Encontro Semanal

Encontrando boas coisas

Paz e Amor.

Há muitas conexões entre o que é considerado negativo e as realizações egoístas de grande parte dos seres humanos em atividade e em época madura ou, pelo menos, supostamente madura. Aludimos a respeito das primeiras luzes, exercício proposto para treinar o reconhecimento de aspectos não negativos mentais. Deveremos passar agora a uma etapa ligada ao reconhecimento de momentos, cujos significados sejam positivos. A relação mente-corpo tem a propensão de criar referências reativas ao corpo e à mente simultaneamente, gerando referências de estabilidade que chamamos de icons. Os icons são respostas naturais da relação interativa entre a mente e o corpo, e o organismo físico. Mas, também, podem ser desenvolvidos com o propósito de criar diálogos entre a consciência e as referências corporais. Tanto a natureza social, cultural, quanto a natureza econômica, social e cultural, quanto a natureza exposta pelas reações humanas, levam a conjuntos específicos de icons. A maior parte dos icons não são conscientes. Então, é preciso estimular o reconhecimento mental, corporal de icons. Depois de algum tempo, experimentando a primeira luz, muitos icons “naturais” surgem, mas não podem ser aproveitados por causa da inconsistência consciencial. É preciso desenvolver-se mentalmente para criar diálogos íntimos consigo próprio, ou consigo próprias. Para estimular o desenvolvimento de icons, propõe-se que busquem reconhecer na experiência cotidiana momentos específicos que reconheça em si como sendo positivos. A busca na experiência por aspectos reconhecidamente positivos farão gerar icons relacionados à concepção de vida que alcance novas possibilidades de auto-confiança. Os icons são altamente destrutíveis, isto é, basta ignorá-los ou não crer, e eles se dissolvem. Por isso, propõe-se que pelo menos uma vez ao dia, de preferência em um momento tranquilo, pensem naquele dia o que foi significativamente positivo. Apenas um reconhecimento já possibilita o desenvolvimento mente-icon-corpo. Experiência que se faz por crer em si, assim como a primeira luz, que mudou a forma de pensar de alguns de vocês. Mas, agora, iremos traçar um processo, se for do interesse de vocês, para que possam aprender a utilizar a mente em benefício de um diálogo confiante entre a mente e o corpo, entre o corpo e a mente, intermediado por icons. Agradecemos. Paz e Amor.

Agradecimentos. Apresentação da Lídia.

NA: Seja bem-vinda aos nossos encontros. Paz e Amor. Agradecemos a presença de todos.

Grupo: Mensagem xxxx (internação, pneumonia).

NA: Querida irmã, já aconteceram diversos eventos em que os ventos sopram na direção de um vetor que lhe indica questões relacionadas à sobrevivência e ao pensamento sobre a sobrevivência. A sobrevivência, como aspecto mais amplo, é como se compreende não apenas a sobrevida, mas também a interação entre as realizações e os avanços do sentimento versus o aprendizado. Já dissemos que onde há amor, há paz, onde há paz, há amor, porque há hegemonias nas relações de entendimento entre o que se precisa para sobreviver e o que se necessita para conviver. Quais são as conclusões entre o esforço geradas pelas oportunidades que levem a absorver as questões da sobrevivência? E qual aprendizado pode ser alcançado sem levar em conta os riscos que a sobrevivência pode propor? Para alguns, a experiência é uma troca. Para outros, a experiência é um pagamento. E para outros ainda, a experiência pode ser ignorada, satisfazendo-se concepções dominantes de sobrevivência. Pensar sobre o equilíbrio entre essas questões, basta incluir por entre as frases, sob o ponto de vista do amor incondicional, o que realmente é importante. Tanto o corpo e o organismo irão compreender quanto as luzes que se orientam para a sobrevivência serão entregues na medida de cada um. A luz do amor pode possibilitar resolver, contrabalancear, as diretrizes de cada um. Paz e Amor.

Grupo: Falou dos icons e pensar em coisa positiva. Pode ser à noite antes de dormir?

NA: Preferencialmente.

Grupo: Não entendi direito. Você fazendo isso sempre como forma os icons? Eu já faço, toda noite, agradecendo, tudo, tanto as boas quanto as ruins. Tenho que fazer separado? É só a boa?

NA: Não há necessidade de juntar ou separar, pois se você já faz, o que você faz? É a mesma coisa que estamos propondo? Se for a mesma coisa, continue. Os icons surgem a todo instante e desaparecem porque a consciência divaga irregularmente sobre as questões que são recheadas de negatividades que, por si, destroem os icons.

Grupo: Eles surgem e a gente não aproveita.

NA: Isso.

Grupo: E isso pode me ajudar no bruxismo à noite?

NA: Certamente, em todas as manifestações que envolvem a mente e o corpo.

Grupo: Quebrei dente agora por causa disso.

NA: Podemos dar um exemplo. Sente-se em minha frente. Pedimos permissão para a vinda de nosso irmão.

J: Paz e Amor. Vamos fazer uma pequena demonstração para que se estabeleça com a consciência um método de influência entre corpo e mente e entre mente e corpo. Um icon corporal muito poderoso que é uma mensagem para a consciência, é a dor. Toda resposta de lasmas e flasmas e boúges são icons corporais que se formam devido a fatores diversos que não vêm ao caso, no momento. Agora, vamos pegar exemplo de bruxismo que é um icon corporal dizendo algo ao seu respeito. Muitas técnicas para isso podem funcionar porque estabelecem icons positivos. Mas, regridem porque são destruídos com negatividade mental. Então, vamos dar apenas um exemplo para a formação de icons. Partindo da consciência para o corpo. Então, a prerrogativa número 1 precisa ser a confiança. E para reforçar a consciência dessa confiança, então estabeleça um vínculo com o amor incondicional. Isto quer dizer que em hipótese alguma não haverá dúvida. Se um carro está em alta velocidade, e você estiver com pista molhada e precisar parar imediatamente, você vai parar?

Grupo: Não.

J: Então, depois de anos, depois de perdas, a confiança precisa ser baseada no amor incondicional para que estabeleça uma certeza de resposta entre a sua consciência, o seu gesto e o seu organismo. Precisamos estabelecer, pela consciência, pelo menos três pontos orgânicos. Nós vamos entender que dois pontos irão representar um ponto, por serem simétricos. Dê as mãos, por favor. Muito bem, então escolha um dedo, aquele que desde a infância entende que apontar significa direcionar. E encoste um dedo, o mesmo das duas mãos no maxilar, de maneira que esteja apontando para o maxilar, o lugar que precisa atender à sua solicitação. Por favor. Ela apontou para o maxilar os dedos. Para sentir, abra e feche a boca. Mas, é na musculatura. Aqui. Ok. Esse ponto precisa agora um outro ponto de referência que será este (pôs a mão na testa dela, no ajna chakra, terceiro olho). Feche os olhos. O terceiro ponto, dá licença, pegou na barriga dela, que é o plexo. Então, nós temos um eixo, essa referência (o plexo solar), essa referência (o terceiro olho) e essa referência, que é uma (os dois lados do maxilar). Para senti-la, abra e feche e cada vez que abrir e fechar a musculatura, estabeleça um limite para ela em que, relaxada, não encoste os dentes. Pressione, confie e diga para si, pensando nos 3 pontos: ‘o icon vai se formando’. Defina com clareza o limite da resposta do corpo, porque estás dialogando consigo mesma. A confiança é a certeza de que dará resposta para si. O icon já se forma, ele estabelece vínculos neurológicos e estruturais, corporais, para interagir com a resposta da mente. A referência do plexo é importante para responder à ordem estabelecida. A referência do centro visual é importante para estabelecer a relação de confiança. O objetivo é estabelecido com uma referência estabelecida desde a infância. Porque agora ela se concretiza, quer dizer, ela se torna real. Para isso, faça um tempo porque o carro não pode parar imediatamente. Se assim fizer, irá muito provavelmente resolver o problema. E, provavelmente, por um tempo não definido, continue fazendo, e se continuar manifestando, continue fazendo. Não duvide, e verá que em algum tempo isso irá desaparecer porque criou um vínculo mais profundo com sua própria estrutura orgânica, e ela lhe obedece. É da natureza da interação entre mente e o corpo.

Grupo: Eu exercitei um pouquinho com a minha verruguinha.

J: Não há pouquinho, há a referência que se cria. Apenas uma ressalva. Caso haja um motivo maior, e essa é a ressalva, é sempre bom abrir espaço para a mente lhe dar respostas contínuas, baseadas nas respostas positivas.

Grupo: Muito grata.

J: Para isso, é preciso reforçar a memória. Pois a memória corporal depende de exercício. Por quanto fizer, por quanto diminuirá o efeito expressivo do corpo. Mas, o corpo está lhe dizendo algo, então procure descobrir. Para isso, pergunte: Por que? Só o interesse irá satisfazer ao organismo como resposta de sua parte. Pois, interessa ao organismo que a consciência lhe reconheça. Este é um exemplo simplificado, mas que pode servir não como modelo, mas como referência. Modelo é quando você tenta fazer igual. Referência é quando você faz em você, do seu próprio jeito. Paz e Amor. Agradecemos.

Grupo: Gostaria de experimentar o exemplo. Tenho também algo como um bruxismo, desde os 18 anos, e coloquei a placa, e também quebro, trinco os dentes. Junto, uma outra situação que é a sinusite, que parece que está na base, muito próxima à arcada dentária. Embora esteja mais controlada, não sei se está ligada à dureza do corpo. Ombros tensos.

J: Sente-se por favor. Você acha que seu caso é semelhante ao dela?

Grupo: Com relação a bruxismo, sim. Bato a arcada.

J: Aprenda uma coisa sobre o icon. Tudo é diferente. Por isso alguns tratamentos médicos ficam em looping porque ele precisa olhar para o seu paciente de forma exclusiva, e não se copiar para resolver aquele problema, porque um remédio para asma pode ter centenas de reações diferentes em centenas de pessoas. Mesmo que algum princípio esteja apropriado, é bem possível que grande parte das soluções resida na atenção. Em todas as atenções: do médico para o paciente, do paciente para o médico e do médico para si mesmo. Então, sua história em nada se assemelha à dela. Porque o que os médicos disseram que pode ser ao contrário, mas observe que quando você expôs parte do que você sente, você já estabeleceu referências para o seu corpo, inclusive terá que arranjar uma marreta para quebrar os ombros. Isso é muito sério porque é uma referência de icon negativo que se estabelece de forma destrutiva. Já imaginou se pegássemos mesmo uma marreta? Seria apenas para colocar em cima e nada mais, só o peso da marreta pode resolver o problema. Queremos dizer que antes de começar um icon, compreenda que a referência é o amor incondicional. Não há possibilidades negativas no amor incondicional. Não existe. Mesmo que esteja com uma grave doença. Se queres se comunicar com o seu eixo, terá que se abrir para as fortes luzes do amor. Primeiro compreenda onde há uma dor esta pode ser substituída pelo amor. Qualquer filete de dúvida a respeito disso destrói essa possibilidade. Da mesma forma, a escuridão é quebrada com o mesmo filete de luz. Então, o principio inicial não pode ser: dói aqui, dói ali, e isso tem a ver com outra coisa. Por que tem a ver com outra coisa? Não estabeleça referências negativas, apenas identifique uma única situação. Situação, nesse caso, é por acaso também uma tensão no maxilar. Todas as outras tensões, esqueça. Pois pense bem comigo. Põe um tijolo e põe outro em cima, mais outro, e outro, e à medida que vou colocando, ele vai desequilibrando. E outro, põe mais um e mais um. Se eu puxar o de baixo vai cair tudo. Então a referência não é este de baixo. Esqueça. Para chegar nele, tem que tirar todos. Então, esse vai sair quando o primeiro sair. Quando o segundo, o terceiro, quarto, quinto até chegar nele. Isso é diálogo. Diálogo com o seu coração, com o seu corpo. Se olha o seu corpo no espelho: “Nossa que coisa horrível”! Não respeita. Fale assim: “preciso ficar bonita, mais bonita, né?” Porque se acha feia, esse debaixo fica mais pressionado. Então, está intimamente ligado com amor incondicional que diz: “não importa”. O amor é a essência de todos e de todo o ser. Se assim compreender, vai começar a pipocar referências corporais que estejam buscando a luz da consciência. A luz da consciência é a fé, é o que você crê em você. Os icons se estabelecem quando você crê, porque depende de um reconhecimento, e esse reconhecimento não tem a mínima possibilidade de existir, se você disser não. Ele faz puf, tirou a energia, tirou o sentido, tirou a habilidade, tirou a existência. Um icon se estabelece pela fé, pela confiança e aí ele vai segurar nesses aspectos e vai desencadear reações por ele mesmo. Então, defina: “eu quero que esse músculo, com esse dedo, que desde a minha infância eu sei dizer “é o sol, a borboleta” (apontando), que mesmo sem saber aponta. Então use para identificar a sua estrutura alvo. Então vamos ver. E verá que o seu caso não é como o caso dela. Não serve nesse momento de exemplo, que disse o médico que você terá um pé atrás por causa disso. Que vai engordar. Isso estabelece icons inconscientes no corpo que são altamente negativos. Então, aponte para onde você quer que seja resolvido o problema. Por favor. Ela apontou para o maxilar. Onde está a musculatura? Abre e fecha a boca, é em você, onde a musculatura fica tensa. Não é no osso. É ela que fecha. Então vamos descrever algumas diferenças. Quando ela pensou aqui, criou um eixo aqui, quando você pensou, criou um eixo no seu joelho. Tem a ver com postura, e não é postura corporal. A postura corporal expressa a sua referência. Mas aqui está a infância e algo que lhe jogou para fora de um eixo corporal, que reflete aqui no joelho e aqui. A nossa referência (pegou no joelho). Ela falou que estava doendo. Esse é um esse é outro, e vamos colocar esse também (ajna chakra, terceiro olho). Você vai imaginar que os 3 pontos, (joelho, maxilar e ajna) eles estão alinhados, mas não parados, eles estão ao vento. E isso reflete nos pés. O seu exercício para o icon, levante-se, é o joelho, aqui e aqui. Feche os olhos e balance. Mentalize. Você vai descobrir a forma, muito delicadamente. Micro balanço. Deixe o corpo balançar, apenas ele irá balançar naturalmente. Agora estabeleça mentalmente, ordenando para que sua estrutura lhe atenda à necessidade que tem de relaxar. O icon se forma na altura do umbigo, que é um dos centros de equilíbrio. Muito bem, este é mais m exemplo que depende de confiança, de amor, do amor incondicional. E este tem que dialogar consigo mesma. Intimamente. E se tiver um filete de dúvida é porque o carro não pode parar imediatamente. São muitos anos e a velocidade se aproxima da da luz, para parar vai demorar um certo tempo, mas vai parar, vai depender da sua confiança, persistência e sua habilidade de lidar consigo mesmo. Paz e Amor.

Grupo: Bom, peço, por favor, que vc transmita aos NA a minha gratidão pelo encontro que tivemos e que eles me acompanhem, me protejam e me ajudem nesta minha “viagem”… E se puderem dizer algo para mim, eu agradeço! Paz e Amor

J: Peço permissão para deixá-los.

 

NA: Querida irmã, uma decisão é um momento de confiança. E pode perdurar sob a custódia do tempo porque se estabelece em sua referência de amor. Encontre em seus momentos a leveza, a simplicidade, a humildade. Se encontrares com a certeza, apresente-a ao amor incondicional. Encontre a temperança porque é preciso esperar, por isso encontre também a persistência. Repito: seja leve, não traga dívidas nem cobranças. Vá leve, humilde e simples. Mas, não adormeça por causa do tempo. Observe e fique sob a luz do nosso amor. Paz e Amor.

 

Grupo:  Nosso amigo! Boa noite! (pergunta de participante que mora em outro lugar)

Pode parecer metafisicamente exagerada essa questão, mas creio faça parte da continuidade da questão anterior que levantei e que certamente poderá servir para outras que virão adiante:

Já existíamos enquanto seres humanos bem antes deste mundo tal qual se configura material e biologicamente e que convencionamos chamar Terra? Ou só passamos a existir depois da materialização deste? (sem contar a hipótese de termos sido figuras importantes para tanto).

Em tendo vindo antes, éramos seres humanos mais complexos; simbióticos, mutáveis em nossa forma física, e assumimos atualmente formas menos  flexíveis que as de antes, preferindo nos ater a uma forma física apenas (homogênea)  – pelo menos enquanto seres duplinados?

Mesclas humanas com animais e vegetais, por exemplo, já existiram e foram abdicadas, deixadas à parte do nosso existir físico/biológico intencionalmente?

Creio que se isso ocorreu, faça parte de uma estabilização dos nossos padrões físicos e biológicos, e se nos estabilizamos para manter as principais características humanas de nossos antepassados humanos “em devir”, foi para evitar maiores dificuldades de sobrevivência no mundo (o canibalismo, por exemplo). Ou seria em decorrência de um “desenvolvimento” de nosso eixo consciencial?

Quais são os riscos dessa hipotética estabilização caso um dia o céu deste mundo, desta terra, ameace cair sobre as nossas cabeças? Como essa “não transformação” contemporânea de ordem física e biológica se relaciona com a nossa necessidade de conduzir transformações tecnológicas contínuas e incessantes, ao ponto de ameaçarmos nos transformar em verdadeiras máquinas? Trata-se de uma contradição? Mais uma etapa de desenvolvimento, ou a desistência efetiva de sermos parte da natureza?

Forte abraço,

Bom encontro.

NA: Caro irmão, observe o que está à frente da sua consciência é apenas um momento de ignorância. Não a sua ignorância, mas a ignorância geral sobre as coisas mais simples que não existem, pois são considerações. Há muitas vertentes sobre uma grande diversidade de seres diferentes, mas o que adiantaria dizer sobre os Uhthd? Porque eles não são daqui. Mas, passam por aqui, não fazem nada, nem ajudam nem consomem, portanto, não faz nenhuma diferença. Mas, para eles, há alguma diferença que eles não percebem, porque são minúsculos. E são altamente desenvolvidos tecnologicamente. Tudo são considerações. O desapego está próximo da simplicidade. A simplicidade tem muito a ver com o que posso fazer por mim e por aqueles que estão em volta. Às vezes, só sorrir. Às vezes, inventar algo que por ter sido inventado, por si, não é simples, mas simplesmente inventou. Realmente, em relação às vidas, o que mais pode permeá-las é o que para elas, elas são. Porque há vidas muito importantes que não são consideradas vida. E há vidas consideradas vidas cuja importância está em considerações. Alguns dilemas podem surgir das considerações, pedindo emprestada a realidade que vivem. Entre convicções e provas, sejam verdadeiras ou falsas, há diferenças. E as diferenças são considerações. O ser não depende de seus dilemas, pois se depender poderá viver recheando-se de lasmas e flasmas, cujos conteúdos se estabelecem em convicções. Há diferenças entre os seres e entre os estares. Diferença esta que pode ultrapassar convicções, pois se estabelecem na experiência, na experiência de ser o que se reconhece para si próprio em sua íntima e única verdade de ser o que é. Isto pode ser inalcançável para alguns, mas mesmo assim é real, porque ele existe de alguma sorte, para sua própria consciência e se assim não for, para a sua própria insciência. Subentendida em seu estado existencial eflérico silosciente, com todas as suas memórias de outras vidas, registradas em sua ignorância. Elas estão lá. Saber, sob certos aspectos, da eternidade, é preciso estar fora do tempo. Em algum momento estarás, não por enquanto. Assim, ame-se, aceite-se, revele para si a sua consciência em suas fortes e plausíveis convicções, baseadas no seu estudo e no seu desenvolvimento. Se queres saber sobre os espíritos, eles estão pouco ligados quanto mais desenvolvidos são. Os espíritos menos desenvolvidos encontram-se afetuados pela matéria e pelos seres materializados, mas outros que se encontram em estágios de desenvolvimento mais à frente estão mais ligados em suas próprias vicissitudes, estendidas pelo cosmos, e pelas dimensões alcançáveis por esses seres. Mas, não se critique. Não se abomine. Respeite-se e ame-se. Se queres entender mais sobre os chamados espíritos vos indicamos os principais livros da chamada doutrina espírita, pois muitos desses seres comunicam-se com seres humanos. E estão baseados em uma entrega infinita de amor. Não estamos indicando para qualquer pessoa, porque não estamos lidando com religião. Mas, com as informações que esses seres têm transmitido para os seres humanos independentemente de suas doutrinas. Especificamente, para você, se interessa o que estes estão dizendo. Fique bem claro que não podemos endossar nenhuma religião porque não fazemos parte de nenhuma. Fique bem claro que qualquer indicação que fizermos refere-se a necessidades entendidas por nós como cabíveis, não sendo aplicadas a outros. E fique bem claro que através do amor incondicional estamos “a serviço” deste amor, não para estabelecer paradoxos humanos aos próprios humanos, mas para trazer a certeza, tal qual incondicional é o amor.  E que esta habilidade, esta força, esta energia, este alcance, esta consciência, esta referência, esta capacidade a que indicamos, chama-se amor. Não se embaralhe em pensamentos que possam levá-lo para fora de seus interesses. Olhe para si, reflita, sim, sobre todas as coisas, mas não se perca de seu eixo. Seja esse eixo o eixo do seu amor. Agradecemos a oportunidade. Paz e Amor.

A luz essencial que trata cada um está vestida em seu corpo por meio da sua consciência. É a sua consciência que pode transformar a si e aos outros. É a sua consciência que pode e deve optar entre as opções que a vida aparentemente lhe impõe. Muitas vezes, rende-se às convicções dos outros, como se elas fossem verdadeiras. Ora, o que é verdadeiro, saindo daquele que não é verdadeiro. Por isso, a sua consciência deve buscar o conhecimento, mas também o equilíbrio entre a informação e a sabedoria, sendo a sabedoria a capacidade de discernimento contida na luz do amor do seu eixo consciencial. Agradecemos. A luz do amor está imbuída nas águas. Paz e Amor.