, mas você não vai apoiar nele não.

Grupo: de olhos fechados, NA?

OA: de olhos fechados.  Sempre, todo o tempo.

Grupo: um exercício é seguido ao outro?

OA: nessa ordem que estamos falando. Ponha o peso agora nessa.

Grupo: os mesmos segundos?

OA: aproximadamente. Ponha os 2 pés. Agora você vai ficar com um pé só. Isso! Você pode encostar o outro pé.

Grupo: pode encostar?

OA: isso. Você pode encostar. Mas você vai tentar ficar com um pé só. Por volta de 10 minutos os sistemas de paridades são totalmente ativados.

Grupo: de exercício total ou só nesse?

OA: de exercício total. Troque. Ok. Vou fazer umas perguntas: você pensou alguma coisa?

Grupo: Não

OA: você tinha a dominância do equilíbrio, o eixo?

Grupo: a dominância do eixo? Eu fui sentindo, assim, claro que com mais dificuldade com um pé só. Mas, por exemplo, quando eu juntei os dois pés, depois de um tempo foi ficando mais confortável essa posição.

OA: você viu uma luz?

Grupo: não.

OA: viu. Mas não observou. Então volte ao equilíbrio e procure.

Grupo: com os dois pés juntos?

OA: não. Já com um pé só.

Grupo: E procura notar essa luz que você falou?

OA: é. Qualquer iluminação.

Grupo: agora tá mais difícil.

OA: percebeu a relação entre luz e equilíbrio? Você não viu a luz, mas ficou desequilibrado.

Grupo: sim

OA: então essa é a relação direta com os sistemas de paridade.

Grupo: por que antes eu estava com o sistema de paridade ativado?

OA: estava, mas não estava sabendo a direção dele. Então à medida que você treinar, você vai melhorar a capacidade do seu organismo de equilibrar e, na tentativa de enxergar luzes ao mesmo tempo você faz uma relação desses sistemas de paridade com as luzes de interação.

Grupo: por que que agora, dessa segunda vez, eu fiquei mais equilibrado?

OA: porque você passou a utilizar o sistema que estava disponível para você. O sistema de paridade, ele é usado no organismo para tudo. Ele não é uma coisa só. Mas é um sistema de confirmação.

Grupo: é como se estivesse menos preparado e utilizou menos recursos de paridade?

OA: não. Ele não sabia. Ele não sabia porque eu não falei nada e então a parte da interação das luzes, ela estava desconectada. Quando ela conecta, aí ele vai ter que ter outra experiência, nessa experiência de conexão. Entenda: é como se você olhasse para uma coisa que você não tinha visto. Aí essa conexão, nesse exercício, é para treinar essa possibilidade. Isso é muito básico, muito incipiente, muito sutil.

Grupo: isso tem a ver com o funcionamento do organismo como um todo?

OA: como um todo, porque tudo, desde o DNA, é confirmado de alguma forma. Tem uma chave, tem um código, tem uma célula que leva alguma coisa para algum lugar, tem uma substância que é chave para alguma coisa, então o sistema de paridade é todo o sistema que faz o organismo funcionar. Ele é múltiplo e matricial. Matricial quer dizer que é uma lista encadeada com uma lista, encadeada com uma lista. O que é uma lista, por exemplo? Sistema sanguíneo: tudo o que acontece com o sangue é uma lista: acontece a,b, c, d, e, f. Agora o que acontece no fígado é outra lista. O que que o sangue tem a ver com o fígado? Toda a interação fígado-sangue, sangue-fígado que é intermediada pelo coração são listas encadeadas em listas, fazendo com que esse encadeamento se torne matrizes de matrizes de matrizes de confirmações. Tudo é confirmado, tudo é confirmado com encaixe aqui: um encaixa assim, outro encaixa assim. O que encaixa assim é uma mensagem, o que encaixa assim é outra. É para um outro sistema. Às vezes estão juntos. Eles se selecionam pelo propósito insciente do ser em sua interação com o próprio organismo. O DNA é um exemplo. Então o exercício proporciona, de forma muito básica, que esses diversos sistemas saibam que a sua consciência está procurando uma interação. Quando você fica balançando, o sistema, daí a escolha desse exercício, o sistema de equilíbrio, ele impõe situações de paridade em todo o organismo, porque ele coloca o organismo em risco, então o organismo está absolutamente voltado, nesse momento, para esse equilíbrio. Quando você o desafia e ainda por cima associa com as luzes de interação, o organismo percebe que há uma codificação sendo procurada.

