Encontro Semanalonline

Comogenidade do Espírito Humano

Paz e Amor.


A espiritualidade é composta por diversos processos que permitem um trânsito frequente e maior do que aquilo que aparenta. Há uma múltipla interseção dimensional. Essas interseções acontecem como processo autêntico da natureza, algo como a gravidade na Terra. Mas, assim como a gravidade, os seres se adaptam, tanto física quanto não fisicamente, gerando processos de interação inscienciais-corporais e corporais-inscienciais. Tanto forças físicas estão agindo o tempo todo, evidentemente, como já é de conhecimento, quanto induções não físicas diferenciais agem também o tempo inteiro. E vamos recapitular alguma coisa para ajudá-los a compreender um milímetro melhor sobre essas questões, pois envolvem todo o processo existencial e a sua subsistência, ou seja, a sua capacidade de manter-se por um tempo longo, considerando-se evidentemente as referências terrestres. Nós já abordamos em algum momento sobre essas questões dimensionais e, de fato, há complicadores para que possamos expressar parte daquilo que acontece na essência do chamado espírito humano, que é a sua consciência em seu corpo, ou o seu corpo usufruindo da sua consciência, do seu eixo consciencial.

Nós temos que falar sobre algo um tanto fora do imaginário humano, que damos o nome de Radash. Não dá para explicar o Radash, e não dá para explicar os Ateres, que são processos dimensionais além da expressão possível de se perceber, como é o caso das dimensões físicas. Mas, o Radash da experiência física humana é chamado de Éfler. Tem esse nome que faz alusão a uma flor, como símbolo da experiência da vida. Mas, uma flor não existe em Éfler, apenas a existência. Não existe o tempo, e muito menos a própria dimensão física fisicamente. Ela existe num processo de interseção entre dois grandes ateres. Grande é apenas uma expressão alusiva a algo absolutamente sem dimensão, considerando-se que o universo infinito, realmente, não é infinito. O Atere de Detrhül e o Atere de Sgaum, eles estão em uma posição na existência que, matematicamente, pode ser considerado uma interseção que gera um processo que resulta no Radash de Éfler. Repetindo: o Atere de Detrhül e o Atere de Sgaum formam o Radash de Éfler, em uma beiradinha de interseção entre os dois. Compreender esse processo é impossível, mas é o máximo que podemos dizer por enquanto sobre esses ateres formadores de Éfler. Esta conjunção gera um processo intenso chamado de Mlaknargam Kalamatsana. É a experiência da vida. Não da vida no conceito biológico humano. Na vida como experiência existencial. Esse âmbito experiencial dos seres proporcionou a experiência na dimensão física a partir de uma transmigração de Éfler para a dimensão física. Essa experiência eflérica, ela gera um processo na dimensão física chamada de Restil. O restil é uma transformação, numa linguagem metafórica de abstâncias efléricas em substâncias físicas, o que é chamado de ressonância selidente, que promove o surgimento de matéria física e o desaparecimento dessa matéria física. Isso pode acontecer em qualquer nível de quantidade. Pode ser um átomo, ou até um elétron, ou até toda uma galáxia, pois isso depende dos fluxos depletidos de Éfler, e isso está relacionado a processos de gravitação. A forma mais simplificada de expressar esse processo é dizendo que há uma gravitação positiva e uma gravitação negativa entre Éfler e a dimensão física. Pode-se dizer que, apesar de não haver nenhuma dimensão eflérica, a dimensão física nasce de Éfler. Ela está contida em Éfler. Éfler não é uma dimensão, é um Radash. Quer dizer que pode acolher infinitas dimensões, e muitas dessas dimensões são físicas, e há dimensões também não físicas. Mas, é preciso compreender que há um processo específico Mlaknargam. Mlaknargam está relacionado a