Encontro Semanal

Alegorias, pareidolias, apofenias, ilusões, interpretações e significados

 

Paz e Amor.

É muito frequente a imaginação ser desprezada, criticada e destruída. Também é muito frequente que as impressões de cada ser sejam minimizadas e até transformadas em doença. Às vezes, o que se entende de si são manchas, são sensações, impressões, ilusões. Muitas vezes, se percebe que as impressões fornecem referências para o equilíbrio mental e orgânico. Às vezes, os reconhecimentos partem de parâmetros difusos e vão se construindo ao longo da vida, para se estabelecerem como verdade para muitos. É difícil o compartilhamento mental. E o domínio dos poderes econômicos interessa controlar as imaginações, os pensamentos e os desenvolvimentos. E, desta forma, investem em condicionamento. Mas, quando lidamos com a mente, como estamos buscando fazer, é preciso que se reflita que há limites ponderáveis para tal desenvolvimento. Não se pode avaliar o que o poder deseja fazer, mas as impressões alheias, muitas vezes, críticas, podem destruir a sua capacidade de pensar e de sentir. Muitas vezes, o seu pensamento e o seu sentimento podem ser avaliados como meras alegorias. Aquilo que a sua mente vê, sente, escuta e avalia está dentro do seu espectro existencial, dentro do seu corpo, que se forma de acordo com sistemas complexos de matrizes de sistemas interligados, altamente capazes, aptos para se auto-administrar. As formas pejorativas, não apenas do poder, mas da própria ciência humana, tentam relegar a horizontes superficiais da existência de cada um. As pareidolias são imagens que se transformam em reconhecimento. Às vezes, de rostos, às vezes, de sentidos, às vezes, de reações, mas sempre intercambiadas entre a mente e o corpo. A estrutura insciente, aquela que configura os limites da inconsciência e do subconsciente, emite sinais diversos, na tentativa de comunicar à consciência, parâmetros para a sobrevivência e para o equilíbrio, de uma forma geral. Os sistemas de paridade avaliam apofenias, de maneira a satisfazer as reações bioquímicas, e estabelecem parâmetros quirais para não se enganar. Muitas vezes, a própria bioquímica orgânica, em seu sentido mais amplo, configura substâncias em sua quiralidade específica, para obter e colher os efeitos enzimáticos e proteicos específicos. Criam apofenias para se balizarem na estrutura da saúde orgânica e todo o seu equilíbrio. Mas, a bioquímica humana exercida em laboratório, é capaz de criar substâncias com os mesmos elementos, mas com diferentes formas quirais, para satisfazer a exploração financeira, de tal forma que um remédio possa ser outro, mudando apenas a sua configuração quiral. Já abordamos em outro momento essa questão. Mas, o organismo em si tem as suas formas de recriar os caminhos para sua expressão, interação e desenvolvimento, fazendo com que parte daquilo que é comprovado em seu trânsito orgânico fluídico, líquido, eletromagnético, elétrico, bioelétrico, bioquímico, esteja demonstrando para as interações eletrofi dos eixos conscienciais de cada um, sombras que se transformam em processos, mas que também encontram-se limítrofes com as ilusões, por sua vez, apofenias, que são os significados que são gerados daquilo que a mente produz de imagem, de sensação, de impressão, de diálogo, tornando e tomando posse, transformando em interpretação. A consciência, plenamente interativa com as suas imaginações, com as suas impressões, com as suas intuições, faz com que aquilo que parece ser seja algo reconhecido, e ali, entre o limite que impõe o reconhecimento de si pelos outros, e dos outros por si, através da linguagem, através dos gestos, através das transformações, das construções, os organismos se ajustam, criando suas realidades reconhecidas. Apofrenias que se transformam em ideias, significando algo a ser construído, mas no limite entre apofrenias, que são as quebras mentais e desajustes, por questões diversas, especialmente relacionadas aos afetos, aos sentimentos. Muitas vezes as chamadas esquisitices, reconhecidas pelas psiquiatrias, alojadas em gavetas que determinam se os reconhecimentos de si são ou não oligofrenias, distúrbios diversos que interessam a quem manipula a quem. Por um lado, há o poder de uma forma geral, por outro, o poder de si para si. É preciso estudar a si, é possível encontrar justos significados para as imagens que se cria em seu interior, para o reconhecimento de limites que estabelecem as responsabilidades que o seu próprio ser consegue reconhecer. A mente sadia é interativa e alegre porque busca a si, reconhecer-se em suas limitações. Mas, essencialmente, em encorajar-se para sua própria expansão. A inteligência, como habilidade de auto-reconhecimento, poderá aproximar-se de sua insciência íntima, onde o senso do amor incondicional consegue ajudar a estabelecer, com naturalidade, o reconhecimento de si. As imagens, os sentimentos, os sons, os reconhecimentos, as alegorias que degradam, as apofenias que recriam parte da realidade, as pareidolias que contribuem como senso de reconhecimento; as ilusões que extrapolam a imaginação; as interpretações que estabelecem algumas conclusões, e os significados que gerenciam o compartilhamento entre todos os envolvidos. É preciso reconhecer que na realidade nem todas as formas são seres vivos. É preciso reconhecer que dentro de si, nem todas as imagens são verdadeiras. É preciso ouvir e reconhecer os sons pelo que eles significam, pois a sua soma poderá ser uma argumentação, reflexo da inteligência natural dos seres humanos. Evidentemente, é preciso ouvir, acalmar, aprender a interpretar, aprender a reconhecer a si, e selecionar as manchas que em sua mente têm significado real para si, inclusive, para o seu próprio organismo. É preciso silenciar a voz diante da imposição, nem sempre racional dos poderes externos. É preciso refletir, apaziguar. É preciso reconhecer em si a luz do amor. Agradecemos. Paz e Amor.

