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Planetas invisíveis

Sabemos muito bem que há interesses humanos no chamado mundo dos espíritos, ou relacionado aos seres Intai.
Vamos fazer uma pequena série sobre esses chamados planetas. Os chamados planetas invisíveis não são planetas de fato, mas locais físicos de acomodação Intai. Certamente, há muitos desses planetas. São Chamnais. Chamnais são espaços no espaço físico apropriados, por condições físicas, em se tornar base para os seres Intai. Os chamnais, ou chanai, na versão humana sem o M. Na nossa versão com o M, pois cham é o espaço e nai, a condição criada para a adequação dos seres Intai. Estes lugares não podem ser vistos, pois, evidentemente, encontram-se em uma posição e condição dimensional diferentes, mas ocupando diferente daquela vista pelos seres humanos Aintai. Esses lugares estão em torno dos planetas utilizados como base para os seres duplinados, em uma órbita bastante diversificada e normalmente a mais de 600.000 km de distância desses planetas. Poucos Chamnais estão a uma distância menor. Mas há pelo menos 3 grandes chanais. Esses chanais são constituídos de Magnem e de campos eletromagnéticos bastante intensos, assim como campo NIR especificamente engendrado em campos eletromagnéticos. Podemos, no momento, citar 3 desses chanais. Nós temos chanai ZIDARK, que é o terceiro mais próximo do planeta Terra, onde parte dos seres Intai menos desenvolvidos costuma ancorar. É uma área a 530.000 km do raio terrestre, com uma movimentação mais lenta do que alguns outros chanais, pois os campos eletromagnéticos e NIR adicionados, costumam ter uma variação de acordo com as emissões solares. Ou, se em outro planeta base, como é o caso de Kuakin com um campo eletromagnético mais intenso, então a influência desses campos pode promover uma certa estabilidade. No caso de Zidark, essa estabilidade, em uma escala percentual, ela está em torno de 70%. Isso quer dizer que tem uma variação em torno de 30%. A variação pode ser uma resultante da velocidade versus a amplitude dos campos NIR, especialmente, e também dos campos eletromagnéticos. Os seres Intai que habitam ou coabitam esses locais, no caso de Zidark, promovem a área como sendo uma área de risco. Dessa forma, não é um local adequado para aqueles mais desenvolvidos. Vários desses chanais atuam como base de interface para os seres Ranamás, como é o caso do chanai Wossao (Ossao). É o chanai de maior instabilidade e movimentação. Mas, o centro de Wossao – nesse caso nossa pronúncia não enfatiza a primeira letra, mas ela é assim: Wossao, mas se diz Ossao. Alguns dizem próximo de uma pronúncia japonesa: Ossaô, Wossaô ou Ussaô. Os centros de Wossao, tem, portanto, uma estabilidade próxima de 90%, sendo a área externa, instável, e a área central, ou um ponto específico de Wossao, mais estável. E tem perto de 50.000 km2 de área. Entretanto, uma área que varia para menos de 50.000, de 10 a 5.000 km de variação. Temos também Karzanda. É o segundo Chanai efetivamente usado como base para a maioria dos desencarnados, no momento da sua conversão. Também muito utilizado pelos seres Ranamás. Karzanda tem mais ou menos a mesma dimensão de Wossao. Zidark tem aproximadamente 10.000 km³, com variação de forma e local, num âmbito de 70%. Karzanda é o ambiente mais apropriado para a estabilidade emocional dos seres em fase de transição. Uma parte daqueles que são deduplinados, no primeiro ano de deduplinação, costuma ser levados para Karzanda, Em Karzanda, tem o maior hospital Intai da experiência humana terrestre. E o maior grupo de seres altruístas, e que atuam na recepção dos seres no momento da deduplinação. Nós ainda temos Astiziuin. Temos Okraz. Mougã. Temos Hainshi, que é relacionado aos povos orientais, pois foi e é o chanai mais recente. Temos muitos outros chanais que são planetas invisíveis. Cada um desses locais está interconectado uns com os outros. Estas ligações foram batizadas de ‘safenas’, como um empréstimo na condição do ser humano que realoca os seus dutos sanguíneos de um local a outro para o benefício da continuação da vida. As safenas, portanto, são as ligações entre os chamnais, de um planeta a outro. Certamente, a dimensão de alguns desses planetas, como é o caso de Wossao, ultrapassa o tamanho do planeta Terra, cujo diâmetro é próximo de 12.000 km de extensão. Wossao é um ambiente acolhedor, de extrema luminosidade amorosa. É o ponto de partida para os seres que irão duplinar. E uma parte, também, a recepção dos seres Ranamás, onde após o abraço do Ranamás, alguns dos seres podem ser levados para iniciarem ou continuarem as suas trajetórias previstas. Karzanda tem também um ambiente acolhedor, pois recebe grande parte dos seres que deduplinam, onde a maioria estará em um determinado momento, para se recuperar. A assistência de Karzanda é altamente desenvolvida com tecnologias que ainda serão desenvolvidas no planeta Terra. As tecnologias de desenvolvimento mental, de desenvolvimento do sentimento e da recuperação do ser Intai. Zidark é como um refúgio daqueles que insistem e fogem da duplinação. Lá eles encontrarão uma falsa proteção, tornando o ambiente hostil e perigoso para aqueles que não têm a mesma sagacidade negativa e perigosa. Há ainda Kmlakwo, que é um ponto de transição e interface entre seres humanos e não humanos. Já estive várias vezes em Kmlakwo. O ambiente é um ambiente recriado para acolher naves no mesmo padrão de vibração e um lugar que tem estadias montadas para acolher viajantes. E alguns dos seres humanos que irão para outros planetas, partem de Kmlakwo. Nossa intenção em falar sobre os chamnais é ampliar um pouco a perspectiva daquilo que acontece e muitas vezes não pode ser mostrado por motivos “técnicos” ou por impossibilidades dimensionais, mas que podem ajudar no conhecimento um pouco mais amplo sobre um aspecto da experiência duplinada que ainda não se chegou a termo, que é o processo exosciencial. Portanto, gostaríamos de contribuir com mais uma noção necessária, para que vocês possam lembrar, um dia, que não só não estarão sozinhos, nem abandonados, e que, independentemente da experiência de cada um – excluindo gradativamente aqueles que se recusam, pois, terão assistência específica para serem convencidos de superarem suas necessárias dificuldades – há grande suporte para ajuda para todos. E cada um tem as suas prerrogativas de acesso mental insciencial. Todos são diferentes. E as diferenças são parâmetros para os acolhimentos, para a diversidade de situações e implicações que cada um pode trazer consigo, de um universo vivencial baseado na consciência, na insciência Kalamatsana de cada um. Não é possível comparar, nem mesmo os irmãos, pois cada um traz consigo uma rota exaustivamente diferenciada. O caminho que se traça cotidianamente poderá ser redesenhado para essa assistência. E, portanto, não são as aparências que determinam o ser que estará na forma Intai, mas a sua própria relação consigo e especialmente, mais importante ainda, a sua relação com os outros. Se na duplinação olhar para si tem a importância simultânea de olhar para os outros, no universo Intai, olhar para os outros é que irá contribuir para olhar para si. Desta forma, simultaneamente inverso. E essa inversão, evidentemente, parte da situação Intai. Aquele que na forma Intai sempre olhou para os outros terá na forma Aintai o direito de olhar para si, principalmente para os outros. E aquele que na forma Intai não vislumbra o outro, terá mais dificuldade de olhar para si e, portanto, mais dificuldade ainda de olhar para os outros. Assim, há uma relação direta e inversa entre a experiência Intai que se complementa na experiência Aintai. O amor, nessas condições, se torna a forma, o acesso, a condição mais direta de ser bem sucedido como processo suirsômico, na experiência Kalamatsana de reconhecer e viver a si plenamente. E aquele que vislumbra aos outros aqui, portanto, provavelmente também sempre vislumbrou aos outros, conseguindo para si condições de desenvolvimento mais potencialmente necessárias. Não é uma diferença como uma diferença de justiça ou injustiça. Basta você confiar em si e buscar a luz do amor incondicional. Qualquer um que esteja em qualquer situação na experiência de viver a vida, ajudará a si, ajudando aos outros. Encontrará a si, encontrando os outros. A experiência dos mundos invisíveis são experiências tão transitórias quanto a experiência da duplinação, pois, a transitoriedade, como já se preconiza, é apenas uma parte de uma longa trajetória Kalamatsana. E essa experiência que vem de longe também irá longe. Longe no sentido tanto do desenvolvimento, quanto da noção, da compreensão, do conhecimento, do avanço tecnológico, do avanço existencial, consciencial, exosciencial. É por isso que trabalhamos as noções mentais, as noções de uma mente que acolhe e ama o corpo próprio, e aos outros, valorizando, no sentido existencial, a sua própria experiência. Quando isso acontece pela via do amor, pelo menos 5000 seres irão acompanhar, tanto os seres duplinados quanto não duplinados. E essa quantia pode crescer na medida da sua doação. Da força do seu altruísmo. Pode parecer uma condição, como se diz, em quase todas as religiões dos seres humanos, mas sem nenhuma barganha em troca, apenas a luz do amor. Agradecemos. Paz e Amor. Mnahrkiwon.

Grupo: Muito grata, muito bem vindo. Achei incrível! Na verdade, tenho um tanto de pergunta. Vou tentar ver uma delas. Eu fiquei pensando nesse momento, em primeiro lugar, se esses lugares com esses nomes, se esses nomes são dados por esse grupo com o qual a gente interage, de vocês Gamari com os Nossos Amigos, ou se eles são compartilhados com outros, até humanos também, ou se esses lugares são compreendidos pelos humanos de religiões, com outras nomenclaturas.
Z: Cada religião cria sua nomenclatura, mas no ambiente Intai são nomes conhecidos.
Grupo: Eu queria acrescentar, pensando nessa multidão de seres terrestres que estão deduplinando em função da COVID, e nesses lugares de acolhimento. Estou pensando na dificuldade que tem sido os nossos hospitais acolhê-los, em função de mil deficiências. Eu queria saber como acontece nesse momento lá com essa quantidade de seres deduplinados, se tecnologicamente vai ser possível acolher tantos e tantos seres deduplinando ao mesmo tempo.
Z: Os espaços podem ser criados instantaneamente. Cada um que chega tem o seu local. Cada um que é acolhido e recebido irá ter o seu lugar e não faltará para ninguém.
Grupo: É um conforto saber disso e eu só queria agradecer pelas palavras de conforto para nós em relação a não estarmos sozinhos, a sermos acolhidos e expressar minha gratidão em relação a isso.
Z: Se isso é uma coisa “boa” depende de cada um, pois há aqueles que não querem voltar para esse ambiente e irão se negar e resistir. Mas aqueles que estão mais preparados irão ser confortados até por si próprios ou por si próprias.
Grupo: Boa tarde, Zarlout. Também gostaria muito de agradecer todas as suas palavras, as suas considerações e informações. Realmente é uma palestra que abre muito o nosso universo de compreensão.
Z: Só para completar uma dúvida – é MratZarlout. E normalmente escreve junto, sem espaço, porque Mrat é a condição que estamos de organização e de entrega de cada um. Temos uma entrega um pouco maior do que outros, comparativamente. Mas isso não tem nenhuma importância.
Grupo: Interessante, porque já foi motivo de comentário nosso, o Mrat.
Z: Agradecemos.
Grupo: Esses mundos invisíveis, eu tenho algumas dúvidas. Você falou que existe uma elasticidade desses mundos?
Z: Sim, eles são constituídos de campos NIR e campos eletromagnéticos, basicamente. Outras influências também. Às vezes, até em torno de um asteroide, como acontece com alguns grupos. O Marbem é um dos grupos. O Marbem está no cinturão de asteroides. É um lugar muito protegido, mas não é um bom lugar. Entretanto, eles escolheram esse lugar porque há uma base NIR boa. Os campos NIR, no espaço, eles estão sob a influência de diversas condições do próprio ambiente espacial, que vai desde as emissões solares, pois, nesse caso específico do sistema solar onde a Terra reside, há uma variação em alguns locais muito grande, de campos NIR e de áreas com menos campos de influência eletromagnética. Normalmente, esses campos têm uma variabilidade.
Grupo: E todos esses planetas invisíveis estão numa mesma dimensão? Claro que nós estamos numa dimensão diferente. Mas eles estão em uma mesma dimensão?
Z: Alguns estão em dimensões um pouco diferentes, mas as safenas, que são as comunicações construídas, elas ligam essas dimensões. São áreas muito extensas e com processos tecnológicos envolvendo, que não dá para falarmos nada a respeito disso. Gostaríamos, mas já estamos fantasiosos demais. Você poderia dizer: uma fantasia a mais, uma a menos, não fazia diferença também, né?
Grupo: É verdade. Mas já está ótimo. Agradeço muito.
Grupo: O que eu queria saber é se nas nossas experiências na exosciência, a gente alcança esses lugares.
Z: Sim, alguns plenamente. Inclusive por meio de viagens, de desdobramentos astrais.
Grupo: E de alguma forma a gente auxilia, ou é uma viagem só para passeio. Como é isso?
Z: Você auxilia. Vamos pegar, com a licença de todos vocês, o seu caso. Você é uma atuante nesse ambiente, da mesma forma como você atua. Aqui a sua atuação é muito mais ampla e, portanto, do seu conhecimento intimo, insciencial.
Grupo: Sim, aiai.
Z: Agradecemos. É isso mesmo.
Grupo: Eu que agradeço. Porque eu fico esperando uma visão maior disso mesmo. Eu sinto, eu sinto. Mas agora acho que vai ficar mais fácil de vislumbrar.
Z: Confie em si.
Grupo: Ok. Muito grata. Gratidão.
Z; Igualmente agradecemos.
Grupo: Zarlout, Mnarkiwon. Eu queria saber duas coisas. A primeira: a gente tem conhecimento que quando a gente deduplina, a gente é recebida pelas pessoas mais próximas, pela família, depois do abraço dos Ranamás. E, se se elas estão em chamnais diferentes, como acontece essa recepção?
Z: Há uma comunicação entre os chamnais.
Grupo: Ah, tá. Então esses Intais que foram nossos parentes, eles se reúnem em determinado local para te receber?
Z: Não é regra, você pode ser recebido por um estranho. Depende de muitas condições, inclusive do seu relacionamento antes e depois, e antes ainda, e na sua história. Você pode ter uma duplinação e não se relacionar com aqueles que você sempre se relacionava. E quando você deduplinar você não ser recebido por aqueles que você conviveu e já foram antes. Você pode ser recebido por aqueles que são mais significativos.
Grupo: Na minha trajetória, né? Na minha rota?
Z: Se você fez a sua parte. Se você não foi muito boa para os outros e nem para você mesma, cometeu crimes ou quaisquer outras coisas. Há situações adversas complexas, complicadas. Você pode até ir para Zidark, por exemplo, que talvez seja o ambiente que você mais se sintonize. Não é o caso, evidentemente. É só para você entender que você pode ser recebida por uma diversidade de situações que depende das suas condições. Isso não é avaliado por alguém especificamente. Os únicos a fazerem avaliações, a priori, no âmbito da convivência, são os seres Ranamás. Eles ajudam e, com a sua luz de amor, podem posicioná-la onde você precisa estar. Isto é uma situação que pode caber a ele, mas, mesmo assim, as condições são pela própria natureza dos relacionamentos e das experiências. Das suas condições inscienciais, do seu desenvolvimento, da sua capacidade de se ligar aos outros. Não especificamente no âmbito duplinado, mas, especialmente, no âmbito deduplinado.
Grupo: Outra coisa que eu queria saber é quando você estava explicando sobre as safenas, que você falou que “realoca os seus dutos sanguíneos para a continuação da vida”.
Z: Tira uma artéria da cocha femural e passa para o coração. Uma veia, uma artéria não é um duto sanguíneo? É só uma forma de dizer sem falar as estruturas fisiológicas do corpo, dizendo que os conductos são também conductos do astral, do mundo Intai, ligados aos sentimentos, às relações entre os seres.
Grupo: É uma metáfora, né? Entendi.
Z: Isso. É uma metáfora. Grato.
Grupo: Gostaria de saber se à medida em que vocês estão nos ajudando a desenvolver a nossa consciência, o nosso eixo insciencial, se isso pode ajudar no reconhecimento de seu ser Intai depois. Por exemplo, você atuando no seu auto conhecimento e junto aos outros, no acolhimento do amor, sendo altruísta, se isso amplia, de alguma maneira, a nossa capacidade de reconhecer em que planeta a gente está transitoriamente depois de deduplinar, de acordo com o que você disse hoje.
Z: Certamente, ajuda muito. É como se perguntasse se você ter aprendido a ler te ajudou você a dar aula agora na sua profissão.
Grupo: Muito grata. Então precisamos continuar desenvolvendo esse altruísmo nesse mundo tão confuso.
Z: Isso mesmo, as dificuldades são grandes, mas elas são a realidade.
Grupo: Certamente. Muito grata.
Z: É preciso respeitar a si, amar a si, respeitar aos outros e amar aos outros para fazer a diferença.
Grupo: Muito grata e muito grata pelo acompanhamento de vocês em várias questões que eu tenho certeza que estão acompanhando. Paz e amor.