um fluxo de indução. Esse fluxo de indução é um processo relacionado ao processo gravitacional, mas não é físico, e ele tem característica aleatória. E quando atinge a dimensão física, é chamado de campo NIR, que apresenta diferentes níveis de indução, aleatoriamente. Aí temos um processo físico e um processo de existência insciencial. A metáfora que procura identificar o ser insciencial, descreve o ser em Éfler ligado a uma Sirga que, por não ter uma dimensão, é chamada de Sirga Adal. Essa sirga adal é uma ligação estabelecida por um ser que se utiliza dos campos e dos fluxos de Mlaknargam. Kalamatsana é a iluminação. A referência à luz do amor. Mantém a ligação na dimensão física através de sua transformação. Na dimensão física, então temos a presença dos campos NIR. O ser insciencial, que é o ente existencial que gera o conhecimento de si, este se utiliza de todos os recursos naturais para a sua permanência física. Então, ele está imbuído do que é chamado de comógino. O comógino é o recurso físico natural que permite que os fluxos NIR, os campos NIR, sejam interassociados com os campos naturais eletromagnéticos do espaço dimensional físico, e das outras dimensões, como Ídar. E neste caso, esses seres inscienciais – adotamos, pois, a expressão ‘ser’ para usufruirmos de uma compreensão de si já existente no ideal imaginário mental e físico dos seres humanos. Pois estamos nos expressando para vocês, e buscamos evidentemente nos adaptarmos o quanto possível a uma compreensão mais ordinária o quanto possível da experiência de vocês. Então, podemos compreender, superficialmente, que há uma ligação do ser Intai com todo um “ambiente dimensional” e também um ambiente não dimensional. O estar na forma insciencial é um processo comógino, e é este processo comógino que gera uma comogenidade. A comogenidade são os recursos de indução NIR somados aos recursos físicos de energia, como os campos eletromagnéticos e toda a energia física possível que é utilizada para gerar movimento e ligação entre processos. As ligações são como ligações químicas, são como ligações elétricas, são como ligações NIR. Quando se constrói uma frase com palavras, cada palavra é um desses processos que gasta energia que transforma em significado, em símbolo, gerando os resultados físicos decorrentes da comunicabilidade. Evidentemente, o movimento físico corporal é resultante de todo processo, assim como toda a sua transformação, com as células, os grupos celulares, formando órgãos, formando estruturas, o próprio corpo, os corpos que formam sociedades, as sociedades que formam países, que formam identidades, que formam os seres humanos. Assim como, diferencialmente, os seres vegetais, outros seres animais, ou os seres não humanos. A estrutura biológica, em muitos planetas, pode se assemelhar ao que acontece aqui na Terra. Mas, saibam, há também processos diferentes, como acontece, por exemplo, em Naoli. É preciso que se compreenda, sempre falamos assim para gerar uma atenção, e essa atenção deve gerar um foco, um entendimento. Quando falamos: “é preciso fazer algo”, “é preciso compreender tal assunto”, “é preciso isso, é preciso aquilo”. Estamos então a compreender que a comoginidade é a capacidade do ser em estado espiritual, ou do ser já induzido na experiência da duplinação, de se expressar e se utilizar da forma física e especialmente das aergias NIR, que não podem ser captadas por aparelhagem eletromagnética, ou ótica, mas que geram consequências no ambiente dimensional físico, como é o caso da mente. A mente é um processo comógino. Um processo comógino que gera comoginidade, que é a expressão pela forma e pela interação das diversas dimensões, criando expressões diversas. Mas, além dos seres serem comóginos, a natureza em si também é, porque a comoginidade é a interseção entre dimensões e