O alvo desta exposição refere-se ao limiar subconsciente. Esse limiar é a fronteira entre a consciência e o subconsciente. Nos referimos a Cratcha. Cratcha refere-se à relação do subconsciente com a consciência. É preciso compreender Cratcha a partir daquilo que se pode compreender em sua própria mente. Vários exercícios expostos para vocês buscam ampliar a relação insciencial Guion. A ampliação, muitas vezes não traz uma impressão de que há efetivamente uma ampliação. Buscamos então promover exercícios que possibilitem melhorar essa impressão, trazendo-a, ao máximo, para o campo sensorial. Algumas vezes, esse campo sensorial não tem possibilidades exercitadas para compreensão proprioceptiva. Desta forma, alguns podem não compreender a intenção proporcionada pelos exercícios. Pudemos perceber que a maior ampliação conseguida até o momento foi conseguida por meio dos exercícios Pina, que estimulam alguma impressão mais próxima da consciência e, ao mesmo tempo, estimulando, na medida do possível, a glândula pineal e em associação às suprarrenais. Vários desses exercícios vão sendo pouco estimulados, na medida em que se não os exercita. Isso não é uma cobrança da nossa parte, apenas a constatação que é uma consequência do processo não exercitado: o não desenvolvimento. Mas, ao abordarmos essas questões, por outro lado, verificamos uma transformação insciencial que pode promover uma ponte mais especificamente relacionada à transformação insciencial, algo a ser verificado para aproximação da consciência ao grande hiato com a exosciência. Alguns podem não lembrar, mas os sonhos estão mais ativos. E, depois, abordaremos os sinais que podem ajudá-los a aumentar a confiança em si, a respeito do desenvolvimento insciencial-exosciencial. Sabemos que há algum interesse de vocês em ampliar este espectro, apesar de alguns, por outro lado, guardarem uma insegurança. Mas, só podemos dizer: porque ter medo de si? Muitas vezes, buscamos fazer associações que nem sempre podem espelhar este desenvolvimento. Como isso é bastante pessoal, será preciso que cada um busque à sua maneira. Não há meios não invasivos de proporcionar essa transformação que não seja por si mesmos. Sabemos também que não escolheriam que fossem invadidos para tal questão. Então, certamente, esta é uma parcela bem consistente das nossas exposições e que guarda, portanto, a nossa própria confiança, ou seja, a confiança de vocês em nossos procedimentos e exposições, já bastando, evidentemente, o aspecto exótico e não comprobatório dessas exposições, ou até mesmo, de nós mesmos. Por isso agradecemos, e vamos continuar.
É importante esses realces que damos a determinados aspectos, especialmente gerando termos que precisam ser evocados para que se tenha uma compreensão de algo não contextualizado pelos próprios seres humanos. Cratcha é um desses exemplos, é um desses termos que relaciona a experiências que tivemos há bastante tempo e vimos tendo, pois já é o início de uma etapa importante do processo mental, que buscamos valorizar em cada um. Evidentemente, os resultados são muito pessoais. Como não podemos avaliar esse processo, pois isso geraria um processo de invasão, temos apenas aquilo que está presente no processo mental desenvolvido ou a ser desenvolvido por vocês. Sugerimos que discutam e criem relações pessoais de maneira a desenvolverem por si esses processos. Eles cabem perfeitamente nas propostas de desenvolvimento que cada um carrega, assim como relacionado a atividades de trabalho ou atividades de desenvolvimento pessoal.
O subconsciente humano, ele possui uma certa variação no isolamento com a consciência. Isso quer dizer que ele tanto apresenta isolamentos mais profundos, quanto extravasamentos, jogando para a consciência algo desfocado, descontínuo e disforme. A expressão Cratcha, relaciona-se ao acesso insciencial subconsciente e ao seu isolamento com o processo consciencial consciente. Evidentemente, o interesse na consciência ganha supremacia em relação aos outros processos inscienciais, porque é um meio de feedback insciencial possível para a grande maioria dos humanos. Próximo de 97% possuem a consciência como um meio de autocitação ou auto reconhecimento e reconhecimento dos outros. Muitas vezes, os extravasamentos inscienciais de todas as espécies podem surgir em meio aos ambientes