Encontro Semanalonline

Toros e vórtices inscienciais

Ramraguwo – Gamari

Paz e Amor.

Queremos lembrar que toda vez que abordamos temas relacionados aos processos inscienciais, estamos seguindo uma lógica para contribuir de alguma maneira com aquilo que possa ser algum desenvolvimento mental insciencial corporal. Evidentemente, não estamos trazendo soluções para as questões que devem ser solucionadas por cada um em sua experiência cotidiana, mas, em um nível mais amplo, uma contribuição para o desenvolvimento insciencial. Ou seja, da consciência em direção à exosciência.

Quando falamos sobre a mente, estamos dissertando algumas vezes sobre os fluxos de energia (que quer dizer, na expressão comum, um âmbito generalizado de que tudo que o corpo produz relaciona-se à energia do corpo), mas sempre a nosso ver, relaciona-se aos fluxos NIR, eletrofi, magnetofi, que proporcionam uma interface mais ampla e mais profunda relacionada a como o ser siloeflérico se relaciona com a estrutura física corporal. Então, damos um destaque, o mais claro possível, à relação de desenvolvimento da consciência e, portanto, da relação mental de cada um consigo. Esse processo certamente é bastante complexo, até mesmo sob o ponto de vista da ciência humana. Desta forma, buscamos também utilizar de expressões dessa ciência, que possam corroborar, de maneira efetiva, em relação à experiência de desenvolvimento de cada um. Então, precisamos utilizar tanto de expressões já conhecidas, quanto daquelas que buscamos realçar algum conceito não esclarecido no âmbito de uma abordagem humana. Como já estamos entremeados com a humanidade há bastante tempo, podemos fazer isso com serenidade, e buscamos ao máximo alguma imparcialidade. A expressão ‘alguma’ refere-se àquele âmbito já dominado pelo conhecimento humano. Os campos de “energia”, aquele aspecto resultante do processo integral de energia do corpo somado aos âmbitos inscienciais, ou seja, da atuação do ser insciencial, ele é bastante abordado por diversas linhas de pensamento e de entendimento na experiência humana, mas muitas vezes de forma contraditória e atendendo a objetivos específicos. Vamos abordar hoje, portanto, sobre esses aspectos inscienciais que são importantes para a compreensão do que se chama de “fluxos de energia”. Vamos começar por aí. Os fluxos de energia são considerados por nós como um conjunto de diferentes processos que resultam em energia elétrica e bioquímica, e assim como em fluxos de campos eletromagnéticos e campos NIR, de onde há a maior parte da interação insciencial por meio dos campos NIR. É preciso compreender alguma coisa sobre isso em si mesmos. Essa compreensão pode ser pesquisada observando como resulta os seus sentimentos, os seus pensamentos e a sua compreensão de mundo, de seu mundo. Há o aspecto social que também precisa ser bastante considerado. Este aspecto é a relação com os outros, uma vez que isto resulta em processos pessoais de desenvolvimento. Grande parte desse desenvolvimento permanece em desenvolvimento devido aos fluxos do próprio desenvolvimento, que são fluxos de campos de energia. Isto quer dizer que é por meio desses fluxos que o processo insciencial acontece, gerando funcionalidades e resultados efetivos de um desenvolvimento em paralelo entre o corpo e a mente. A mente, sem dúvida alguma, é o processo mais próximo da ação insciencial.  A ação insciencial não aparece com clareza, mas pode ser verificada pela complexidade dos processos de paridade, que chamamos de Makoru. Esses processos que acontecem simultaneamente são resultados e resultam nesses tais fluxos de energia. Tanto não é “adequado”, em nosso entendimento, que se aborde apenas uma dessas duas formas, ou seja, apenas da energia ou apenas da parte física corporal, bem como -referente ao que acabamos de expor – em relação aos processos mentais. Devido à complexidade evidente dos processos de paridade, que são em grande número e simultaneamente diversos, nós separamos em grupos específicos que damos o nome de Talan. E isso nos dá uma referência de como o sistema, os sistemas de sistemas de paridade, que são sistemas matriciais, que ocorrem em grupos inter-relacionados, de situações funcionais, mescladas com processos estruturados orgânicos e assim também mentalmente. E, na medida em que esse desenvolvimento se dá, as expressões desses fluxos formam processos que decorrem destes fluxos de energia, de aergia, resultantes de campos eletrofi, eletromagnéticos, magnetostáticos, NIR-magnetostáticos, e de campos NIR, que são originários, repetindo, dos processos inscienciais, assim como os origina. Essa forma de atuação do ser insciencial com o corpo engendra uma experiência na outra. Isto é, engendra o ser insciencial na estrutura orgânica bioquímica, estando, portanto, relacionado aos processos de toda ordem na estrutura física “biológica”. Muitas vezes, lidamos com processos heterológicos. Os processos heterológicos relacionam-se a conjuntos diversos de relação, interação e conjunção. A expressão desses processos descritos, portanto, pode ser verificado relacionando-os diretamente aos centros, aos chamados centros de energia. Esses centros de energia são processos de absorção de energia cósmica, utilizando uma expressão genérica, para designar uma troca do ambiente de calor e de radiação. Radiação magnética, radiação de fótons, radiação de raios ultravioletas, infravermelhos, da própria luz visível em todos os seus parâmetros, de raios ionizados, inclusive, oriundos do ambiente cósmico, que é o ambiente presente em todos os lugares da existência física, e provavelmente em todos os planetas conhecidos da humanidade, ou de nós mesmos. Então, há uma projeção desses “campos”, dessas expressões de energia, de aergia de campos NIR. Nos centros de energia, as ressonâncias são mais emparelhadas, formando Talans bem específicos com o organismo físico, como já foi descrito alguns. Assim, há várias modalidades desses processos de interação com os campos de energia e os Makoru, ou seja, os processos de paridade. Esta expressão que estamos abordando gera vórtices e toros. Os toros são formações cíclicas, às vezes, em anéis, às vezes, em espirais, e, às vezes, em complexas formas multifacetadas, com topologias bem específicas desses fluxos de energia. Podemos dar o exemplo dos processos de memória na dimensão de Ídar, que formam toros em anéis e toros torcidos, idênticas as figuras de Moebius – conhecidas da análise topológica, da ciência humana, da matemática humana – que são expressões da própria natureza. Esses toros acontecem no interior das células e no interior das galáxias, como é o caso da nominada pelos humanos, Via Láctea. Nós chamamos de Smara Alábitan. Então, Smara Alábitan é apenas um exemplo de um toro, formado por um vórtice gigantesco, na proporção de seus astros. Mas, podemos averiguar como essas coisas acontecem no âmbito da experiência corporal, Os vórtices são fluxos que seguem e formam toros, múltiplos toros, múltiplos vórtices, em direção a um caminho de trânsito de fluxo. Eles acontecem em resposta a ressonâncias, ressonâncias de âmbito específico, relacionadas à interação do ser insciencial. Quando dissemos ser insciencial estamos falando da atuação do seu ser, da sua alma, do seu “espírito”, em relação ao seu corpo e à experiência que esta dupla formação unívoca se forma, que damos o nome de duplinação. Essa experiência, ela está sempre envolta às ressonâncias que selidem desta relação. A mente é parte do processo insciencial, e é a parte mais próxima desta atuação-guia que são as ressonâncias selidentes. Elas são expressões de toros e vórtices inscienciais. Então, vocês podem imaginar, com bastante distanciamento e muito a grosso modo, vamos repetir, com bastante distanciamento e a muitíssimo grosso modo, de maneira metafórica, que pode lembrar um controle remoto. Mas, não pode sair dessa lembrança, pois a relação insciencial, ela é de extrema complexidade, e acontece em dimensões físicas e não físicas. Mas, o mais impressionante dessa história é que é a mente, a projeção mais fidedigna desse processo. E, por isso, ela tem a importância que tem em relação a todos os processos inscienciais já descritos aqui. E precisamos compreender que as orientações desse processo podem ser alvo de um desenvolvimento bem maior. Não só porque é possível, mas porque depende de cada um, e, praticamente, exclusivamente. Essas informações já foram transmitidas para os seres humanos, milhares de vezes. E qual seria o maior impedimento para que isso se desenvolva? A credibilidade. Crer, confiar. Ter fé. São formas de compreender algo que depende da experiência das relações, das concepções, das noções, da experiência cultural, da experiência social, obviamente cultural. Mas, também da epistemologia. Mas também da ação de aprendizado da humanidade. A humanidade não pode ser compreendida como uma, mas como diversidades que se conflituam. Que buscam dominar os seus âmbitos sem crer em si. Esta forma de compreender que certo desenvolvimento depende de confiança, claramente é antigo na experiência humana. E o que ainda espera uma humanidade para não se compreender nesse processo todo? Qual é o problema, seres humanos? Não há.  Ou, que fiquemos definidos esta relação entre acreditar na sua experiência real e duvidar da fantasia dos outros. Ora, tente efetivar aos poucos por meio da sua criatividade, da sua imaginação, e se, por ora, acreditar, poderá ver a diferença de um cotidiano sem fé. A expressão ‘fé’ nos parece muito adequada para um âmbito de acreditar em si, mas se dilui e se torna alvo de um grande preconceito, quando a questão religiosa tenta imperar em seu domínio de manipulações. Certamente, aquelas pessoas que têm uma fé real em seu ser, ela obtém da sua experiência, as suas respostas. Não é pela religião. É pela sua fé. Independentemente de como ela acontece, associado ou não com as religiões. Ela poderá obter de si quando a sua experiência de fé, de crer em si, de confiar em si, se estabelece. Muitas vezes, essa questão é colocada de uma forma manipulada e com desvios importantes desta manipulação, como é o caso das técnicas que abordam a confiança que resulta em sucessos materiais. A manipulação restringe a confiança, imperando uma forma má de ver a si, como se fosse possível você alcançar, acreditando simplesmente, de uma forma escusa, porque há um todo nesta confiança. E quando ela é parcial, fragmentada, dividida, ela pode funcionar para uns e não funcionar para outros. Daí, essa expressão que digo, funcionar, que é tornar funcional, atendendo a objetivos de uma ganância, ela leva a parcialidade e a fragmentação também para o cerne da questão. Portanto, é preciso, sim, aprender a confiar em si. Os processos de educação agem contrários a isso, trazendo as contradições e institucionalizando essas contradições sob a forma de lemas, de paradigmas, que realçam a experiência do paradoxo: se correr, o bicho pega, se ficar, o bicho come. É como se fosse uma descoberta de algo óbvio no dilema de ser humano, e não poder fazer nada que não seja em favor daqueles que dominam. É preciso se abrir para a mente se abrir para o coração, e deixando a compreensão se tornar noção, ampliando-se para as suas ações, pois, não é o caso de ficar admirando a paisagem, esperando que a beleza da paisagem seja a sua impura transformação. Creia em si, atenda ao seu equilíbrio, respeite a si, respeitando aos outros. Construa aos outros, construindo a si, por intermédio da incondicionalidade do amor. Agradecemos. Paz e Amor.