os seus processos resultantes. No ambiente físico você tem o movimento dos elétrons, que geram campos eletromagnéticos. No ambiente de Ídar, você tem as camadas bidimensionais, que interferem de diversas maneiras em campos eletromagnéticos, proporcionando que os organismos dos seres se utilizem de campos eletromagnéticos para se agregarem em formas que podem ser desenhadas, e uma vez desenhadas, elas podem ser encontradas e, portanto, marcadas, e esse processo no organismo dos seres vivos, inclusive os seres micro-organismos, se utiliza de uma memória idárica. E esse processo é muito importante para – e foi e é importante para a sobrevivência, pois o ser insciencial determina a sua interação com o organismo físico por meio das memórias idáricas. É um processo complexo, mas altamente estável, garantindo que de uma experiência para outra, a memória se mantenha registrada dimensionalmente em Ídar. Ao mesmo tempo, o ser Intai e outros seres não humanos se utilizam de um mágnem, que é um nome dado aos grupos de campos NIR mais intensos com campos eletromagnéticos, proporcionando toda uma outra experiência, um pouco mais complexa do que a experiência na existência física, mas proporciona também grande interatividade e atividade insciencial dos seres Intai. E disso resulta todo o processo de interesse e de reorganização da experiência de viver a duplinação. É importante que se pense que há algo sempre em sua experiência física que vem de uma existência maior. Essas ressonâncias selidentes – que são a possibilidade, ou que representam as possiblidades de relacionamento entre o seu ser existencial Kalamatsana por meio de sua possiblidade comogênica, para se dizer numa expressão de interface com aquilo que acontece com o seu organismo físico – também demonstram a complexidade dos processos de interação, e esses processos de interação relacionam-se com como o ser insciencial se verifica em matrizes de matrizes de sistemas, gerando uma grande atividade de verificação. Essa atividade de verificação é que é por nós chamada de paridade. Esse processo de paridade garante a estabilidade da interação entre o organismo físico e o seu ser Aintai, Intai Kalamatsana. É o momento agora de se compreender que tudo isso é a sua mente. E estamos a exercitando – esta é uma das intenções – baseando-a em sua essência mais verdadeira, a que está imbuída em todo o processo insciencial, que é o amor incondicional. Compreender essas relações irá ajudá-lo a manter-se estável, a manter-se verdadeiramente em desenvolvimento, e proporcionar, pois, um alcance de si. E esse alcance, em sua forma possível, é chamado de exosciência, que de uma forma simplificada, seria uma extensão da consciência. Verdadeiramente, é o contrário. A consciência é uma extensão. Mas, como os seres humanos estão presentes em si, na extensão, melhor seria inverter, o que daria no mesmo, como se a Terra gira em torno de si, você gira com a Terra. Então, você está girando com a Terra. A consciência gira na exosciência, o que significa que a exosciência gera a consciência. A exosciencia é o âmbito mais extenso do que a consciência, mas é, na impressão dimensional a mesma coisa. A diferença é que quando você imaginar, você verá, você tocará, você estará. A gravidade da Terra não sofre o efeito da exosciência, e assim o efeito exosciente não sente o efeito da gravidade. A experiência de viver é, portanto, uma plástica comógina, aquilo que proporciona a forma do espírito, a força de indução do ser espiritual, que não é visível nem perceptível, a priori, por aparelhagens eletromagnéticas, ou por comprovações físicas da experiência dos seres Intai. Mas, esses são comóginos. A comoginidade proporciona, portanto, uma espécie de corporalidade existencial de todos os seres humanos, Intai e Aintai. Agradecemos. Paz e Amor. Mnahrkiwon.

Grupo: Nosso amigo de Gamari está no mesmo Radash?

MD: Todos que estão no ambiente físico, além de estarem na dimensão física estão em Éfler.

Grupo: Então, se encontra no Radash de Éfler

MD: Em nosso caso específico, neste momento, estamos na órbita de Júpiter, portanto, no sistema solar.

Grupo: muito grata.

Grupo: Eu queria saber qual a diferença entre Éfler e Éter.

MD: O Éter é uma denominação mal definida de um ambiente físico que na verdade há controvérsias, porque há várias definições, que é de certa forma, parece ser o fundo de radiação do universo.

Grupo: Nosso Amigo, mais uma vez, eu queria fazer uma pergunta sobre essa interseção, que você começou a falar, entre ‘eu não sei o nome’ e ‘eu não sei o nome’ que gera Kalamatsana.

MD: Entre os ateres de Detrhül e de Sgaum.

Grupo: Vocês Gamari são gerados também nessa interseção pelas forças gravitacionais, NIR?

MD: Perfeitamente

Grupo: É possível alguém se perder nessa comoginidade?

MD: Você quer dizer no ambiente Intai, você quer dizer na dimensão física?

Grupo: Não, deixar de ser inclusive Intai.

MD: É possível.

Grupo: É possível um humano se tornar um Gamari?

MD: Não, mas é possível que um Gamari viva uma experiência humana duplinando, e os seres humanos não podem viver uma experiência Gamari. Porque, como é uma estrutura mental muito diferente, ele não conseguiria sobreviver. A expressão vida entre Gamari e humanos é muito diferente.

Grupo: Pelo que vocês falaram antes, a mente é coletiva nos Gamari.

MD: Certo.

Grupo: Não é individualizada neste ser com memória em Ídar, né, dos humanos?

MD: São processos biológicos humanos. Não é? Os Gamari não têm a mesma experiência correspondentemente biológica. São processos diferentes. Como os Gamari estão próximos de um sol que é Sikna, que é de uma irradiação eletromagnética milhões de vezes maior do que a da Terra. Então qualquer processo eletromagnético dependente da estrutura Intai, ele poderia não se dar bem nessa situação.

Grupo: eu gostaria de pedir se possível para dar uma equilibrada no meu chakra. Pode ser no final, não precisa ser agora.

MD: Vamos fazendo ao longo do encontro. Já estamos fazendo isso regularmente, porque faz parte do processo de estabilização do uso desses aparelhos. Não podemos fazer essas transmissões sem deixá-las com uma interferência da nossa presença em cada um de vocês.

Grupo: Ah, que bom! Muito grata!

MD: Igualmente agradecemos.

Grupo: Muito grata por sua presença entre nós. Sobre esse assunto das diferenças biológicas com os Gamari, nesse processo que vocês estão propondo que a gente desenvolva a nossa mente, expanda, conecte com a exosciência, e portanto, a gente adquiriria, os humanos adquiriria uma outra forma mental, uma expansão mental. Isso levaria futuramente a uma transformação da espécie, biológica em outras questões?

MD: Não, porque é como se dissesse isso quando você aprende a tocar piano. Há uma expansão mental, quando você aprende a lidar com qualquer tecnologia ou qualquer experiência que exija alguma habilidade. As habilidades também podem ser mentais, apenas sem ser diretamente físicas, como equilibrar um objeto. Então, você desenvolver nesse sentido não vai fazer com que você se transforme em outro tipo de ser.

Grupo: Mas, a gente alcançaria uma mente coletiva?

MD: É possível, se alcançar a exosciência, e é possível desenvolver esse transpassar, esse abismo temporário, em algum momento da experiência humana futura, isso será compreendido. E já poderia ter sido.

Grupo: Obrigada.

MD: Agradecemos.

Grupo: Boa tarde. Minha pergunta não tem relação direta com o que foi falado hoje. É em relação aos exercícios. Eu queria perguntar, o exemplo de quando vocês ensinaram a fazer o relaxamento siloicon, ele foi feito na posição deitada. Mas, muitas vezes eu faço práticas coletivas com as pessoas, e elas não têm oportunidade de ficar deitadas. É possível adequar aquela prática numa posição sentada, por exemplo, fazendo as mudanças de posição, sem alterar o efeito?

MD: Perfeitamente, porque a experiência siloicon é trabalhar o aspecto da memória com o auto-reconhecimento orgânico, de uma parte do corpo, um braço, uma mão, um dedo, o nariz, ou qualquer parte que possa naquele momento ser uma referência. Então, aprendendo-se a concentrar pela experiência Pina, você pode melhorar bastante as possiblidades para se trabalhar, por exemplo, sentado, no lugar de deitado. Estar deitado proporciona um relaxamento maior, e isso ajuda no reconhecimento do processo icon.

Grupo: Eu queria aproveitar para pedir uma coisa para mim. Em função deste momento que estamos vivendo, eu estou muito atrasada com os meus exames, principalmente o meu ecocardiograma. Se vocês puderem dar uma olhadinha, se posso ficar tranquila, se eu realmente não posso demorar muito mais para fazê-lo, eu agradeceria.