Guion dimensionais relacionados a cada processo insciencial. Por exemplo, você pode ter um chamado dejá vu, que pode ser um extravasamento de uma experiência de duplinação anterior, ou de outras. Ou pode ter do útero, por exemplo. Da mesma forma, você pode ter intuições vindas da experiência exosciencial. Deixando bem claro que, no estado insciencial, Guion dimensional exosciente é o mais amplo processo insciencial humano. Infelizmente, ele não é compartilhado com o corpo sensorial e consciente ativo. Há motivos para isso, e esses motivos serão propositalmente e condicionalmente demonstrados se for necessário ou houver a possibilidade. Nem sempre há a possibilidade desta forma de revelação. Mas, principalmente, porque não há como demonstrar efetivamente e com clareza. É melhor que não se demonstre algo que não se pode demonstrar ou que não se pode compreender. Os níveis inscienciais relacionados ao subconsciente são bastante ligados aos processos e motivos da duplinação. Em algumas situações, são eles que transmigram informações necessárias para a defesa e para a sobrevivência de cada um. As formas de Cratchas são importantes para que sejam notadas para o desenvolvimento na forma ampliada da consciência. Vamos apresentar um exercício que pode ser feito a qualquer momento, desde que seja feito, pelo menos, uma vez por dia. Não há limite de tempo, a priori, sendo limitado apenas pela vontade ou pela dificuldade em se fazer o exercício, estando sempre atento ao desgaste que este pode promover. Esse desgaste não é uma condição para a realização do exercício. Isto é, ele não causa desgaste se não houver excesso. O exercício relaciona-se aos exercícios Pina, e por isso está sendo exposto. Mas não é exatamente a mesma coisa. Mas, na medida em que se tem os exercícios Pina, pelo menos o primeiro deles, mais exercitados, você terá boas condições para desenvolver esse próximo exercício. Vamos chamá-o de Cratcha.
O exercício Cratcha foi desenvolvido para ampliar a relação sensorial insciencial entre o subconsciente e o consciente. Muitos de vocês já devem ter testado em parte as condições deste exercício. Então, vamos criar uma relação que é da natureza do processo insciencial na conjunção orgânica insciencial. Na visão, nós temos um foco da visão. Na audição, nós temos um foco mental auditivo. Ele é completamente diferente do foco visual. O foco visual, ele é promovido com uma lente. Todo processo ocular se adequa e ajusta a imagem. Na audição, esse processo relaciona-se à atenção, e exige processos de memória. Evidentemente, a memória é utilizada de todas as formas. Mas há um aspecto diferencial entre a mente auditiva e a mente visual. Os processos proprioceptivos relacionados ao equilíbrio, à noção de espaço, à noção de temperatura e à noção de posição do organismo, eles também têm um foco bem diferenciado tanto da visão quanto da audição. Nós utilizaremos a expressão foco para todas as classes de aspecto e de processo sensorial proprioceptivo. Tanto gustação, quanto olfação ou a noção de equilíbrio, que é um processo proprioceptivo, também têm processos de “foco” diferenciais. Não é o caso de especificarmos cada uma das formas desses “focos”. Assim, a partir de agora vamos tirar as aspas da expressão foco, para que ela se estenda para todas as formas descritas. Queremos dizer que, quando a expressão foco for utilizada, ela está direcionando um aspecto escolhido pela propriocepção ou pela percepção. Isso é importante porque, se há um foco, há também uma “área”, entre aspas. Aí sim, porque não são áreas, mas estamos emprestando a expressão foco. Então, haverá uma área em torno do foco que não é o foco. Essa área, portanto, é desfocada. Essa “área” desfocada – “área” entre aspas e metaforicamente dita, pois, processos mentais não apresentam a mesma relação mecânica de foco, como é o caso do globo ocular e as lentes que promovem o ajustamento desses focos, no caso visual. Assim, vamos considerar a “área” desfocada, quando fora da consciência, um Cratcha. Esse Cratcha, que é um Cratcha desfocado e fora da consciência, é a expressão sensorial insciencial do subconsciente. O subconsciente capta as informações por meio das áreas desfocadas. E as áreas focadas também, mas nas áreas focadas a consciência atua mascarando a ação subconsciente. Nesse caso, o exercício deve