Grupo: e essas luzes sempre aparecem?

OA: elas vão aparecer num certo momento. Pode ser agora ou daqui a um ano. Depende de cada um.

Grupo: no meu caso, ela apareceu mas eu não notei, foi isso?

OA: no seu caso ela apareceu na sua frente mas você não estava olhando, e ela tornou a aparecer da segunda vez. Mas é treino. Tem que treinar, treinar. Imagina uma criança quando começa a andar. Quando, no momento em que ela descobre o equilíbrio, acontece em menos de 2 horas um aumento de 20% na mielinização na sua estrutura cerebral. Então todo o corpo está integrado em sistemas de sistemas que se confirmam entre si de acordo com suas necessidades e com as imposições genéticas e as imposições do meio ambiente.

Grupo: eu estou vendo umas luzes aqui agora, mas muito difusas. Uma cor meio azulada, muito difusas, escuras.

OA: alguma pergunta? Essas luzes que você está vendo são manifestações diversas. A priori são manifestações até do globo ocular mesmo de luzes externas inicialmente e com o tempo elas vão sendo mais consistentes, porque elas são meio diferentes, as luzes de interação.

Grupo: Então, essas não são definitivamente as luzes de interação.

OA: Pode ser. Não posso afirmar porque não estou em você.

Grupo: Nem é bem uma pergunta que eu tenho, mas quando pensei aqui, me veio o labirinto na minha cabeça, que faz parte desses sistemas de sistemas matriciais, e tudo, e está envolvida nessa cadeia orgânica, né? É isso, é porque minha esposa tem labirintite, então a memória dela…

OA: Esse exercício é bom para ela.

Grupo: É, pensei nisso.

Grupo: Muitos anos atrás, vocês me passaram um exercício, por causa dessa coisa da nossa família, de ter propensão a enjôo, que era uma coisa também de ficar assim (de pés juntos) e ficar para frente e para trás, e pro lado, às vezes rodando, tem a ver esse com isso que você acabou de passar?

OA: Completamente. Tanto que a ligação é a mesma que ele disse (se referindo ao Webinho).

Grupo: Me deu a impressão que quando enxerga a luz, o equilíbrio, ele vem de uma forma mais estável, como se aterrasse mais, quando enxergo a luz.

OA: Não necessariamente.

Grupo: Todas as vezes que eu enxerguei, parecia que estava mais centrada.

OA: É uma manifestação sua. Observe. Falamos observe porque às vezes já é uma interferência. O seu organismo tenderá a se proteger.

Grupo: Que tipo de interferência?

OA: Feche os olhos. Junte os pés. Ponha um pé em cima do outro. (o amigo dá um pequeno empurrão no Bill). Teve alguma interferência?

Grupo: Como assim? Não entendi a pergunta.

OA: Ponha um pé em cima do outro. (Tornou a empurrar o Bill).

Grupo: Sim, você me empurrou.

OA: Isso. Que que o seu corpo fez?

Grupo: Reequilibrou.

OA: Ele se defendeu.

Grupo: Sim.

OA: Só isso. E os sistemas de paridade irão fazer isso. A sua mente consciente é estranha a ele. Então, ele precisará entrar em contato e reconhecer, acostumar com ele, treinar a ver.

Grupo: Então, o risco faz com que o seu sistema…

OA: Não! Não é o risco. É o sistema de auto-preservação, mesmo.

Grupo: Pois é, mas que foi estimulado pelo risco. No começo, você falou que diante do risco, o equilíbrio é alcançado, quando o corpo é posto em risco.

OA: A defesa.

Grupo: A defesa. Isso tem a ver com o que a gente estava conversando (antes dos nossos amigos chegarem).

OA: Está intimamente ligado com o sistema imunológico. Esse exercício é ótimo para melhorar o sistema imunológico.

Grupo: Vou falar para a Renata fazer.

OA: Esse contato, persistentemente, porque entrar em contato uma vez, o sistema imunológico olha e pode falar: ‘já estou indo’!

Grupo: É necessário fazer muitas vezes.

OA: É, porque você vai entrar em contato com o sistema imunológico também. Seu sistema imunológico é um sistema de paridade. Autenticamente um sistema de paridade. Ele pega uma coisa e olha: ‘já tem isso aqui?’ Aí, se tem, ele manda matar. Se não tem, ele manda pesquisar. E outros vão pesquisar. Outros dentro de você. Outros sistemas de paridade. Na medida em que ele consegue pesquisar, ele consegue te defender. Se ele não achar o que é, e demorar demais, ele fala: “ó, espera!” mas, enquanto isso, o outro está…

Grupo: Então, esses exercícios estimulam o nosso sistema imunológico?