MD: Vamos ver se temos autorização, você tem que autorizar que entremos em sua estrutura áurica, pelo menos.

Grupo: Eu autorizo.

MD: É conveniente que você dê uma confirmada com um eletrocardiograma, pelo menos. Isso não quer dizer que estamos falando A, B ou C porque não podemos, só estamos indicando, e lá pode confirmar que está tudo ótimo e assim já deixa você mais tranquila.

Grupo: Muito obrigada.

Grupo: Paz e Amor. Eu queria saber se existe essa vivência coletiva apenas em Naoli, ou tem outras dimensões? Essa experiência é única lá?

MD: Não. Existem muitas.

Grupo: O que predomina no universo, é essa vivência coletiva ou individualista igual a nossa?

MD: A humana também é coletiva.

Grupo: Mas a gente não tem esse senso coletivo. Era para ter.

MD: Vai ter que ser, senão a sobrevivência fica comprometida, como já está ficando. Vai chegar uma hora em que isso vai ser mais compreendido. Mas, grande parte – não podemos dizer de todo o universo, é uma extensão muito ampla, e nós conhecemos pouco. O que conhecemos são os relacionamentos que temos com outros – sempre pecamos quando dizemos seres, mas não há como vocês entenderem de outra forma. Então, a nossa extensão de alguma noção que vamos tendo, se baseia nos relacionamentos que temos com outros, que são diferentes de nós e não temos o aprisionamento ideológico, ou o aprisionamento existencial imposto pelos poderes dominantes dos seres humanos. Já poderíamos ter mais contato com os seres humanos. Como não queremos mudá-los com os nossos recursos, ou com recursos de outros, temos que esperar.

Grupo: Pacientemente.

MD: Mas é o processo que nos mantém também distanciados de outros que guardam um poder maior para fazer alguma transformação, mas os poderes maiores são protetores, por enquanto.

Grupo: Que seja assim.

MD: Não podemos dizer muito coisa porque é uma fantasia, não é?

Grupo: É difícil para o nosso entendimento.

MD: Mas não podemos fazer. Nem queremos nem podemos. Não é esse o objetivo. Se fosse o objetivo, já teríamos há muitos e muitos e muitos tempos atrás, feito algo. Não é o caso.

Grupo: outra coisa: na história de vocês, no processo evolutivo, vocês um dia já foram igual à gente, ou sempre tiveram esse jeito de viver, de vivenciar essa experiência?

MD: Não adotamos como um consenso que exista uma evolução, porque a evolução iria pressupor que todos estariam passando por um mesmo parâmetro evolutivo, e claro que isso é elaborado entre seres humanos há muito tempo também, mas o desenvolvimento de cada um não passa pelo desenvolvimento do outro. Cada um tem a sua forma e suas múltiplas possibilidades, que não são equiparáveis. Então não podemos dizer que somos mais ou menos desenvolvidos. Nós somos diferentes e as diferenças devem gerar um consenso, um equilíbrio. Por isso a referência do amor incondicional é adotada porque ela é construtiva, e ela é adotada por muitos outros seres, como uma forma de consenso, para não destruir ninguém, para não impor, porque seria o equivalente à escravidão, o que seria fácil para mutias tecnologias de outros existentes e seria pois, não consciente nos seres humanos. Isso levaria a uma controvérsia muito mais complexa. Por isso há seres “existentes”, muito mais “poderosos” que por enquanto agem num sentido protetivo. A expressão ‘por enquanto’ diz respeito ao próprio modelo humano de auto-proteção. Isso quer dizer que ainda estamos esperando um desenvolvimento maior para termos um contato mais amplo e amigável com seres humanos. Esse contato que temos aqui e agora é muito restrito, e não podemos e nem queremos invadir um mínimo espaço mental que seja, de qualquer um que seja. Então por isso nos mantemos relativamente discretos. Aos poucos vamos melhorando nossas mútuas compreensões. Mas, ainda dentro de um quadro bem mais restrito.

Grupo: Gratidão.

MD: Igualmente agradecemos.

Grupo: Eu queria perguntar sobre o exercício da proporcionalidade, se o ponto zero é o ponto de equilíbrio, e é o amor incondicional?

MD: Exatamente. É a noção mais profunda de equilíbrio, que é você ter noção e abrir mão do seu desequilíbrio para equilibrar com o todo, com o outro, com a situação, internamente também.

Grupo: Sim. Muito grata.

Grupo: Gostaria de fazer um pedido de acompanhamento para a minha família (Xxxxxxxx). Também para a Fanny, namorada do Noah, para a família do Xxxxxx, em especial para sua mãe (Xxxxx) sua irmã (Xxxxx) e sua sobrinha (Xxxxx). Tenho andado muito preocupada com o meu Pai (Xxxxxxx), no Brasil. Gostaria muito de pedir um acompanhamento para ele e para quem está com ele, lhe fazendo companhia, que tenham consciência do amor incondicional e que o pratiquem. Que ele seja compreendido e não seja deixado sozinho. Peço também por toda a minha família. Obrigada. Paz e Amor.


MD: Igualmente agradecemos, acompanharemos. Vamos seguir, sim, e o nosso amor irá servir como referência para as questões que desequilibram as situações de cada um, inclusive de todos vocês. Agradecemos.

Grupo: Queria fazer um pedido pela XXxxXXxx, amiga nossa, amiga de minha mãe, que faleceu nesta semana.

MD: Assim seja, acompanharemos.

Grupo: Estou muito curiosa hoje. Gostaria de saber se toda essa preparação, esclarecimento que vocês têm nos trazido sobre a expansão dessa consciência para o eixo insciencial, se vocês têm a intenção de nos preservar, no sentido de nos fortalecer com confiança e com amor incondicional, para tempos que, eu acho, virão e serão piores para nós, e que se a gente fortalecer mentalmente, talvez a gente possa atravessar essa fase melhor?

MD: Nós temos uma limitação grande em fazer efetivamente uma coisa que não podemos fazer. Mas, nós podemos ajudá-los no sentido literal de fortalecer, de ampliar a mente, e de trazer um mínimo de noção de algo que já deveria estar na mente humana há muito tempo, que é, essencialmente, a noção do amor incondicional. É claro que vocês reconhecem as palavras, os sentidos, e já até vivenciaram situações, como é o caso da maternidade, para se dizer em sua maioria – não em sua totalidade – a experiência do amor incondicional. Mas, as nossas intenções, elas vão até onde vai a sua fé, pegando a expressão fé entre aspas, porque ela é tão ampla quanto é restrita ao que você considera. Então, as considerações de cada pessoa, que é específica para a sua própria realidade – entendendo que a realidade……sente que você está vinculada a essa realidade tanto como direito, quanto em relação ao seu desenvolvimento, quanto em relação à sua capacidade de agir e de transformar essa realidade. Então, nós podemos ajudar a ampliar a noção de si que certamente vai coadjuvar, que vai ajudar. Em alguns pode não ter o efeito da mesma maneira, e não esperamos que todos sejam iguais. Também não esperamos que – eu digo ‘não esperamos’ como perspectiva, ou como expectativa. A perspectiva, ela é dada pela sua própria capacidade, e a expectativa, pela falta de noção de quem espera algo de alguém. Então, nós esperamos que vocês sejam vocês mesmos. Esse é o ponto mais relevante das nossas ações. Pois, não iremos interferir em nenhum de vocês, até se precisarem. Não iremos interferir fisicamente ou além daquele ponto que já interferimos, que é trazer uma influência que o amor, como um processo de energia, de indução NIR pode fazer as suas transformações decorrentes de suas próprias ações. Quando alguém precisa, nós atendemos nesse alcance. Nós não podemos curar. E se alguém já foi curado, e isso já aconteceu, não fomos nós, foram vocês mesmos. E isso é essencial que vocês compreendam, pois não temos o objetivo de fazer comunicações com os seus entes amados, mas podemos esboçar alguma situação que nos é permitida, pois já estão em trajetória de lidar com uma compreensão não humana, lidando com os nossos textos, com as nossas falas. Algumas delas são bastantes absurdas para os seres humanas. Mas, outras são tão humanas quanto o próprio ser humano, pois não temos a intenção de intervir na compreensão de vocês de uma maneira desigual, desequilibrada, de uma maneira voraz. Não. Apenas ampliando, como se alguém dissesse: “olha, há mais coisas na mente dos seres humanos que eles acham que tem. Há mais coisas a serem descobertas e a serem aproveitadas na experiência de viver, dos seres humanos. Isso já é um grande despertar. Mas, há coisas que os seres humanos sabem, como é o caso de que aquilo que é bom, faz bem e ajuda, assim como aquilo que faz mal, destrói e prejudica. Essa noção parece ser até um pleonasmo. Mas, claro que não é. Ela é bastante, às vezes, inapropriada, quanto, às vezes, própria para os sucessos ou para os desenvolvimentos de cada um.