promover o acesso mental ao Cratcha consciente e não consciente. Então, o Cratcha consciente é quando você observa a área desfocada, sem focar onde está desfocado. Vamos fazer o exercício com a questão visual, para depois trabalhar no âmbito auditivo, e assim sucessivamente, até chegar no âmbito do equilíbrio, que é o Cratcha mais profundo insciencial. O Cratcha visual, ele é fácil de verificar porque basta você focar em alguma coisa, em algum ponto, e observar os campos em volta do foco. Então, o primeiro Cratcha refere-se ao âmbito periférico visual. Nós vamos olhá-lo e observar. O exercício pressupõe que é possível aumentar a nitidez do Cratcha visual.
O exercício é focar em um ponto e observar os níveis de nitidez que você pode conseguir. Vários recursos podem ser utilizados, como luminosidade ou áreas com maior contraste. Recursos desta ordem ajudam a ampliar o desenvolvimento do Cratcha. Em relação ao Cratcha auditivo, especialmente para quem tem exercício no foco em relação aos sons e às relações com os sons, como é o caso dos músicos, o Cratcha é, evidentemente, o som complementar de fundo, aquele que você não está atento a ele, e, assim, apresenta um grau de dificuldade em relação ao Cratcha visual.
É preciso, agora, que se compreenda a analogia do título do nosso encontro, que é “A Sombra do Fogo”. Se você colocar uma luz e projetar o fogo de uma vela em uma parede lisa, irá perceber que a chama do fogo, ou é nula, ou está relacionada à intensidade da luz que é projetada para fazer a sombra. Essa variabilidade que faz com que a chama possa aparecer demonstra a sutileza, de forma metafórica, do subconsciente em relação à consciência. E o exercício visa a se compreender que há uma sutileza que está relacionada a um ambiente dimensional, e à sua projeção, de alguma forma, em outro ambiente dimensional. Isto é, uma luz que projeta uma sombra em uma vela não projeta a sombra do fogo da vela, ou a projeta sutilmente, variando com o tipo de luz, com a intensidade da luz, com o comprimento de onda dessa luz. A mente insciencial Guion é uma projeção. E essa projeção tem uma única fonte: o ser insciencial, o “espírito”, a sua lógica mental, a sua dimensão de Guion. A luz que é projetada pelas ressonâncias selidentes e que formam a sua mente, a sua consciência, simultaneamente forma tudo, porque as coisas não são separadas. Elas são percebidas separadamente. O fogo da vela está lá e você pode vê-lo, mas pode também perceber que a projeção do fogo pode não acontecer. É assim que funciona a mente. O processo insciencial mais profundo projeta para a consciência, para a mente, transformando dimensionalmente. Todos os processos e níveis inscienciais estão lá, assim como lá está a vela acesa. Perceber é uma questão de atenção e de desenvolvimento. O exercício de se ater a mais detalhes do que um borrão periférico na visão, na audição, no paladar, no olfato, no sensorial da pele, no sensorial do equilíbrio, da noção de espaço, de tempo, tudo é uma coisa só, fragmentada pelas percepções. O exercício requer o desenvolvimento de habilidades proprioceptivas, perceptivas, mas é preciso crer porque a metade do que Guion cria é fé. É preciso acreditar para se perceber a si e a outras dimensões, pois elas sempre estiveram aí, sempre estarão. O exercício de promover a relação entre o subconsciente e a consciência é o Cratcha. É perceber a si, é vislumbrar-se de mais formas. É um exercício mental. É um exercício de Guion, assim como é compreender as manchas do salão de Guion, dos corredores de Guion, do seu ser, do seu estar, da sua compreensão, da sua inteligência, da sua sensibilidade. Especialmente, da confiança em si. É a referência ótima para se compreender a incondicionalidade do amor. Agradecemos. Paz e Amor.
Grupo: Irmão Iguilar, está incendiando o meu coração de amor, de identificação, porque realmente os sonhos têm ficado com bastante exalção. Mas nesse Cratcha, eu ouvi como no inglês catch you. I caught you. Agarrei, quer dizer, compreendi, trouxe para a consciência. Nesse Cratcha, o que estava no subconsciente, no caso, o sonho, que tem sido conturbado. Acho que esse exercício de observar o que está fora de foco, o que está na periferia, dá mais liberdade e aumenta a confiança da gente para ter acesso a isso. Muito grata.
Iguilar: Igualmente agradecemos.

Grupo: Eu queria fazer uma pergunta. Com relação ao primeiro Cratcha, visual, independe de estar com óculos ou sem óculos, não é isso?
Iguilar: Sim.

Grupo: Isso tem alguma ação visual física também?
Iguilar: O que você quer saber?

Grupo: Se isso pode influenciar o aparelho ocular, por exemplo, melhorar a vista.
Iguilar: Pode. Não necessariamente, porque depende de como se faz.

Grupo: Entendi. Acho que deve ser só fazendo, então, para experimentar.
Iguilar: Isso mesmo.

Grupo: Muito obrigado.
Grupo: Queria saber por que você falou dos sentidos da propriocepção separadamente, e não na sua integralidade. Pois na humanidade sabemos que há pessoas que não enxergam, pessoas que não ouvem e, no entanto, têm a propriocepção. Então, por que falar separadamente? É apenas a título de exercício? De exercitar dentro da nossa capacidade confinada biológica aquilo que a gente pode? Por exemplo, o tato para aqueles que trabalham com as mãos, a audição para aqueles que trabalham com música, ou a propriocepção espacial em movimento, no caso da nossa amiga Cláudia. Ficou claro?
Iguilar: Acho que sim. Primeiramente, estamos lidando com um público específico, que são vocês. E, nas segundas, terceiras e quarta ordens, que seriam os casos específicos, eles dependem do desenvolvimento de cada um. As propriocepções, ou as percepções, elas têm processos mentais específicos. A visão e a falta da visão mudam a relação de compreensão daquilo que estamos dizendo. E é preciso que você lide com o específico para ensiná-lo a se desenvolver. Como não estamos lidando com alguém que não possui um nível grave de restrição visual, podemos abordar sob o ponto de vista de quem possui a experiência visual. Estaríamos explicando totalmente diferente se tivesse uma pessoa com essa restrição, assim como com outros aspectos. As restrições, elas não significam que não haja experiência relacionada às restrições. Mas elas recriam situações específicas, que precisam ser abordadas de forma específica por aqueles que lidam com a sua própria restrição. Compreendeu?