Agradecimentos.

NA: Igualmente agradecemos e também damos boas-vindas.

Grupo: Estávamos conversando sobre os condicionamentos, e necessidade de consumir outros corpos, animal, vegetal. Que tanto que isso é real? Que a gente precisa? O que é real e o que é condicionamento? Somos produtor do nosso alimento?

NA: A alimentação reflete níveis específicos de desenvolvimento de vibração, de habilidade, de compreensão, e não quer dizer que a consciência possa ser alterada porque depende de todo o suirsoma envolvido na experiência da duplinação. Quando alguém escolhe uma opção que retire do seu cardápio, o quanto possível, os animais de sangue quente, e os outros, não vegetais, está em ressonância com a mesma condição existencial destes que consomem. Por ser um assunto especificamente voltado para a experiência específica de cada um, muitas vezes, alguns enganos são cometidos quando se generaliza que determinado alimento é bom ou ruim para todos. Temos uma postura neutra em função de admitirmos que cada um tem o seu nível específico de desenvolvimento. Não se pode querer ser um matemático sem experimentar toda uma série a que se propõe para ser matemático. A alimentação leva a diferentes processos orgânicos de metabolismo, mas também de transformação na interação eletromagnética e eletrofi. A relação entre os animais e o sofrimento a que estão submetidos evidentemente influencia as cargas orgânicas a que se submete. As reações vêm de tais combinações. Por exemplo, de forma fictícia, fique bem claro, o famoso Conde Drácula não seria para si um bom vegetariano. A síntese de suas proteínas se submetem a um nível de sua vibração que selide em seu eixo consciencial, em tese, porque estamos falando de uma ficção. Mas, aqueles seres com algo da inteligência mais desenvolvida, irão sentir os efeitos de sua alimentação. Cada um tem a sua reação. Paz e Amor.

Grupo: O que é o suirsoma?

NA: Antes da duplinação, o chamado espírito, a partir do momento que se decide, ou é levado a duplinar, ele é atendido pelos seres de alto comprometimento, que irão dialogar com esse “espírito” e refletir sobre o que ele quer e o que ele precisa. E todo o processo de preparação e diálogo, que inclui aqueles seres que relacionam-se à sua rede familiar, e aos problemas que adquiriu ou que possui, será levado a algumas escolhas. Tais escolhas são conduzidas à probabilidade de sua efetivação. Isso quer dizer, nascer em determinado lugar, com determinadas características, com determinada família, e com determinadas questões a serem desenvolvidas. Não há nenhuma exatidão, a não ser os troncos familiares, que muitas vezes são mantidos por milhares de vezes. As escolhas, que provavelmente irão encontrar, serão tendências que poderão acontecer, especialmente, se seguir o seu coração. Especialmente, se respeitar a si e se o ambiente, mesmo adverso, lhe soprar as oportunidades que poderão surgir. O suirsoma é a transformação que pode ocorrer em decorrência do que se propõe a si, antes de nascer. E, ao longo da vida, aquilo que lhe acontecer será o melhor, em tese, para você. Mas, é preciso que faça a sua parte, e a sua parte relaciona a si, relaciona a saber de si, a respeitar a si, a crer em si, a caminhar, confiando que a existência, aquela existência, essa existência, que tudo dela faz parte da sua vida. Tirar o melhor proveito, basear-se nas melhores condições, quer dizer reconhecer a si, humildemente, para destituir-se e aproximar-se da sua própria essência, o amor incondicional. Infelizmente, a grande maior parte das pessoas tende a se distanciar de si, agindo de acordo com as experiências dos outros, muitas vezes, indo contra si mesmos. O suirsoma é uma luz, pode ser uma impressão, pode ser uma apofenia, pode ser uma descoberta, pode ser um talento, pode ser um caminho, pode ser um pensamento, um sentimento, um encontro, tudo que faz da sua vida algo para cá ou para lá, de bom ou de ruim, mas sempre o suirsoma que é a luz do amor, acompanhado pelos Ranamás, estarão a postos, esperando que você venha. Se não for possível, aproxime-se de si o quanto for possível. Isso é o suirsoma. Paz e Amor.

Grupo: Queria pedir que acompanhasse as consequências da reunião que tive hoje, assim como de resto, tudo que vai acontecer até domingo. Vou precisar de ajuda

NA: Confie em suas atitudes e em seus objetivos, estando atento às ações dos outros, mas, tranquilamente. Paz e Amor.

Há vários caminhos por onde passas. Se escolhe um deles, é esse o seu caminho. Não retroaja por perceber outros caminhos. Avalie e re-escolha. A vida segue com suas manchas em suas mentes. As manchas podem ser plausíveis. Mas é preciso aprender a reconhecê-las. Os limites entre as variações mentais estão sendo ponderados por sua inteligência e por sua sensibilidade. É preciso confiar em si e reconhecê-las, tanto no âmbito dos outros, quanto em seu próprio ser. Equilibre-se para se estabelecer como referência fidedigna para si mesmo ou si mesma. A luz do amor é uma boa referência. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor.