Encontro Semanal

Dugma Intai: outras formas do amor

Paz e Amor.

As referências do amor não estão ligadas apenas à experiência humana. Mas, também, a muitas outras formas de expressão entendidas como biológicas ou como vida. Muitas, ou quase todas, baseadas na experiência dos aminoácidos. Ao elaborarmos alguns aspectos da consciência humana, todo o seu processo de transformação, baseado em etapas de desenvolvimento e aprendizado; ao elaborarmos tais questões, precisamos compreender também os diversos contextos em que a convivência influencia e transforma a experiência de todos. Desta forma, faremos um esboço inicial sobre os seres Dugma Intai, que são os não humanos duplinados: animais, vegetais, artrópodes, vírus, bactérias, etc. Esta introdução à chamada para-espiritualidade, referindo à condição insciencial ou consciencial de animais, plantas, e demais outros seres que em nossas categorias inclui também parte da chamada espiritualidade de baixa vibração, incluindo Intais humanos em estágios de transformação inicial. É um assunto complexo porque trata-se de uma grande diversidade de situações. Então, vamos abordar de forma superficial, generalizando grupos diferentes, mas considerando-se alguns aspectos, comparativamente distintos dos seres humanos. Entendamos que a expressão Du refere-se a grupos amplos de vida bacteriana. Então, os chamados seres Du normalmente são seres profundamente dependentes de bactérias, especificamente acima de 70% de dependência, não sendo o caso humano, em condições “normais”. De certa maneira, a inter-relação bactéria-organismo nos seres humanos, nas condições em que vivem, pode tranquilamente ultrapassar os 30%. E há casos de importância global, que ultrapassa os 50%. Os seres Du são bactérias. Quando dizemos Dugna Intai, queremos especificar a duplinação de animais, vegetais e demais grupos até aos níveis de vírus e bactérias, e outros. Uma extensão muito grande que mantém íntima relação com a humanidade, incluindo a sua sobrevivência, assim como o seu desenvolvimento. Então, vamos dividir em quatro noções superficialmente já detalhadamente categorizada pela biologia humana. Temos a humanidade como o foco cêntrico da maior parte das exposições. Vamos especificar mais três âmbitos dos vegetais, dos animais e dos microanimais. Podemos considerar que animais sem a condução sanguínea vermelha relacionam-se aos grupos de animais não-humanos com a expressão IVS sanguínea, com a irradiação infravermelha do sangue. Outros animais e vegetais podem possuir expressões de líquidos e comunicação celular mais profundamente equivalente. Outros animais, como os micro-animais não possuem referências como as irradiações IVS. Entretanto, participam de formações coletivas em “rede”, pois, os indivíduos compartilham campos eletrofi e evidentemente, consequentemente, fluxos de interação FI e eletromagnéticos. Desta forma, são capazes de construírem consciência, insciência e exociência. Não vamos aprofundar porque cada experiência refere-se a um horizonte complexo de explicações. Como o assunto é largamente de interesse de seres não humanos, ou seja, extraterrestres, a humanidade encontra-se desprovida de contrainformações para combater ou desenvolver tecnologias a respeito. Os seres Dugmem são categorias de microseres. Então, nós temos algumas palavras parecidas dizendo âmbitos específicos. Dugna Intai refere-se aos seres duplinados. Dugmem aos seres não duplinados. Dugmem são esses seres não duplinados. A humanidade é excluída por ser, em algumas situações, dentro dessa categoria, em sua normalidade de saúde física e mental, fora desta situação. De várias formas, é preciso que se compreenda que não só a humanidade compartilha entre si e outros os seus estados inscienciais, ou seja, de construção de consciência nos horizontes dimensionais físicos. O que se espera, portanto, é a compreensão de o que acontece com a interação com vegetais e animais através de desenvolvimento e não desenvolvimento humanos. Basicamente, duas coisas acontecem. Quando há um desenvolvimento mental-“espiritual”, as situações são uma específica. A intenção da concordância: um conjunto de situações representam uma situação. Outra situação diferente refere-se ao não desenvolvimento humano. As situações de referência representam outra situação específica. Entende-se que na relação com os seres Dugma Intai, temos dois grandes grupos de reação e de “problemáticas” que influenciam, transformam, impedem, coadjuvam, etc. a experiência bem ou “mal” sucedidas: a importância, portanto, da compreensão que a humanidade tem de sua relação com animais e vegetais no sentido mais amplo. Muitas vezes, se compreende a questão em uma rede de interações denominada cadeia alimentar. Ao nosso entendimento, a visão da sobrevivência não espelha nem as possibilidades de fracasso nem as possibilidades de sucesso da experiência como um todo. Ou seja, já era tempo de a humanidade mudar a sua visão de seus contextos que estão atrelados a conceitos e considerações absolutamente incompletas, o que não possibilita a demonstração efetiva da importância dos sentimentos e da relação de amor nas transformações entre as ações humanas, a sobrevivência, e a relação com outros humanos, a natureza como aspecto ambiental, os seres vegetais, os seres animais, e especialmente, os seres Du, os seres bacterianos. É essencial que se busque uma nova forma de entender a humanidade e as “não humanidades”. A “espiritualidade” humana e a “espiritualidade” como um todo, que inclui os seres não humanos. Voltaremos ao assunto para ampliarmos as possibilidades mentais da experiência cotidiana de cada um. Paz e Amor.