OA: Se você só fizer, sem prestar atenção, não acontece nada. O exercício é exatamente para você entrar em contato com sistemas diversos, não só (outros: imunológicos), de paridade. Na medida em que fizer e associar, ligar, luzes irão surgir na sua mente, com as respostas de desequilíbrio, entendeu? O sistema de paridade entende. É uma forma de equilibrar. Aí, o contato, ele vai ser simbolizado no nível orgânico. Ele vai poder conversar com o seu sistema.

Grupo: Quando você fala desse desequilíbrio, ele tem um sentido muito amplo, ou é o desequilíbrio mesmo corporal de ficar em pé?

OA: Em todos os sentidos.

Grupo: Podem vir desequilíbrios de várias ordens.

OA: Psíquico

Grupo: É.

OA: Também. Só que você…

Grupo: Você pode ter insights com isso?

OA: Imagina que cada molécula de um líquido de um copo d’água que você bebe, você dê um nome para ela. Então, a XDY9533 você acabou de beber. Se você identificá-la, você vai saber onde ela está em seu corpo. É possível, mas improvável. Certo? Então, o desenvolvimento, ele é básico. Primeiro, você precisa perceber que existe um você dentro de você. Primeiro, você vai precisar perceber esse você lá dentro. Ele é a sua confiança. Se você não perceber, não vai acontecer nada, nadinha.

Grupo: Então, tem a ver com o que estava acontecendo, porque, principalmente nesse exercício, e em outros também, me veio a preocupação de não cair, um medo de não cair. Isso tem a ver com a falta de confiança.

OA: completamente.

Grupo: Esse é um estágio a ser superado.

OA: A ser treinado, já que o medo é uma ilusão.

Grupo: Eu posso fazer isso quando eu estou dançando?

OA: Pode, do seu jeito, você pode descobrir como fazer. mas, o básico..

Grupo: Estou falando de situações que a gente vive diariamente.

OA: Vou ser mais direto com você: não. Porque você não tem o domínio, como é que você já vai colocar uma dança? Ela vai ter outro caráter, outro viés, outra simbologia. O sistema de paridade não vai nem notar que você está lá.

Grupo: Quando a gente está fazendo exercício de equilíbrio, a gente pode acionar esse sistema?

OA: Vou repetir, não, porque você não tem o domínio. Quando você tiver o domínio, aí você experimenta para ver se você consegue, porque as respostas de paridade são, vou dizer, a forma mais direta e impossível de ser diferente, baseadas no amor incondicional. O que é, é; o que é, não é. Ele não se faz, apesar de haver muitos sub-sistemas no organismo que se reestruturam falsamente. Mas, os sistemas de paridade, para se lidar com eles, é preciso percebê-los, é preciso interagir diretamente com eles, porque inicialmente, eles vão interagir com você. Não vai ser você que vai falar: “Ô, estou aqui, ó!” Ele não nota a sua presença. Agora, se você, só de enxergar as luzes de interação, de permitir treinar, ver essas luzes, o sistema, que é você, está vendo que você está vendo. Como é que você engana você? Você não vê. Aí você fala que vê. Você acha que o sistema de paridade vai reconhecer você? Mas, o que você está vendo, é o que ele está vendo. Porque é você. Então, não tem como você enganar, criar alguma coisa na sua mente. Você realmente tem que encontrar as luzes de interação. Quando você está fazendo o exercício, buscando o equilíbrio simples, de um pé, do outro, dos dois, um pouco na ponta, colocando o equilíbrio em cheque, você vai ter um âmbito de acesso de si mesma, que é verdadeiro. Ele é incondicional. Se você enxergar luzes de interação, você não vai ter dúvida, porque ela é uma luz diferente. Ela não é uma luminosidade. Ela pode começar de luminosidades e pode misturar em luminosidades, e isso pode demorar um tempo, porque depende de como você está fazendo. E não há um jeito de falar: “você tem que fazer assim.” A gente deu um tempo, mas é um tempo de cada um, porque não adianta, você vai marcar tempo, abrir o olho, fechar, olhar.

 

OA: … (depois de um período de silêncio, ele olha ao lado de um de nós)  Um momento… Ele está perguntando se no caso dos Intai… Pode! Se os Intais também podem fazer isso. Eles também podem fazer.

