Encontro Semanal

A origem das coisas mentais

Paz e Amor.

A mente se forma no estado não duplinado. E é construída por meio de ressonâncias dos seres silocientes que se projetam para as dimensões físicas. Estando não duplinados, ou seja, não integrados no corpo físico, guardam uma consciência específica chamada insciência. A mente já se forma desde processo anterior e pode se comunicar, armazenar informações e influenciar campos eletromagnéticos no meio físico, possuindo um forte campo fi. Entretanto, não havendo incronização, como acontece no corpo físico, o ser silociente pode ficar à deriva, ou na dependência de assistência alheia. O processo de duplinação acontece muito especificamente controlado por grupos de seres ligados às famílias que se encontram envolvidas no processo de reprodução das espécies envolvidas. O desenvolvimento mental do ser silociente não duplinado pode acontecer lentamente por diversas razões. Das razões serão objetos em outras explanações. Mas, é essencial se entender que a projeção da mente, estando incronizada, projeta-se para o corpo físico, sendo este um aprendizado em lidar com os próprios processos mentais. Cada ser tem a sua individualidade, e a conjunção de fatores corrobora para encontrar o fluxo mental que irá extravasar os horizontes do corpo físico. A mente torna-se o principal aspecto do ser silociente quando duplinado. Após vencer o processo reprodutivo e se incronizar, desde o início, a partir das divisões celulares, esse ser se encontrará confinado no organismo físico. Alguns aspectos desse processo são importantes para o desenvolvimento da mente e do corpo. Por exemplo, o organismo estrutura o tempo e o fluxo mental de tal sorte que o eixo consciencial se projeta em um desenvolvimento parcelado em etapas conscienciais distintas, potencializando os fatores de interação e desenvolvimento de habilidades, raciocínio, inteligência, etc. O ser silociente duplinado não tem autonomia nem liberdade, como acontece se estivesse não duplinado. Todo o seu processo depende do desenvolvimento das estruturas corporais, mentais, desenvolvidas para atender à interação e à projeção do ser em relação a si e em relação aos demais. Sem essas habilidades interativas nem o corpo nem a mente se desenvolveriam. Certamente, há um grande impacto no processo consciencial, fazendo surgir diversos níveis conscienciais, em que apresentam luzes distintas de seus desenvolvimentos. Três ou quatro aspectos são evidentemente mais conhecidos. Mas, todo o processo consciencial, somando-se não duplinados e duplinados, acontecem sucessivamente em camadas de vinte e uma etapas. Tais etapas serão também assunto das explanações de nosso âmbito. Distinguimos quatro níveis no momento, para exemplificar as situações resultantes da duplinação. Em primeiro lugar, a base de sustentação genético-orgânica acontece através da interação inconsciente do ser silosciente. Esta interação relaciona mais especificamente a estrutura corporal e os fluxos de energia eletromagnética, eletrofi, e fi, por meio de campos de ressonância adotados de acordo com a estrutura consciencial de cada um. Em segundo lugar, o subconsciente apresenta-se como um outro nível, estando ainda fora da luz consciencial que é a consciência. O nível subconsciente revela aspectos não possíveis de serem decifrados pela consciência, expressos tanto pelas ressonâncias mentais quanto pelos conteúdos mnemônicos processados e associados à estrutura corporal física. Entretanto, abaixo do nível de consciência. Em terceiro, a consciência como nível sensciente e insciente do ser silociente exemplifica um dos aspectos mais transformadores alcançados pelo processo corporal, adquiridos ao longo de milhões de anos, através de processos de interação genética-ambiente, largamente conhecidos dos seres humanos. A interação resultante intercambia na consciência de forma subliminar os níveis primeiro e segundo, inconsciência e subconsciente, apesar de servirem de base para a consciência, portanto, relacionando-se com a estrutura físico-bioquímica e eletromagnética do organismo físico. Estrutura ainda ao nível celular os chamados fílens, que incluem em suas funções a organização incronizada de processos da ressonância selidente do eixo consciencial, criando versões inequívocas das projeções do ser silociente eflérico. Em quarto, a chamada superconsciência, sendo um nível pré-insciente, isto é, ao final da vida física, alcançando um tempo de extremidade curta, ou seja, especificamente um anel temporal antes da morte física. O que diferencia da consciência é que a superconsciência, apesar de ser dos últimos momentos vivenciados na estrutura orgânica física, a superconsciência alinha os vinte e um processos mentais, ou etapas conscienciais, preparando-se para o armazenamento consciencial da experiência vivida no seu processo de deduplinação, isto é, da perda da duplicidade e do desconfinamento, da liberação sensciente, trazendo por meio da superconsciência, um alinhamento necessário para não criar uma deterioração mnemônica com a morte do organismo físico, ressurgindo aí um processo mental insciente, capaz de realinhar-se ao nível energético fora da estrutura física, desalojando dela seus campos eletrofi, fi, e eletromagnéticos. Todo esse processo relaciona-se à liberdade e às aquisições de experiência relatadas na experiência de cada vida, entendendo-se que para nós a vida não é apenas o período de duplinação entre corpo e mente. Mas, além, alcançando todas as etapas conscienciais do ser silociente eflérico idárico, onde reside temporariamente a fim de se expressar para além dos seus processos existenciais. A experiência de cada um fica subdividida em incontáveis elementos experienciais, o que aumenta a força criativa da existência, onde se formam os diversos seres, as suas diversas etapas e os seus diversos desenvolvimentos. Cada um alcança em si os seus processos e os seus domínios mentais a partir daquilo que tens como desenvolvimento prévio e como possibilidade de alcançar novos e habilidosos desenvolvimentos. Estes relacionam-se especificamente à vida de cada ser humano que encontra-se consigo próprio no seu próprio interior. Cada ser que possibilita a si desenvolver e alcançar as suas próprias virtudes, estando em suas mãos alcançar e desenvolver também aos outros. E assim sendo encontra-se com o seu próprio eixo consciencial, onde reside desde os radashes de Éfler a estrutura incondicional do amor; por onde transita todo o desenvolvimento físico e mental, portanto, consciencial. E, assim sendo, pode-se dizer que a consciência é resultado expressivo da incondicionalidade do amor. Paz e Amor. Paz e Amor.

Agradecimentos. Ither. Apresentação da xxxx.

NA: Igualmente agradecemos a acolhida, e seja bem-vinda aos nossos encontros. Paz e Amor.

Grupo: Sobre a mente antes de duplinar, você disse da possibilidade de ficar à deriva, dependendo de ajuda. Poderia falar mais sobre isso?

NA: Há um processo complexo de acoplamento entre o ser silosciente e a estrutura orgânica física em que ele se confinará. O confinamento acontece através da divisão celular, surgindo à medida que as células se multiplicam através dos centros de energia e de produção enzimática, portanto, de proteínas, fazendo surgir os fílens. Este lento processo conta com a proteção de outros seres engajados em cada uma das famílias, e com a organização de seres mais desenvolvidos “tradicionalmente” responsáveis, tanto pelo processo de proteção, quanto pela assistência às condições do relacionamento e todas as suas prerrogativas entre as pessoas envolvidas. Mesmo assim, o processo pode falhar porque depende dos processos individuais e somatórios, portanto, resultantes de cada um, para si, e de cada um um para os outros. A assistência é um processo “histórico”, porque fora desenvolvido pelos seres ao longo de milhões de anos, alcançando máximas e mínimas possibilidades de se ter sucesso. Milhões de tentativas são frustradas por motivos os mais variados. A assistência é, portanto, tanto no processo de duplinação, quanto no processo de deduplinação, ou seja, depois da morte física orgânica.

Grupo: Confinamento. Então, a morte seria como uma libertação, né?

NA: Do corpo físico. Entretanto, o ambiente para o ser não duplinado irá exigir altos níveis de autodomínio. Caso não haja esse autodomínio, o próprio ser irá se embaralhar tanto no ambiente quanto em outros seres, e se esse não tiver a devida proteção, e o devido atendimento, poderá vivenciar efeitos incalculáveis de autofragmentação. Muitas vezes, as reações são inicialmente apego ao corpo físico, o que decorre de uma soma de processos neo-pós-orgânicos. Isto é, a tentativa de alguns de reanimar o corpo orgânico falecido. Esta tentativa certamente resulta em insucesso. Mas, estando sendo atendido, este poderá ao longo de um certo tempo compreender o que acontece.