Grupo: Logo no início, você que é do mesmo grupo do NA. Isso nos coloca na compreensão de que o NA é Gamari?

Ramraguwo: Não.

Grupo: Ok. Faz parte do mesmo grupo, então. Desculpe.

Ramraguwo: Pode perguntar. Não tem problema. Isso mesmo. São muitos grupos que atuam em conjunto com, podemos dizer, milhões de outros, pois são muito antigos, pelo tempo humano.

Grupo: Eu entendo O NA para além, em outra forma de existência. Mais distante ainda, para a nossa compreensão, do que os Gamari.

Ramraguwo: Mais. Isso. Bem mais. Não há como mensurar isso. O grupo, só para ajudar a compreender alguma coisa, vamos chamar de um grupo núcleo, que vem dos seres, que não podemos dizer por uma questão de estabilidade do processo, desse que nos dirige nessa experiência com os seres humanos, são bem específicos e aglomeram, agrupam muitos outros de origens diferentes. E os Gamari têm o privilégio de fazer parte desse grupo com os seres humanos. Vamos nominá-lo como vocês, os Nossos Amigos, que somos nós, atuamos em outros planetas, com objetivos idênticos.

Grupo: Gostaria de completar, só para entender mais um pouco. Entendo o grupo do NA como fazendo parte de uma outra realidade, que não a nossa aqui desse universo. E entendo os Gamari, assim como os Tchumãs, fazendo parte desse nosso mesmo universo. Existem outros grupos ou povos que fazem parte de outra realidade, de forma análoga à dos Nossos Amigos?

Grupo: Com a extensão e as características deles, não. A grande maioria é do âmbito físico. Os mais distantes, posso falar o nome porque eles vão participar aqui, são os Taí Kiway – falamos Taíques – que serão apresentados a vocês num certo momento também. São os mais distantes. Estão próximos de 30 anos luz, que já é uma distância muito grande. Mas há processos cósmicos que possibilitam aproximar esse tempo físico.

Grupo: Mais um detalhe com relação a isso. Os Gamari e os Tchumãs, mesmo tendo outra constituição e outra relação organismo, corpo físico e mente, corpo insciencial, também são considerados no universo físico?

Ramraguwo: Sim, considerado universo físico, esse mesmo que vocês habitam. É o que proporciona e nos leva a fazer esta interação com vocês. Há semelhanças, mas, digamos, as semelhanças não são tão grandes quantos as diferenças. Mas, o suficiente para que possamos aprender a nos comunicarmos com os seres humanos, por meio de linguagens humanos. É um privilégio também e nos ajuda a amá-los. Pois, se há problemas muito perigosos dos humanos, também há muita virtude, e muitas questões e coisas muito incríveis que aprendemos sempre a respeitar e a admirar. Agradecemos por isso.

Grupo: Nós que agradecemos a presença de vocês nos trazendo tanta compreensão, o contato com tantas coisas para além do nosso mundo aqui.

Ramraguwo: Não são tantas quanto gostaríamos, e o que temos a oferecer não é tão diversificado, porque basicamente relaciona-se à questão do amor e à questão da mente. Praticamente essas duas coisas, que já são bastante difíceis de serem expostas sobre aquilo que conseguimos compreender de vocês. Mas, felizmente, alguma coisa pode ser que ajude, e assim esperamos.

Grupo: Já é muita matéria, né?

Grupo: Continuando nas mesmas questões, queria perguntar sobre o Shamir, Tono e Dzark. Eles não são Gamari, né? Como é a relação com vocês?

Ramraguwo: Eles fazem parte do mesmo grupo. Mas eles estão mais fisicamente próximos, porque estão em algum lugar entre a órbita de Júpiter e Saturno. E, no presente momento, um deles está assessorando a atuação dos outros dois. Eles estão numa, vamos dizer, algo como se fosse uma missão, mas não tem esse caráter tão hierárquico como os seres humanos. A natureza da compreensão e da noção já é suficiente para eles se dirigirem aos campos de ação e fazer o que precisam fazer de acordo com as necessidades e autorizações que eles precisam ter dentro desse âmbito de ação. Eles têm um poder físico muito grande, comparativamente aos seres humanos.

Grupo: Eu gostaria também de saber se, assim como nós vimos aprendendo com vocês sobre o amor incondicional, essa confiança e traduzi-la para as nossas ações, se vocês também recebem o nosso amor. E eles também.

Ramraguwo: Todos nós recebemos, pois o amor não é uma experiência só de um. É uma experiência coletiva e é uma experiência de abertura. É o subconsciente humano que tem a seletividade da experiência do amor, porque a consciência, ela barra, a priori. Ela tem um sistema de defesa complexo o suficiente para ele não saber de si. Então, é uma forma de defesa. Mas, o subconsciente é onde conseguimos atuar bem com os seres humanos, infelizmente, sem a possibilidade integral dos seres humanos vivenciarem aquilo que sentimos dos seus próprios sentimentos. Mas, evidentemente, só podemos fazer isso quando cada um estabelece essa abertura. Por exemplo, se você disser mentalmente “não quero a presença de nenhum de vocês”, pode confiar que não haverá nenhum de nós em seu entorno. E bastará você chamar que estaremos de volta. Então, essa é uma premissa do processo da própria experiência do amor incondicional. A permissão insciencial.

Grupo: Todos nós precisamos dessa presença, principalmente ao momento em que estamos vivendo.  O texto de hoje foi muito esclarecedor em relação a algumas dúvidas já levantadas no outro encontro com relação às galáxias, à Via Láctea e a sistemas de paridade com o corpo, os toros e vórtices. É uma questão que eu tinha colocada, e está sendo respondida agora. Então, eu sou muito grata.

Ramraguwo: Igualmente agradecemos.

Grupo: Queria fazer duas perguntas. A primeira tem a ver com os toros e vórtices, essa nova relação que você trouxa para a gente. Um turmã, eu me lembro dessa colocação que foi feita há tempos atrás. Um turmã é um anel onde o nosso ser insciencial é inserido para colocação dele na vida biológica. Isso é um exemplo de toro e vórtice?

Ramraguwo: É sim. O tempo todo os fluxos de energia, quando estão em um meio aéreo ou em um meio líquido, ou até em uma certa densidade, pastoso, e há um fluxo desse líquido em algum processo, ele vai formar isso naturalmente. Um tornado é um exemplo. Você vai ter esse tipo de fluxo com campos eletromagnéticos, com campos NIR, como é o caso da memória. A estrutura de armazenamento da experiência que é transferida do corpo para a dimensão de Ídar forma processos de vórtices que estabelecem relações importantes para o processo biológico físico. Pois as chaves, podemos dar um exemplo do sistema imunológico das células, são armazenadas em vórtices de campos NIR no âmbito da dimensão de Ídar e estão disponíveis ali associados aos processos genéticos e celulares. E o comportamento desses processos estão especificamente relacionados aos Talans desses sistemas, como é o Misao, que é endócrino, ou o Ajan, que é do sangue. etc. Esses processos de paridade participam dessa relação insciencial, que é produzido pelo ser insciencial no corpo, pelo corpo, para o corpo e vice versa, para o ser insciencial, do ser insciencial, pelo ser insciencial. É a duplinação.

Grupo: Muito obrigado.

Grupo: Boa noite a todos. Primeiro, eu pedi para falar porque eu gostaria de dizer uma coisa que eu acho muito importante na minha vida. Estou em Viena agora e tivemos a estreia de um espetáculo que se chama Alice no País dos Desejos, e ele foi construindo com pessoas com necessidades especiais, com síndrome de Down, pessoas que vivem em cadeiras de roda, alguns com paralisia cerebral, enfim, são seres humanos especialíssimos. Estou muito feliz por fazer parte desse trabalho. Foi um sentimento tão único na minha vida, de fazer parte desse grupo. Eu consegui me candidatar para esse trabalho através de uma coisa que foi determinante nesse processo que é a autoconfiança. E isso surgiu através dos encontros com os Nossos Amigos. Foi um tema que os Nossos Amigos falaram comigo muitas vezes. E todas as vezes que isso foi falado eu fiz uma reflexão muito profunda a respeito. Tentava compreender o processo todo de autoconfiança na minha vida, no meu trabalho especialmente, que está muito conectado ao que eu amo, ao que eu sou. Estou aqui agora para agradecer enormemente por todas as palavras que eu ouvi de vocês, por todos os ensinamentos, por todas as vezes que vocês me chamaram a atenção para isso. Estou tão feliz por estar vivendo esse processo! Amanhã nós teremos mais dois espetáculos e eu não falei com ninguém ainda do tamanho, da dimensão desse sentimento. É imensurável. E hoje um pouco antes de eu entrar no palco eu pedi a presença de vocês, e eu senti a presença de vocês. Eu estava um pouco insegura com duas coreografias, especialmente, e uma delas eu ia ser a referência para o grupo e eu chamei vocês, pedi para que ficassem comigo e senti a presença de vocês grandiosa durante todo o tempo. Então, minha gratidão imensurável a tudo isso.

Ramraguwo: Igualmente agradecemos as oportunidades, pois, na medida em que vocês encontram as suas oportunidades e elas servem de referência de uns para os outros, estamos em harmonia. Isto é uma das nossas possibilidades. Agradecemos.

Grupo: Vocês alertam tanto a gente sobre o poder da confiança, o poder do amor, e esclarecem tantas coisas para a gente, e, ao mesmo tempo, a gente vê a humanidade de uma forma geral ainda muito atolada nos autoenganos, na síndrome de vítima, sempre atribuindo o seu destino a algo que está fora dela, como se ela fosse vítima de uma situação – aconteceu isso porque Deus quis – sempre se eximindo de um poder de transformação, de um poder de auto-gestão. Às vezes, eu fico me perguntando, e a gente ainda numa pandemia, e as pessoas já exaustas, abrindo mão de todos os cuidados, aprendendo muito pouco com tudo isso que aconteceu, ansiosas para voltarem ao modo de vida antigo e sem nenhum tipo de modificação na vida de cada um, de reflexão. Aí eu fico me perguntando se tem um limite para isso, como humanidade. Nesse caminho, qual o limite? A humanidade está fadada a quê? A crescer, a se separar, a acabar?

Ramraguwo: É importante isso que você diz, pois claro que há limites para isso, e se eles forem rompidos, as consequências podem ser irreversíveis, dependendo daquilo que resta como parâmetros para as suas consequências. Mas, a forma de limitar é limitando a si e limitando aos outros com amor, por meio do amor. A limitação que nós nominamos de limbo, ela é um processo da existência como um todo. Há limites em todas as situações, e esses limites resguardam a continuidade. Quanto mais distante do limite, mais tempo para continuar. Quanto mais próximo do limite, menos tempo para continuar. Por isso, a confiança é algo urgente. Aprender a respeitar os outros também é uma forma de confiança. Confiar em si é estabelecer o seu limite, é confiar que você vai perceber isso. E quando você percebe e age – essa ação já foi descrita, Monoakeins – a ação é produzir em você aquilo que está ao seu alcance. Você é um artista e está levando a sua arte com este propósito. Ela influencia muitos e muitos e irá transformar. Então, creia em si, não duvide do seu processo, daquilo que você constrói. Isto serve como referência para todos. Cada um tem sua forma de lidar com as suas possibilidades. Quando você está diante de seus alunos, temos aqui um grande número de professores. E na medida em que você estabelece o seu eixo de limite, na medida em que você respeita o limite daqueles que estão à sua frente e daqueles que estão próximos – e você pode com a sua noção melhorar a noção dos outros – isso contribui para que a experiência humana seja uma experiência construtiva, uma experiência de desenvolvimento, e não uma experiência de não acreditar mais, uma experiência de dúvida, de indiferença ou de abandono. Esteja sempre atento às possibilidades que surgem em suas mãos. Elas podem abrir precedentes para as coisas melhores que a humanidade pode vivenciar. Creiam, acreditem em si, não se abandonem, relacionem-se com os outros pela via do amor, da compreensão, mas também da noção de limite, também da noção de quais são as possibilidades melhores e benéficas coletivamente. É possível.

Grupo: Muito obrigado. Vamos andando e acreditando nesse caminho, sim. Agradeço muito.

Grupo: Ramraguwo, paz e amor. Eu queria te perguntar sobre os vórtices. Porque, pelo que eu entendi, os vórtices formam os toros, que têm essa forma de anéis ou espiralados. Essas espirais se formam e são absorvidas pelo cosmos, pelas plantas, ou elas vêm e voltam? Como é isso?

Ramraguwo: De uma forma geral, são processos naturais. Naturais quer dizer que acontecem em decorrência de uma natureza, seja a natureza “sideral”, seja a natureza orgânica, seja uma natureza psíquica, seja uma natureza elétrica, seja uma natureza líquida. Ela é formada por fluxos, que podem ser fluxos de matéria, que podem ser fluxos de energia, de aergia, ou de campos eletromagnéticos, ou de campos NIR, ou processos gravitacionais. É diverso, é muito amplo. Por exemplo, os centros de energia que são formados pelo processo insciencial, que se dispõe e necessita de fluxos cósmicos, como processos de iluminação, de calor e de raios cósmicos diversos. Eles se formam e atuam como processos de alcance das ressonâncias que formam outros vórtices e outros toros. Nem sempre um toro é formado por um vórtice ou vice-versa. Há processos estacionários, por exemplo, como, é o caso da memória de Ídar. São toros estacionários que formam anéis de memória.

Grupo: É porque eu tive um sonho, ou uma experiência exosciencial, foi no ano passado, e, nessa experiência, eu estava com algumas plantas e eu via esse campo espiralar em torno delas. E tinha alguém que me mostrava que se eu entrasse naquele campo eu iria receber essa energia. E que as plantas também trocavam essa energia entre elas.

Ramraguwo: Muito bem. É isso mesmo. É isso que acontece. E acontece também com a estrutura de “energia” dos seres humanos.

Grupo: E quando a gente está aplicando Reiki, ou fazendo qualquer outro tipo de imposição de energia, o que a gente percebe são os vórtices com os toros? É isso? Ou não percebe os toros?

Ramraguwo: Percebe. Pode perceber sim. Porque os fluxos de energia transfissômicas, que saem dos campos das mãos, que são os centros de energia, eles são na forma de vórtices e de toros. Pode ser que tenha, numa situação ou outra, processos diferentes, que acontecem também, como transmissões em cadeia, que são também processos que geram vórtices. Os toros são muito importantes porque são formações em anéis, mas também formam como se fossem blocos contrários que, como a própria via láctea tem um toro gigante de um lado e de outro, com um disco de toro no meio, em espiral. Então, você tem um grande fluxo de campos em volta inclusive de campos gravitacionais muito intensos, porque há algo chamado buraco negro no centro. Então ele está absorvendo e jogando para o centro toda essa energia, e forma um vórtice como se fosse um redemoinho e dois toros de um lado e de outro, de uma forma geral. Isso acontece quando você tem um redemoinho no ar ou na água ou até numa situação mais física, como é  um terremoto. Você tem esses processos todos, que são processos de energia, de transferência, de transformação. Há várias situações. E você pode ver esses mesmos processos com fumaça, com vapor, com gases diversos. Ou então, se você pegar o movimento dos asteroides, que são presentes nesse sistema solar, você vai notar essas situações também.

Grupo: Então está presente, na verdade, em toda natureza, né? Estou encantada com essa ideia. E como fica essa situação principalmente no Brasil agora, com tanta destruição das matas e com tanta poluição dos rios e dos mares? Porque fica tudo bagunçado, essa energia. Causa um desequilíbrio muito grande.

Ramraguwo: Mas não é só o seu país que faz isso não. Na verdade, a humanidade inteira. A Europa vive um grande conflito em relação ao desenvolvimento e à manutenção das áreas de matas, porque o consumo é muito alto, e ela acaba sendo responsável, inclusive pelo que acontece aqui no seu país. Então, é uma coisa da humanidade mesmo. É preciso trazer à consciência a noção do amor incondicional. É o amor incondicional que vai ensinar o que é equilibrar. É o amor incondicional que vai demonstrar na prática que a ignorância é dolorosa. É o amor incondicional que vai exemplificar que, se você não tem limite, você vai pagar a diferença depois. Essas experiências todas podem ser balizadas, ou seja, comparadas a uma noção incondicional de amor.

Grupo: Gratidão.

Ramraguwo: Igualmente agradecemos

Grupo: A manifestação das luzes de interação é um toro?

Ramraguwo: Sim. Inclusive, ela tem uma manifestação típica das duas formas, além de outras. Ela pode formar toros que se fecham ou toros que se abrem, tanto em função de um vórtice quanto em função de um processo de extravasamento do sistema de paridade.

Grupo: Você falou da manifestação na água, do redemoinho ou quando a gente joga uma pedrinha e forma aqueles anéis.

Ramraguwo: Isso mesmo. O próprio som é assim. A luz também é assim. Os campos eletromagnéticos também.

Grupo: Eu queria perguntar, se todo esse lixo das naves espaciais enviadas pela Terra, restos de foguetes, etc., está atrapalhando vocês aí.

Ramraguwo: Não. Nós não estamos fisicamente para trombar neles, mas eles estão aumentando e certamente vão atrapalhar os próprios seres humanos. Vão atrapalhar muito.

Grupo: Vão cair na nossa cabeça?

Ramraguwo: Me parecem que vários filmes humanos já preveem esse problema em relação às estações espaciais. Porque eles vão se chocando e mudam as suas órbitas. Alguns caem e são incendiados, outros vão cair em cidades, outros vão sair sem rumo para o espaço, mas são perigosos. A humanidade nessas situações quer consumir mas não aprende com a própria experiência em Terra. Estão poluindo bastante o entorno do planeta.

Grupo: Pela forma com que vocês se comunicam com a gente, via o nosso colega Anderson e nas manifestações de vocês, eu fico na dúvida. Eu não acho que vocês andem em naves como a gente concebe, naves espaciais de cerâmica, de metal ou outro material. Ou vocês vêm nos visitar em naves?

Ramraguwo: Também. Porque há aqueles que viajam pelo espaço como os seres Intai fazem. Há muitos que fazem isso. E há os que viajam em fótons de iluminação que são orientados por raios e outras formas diversas como, por exemplo, por campos magnéticos, por campos gravitacionais, passando por túneis de tempo e de espaço e isso não seria possível com naves semelhantes como as naves humanas. Há uma expressão, Zinada, que é uma das formas de agrupamento de seres. Zinada são como se fossem naves invisíveis, mas elas são feitas de campo e são protegidas do ambiente externo, e são guiadas por processos externos, como fluxos de campos eletromagnéticos, de luz, etc. Tem várias formas. Mas há também aquelas naves feitas com material físico, como algo semelhante ao ferro, utilizando inclusive composições específicas. Por exemplo, as estruturas de algumas naves, elas podem ter um décimo de um peso de uma nave humana e ter uma eficiência bem maior para “navegar” pelo espaço. Mas essas são utilizadas como um processo de estabilidade no ambiente físico. Portanto, há também o equivalente às naves, que são as Zinetas, por exemplo.