Grupo: Mesmo sem estrutura física?

OA: Eles têm estrutura física no mágnem.  E é muito interessante porque, principalmente numa condição de estarem sem referência, é uma boa coisa para referência. (voltando-se para a entidade…) Um ponto no lugar, no ambiente físico que você consegue reconhecer, e se estabeleça provisoriamente, faça e você vai ter ajuda. Agradecemos. Paz e Amor. Algo mais de pergunta?

Grupo: Estou pensando justamente nessa relação do Aintai com a vida Intai. Se a gente levaria, por exemplo, esse conhecimento, se é aplicável na vida Intai.

OA: É diferente, mas é possível. Mas ele existe. Ele é uma referência, porque a experiência corporal, ela não se dissocia. Para ela se dissociar, você tem que ser uma pessoa muito desenvolvida.

Grupo: A sensação continua?

OA: Quem é muito desenvolvido desaparece totalmente,  não fica nenhuma molécula. Agora, a grande maioria fica mais da metade. Aí, com o tempo, vai perdendo os corpos, as relações… Se for uma pessoa desapegada, aí pode ir mais rápido, o que é melhor. Aumenta a vibração. Algo mais?

Grupo: Fiquei lembrando dos últimos exercícios para estimular a percepção das luzes… Esse exercício, a finalidade primeira dele, nesse momento, é estimular a percepção das luzes?

OA: É sim, a percepção das luzes. Não fiquem ansiosos, aflitos, porque não estão vendo a tal luz, né? Ela pode aparecer do nada. Inclusive se você estiver adoentado, você vai ter mais facilidade, ela vai aparecer mais. Então, não que seja bom, mas pode aproveitar.

Grupo: A doença serve pra alguma coisa!

OA: Sabemos que é muito difícil, né? Quando lidamos com a humanidade, há muitas questões em cada pessoa muito diferentes uma da outra. Então, não podemos estabelecer uma referência única. Vamos falando o que a gente consegue ou entende que é possível não sair tanto da realidade física, porque a realidade física, ela é muito diferente do que vocês acham que é. Para cada um, para cada tipo de desenvolvimento… Por exemplo, nós temos aqui umas cinquenta entidades nesse momento. Todos os encontros são seres humanos Intai, e outros seres não humanos que estão aí.

G: Um amigo do Rafael que ele encontrou no sonho?

OA: É verdade!

Grupo: Ele está aqui?

OA: Não, ele não está aqui, mas é verdade. Eles são um grupo de 20 ou 30 pessoas, entidades.

Grupo: E todas essas entidades, os seres Intai, eles percebem a gente?

OA: Não, depende.

Grupo: Depende? Às vezes eles estão aqui sem perceber a gente?

OA: Certo. E depende do nível de desenvolvimento. Imagina: uma criança de 2 anos enxerga se esta sala está desarrumada ou arrumada? Percebe?

Grupo: Não

OA: Então a visão dele em relação ao desenvolvimento dele não vai nem fazer diferença se tiver caixas, se tiver uma bomba ali.

Grupo: Não vai fazer diferença?

OA: Não vai fazer diferença. Mas, ao mesmo tempo ele percebe você, por isso que ele está aqui. Eu estou me fazendo ver. Há alguns aqui que estão assistindo, que não enxergam vocês.

Grupo: E nem são conscientes da nossa presença, não enxergam, não sabem…

OA: Sabem, por que estamos conversando com vocês.

Grupo: É mais ou menos parecido com gente com eles. A gente não enxerga, mas eles estão aqui.

OA: Algo assim.

Grupo: Mas a gente tem consciência agora de que eles estão, porque não tinha antes.

Grupo: E tem pessoas que são ligadas a esse grupo, que estão aqui?

OA: A qual grupo?

Grupo: Ao nosso.

OA: Tem, tem.

Grupo: Interessante.

OA: Tem pessoas da sua família, tem pessoas da família de todos vocês.

Grupo: Um abraço pra todos!

OA: Porque é um absurdo para um ambiente físico tão densificado, porque quem é densificado, no caso a mente e o corpo, ele tende a entrar num nível de vibração que despreza. Se você colocar uma madeira a luz não passa, mas se a luz for muito intensa ela vai passar, tá certo? Então, a relação de densidade é o tanto que as moléculas estão muito juntas e formando estruturas que em relação ao nível de vibração ou de energia – o nível de vibração está diretamente relacionado ao nível de energia –, então um raio gama passa pela matéria como se não existisse.