Grupo: Queria aproveitar e pedir pelo xxx, irmão de xxx, que está numa fase próxima da deduplinação. Câncer no cérebro, processo bem sofrido. E pergunto, esse processo quando a pessoa adoece, ele ajuda, enquanto está aqui, e vai passando pelo processo mais lento, a paciência da perda do corpo vem também?

NA: Vai depender das noções de cada um, da sua fé, e da sua abertura para a própria experiência.

Grupo: No caso dele até acredito que sim.

NA: Pode-se dizer que o melhor é convencer essa pessoa, se ela não está convencida, que é possível substituir a dor pelo amor. E que assim irá transmutar com mais facilidade e dependendo de suas próprias condições, poderá não sofrer o desgaste pós- mortem. Muitas pessoas depois desse período, a decronização mental fica desorientada e desequilibrada. Na maior parte das vezes tem ampla assistência específica e atendimento familiar; as famílias não são as famílias genéticas, mas as famílias de afinidade, que podem se transferir para o nível genético, não obrigatoriamente.

Grupo: Se entendi bem, o senhor fala do estado consciencial, que só o amor pode aumentar, pode nos fazer evoluir nessa consciência. Como lidar com nossas condições humanas e do mundo, das dores, das raivas, das situações que nos tiram do estado consciencial e do amor?

NA: É preciso desenvolver habilidades de autoconfiança, dando novas perspectivas para o amor incondicional. Grande parte das pessoas entra em ressonância com a dor, com a violência, e com amplos campos de negatividade. É preciso uma atenção específica entre o seu coração e a sua mente. O desenvolvimento da consciência se faz pela via expressiva do amor, pois não há consciência do mal. O mal não é consciente. Ele é supra consciente. Porque baseia-se em distorções de si próprio. O mal é a autodestruição. É a não consciência, e age baseando-se na ignorância, cujos objetivos não se baseiam em nenhum fundamento, apenas engaja-se em ressonâncias destrutivas. Muitas vezes, acontece como consequência de deteriorações mais profundas da relação dos seres consigo próprios. O antídoto é simplesmente o amor incondicional, quando a consciência que sabe de si é capaz de orientar-se por vetores de “saúde existencial”, cujos fundamentos revelam a existência do amor.

Grupo: xxxx pede para acompanhar o pai dela no hospital.

NA: Já estamos atendendo, agradecemos a oportunidade.

A existência reside no fato de o ser conhecer e saber que existe. Este autoreconhecimento acontece pela empatia entre as vibrações do amor que, à medida que se transforma o corpo e a mente, desde o início, se isolam, ou seja, a experiência de desenvolvimento impõe um isolamento, a priori, do eixo consciencial autosciente, insciente, dentro da mente de cada ser. Este isolamento obriga um desenvolvimento em conjunção com o desenvolvimento orgânico, impondo um confinamento. Tal confinamento faz a mente depender da estrutura de desenvolvimento do seu corpo. Desta forma, as experiências sociais, culturais, familiares que impõem isolamentos de si próprios contribuem para isolar a autoconfiança, trazendo aspectos em ressonância negativa autodestrutiva para a maioria dos seres humanos. E assim, quase a totalidade dos seres humanos irá vivenciar ou já vivenciou experiências negativas de opressão e distanciamento de si mesmo em relação ao amor. Como os processos são complexos e individualizados, cada um deve encontrar dentro de si a força amorosa da autoconfiança, e assim poderá fazer um contrapeso em relação às experiências do cotidiano violento da humanidade. Certamente, isto irá variar de pessoa para pessoa. Mas, em todos os seres há a possibilidade de se encontrar o amor incondicional e assim revelar para si a extensão de sua própria consciência, pois são as referências incondicionais do amor. Agradecemos. Paz e Amor. As águas estão energizadas.