Bases bioespirituais da autoconfiança: Introdução

Paz e Amor,

A paridade é um sistema de confirmação, onde determinado elemento transmitido pela ressonância selidente precisa ser confirmado de um âmbito de sua transmissão para outro. A paridade é uma base do processo siloeflérico que transmite informações de memória do ser siloeflérico para o ambiente físico. No ambiente físico, essa transmissão precisa ser comparada com a transmissão enviada, retornando a mesma informação.

A paridade é um processo simples em sua base, mas torna-se amplamente complexo pela sua árvore que se constrói em cada grupo de processos transmitidos. Uma vez a paridade transferida para o ambiente silosciente, ou seja, transferido para o ambiente físico em forma de ressonância, sua base simples, ou melhor, simplificada, mostra uma determinada onda eletrofí enviada de Éfler para o ambiente físico, onde, na chamada Faixa Clarta, é incronizada e transferida para o nível subatômico da atmosfera.

Inicialmente, as ondas enviadas são ondas Fi. A sua transferência, como já explicamos, é chamada de transdutorização. Esta transferência, em contato com a dimensão física, incroniza-se no ambiente eletromagnético, formando as chamadas ondas eletrofí. Como já dissemos, vibrações não ionizadas da ordem de 1015 até a ordem de 1020 Hz. Tais vibrações relacionam-se a exalções micro-gravitacionais e depleções da estrutura eletromagnética e dimensional física – sendo, a partir do momento da incronização, confinadas às três dimensões físicas, sendo ou uma ou duas dimensões restantes utilizadas pelo ser silosciente. O ser silosciente adquire sua insciência, ou seja, a consciência de seu estado existencial, a partir do momento em que suas ressonâncias lhe dão retorno de paridade para atender à sua habilidade de interação. Desta forma, as respostas vetoriais do sistema de ressonâncias selidentes passam a ser trocadas de um âmbito siloeflérico para o âmbito de Ídar. E, assim, o ser silosciente se configura no ambiente dimensional físico, passando a se utilizar das energias e estruturas ambientais físicas e tomando ciência de seus estados existenciais – assim como de suas habilidades de movimento e interação.

Inicialmente, portanto, este ser se manifestará plenamente no ambiente físico, utilizando-se de eletromagnetismo para se orientar proprioceptivamente. Seu estado insciente é baseado em sua experiência mnemônica que lhe dá os atributos necessários para o seu nível de interação com o ambiente físico. Desta forma, dizemos que ele está ‘não duplinado’. O equivalente para algumas religiões humanas é a espiritualidade e a reencarnação.

Vamos adotar temporariamente a expressão espiritualidade para designar o âmbito não corporal do ser silosciente não duplinado. Os sistemas de paridade são, portanto, a base de confirmação e de interação das ressonâncias selidentes resultantes do vetor siloeflérico. Sua existência não existente encontra-se alocalmente e atemporalmente fora do ambiente dimensional. O seu acesso é, portanto, pela dimensão de Ídar, confinada em uma ou duas dimensões físicas, baseado em interação paritária silosciente de um ambiente não físico para o ambiente físico, exalçado das abstâncias de Éfler, no limite da Faixa Clarta, incronizando substâncias físicas e vibrações Fi. Lembrando que as vibrações Fi relacionam-se a exalções micro-gravitacionais positivas e negativas, formando uma interação eletro com o ambiente eletromagnético. E essa resultante chamamos de ressonância eletrofí.

Todo o processo de paridade proporciona o avanço da experiência mnemônica transferida para as ressonâncias selidentes. O ser silosciente estabelece o que chamamos de eixo consciencial, que são as ligações entre as ressonâncias resultantes e o potencial interativo transferido para o ambiente dimensional físico. Parte da energia é absorvida no processo de exalção e depleção da matéria física. Exalção significa a expulsão da matéria micro-dimensional subatômica nas regiões de força fraca transferidas gravitacionalmente negativas de Éfler para Ídar. Elas surgem confinadas em duas dimensões pela resistência nuclear da força forte, exalçando para o ambiente físico estruturas subatômicas, geralmente o hidrogênio, o hélio e até moléculas, ou seja, combinações de átomos.

Dependendo, pois, das resultantes selidentes, o ser siloeflérico impõe o seu domínio transferindo para o ambiente físico seus estados conscienciais de manipulação da estrutura eletromagnética do ambiente físico. Tais transferências são confirmadas por sistemas diversos de paridade. Os diversos sistemas de paridade estabelecem a todo instante os aspectos de mudança e transformação adquiridas nas matrizes de sistemas transferidos pela memória e transdutorizados para o ambiente dimensional físico de Ídar. Desta forma, adquire o que chamamos de insciência íntima. A insciência íntima é um estado de autoreconhecimento que se baseia nas respostas complexas de paridade. Os sistemas de paridade transformam-se em sistemas de interação, que a todo instante interagem entre as referências siloscientes transferidas pelo sistema siloeflérico em Ídar. E, na medida em que se expressa, passa a dominar as estruturas eletromagnéticas e físicas do ambiente dimensional físico. Certamente, isto acontece a todo instante com todos os seres siloscientes. O tempo, nesse estágio, encontra-se com estruturas de deteriorização temporal, devido à influência siloeflérica estar muito próxima de suas resultantes siloscientes. Estabelece-se aí a base de interatividade do ser ‘espiritual’.

A partir do instante de sua duplinação, estamos aí saltando milhões e milhões de anos para se compreender que o ser siloeflérico e silosciente interagiram na estrutura do cosmos de forma a criar as suas bases existenciais físicas, tornando-as amplamente complexas e autônomas. A partir do instante em que essa estrutura já exista, isto é, o organismo físico em relação às dimensões físicas em qualquer de suas modalidades orgânicas que interajam com estruturas moleculares, aminoácidos, proteínas e toda a estrutura biofísica, a sua interação está baseada em seus sistemas de sistemas matriciais de paridade.

Confiar em si relaciona-se a este contexto primordial apresentado. Confiar em si e estabelecer paridades diversas confirmadas entre o ser que reconhece a si em seus estados mais complexos e em sua interação confinada no ser duplinado com o seu organismo físico. A interação desse ser em sua experiência física confinada como já dissemos lhe impõe desenvolver o seu estado consciencial subsciente juntamente com o desenvolvimento do seu organismo físico, estando, pois, este subordinado pelo confinamento ao desenvolvimento do organismo físico. Este organismo com suas estruturas bioquímica, eletrônica, satisfaz necessidades autônomas do seu próprio desenvolvimento, de forma paralela e interligada aos diversos sistemas de fluxos de energia de substâncias líquidas, gasosas e fluxo elétrico gerenciados pelo cérebro e submissos à estrutura vigente do aprendizado e do desenvolvimento orgânico.

O ser duplinado pode se expressar em seu estado único duplinado confinado, em sua auto-ciência que se desenvolve transformando-se em consciência. Os estados intermediários do eixo consciencial, como se apresentam o subconsciente e o inconsciente, estão conectados à memória silosciente transferida, ao mesmo tempo intermediada, pela estrutura orgânica física. Em seu aprendizado insciente, o ser duplinado deve descobrir a si por meio de sua própria auto-percepção, isto é, por meio de seu auto-conhecimento. A sua experiência frequentemente distancia do seu eixo silosciente. Desta forma, o desenvolvimento corporal impõe o desenvolvimento mental. O desenvolvimento mental influencia o desenvolvimento orgânico corporal. A experiência social traz distanciamentos consistentes de auto-dúvida, de auto-insegurança, estabelecendo distanciamentos e associações duvidosas e imperiosas, como a estrutura do ego. Os sentimentos que resultam do traslado dos diversos sistemas de conflito de paridade do desenvolvimento da estrutura orgânica básica e o seu funcionamento relacionam-se à proximidade e às características escolhidas previamente à duplinação e transferidas por meio das sínteses de proteína do sistema de código genético, podendo alterá-las ou influenciá-las, ao mesmo tempo influenciando o sistema endócrino e a estrutura de imunidade, estando em constante interação com a sobrevivência orgânica.

Todo o sistema básico de paridade encontra-se em estados estacionários chamados de centros de energia, que em verdade não são usinas de energia, mas confluências de ressonâncias eletrofí e eletromagnéticas da estrutura resultante do organismo e o seus órgãos e sistemas matriciais. Todos funcionam encaixando estruturas bioquímicas, transferindo-as e configurando as suas funções. Independentemente da complexidade autônoma do organismo físico, a interação paritária básica é também transdutorizada para os seus sistemas de comunicação com o ambiente físico externo, criando linguagens tanto da estrutura orgânica física, quanto da estrutura de interação social entre os campos de ressonância, para além do campo proprioceptivo desenvolvido para as percepções do ambiente físico. O ser silosciente está confinado no organismo físico subscientemente, subconscientemente, inconscientemente, e interage com os seus trânsitos orgânicos ordenados de forma aberta pelas estruturas orgânicas responsáveis por processá-las, como é o caso do cérebro. Mas, não só o cérebro tem estas funções. Todos os órgãos, todas as células, têm também os seus sistemas de paridade, que se somam, que se reconhecem, que se estabelecem, que se transformam, que se adotam, que se unem, que se distinguem, que se impõem, que se deterioram, que se perdem, que se ampliam, que se somam e que se dividem. Toda a complexidade consegue ser resumida pela estrutura mental, baseada em suas estruturas mnemônicas adotadas e estadiadas em Ídar, sem limite de tempo, estando instantaneamente disponível aos diferentes estágios orgânicos, integrando como se fosse único. A estrutura do amor reside na base da expressão siloeflérica. A estrutura do amor criou o sistema de paridade, que é simplesmente confirmo. O confirmo é um reconhecimento. É um reconhecimento que está na