Grupo: Eu fiquei pensando nesse caráter da transitoriedade e que sendo tudo movimento, dinâmico, aqui a gente tem uma relação com o tempo que é de uma forma. Se esses outros chamnais têm temporalidades diferentes também. Diferentes daqui e diferentes entre si nesse caminho, nessa rota.
Z: Há uma setorização dos chamnais, porque os chamnais são base natural e, ao mesmo tempo, assim como na Terra – a Terra é base natural -, com construções nessa base. Então, na base natural dos campos NIR interagindo com os campos eletromagnéticos, os Intai constroem as suas condições. Elas são setorizadas. E há regiões mais instáveis, onde o tempo se descola e pode ser mais lento ou mais rápido. E são áreas utilizadas para fins específicos. Seria como se, os barcos vão para o mar ou para os rios, os carros para a terra e os aviões para o ar. Cada objeto de utilização que vai sendo setorizado para aquelas condições físicas. Deu para compreender?
Grupo: Mais ou menos. A relação da velocidade com o ambiente e pode se adaptar.
Z: Você tem a metáfora dos transportes. Na terra você vai utilizar um carro. Aonde o tempo passa mais rápido você vai utilizar uma determinada situação. No mar você vai colocar barcos e navios. E aonde o tempo é mais apropriado para um intercâmbio com a Terra poderá ser o ponto de partida para a duplinação, por exemplo. Aonde o tempo tem uma estabilidade maior pode ser um ótimo local para uma saída para uma viagem para outro planeta, onde, por exemplo, estão os ‘dutos sanguíneos’, as safenas.
Grupo: Mas não tem a ver com a incronização que vem de Éfler, tem?
Z: Tem sim. Porque essas instabilidades, elas estão interligadas. Você tem, na estrutura física, as chamadas partículas. Elas vão deteriorando e passando de Éfler para a matéria física e vice-versa através da chamada força fraca, que são a formação de depleções e de restis. É um processo complicado sim, mas buscamos simplificar com algumas metáforas. Certamente, a explicação física de algo que ainda não foi compreendido pela humanidade não precisa ser explicada em seus detalhes. Ela seria incompreensível. Mas, a grosso modo, é assim. Como se você falasse que você entra numa caixa e aparece do outro lado, se você desconsiderar o tempo. Se você entrar em um carro, ou um avião, ou em outro objeto e chegar do outro lado, foi a mesma coisa que aconteceu. O meio físico, ele apresenta as suas características e os seres inscienciais em suas experiências trazem as soluções que podem ser diferentes, mas com resultados desejados.
Grupo: Zarlout, boa tarde. Gratidão. Eu não sei se entendi muito bem, então são 2 dúvidas com relação à mesma questão. Em Karzanda, você falou que lá tem tecnologias que ainda serão desenvolvidas aqui, não é? Tecnologias para o desenvolvimento da mente e, não sei se eu entendi direito, também para o desenvolvimento do sentimento? Essa é uma dúvida. E quando você diz que serão desenvolvidas ainda quando puder, isso, de alguma forma, já está sendo pensado, já está sendo estruturado ou ainda é algo para muito tempo para frente, considerando o nosso tempo?
Z: Praticamente, 80% das tecnologias são desenvolvidas antes no horizonte Intai. Aquelas tecnologias que não são desenvolvidas no âmbito Intai é porque foram transferidas por seres não humanos, o que é em torno de 20%. Vocês podem questionar o tanto que quiserem, mas o surgimento do transístor é não-humano.
Grupo: Interessante. É que fiquei muito curiosa. Porque a questão da tecnologia para desenvolver a mente, eu acho que é mais fácil a gente imaginar essa possibilidade. Mas eu fiquei muito curiosa com essa tecnologia para desenvolver o sentimento.
Z: Que são tecnologias mentais.
Grupo: Ah, sim. Então faz mais sentido agora para mim.
Z: Pois é, mas elas também resultam em tecnologias físicas, como é o caso da cromoterapia. Como é o caso das aparelhagens para captar os pontos ki do corpo.
Grupo: Compreendo. Muito grata.
Z: Agradecemos também.
Grupo: Mnahrkiwon, Zarlout. Eu tenho 2 perguntas. Uma, eu não sei se devo fazer, porque eu não sei se vou entender a resposta, sobre a instabilidade do tempo. Isso é algo que não entra na minha cabeça. E a outra, no final da sua fala, você falou de 5.000 seres que podem nos acompanhar desde que a gente tenha consciência, noção de nós mesmos enquanto um ser biológico e um ser insciencial. É isso mesmo?
Z: Imagine que aquelas pessoas muito bem relacionadas, elas têm, além de uma forma de lidar com as coisas que chama a atenção de muitas pessoas, elas precisam de algo que é chamado normalmente de carisma. Então, carisma seria algo naquela pessoa que pode atrair, “para o bem para o mal” (só para estimular um pouco a imaginação). Vai atrair mais pessoas do que se ela não tivesse nenhum esforço carismático para assim produzir. Estamos afirmando que as pessoas altruístas atraem próximo ou mais – há aqueles que atraem 100.000 – seres Intai e Aintai, quando de sua trajetória na duplinação. Ou seja, o amor atrai mais do que o ódio. Vamos resumir uma frase um tanto absurda: o amor atrai mais do que o ódio. Quando você ama, quando você ajuda, quando você intercede pelos outros, quando você estende as mãos, quando você abraça, quando você ama, você passa pela duplinação levando ligações de em volta de 5000 seres. A maioria desses seres são seres Intai, a grande maioria.
Grupo: Entendi. Então é ao longo de toda a duplinação.
Z: A sua experiência. Exatamente. O que mostra que quanto mais você ajudar, mais você terá apoio, mais terá ajuda também. Quanto mais você estender as mãos… Não é uma moeda de troca, é uma consequência de uma coisa em relação a outra. É um retorno. Não é uma situação condicional. Você faz se você quiser. E a pessoa segue se quiser. Mas ela segue. Elas seguem aquelas que elas amam, que elas respeitam, que elas querem estar juntas. Querem seguir, da mesma forma, aquelas pessoas que foram exemplo para elas. Elas buscam essas pessoas em suas trajetórias, antes e depois. A outra pergunta, qual é?
Grupo: Sobre a instabilidade do tempo. Não sei se minha cabeça humana vai entender.
Z: A sua cabeça humana pode perceber perfeitamente. Você pode comparar uma situação que a gente sempre diz, que é uma situação frequente, simples, comum. E que todos vivem. Se você estiver numa fila de banco para pagar uma conta e a fila é grande, ela vai ser o mesmo tempo para você, se você vai receber um prêmio que você ganhou e você vai estar numa fila muito maior? Qual das 2 filas, no seu tempo, vai demorar mais?
Grupo: Entendi. Se eu for pagar uma conta vai durar tanto, se eu receber um prêmio vai durar de uma forma diferente, ne?
Z: Sim. Pode ser mais ou menos, mas não vai ser igual. O tempo é instável, e a percepção do tempo, assim como a percepção da imagem, das coisas, dos objetos, dos significados. Tudo é mental. É uma experiência essencial. O corpo garante um nível de estabilidade, mas, nem tanto assim como, por exemplo, nesse exemplo.
Grupo: Entendi. Então, o tempo, na realidade, ele varia de acordo com a nossa mente.
Z: Isso. Se você, como uma pianista, prestar atenção, na medida em que você exercita, você vai se aproximando de um tempo cronológico, ou seja, medido por um aparelho, não é? Mas, se você estiver tocando, e algo tiver saído errado, por exemplo, deu uma desafinação insólita no seu instrumento, e você está em concerto. Aquela nota, ela vai trazer uma modificação extrema na sua noção de tempo. Apenas o desafino de uma nota.
Grupo: Essa experiência da performance musical é muito interessante, porque, às vezes a gente erra uma coisinha e parece uma coisa enorme e quando você vai ver no vídeo, aquilo não foi nada. Mas para você a coisa foi gigantesca.
Z: O tempo é assim mesmo. E as situações, em Guion, elas são reais. Elas não são descoladas da sua realidade corporal. O que pode acontecer, inclusive há essa experiência, é que, se 1 segundo tenha sumido do seu mapa mental, pode ter sumido também de outras pessoas, simultaneamente.
Grupo: Muito interessante isso. Muito grata.
Z: É um desafio.
Grupo: Com certeza. Muito grata
Grupo: Boa tarde, Zarlout. É sempre muito enriquecedor estar aqui com vocês. Eu acho que, desde os primeiros dias que aqui estou é como se abrisse um campo de percepção de vida e, depois, algo muito maior. Então sou sempre muito grata de estar aqui. Eu quero fazer uma pergunta pessoal. Não sei se vocês vão poder me responder. Ontem, quando eu abri os olhos de manhã eu tive um mal estar muito grande que perdurou durante um bom tempo do dia. Eu fiquei me perguntando que sintoma era aquele. O que era aquilo. Uma questão física. À noite eu tive um insight de que talvez eu tivesse feito uma viagem e voltado fora do tempo. E fisicamente eu fiquei mal durante o dia inteiro. A minha pergunta é se dá para entender o que foi que eu senti. Se esse insight foi correto.
Z: O insight tem lógica. Não podemos afirmar, porque não adentramos a experiência de cada um, mas é frequente acontecerem esses sintomas, pois a sensibilidade mediúnica promove impressões corporais, bem e mal estares, pois isso depende, evidentemente, das condições mentais e da experiência de cada um. Mas é possível. É bem típico.
Grupo: Porque depois, um tempo passou e hoje eu estou ótima. Foi algo assim, rápido e estranho.
Z: E pontual.
Grupo: E já aconteceu outras vezes também.
Z: E isso confirma mais ainda. Faz parte da sua experiência mediúnica. São manifestações que não é possível analisá-las como sendo sintomas de algo específico. Mas, além de ser típico, – ou seja, outras pessoas também passam por situações análogas -, se repetiu para você, na medida em que a estrutura insciencial se abre para exalções e para desdobramentos, são frequente as reações orgânicas, corporais porque está se ligando a novas situações, que normalmente não são previstas para a estrutura funcional desenvolvida, principalmente mentalmente.
Grupo: Certo. Muito obrigada. Gratidão.
Z: É mais ou menos como perguntar para um médico sobre alguns sintomas, e, como ele não sabe, ele responde: é uma virose.
Grupo: Mesmo sendo algo que eu ainda não me sinto pronta? Eu estou nesse grupo como uma grande aprendiz, porque eu acho que eu não sei nada. Mesmo se achando um nada é possível fazer essas experiências?
Z: Você não precisa se achar um nada, mas pronto ninguém estará. É preciso aceitar a si, estudar a si, sentir, respeitar, amar, acolher, buscar o equilíbrio, se informar sim. Mesmo que não haja informação a respeito.
Grupo: Eu tinha algumas perguntas para fazer, mas me lembrei de um pedido da minha filha, e queria ver se pode responder isso. Se pode entrar no campo de energia dela. Ela tem tido uns sonhos. Ela mora na Xxxxxx e tem tido algumas experiências exoscienciais. Ela tem se questionado muito em relação a isso. O último sonho que ela teve, parece que foi uma limpeza espiritual, onde ela entrou numa igreja e estava lá para ser submetida aos rituais dessa igreja. Ela tem pedido para não ter, porque ela tem um pouco de medo, de receio, mas ao mesmo tempo, ela está se acostumando com isso. Tem algum sentido especial nisso para ela? É possível responder?
Z: É possível, porque quando nós averiguamos da outra vez, e das outras, ela tem um trabalho com o ser humano. Ela tem um trabalho de mais profundidade. E nas características dela, isso faz parte do encorajamento que ela precisa para enfrentar a própria profissão. É natural, também é um sintoma mediúnico, mas de sensibilidade. Quer dizer que ela não precisa ter medo daquilo que ela própria está enfrentando, que serão as condições da experiência dela na vida dela profissional. Ela precisa desenvolver essa sensibilidade. Será útil, será importante, fará diferença. Ela terá um desenvolvimento intuitivo. Isso faz parte das condições que ela se submete para o desenvolvimento de si mesma.
Grupo: Que bom. Fico feliz. Muito obrigado
Z: Inclusive os sonhos são bons.
Grupo: São sim. Agradeço muito.
Grupo: Mnahrkiwon. Obrigado pela sua presença, pelos ensinamentos e por compartilhar esclarecimentos. Nas nossas relações entre Intais, quando existe uma relação de domínio, de agressão entre duas pessoas ou entre grupos, a gente sabe que aqueles que são dominados, que são subjugados ou que são agredidos, eles vão aproveitar aquilo ali para o crescimento desde que eles consigam, realmente, se inteirar disso e saber o que fazer. Mas, e para o agressor, para o subjugador, para o opressor? Qual seria o impacto no curso da duplinação dele?