Grupo: Mas, uma pergunta: Todos esses seres que têm relação com a gente, com a nossa família, eles estão nos percebendo, ou não estariam aqui. Tô errado?

OA: Eles não percebem com tanta clareza não.

Grupo: Mas eles sabem que a gente tá aqui, por isso eles estão aqui. Ou não?

OA: Mais ou menos. Por que você está aqui?

Grupo: Eu estou para ouvir você. E eles também?

OA: É.

Grupo: Mas há a coincidência deles serem da nossa família…

OA: Eles estão com vocês. Já andou longas distâncias com alguém, em algum lugar, sem olhar pra ela?

Grupo: Acho que não.

OA: Quando você faz uma viagem e seu amigo está lá atrás, você fica olhando para ele toda hora?

Grupo: Não.

OA: Mas ele está lá. Você sente?

Grupo: Sim.

OA: É assim.

Grupo: Então eles sentem que a gente está aqui?

OA: Sim. Alguns conseguem te ver. Aí falam: É o Xxxx. É o… que foi na outra vida. Entendeu?

Grupo: Entendi.

OA: Então há uma comunicação, mas não como aqui, com essa clareza que você vê. Para mim, eu enxergo mais claro ainda, porque eu enxergo todos. Então, na verdade, quanto mais clareza, mais confusão. Então, o ambiente de vocês é mais limpo. Vocês não veem todo mundo.

Grupo: Tá uma confusão aqui!

OA: É uma confusão divertida. Na verdade, o toque (no piano, simulando uma batida de porta) que eles pediram pra fazer, foi uma sugestão deles. (risos) … não faríamos isso. É sempre bom um pouco de humor. A humanidade, comparando com outros seres, é muito mais engraçada. Porque é preciso duas coisas para o humor: ou um nível muito baixo de consciência ou um nível muito elevado. O nível muito elevado é sem graça, porque ele é muito técnico, é muito específico, só pra você.

Grupo: Piada interna.

OA: É. Mas um mundo mesmo desenvolvido é mais engraçado. E quanto mais você ri de si e do mundo, mais desenvolvido você é em relação a ele, porque ninguém vê graça em si mesmo quando as coisas não são boas. Mas a graça, uma grande parte dela, vem de coisas que não são boas, porque é uma visão crítica, é ironia.

Grupo: É tornar as coisas difíceis mais leves.

OA: Isso ajuda muito ao desenvolvimento pessoal, você ter uma força de fazer rir e de rir também. Não significa que o contrário… É a mesma coisa, porque muitos não acham graça porque têm o nível de consciência maior. É preciso desrespeitar um pouco para rir. Mas desrespeito demais, aí já não é bom. Paz e Amor. Vamos deixar o outro exercício para o próximo encontro. Foi permitido a mim manifestar sem alteração por causa da saúde do nosso irmão. Vocês podem perguntar: por que vocês não vão lá e… ¨pum¨! Porque é a questão dele, nós temos que respeitar e deixar ele conduzir suas próprias questões. Como todos vocês, humanos, isso não é uma coisa ruim. Talvez seja a coisa mais importante da humanidade é quando ela percebe que, por um motivo, ela tem um problema e, ou ela seguras as pontas, ou ela resolve. Quando ela abandona e se acovarda, ela deixa para outra vida. Mas quando ela segura as pontas, digamos assim, ou resolve, isso é bom. Então é não ter medo nem de sofrer, nem de sentir dor, porque tudo isso pode ser substituído pelo amor e, felizmente, é o caso do nosso irmão. Ele vai substituindo uma coisa pela outra e lentamente vai conseguindo superar algumas questões que todos têm. Cada um tem a coragem, tem o amor e a certeza que o amor é o caminho. É o caminho muito mais real do que qualquer coisa material que vocês possam pegar. Agradecemos. Paz e Amor.

Paz e Amor. A consciência é feita de luz, luz que inclui o amor; luz que forma a energia que circula, que expressa a humanidade a partir de si. É preciso crer em si. É preciso construir a relação com a vida de uma forma consistente em relação ao que sente o seu coração. Não imponham a si mesmos dissonâncias irrevogáveis. Não se humilhem. Basta crer que o amanhã certamente será uma lição melhor porque é assim que todo o amor da existência disponível para cada um se conduz em sua incondicionalidade. Agradecemos. Paz e Amor..