Grupo: Muito grata. Muito grata.

MD: Igualmente agradecemos.

Grupo: Boa tarde. Eu gostaria de fazer um pedido de acompanhamento e de ajuda a nós que estamos sempre tentando também enviar energias positivas nesse momento tão grave de crise humanitária. Mas é um primo meu, com meu nome, que está muito grave de covid, entubado, enfim, já com questões de pressão bem complicadas, bem sérias, queria pedir um acompanhamento para ele..

MD: Que assim seja. Iremos. Vamos lá. Quero expressar uma coisa com todos vocês. Que quando vocês solicitarem a nós, é como se vocês estivessem numa escuridão e acendessem uma luz. Nós só podemos perceber a luz, e sabemos que é uma necessidade. E iremos com o nosso amor. Mas, é preciso que se acenda a luz, e essa luz chama-se confiança. A confiança é ampla em si para si, e ampla em si para os outros. E agradecemos quando é para os outros, porque nos permite ampliar para além desses que aqui estão. Agradecemos porque esta forma uma rede, forma uma extensão daquilo que viemos fazer neste planeta. Agradecemos.

Grupo: Nós que agradecemos muito mesmo.

MD: Vamos continuar. A cada encontro buscamos trazer um grau de noção. Uma noção que, às vezes, não é uma noção humana, mas em que percebemos. Podemos fazer uma comparação que quando você está com seu filho pequeno, e ele precisa saber algo, você vai falar. E se você disser a ele de uma forma desinteressada, ele vai captar uma pequena parte daquilo que está acontecendo, e irá transformar a sua experiência, na medida da sua própria compreensão. Mas, quando você busca expressar de alguma forma, você verá e perceberá que não adianta muito falar, … que ele irá compreender. Mas, se você disser um pouco, com mais atenção e mais propriedade, irá transformar mais e abrirá os espaços para as próximas compreensões. Buscamos agir assim, paulatinamente, repetidamente e, ao mesmo tempo, respeitando que aquilo que estamos expressando nem sempre pode ser compreendido. Mesmo assim, vamos criando alusões, formas de dizer. Buscamos usar expressões já conhecidas, sem que elas sejam literalmente repetidas. Por isso, buscamos expressões e palavras em linguagens antigas, algumas delas já mortas, pela experiência do próprio ser humano. Mas, muitas dessas palavras guardam significados anteriores que possam ser alusivos a isto que vamos dizendo. De alguma forma, a intuição e a sensibilidade de todos vocês são capazes de fazer transdutorizações, que é a conversão em uma compreensão razoável e limitadamente aceita, e isso já é uma grande coisa para o seu interior, especialmente compreender a importância e o valor de encontrar em si o seu amor incondicional. Aquele que herdas do seu ser insciencial. Sejam felizes, e que possam, no sentido cristão mesmo da renovação, serem felizes. Aceitem a si e aceitem aos outros, assim como a experiência que o mundo hoje lhes está dando. Agradecemos. Paz e Amor. Feliz Páscoa a vocês, mesmo que isso, para nós, seja o objetivo a todos os dias. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor. Mnahrkiwon.

Por Mratdoeramsou – Gamari.

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