Z: Vamos chamar de personalidade, com ressalvas. Aquela personalidade acolhedora vai conduzir muitas pessoas no sentido positivo para junto de si, ou que vai seguir os pensamentos, ou coisas boas, que essa pessoa produziu. Da mesma forma, as pessoas que prejudicam. Elas não irão ficar mais isoladas? Elas não irão ser mais rejeitadas? Em determinado momento elas não serão expulsas? Não serão aprisionadas? Não serão contidas, não serão negadas? É sempre importante pensar que aqueles que dominam, eles estão mais, vamos dizer de uma forma figurativa, mas já utilizando o conhecimento de vocês, eles não estariam mais para Zidark do que para Wossao? Ou seja, a experiência negativa, a experiência de opressor, de escravocrata, de “bandido”, ou de outras formas negativas, elas são condizentes com as respostas à altura dessas situações. Mesmo que aparentemente essas pessoas não estejam sendo atingidas, elas serão atingidas por si próprias. Não resta a menor dúvida de que a natureza, ela age da mesma forma ao contrário. Se a gente chamasse essa natureza de Deus, como muitos seres humanos gostam de compreender, seria uma resposta de Deus. Mas a resposta da natureza em si, é pelas condições equivalentes. É algo um pouco mecanicista, mas com todas as subjetividades que cercam as ações das pessoas. A referência do amor é a única que pode conduzir o ser a um equilíbrio entre si e a sua experiência de viver. Essa experiência, seja ela Intai ou Aintai, ela irá encontrar obstáculos que vêm dos outros. E os outros têm esses obstáculos em si. São obstáculos que eles mesmos terão que enfrentar, de uma forma ou de outra, em um momento ou outro. Ou estarão em Zidark, simplesmente negando. O ambiente mais adequado, onde ele próprio será escravizado, onde ele próprio irá sentir todo o rancor e o ódio, porque as afinidades irão falar mais alto, e ele terá que ser resgatado. E saibam, os resgates são numerosíssimos. Uma boa parte da humanidade são seres resgatados de Zidark. Então, aí já vislumbra uma certa explicação das dificuldades humanas.
Grupo: Muito agradecido. Paz e amor.
Grupo: Gostaria de fazer uma pergunta rápida. Nós aqui do grupo viemos do mesmo chamnai?
Z: A maioria do mesmo chamnai.
Grupo: Primeiro agradecer os ensinamentos. Tem muita conexão com as coisas que já estudei e vejo. Essas regiões, como Zidark, conseguem tem influência no nosso ambiente de encarnados?
Z: Consegue, claro.
Grupo: É a sintonia?
Z: É a sintonia, e depende de cada um. Não é uma coisa generalizada. É uma coisa ligada à experiência insciencial.
Grupo: E essa região pode ser afastada dependendo da maioria das vibrações dos seres? Ela pode ser afastada, a sua influência dos seres que estão aqui, em algum momento?
Z: Normalmente ela tem uma variação e uma movimentação devido às forças naturais dos campos eletromagnéticos e de forças siderais maiores, inclusive, de buracos negros do centro da galáxia, que pode ter influências diversas. O que mantem mais estável são os campos NIR que se mantém ligados a uma massa (vamos chamar assim) mais ampla. É como se fosse uma ilha de campos NIR. Elas têm uma certa estabilidade e se mantém em interação eletromagnética, o que aumenta ou diminui as condições no espaço físico. Não é um campo visível, apesar de que os campos eletromagnéticos podem ser reconhecidos por aparelhagem humana. Mas os campos NIR não. As tecnologias estão chegando. Já há indícios dela. E inclusive uma área que tem vários chanais, tem um reconhecimento da existência dela. Ela é catalogada em estudos humanos. Só não é reconhecida como tal.
Grupo: Gratidão. Muito obrigada pelo ensinamento.
Z: O amor é a essência que permeia aquilo que estamos buscando, porque se mantém numa estabilidade Kalamatsana, na compreensão de que fazer o melhor para a vida e para si, para a vida de todos, é buscar um equilíbrio, é buscar noções mais avançadas acerca de si e acerca daquilo que acontece no horizonte físico, social, cultural, econômico, existencial, espiritual de cada um e de todos. Certamente há problemas graves, certamente há situações de alta instabilidade, há muita injustiça. Mas, é crendo na sua influência do amor, na sua influência positiva, construtiva e, especialmente, na sua capacidade de equilibrar a si é que irá contribuir para uma humanidade melhor. O melhor não depende só de você. Ao mesmo tempo, depende de você. Pois, sendo um ou bilhões, todos precisam da mesma coisa, todos precisam da luz incondicional do amor. Agradecemos. Paz e Amor. Mnarhkiwon.

Mrat Zarlout (Zarlu) de Gamari

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