Grupo: Elas são visíveis aos humanos?

Ramraguwo: Elas são visíveis aos humanos. Mas elas alcançam velocidades absurdas, por exemplo 150 mil quilômetros por minuto. É bem diferente de uma nave humana, não é?

Grupo: Muito grata. Foi só curiosidade.

Ramraguwo: Mas, veja, quando abordamos isso, como aquilo que dissemos se mistura com as imagens da imaginação.

Grupo: O cinema está cheio de eventos, de formas, naves que se desfazem em pedaços, cada pedaço tem uma solução. Tem uma noção de controle central, também.

Ramraguwo: Por isso, muitas vezes não abordamos esses assuntos, porque eles estimulam mais a fantasia do que o interesse pelas questões que importam.

Grupo: Gostaria de agradecer pelo contato com minha tia com Alzheimer ontem, que eu amo demais. Disse isso a ela. Ela me reconheceu. Ela conseguiu cocô de vaca, que ela gosta tanto do cheiro. Ela morreu de rir porque ela se lembrou também. Acho que isso faz parte do amor que a gente cultiva na convivência social e sabe o que é importante para cada pessoa nessa situação. E gostaria de pedir para vocês acompanharem a mãe da Xxxx que parece estar em fase de deduplinação, D. Xxxx. Ela está sofrendo muito.  

Ramraguwo: Agradecemos muito. Acompanharemos.

Grupo: Eu gostaria de aproveitar o tema que a Valéria trouxe e falar um pouco sobre os planetas invisíveis. Eles não são visíveis para nós, mas, claro, são um fenômeno físico ou eletrofi, fruto de forças dos campos NIR e dos campos eletromagnéticos. Já houve algum acontecimento de alguma nave terrestre que tenha passado por esses campos NIR, e se existe alguma diferença de sinal, alguma coisa que ter afetado essas naves por elas terem passado perto ou pelos planetas invisíveis. Já aconteceu isso?

Ramraguwo: Não, não aconteceu. Mas acontece dos Intai ficarem em torno das naves ou dos laboratórios no espaço. Inclusive ajudando.

Grupo: Não são Intai perdidos não. São com a intenção de ajudar?

Ramraguwo: Há de tudo. Onde há o ser humano, seja Intai ou Aintai, sempre há uma variedade, o que é uma característica boa da humanidade. Os Gamari não são tão variados. Por exemplo, os Gamari não são engraçados. Ou pelo menos eles não se acham.

Grupo: Mas entendem as nossas piadas e as nossas graças, né?

Ramraguwo: Não. Posso por mim mesmo que aprendi a rir. Claro, já estamos aqui numa experiência de mais de 300 anos, no meu caso. Mas, aprendemos a rir e a sorrir com os nossos irmãos que nos recebem. Então, compreendemos um pouco, e, inclusive, não conseguimos narrar para os outros lá em Naoli, isso. É preciso vivenciar.

Grupo: Eu queria aproveitar para agradecer profundamente pelo que eu vivenciei de domingo para segunda e segunda. Muito mesmo.

Ramraguwo: Confie sempre em si.

Grupo: Muito grata.

Ramraguwo: Na medida em que vamos dando cada passo, e transmitindo parte daquilo que podemos transferir para vocês, ficamos em torno da nossa luz de amor. É importante, consideramos importante, que cada um confie em si, que cada um encontre de alguma maneira, direta ou indiretamente, as suas formas de lidar consigo e especialmente com os outros. Conhecemos a noção de que é preciso melhorar esta questão ou as diversas questões negativas da humanidade. Muitas vezes, essas questões são jogadas para um âmbito inacessível e desta forma, nada se pode fazer. Pelo menos é a expressão que os seres humanos sempre buscam passar como justificativa, talvez – sem um julgamento prévio de cada situação – mas uma forma de passar e justificar que nada se faz. Mas isso não é verdade. O suirsoma já é um processo de transformação. Se você nada fizer, já estará fazendo por si e pela sua própria experiência, que se soma à experiência humana, pois você é humano ou humana. É preciso, assim, por isso mesmo, também respeitar a si, amar a si, respeitar aos outros e amar aos outros. É a experiência de transformação. É a experiência que pode proporcionar a transformação humana pela via da incondicionalidade do amor, pela via do amor incondicional. Agradecemos. Paz e Amor. Mnahrkiwon.

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