Agradecemos a todos a presença e especialmente de seres interessados Intai, e da presença do Cristian. Paz e Amor.

[… pedidos…]


Grupo: Tem jeito de saber como foi esse primeiro momento?

NA: Não é adequado porque cada um tem a sua reação e ela é específica de acordo com o entendimento, a sensibilidade, as necessidades. Seria uma exposição de alguma forma inconveniente. Em outro momento, poderemos descrever. Agradecemos.

Grupo: Esse ambiente, fiquei intrigado com o ambiente terrestre que você discorreu. Por que esse ambiente comum com os seres animais, vegetais e microscópico, tem objetivo especial, ou em outros lugares também é desse jeito?

NA: no ambiente terrestre físico duplinado, na dimensão física, bariônica, a transformação dos seres acontece há milhões de anos baseada em muitos fatores, dos quais, a humanidade compreende alguns como a sustentação pela competição. Algo bastante antigo e bastante contemporâneo como a “lei do mais forte”. Mas, não se considera que outros seres estejam tão ativos, a tal ponto de poderem interferir no desenvolvimento físico, psíquico, consciencial, etc. dos chamados seres superiores, os humanos. Desta forma, tem-se muitos vazios na compreensão dessas questões.

Grupo: Do mesmo jeito que eles influenciam e têm papel na nossa vida, eles têm também, por ex. a bactéria com a planta, a planta com o animal, têm influencia também? É uma rede? Todos têm papel…?

NA: Isso não acontece. Grupos específicos têm influência no desenvolvimento ou até nos suirsomas uns dos outros. Assim, os “animais” também e “vegetais” têm experiência que se desenvolve e modifica a condição mental-orgânica-“espiritual”.

Grupo: Uma criança que ainda está mais livre dos condicionamentos, a relação dela com uma planta, animal ou bactéria, imagino que seja diferente da relação com o adulto, nesse caso, ela consegue fazer interação maior e ter maior intimidade com esses seres?

NA: Não, porque a experiência humana não caminha nesse sentido.

Grupo: Eu queria perguntar sobre a alimentação. Primeiro, a relação dos humanos com os vegetais, os animais. Na experiência humana, vocês consideram que haja diferentes abordagens? Umas culturas tratando de forma mais harmoniosa que outras, essa relação? Com o alimento também?

NA: Há culturas menos “terroristas” para considerar o lado B, o lado dos animais e dos vegetais, em que as relações não só são mais amenas, como tentam algum diálogo com os outros seres. Mas, não é a maioria. E desta forma, o “prestígio”, de forma irônica, humano não é muito bom. Animais e vegetais têm medo dos seres humanos.

Grupo: houve uma época que o homem caçava para sobreviver, e hoje existem a criação em cativeiro dos animais para serem comidos. Quais as consequências disso?

NA: Você sente que o animal confinado, por exemplo, sente que ele corre risco?

Grupo: Sim.

NA: Então, essa é a resposta. A consciência que o animal desenvolve relaciona-se a evitar a experiência com seres humanos.

Grupo: Outra coisa que vejo que está crescendo é a relação dos humanos com os cães e gatos, mais presentes agora. E é atribuído aos gatos a capacidade de limpeza energética espiritual. Eles têm esse poder?

NA: Praticamente todos os outros animais, por serem diferentes. Maiores explicações demorariam.

Grupo: poderia falar mais sobre isso depois?

NA: Podemos.