Grupo: Compreendi, muito grata.
Grupo: Olá Iguilar. Vou pedir licença para mudar a temática e fazer uma pergunta de cunho pessoal. Se não puder ser respondida, não há problema. Eu fiquei pensando sobre o efeito da vacina que eu tomei há 4 dias para me prevenir contra a COVID e desses efeitos orgânicos, físicos, que a gente entende dentro daquilo que temos consciência. Mas, eu queria perguntar exatamente naquilo que diz respeito aos campos FI, a essa outra parte, dos centros de energia, dessa relação do organismo com essas outras dimensões. Se é possível falar sobre os efeitos nessa outra relação orgânica e, dimensionalmente falando, nesses outros campos também.
Iguilar: Teríamos que falar dos efeitos nos campos, nos centros de energia. Os campos FI, eletrofi, NIR, eletromagnético, têm alterações sutis, mas algumas dessas alterações, elas se relacionam a reações imunológicas. E as reações imunológicas – aí tem nesse grupo uma especialista – essas reações imunológicas, não sei se é do conhecimento da nossa irmã, elas produzem reações de ressonância nos campos dos centros de energia, ampliando ou diminuindo o acesso aos benefícios que os campos de energia podem produzir para a defesa imunológica. Evidentemente, o efeito mais conhecido é o de revigoramento celular, porque os fílens entram em uma atividade ampliada, coisa que pode ser verificada no sistema de energia quando ele não é acometido pelas células acometidas. Ou seja, as células acometidas, elas guardam uma relação, inclusive óptica, com outras células no sentido em que os seus fílens buscam a proteção das outras células, das células sãs. E os campos de energia são uma das evidências que podemos verificar, e que verificamos, relacionadas àquilo que seriam as patologias. Uma das verificações são as ressonâncias produzidas pelos fílens acometidos em relação aos fílens não acometidos. Primeiramente, os fílens acometidos diminuem a sua atividade e o seu alcance, aumentando, em contrapartida, o das células que não estão acometidas. Então, há uma relação de reação imunológica de maneira que amplie os sintomas de reação imunológica, evidentemente. As vacinas, elas fazem uma espécie de simulação, ampliando, às vezes mais que o necessário, porque, a priori, não há células acometidas pelo vírus real. Então, pode haver reações diversas, inclusive alérgicas.

Grupo: Manter o Pina 3 ou fazer um outro ajuda a equilibrar esse movimento de reação?
Iguilar: Esses exercícios não têm esse objetivo, mas, indiretamente, é como você dizer que, se você se alimentar bem vai ajudar?

Grupo: Eu tinha me referido ao Pina 3, que é específico dos centros.
Iguilar: Também ajuda, mas não é esse o objetivo.

Grupo: Muito grata.
Iguilar: Igualmente agradecemos.

Grupo: Nosso Amigo, eu gostei muito da sua fala, pois no nosso trabalho com imunologia, a gente trabalha com o conceito de incorporação, no sentido de assimilar aquilo que vem de fora, como uma vacina, dentro do seu organismo. E é claro que isso requer energia e uma sintonização dos fílens. Então eu vejo essa reação como uma sintonização do corpo, que pode ser mais ou menos incômoda, dependendo de várias questões que não são imunológicas, também. Podem ser mentais, de medo, de receio, mas não no sentido do amor.
Iguilar: Muito bem. E isso reforça que, se um dia você for fazer uma pesquisa relacionada aos fílens, poderemos ampliar a compreensão sobre como eles funcionam.

Grupo: Agradeço e espero que esse projeto possa ser desenvolvido em breve.
Iguilar: Estamos ao dispor.

Grupo: Iguilar, gostaria de voltar ao exercício do Cratcha para eu poder esclarecer. Então, nós temos 3 fases: o Cratcha visual, o auditivo e o insciencial, se não me engano. O auditivo e o visual estão muito claros. E em relação ao terceiro nível, seria uma observação de outras situações, como Guion e essas questões proprioceptivas, a observação, digamos assim, marginal dessas impressões? É isso?
Iguilar: É isso. Se você fizer o exercício do Pina 1, você mantém um foco no equilíbrio. É possível observar o que está fora do foco, do equilíbrio, que é o desequilíbrio. Só que, se você colocar o foco no desequilíbrio, você põe o foco no equilíbrio. Então, o processo é o mesmo: perceber a parte desfocada.

Grupo: Entendi. É um processo de percepção que a gente tem que construir, né?
Iguilar: Muito bem. Isso mesmo.

Grupo: Agradeço muito.
Grupo: Queria saber a relação do nível de intenção com que você faz certos exercícios. Vamos começar pelo mais direto. Eu sou músico. Então isso que você falou sobre focar e ver radialmente outros fenômenos concomitantes, é uma coisa que eu tenho um certo costume. Mas quando eu era mais jovem eu tinha um costume de andar pela rua olhando numa direção do horizonte, por exemplo, tentando perceber todas as cores que estavam em volta. Se eu tentar voltar amanhã a fazer esse exercício, vai ser diferente de ter feito isso antes. Ter feito isso antes fez alguma diferença?
Iguilar: Fez. Fez. É como você ter percebido uma relação de um acorde. Você ter percebido antes faz diferença agora?

Grupo: Faz. Claro que faz.
Iguilar: É isso.

Grupo: Entendi. Mais uma coisa. Se você, por uma questão de costume, faz isso com a visão e a audição ao mesmo tempo. Isso também faz diferença, ou não é aconselhável fazer?
Iguilar: Pode fazer. Pode fazer diferença. Você vai somar duas coisas. Resta saber se vai dar certo. Pode ser fácil para você e dificílimo para outro.

Grupo: Pois é. Não tenho uma gradação para saber isso, mas é possível que eu faça isso.
Iguilar: E inclusive, ao mesmo tempo também, o equilíbrio. Ou, se você estiver cheirando alguma essência, a mesma coisa.

Grupo: Muito obrigado.
Iguilar: Agradecemos, igualmente.

Grupo: Uma vez tive um atendimento individual, e o NA me chamou a atenção para a paisagem, que me acompanhava tanto no nível pessoal, das pessoas à minha volta, que a gente, às vezes não nota que estão nos ajudando, nos amparando. Tem a ver com isso também, né?
Iguilar: Totalmente. O Cratcha é a relação do subconsciente com o consciente. O subconsciente, ele apresenta extravasamentos, ou isolamentos. Isso não é uma coisa uniforme. Ele teria um gráfico totalmente inconstante, aleatório. Mas, à medida que você se desenvolve, você vai tornando específica também a sua habilidade de sentir, de perceber, de ampliar as habilidades mentais. Isso melhora tudo que é mental, inclusive memória, equilíbrio, raciocínio. Pois Guion é um salão amplo e indefinido, multi conectado, e às vezes desconectado. É possível criar conexões. É possível desenvolver habilidades só em se descobrir. E se descobrir é ampliar a relação também do subconsciente com o consciente. E você pode ter um Cratcha relacionado à ponte exosciencial. Já não é apenas um Cratcha, é uma ponte.

A existência e a impressão que se tem da existência se relaciona ao tanto e ao quanto se busca a si e se constrói a si. A mente, ela é construída desde que se nasce, desde que é concebida. Ela é feita daquilo que você faz e o que os outros fazem com você. Essa soma vai formando a sua compreensão, as suas noções, o seu alcance com a vida e com as possibilidades que a vida lhe oferece. E, na medida em que essas possibilidades estão ao seu alcance, e por isso são possibilidades, você pode escolher. As escolhas não são algo absoluto. As escolhas são conquistadas. Elas se relacionam com as noções e se relacionam com aquilo que você recebe e dá. Quando você oferece empatia, você recebe gratidão. A luz do amor é a essência da descoberta de si. Confie em seu amor íntimo, em sua luz existencial. Confie em suas rotas, em seus alcances, portanto, em suas possibilidades. Aproxime-se de si. Entenda que os Cratchas são também parte daquilo que você é, sempre. Aqui, agora, sempre. A luz do amor está aí em você. Compreender esses alcances é acessar as suas possibilidades. Paz e Amor. Agradecemos. Mnarhkiwon.

Por Iguilar Dgnar – Gamari

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