Grupo: E os animais aquáticos, do rio, mar?

NA: Igualmente, a diferença maior encontra-se nos micro-animais. Eles têm uma coragem de enfrentamento muito mais poderosa, mas fragmentada da humanidade. E, portanto, não sentem medo.

Grupo: Essa relação conflituosa, ela pode ser equilibrada?

NA: De forma individual.

Grupo: Mesmo com os microanimais?

NA: A relação com os microanimais é muito distante.

Grupo: mesmo muito deles vivendo dentro da gente?

NA: Mesmo assim.

Grupo: Esses seres não humanos eles não têm a irradiação IVS. Está correto?

NA: Não. Há os seres de sangue vermelho, possuem IVS. Os que possuem linfas ou outros líquidos, seiva, por exemplo, não possuem IVS.

Grupo: Uma curiosidade, em função da partida do Leri, acho que já foi falado, mas fiquei na dúvida. Como é feita a comunicação no mundo Intai? É pela voz?

NA: É através de uma emissão, como o pensamento, usando a linguagem que pode ser a linguagem mais proximal, mais fácil e imediata de ser compreendida. No momento da deduplinação, essa linguagem é a língua usada pelo ser em deduplinação. É como se ele estivesse mentalmente escutando. Isso pode ser abordado em outro momento. É bastante complexo.

Grupo: Esses seres que você falou hoje, quando deduplinam, eles convivem nos mágnem com os seres Intai?

NA: Muitos. Depende da experiência de cada um. Mas, há os que convivem, Alguns são até levados pelos seres humanos, pelos seres Intai.

Grupo: Há esse reconhecimento, quando a gente deduplina, que vai reconhecer parentes, e há esse reconhecimento dos animais que convivemos aqui e que deduplinaram?

NA: Depende da experiência de cada um. Pode haver ou não.

Grupo: Hoje faz 17 anos que minha mãe deduplinou. Numa ocasião, você disse que ela estava se preparando para duplinar novamente. Queria saber se pode falar alguma coisa e, onde ela estiver, que receba minha vibração de amor.

NA: Ela continua no processo e irá receber a sua homenagem. E de outros que lembrarem dela. O amor é a essência que cria os vínculos e estabelece seguramente as relações entre os seres. A sua mãe já foi em outras vidas, outras referências para você. E continuará sendo. Paz e Amor.

Grupo: Muito grata.

Grupo: Queria uma orientação. Trouxe, há mais tempo, o cristal para energizar e você disse como utilizar, e aconteceu algo interessante. Fala que quando quebra não é bom utilizar. Ele tinha muitas pontas. Caiu e separou. Pontas. Posso continuar usando? Ou adquirir outro?

NA: Os cristais reagem em ressonância. Quando se diz proteção, é porque causou-se uma ressonância que promove o distanciamento de tehilis negativos. E foi o caso. E uma comprovação desta proteção refere-se quando há uma quebra na ressonância. A resposta é jogar o cristal no chão. Ele vai cair, a proteção dividiu o cristal, não quebrou partes do cristal. Pode utilizá-lo normalmente. Se houver a ruptura da estrutura física do cristal, a quebra da ressonância se perde. A separação das vias de cristal, que são essas pontas, ela não perde a sua referência vibratória porque as emissões de onda atingem a estrutura como um todo e cada uma das partes relaciona-se à mesma ressonância. Assim sendo, não havendo ruptura da via do cristal, pode continuar utilizando. Mas, se o cristal romper a sua via, você deve jogá-lo em um lugar de mata, de preferência, eliminando-o. Lá, o cristal irá dissipar as causas da ruptura e ficará estéril sem poder ser utilizado.

Grupo: Gratidão.

NA: Paz e Amor.

[… atendimentos, solicitações e mensagens específicas…]

NA: Atendimento coletivo de equilíbrio dos chakras. Busque a cada instante encontrar leveza. Uma flor que voa pelo ar, buscando distribuir-se para o mundo, cada semente é uma parte, como cada sentimento é uma parte de cada um. A flor se distribui fragmentando-se, cada semente vai para um lugar. Os sentimentos tornam-se uno em seu ser, distribuindo e fragmentando o amor. O amor vai para cada lugar. É simples, apenas uma vibração pequena que se soma e tende a se ampliar. Confie em si, em sua capacidade de gerar amor, de emitir campos de força que protegem, que ajudam, que colaboram com as forças tehili, as forças suirsômicas do amor. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor.