Encontro Semanal

Consciência e Exosciência

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Paz e Amor.

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Há muitas questões relevantes que podemos e iremos abordar sobre consciência, insciência e exociência. Entende-se que o que denominamos de eixo consciencial relaciona-se a várias instâncias e vários aspectos específicos da ação insciencial, ou seja, a capacidade de adquirir noções acerca das realidades das situações da existência, das formas de ser, dos níveis de alcance das noções de si, e de outros. O âmbito insciencial relaciona-se no ser Intai, que é “o espírito”, e no ser Aintai, a consciência, que são os seres encarnados, como é o caso de vocês. Já falamos em certo momento que a consciência, em relação a este espectro consciencial que denominamos muitas vezes como sendo um eixo consciencial, que a consciência representa aproximadamente no máximo 5%, raramente mais do que isso. Isso quer dizer que o subconsciente, o inconsciente, a exociência, e todo o eixo insciencial representa os outros 95%. É preciso que se pense que a existência consciencial, portanto, aqui e agora, é apenas uma pequena parte da sua existência em relação à sua compreensão, ou seja, tudo que está significativamente representado em sua consciência agora, representa, pelo menos, no máximo 5% do que pode estar representado em seu eixo consciencial.  Então, vejamos algumas questões sobre esse assunto. A importância da consciência relaciona-se, assim, à importância do uso que faz você da sua consciência. Certamente, de alguma maneira, em relação à consciência, é algo de toda a sua representatividade para consigo mesmo, ou consigo mesma. Mas, apenas uma pequena parte do que o seu próprio ser sabe ser. Quais são as diferenças entre a consciência e outros aspectos gerados pelo eixo consciencial? Podemos dizer então, a grosso modo, colocando dois parâmetros para simplificar: consciência de um lado, e exociência, de outro. Podemos dizer superficialmente que a consciência pode ser compreendida, a grosso modo, subdividida em 3 aspectos. A inconsciência, onde toda a energia insciencial mantém a estrutura orgânica em sua autonomia funcional, existencial. O subconsciente, como um aspecto de interface entre o inconsciente e níveis diferenciados da consciência. E a consciência, que se desenvolve dependentemente do organismo como um processo mental, ganhando noções do ambiente e de si, na medida em que o organismo lhe proporciona, pelo desenvolvimento ou por aspectos gerados pela própria consciência, tendo-se, entretanto, a noção de que a consciência é uma parte menor da existência insciencial. A outra parte não depende do desenvolvimento orgânico corporal. É a exociência. Digamos, para fazermos um paralelo, que seria, portanto, uma consciência não apenas na consciência, mas, em toda a experiência da duplinação, isto é, da encarnação. A exociência inclui toda a experiência, incluindo os 5% da consciência. A consciência se atrela à experiência de si em deformações de seus próprios auto-reconhecimentos.  Há diversas modalidades de auto-reconhecimento:

  • A mais conhecida e reconhecida dessas modalidades é chamada pela psicologia de ego;
  • As subdivisões, ou as complementações do ego, que na concepção humana buscam compreender o jogo de força psíquica vivenciada pelos seres humanos, subdividindo o ego ou entendendo-o como complementar da experiência psíquica;

Outras denominações são, ou podem ser utilizadas, com as suas diversas explicações e teses. Em nosso âmbito, não estamos reforçando a filosofia ou a ciência humana, mas dialogando com os conhecimentos e as transparências energéticas que “avistamos” no conteúdo energético corporal, mental, “espiritual” dos seres humanos. Uma forma de se vivenciar as pinceladas conscienciais exocienciais é através da experiência do sono. Pois, o âmbito corporal, que entra em estados alterados do seu halo psíquico mental, passa a vivenciar outras dimensões da experiência da duplinação: o relacionamento com outros seres Intai, ou seres não humanos; as expurgações físicas orgânicas advindas dos equilíbrios bioenergéticos, bioelétricos, bioquímico – o processamento de enzimas e de proteínas também levam ao acesso exociencial; outros aspectos já expostos, como as chamadas viagens astrais, que são desdobramentos dos campos de energia, levando aos canais de acesso entre a memória Idárica e os centros de energia, trazendo para os sonhos ou para essas experiências astrais consciências pontuais, dependentes da sensibilidade corpóreo-“espiritual” de cada ser Aintai, isto é, encarnado. A abordagem desses dois aspectos tem grande importância no desenvolvimento da experiência de uma vida que continua sob as forças da natureza, tanto no âmbito físico dimensional bariônico, quanto a experiência física sob o ambiente de mágnem. As questões das noções de si refletem de forma clara, mas com uma obscuridade na luz que proporciona as experiências diversas da vida dos seres Aintai, os seres “encarnados”. Então, deixemos que, primeiramente, a consciência é como é por estar ligada e dependente do desenvolvimento orgânico físico em todas as suas questões. Isso limita de forma a estreitar a expansão das impressões de consciência em relação a mundos “não-físicos”. A experiência consciencial, isto é, da consciência do ser “encarnado”, o ser Aintai, está igualmente confinada à sua estrutura física orgânica, e as suas impressões, propriocepções, sensações, emoções, pensamentos, sentimentos estão ligados de maneira horizontal, isto é, no mesmo sentido do desenvolvimento fisiológico orgânico físico, corporal. E, apesar disso, tem os seus extravasamentos, que podem proporcionar, para menos, retardos ou dificuldades de acessar a consciência. Para mais, a compreensão mais ampla e o desenvolvimento de habilidades extraordinárias, em comparação com aqueles que não têm a mesma configuração consciencial. Ou seja, a maioria dos seres humanos. Já o aspecto exociente independe do desenvolvimento corporal. Ele não está ligado às funções orgânicas, ou a estruturas específicas para se manifestarem na estrutura orgânica mnemônica, ou na realidade processada pela mente ou pelas estruturas orgânicas  de processamentos exocienciais. Ou seja, os processos exocienciais são percebidos na ausência do estado de vigília que cria uma rede eletromagnética controlada pelas estruturas da consciência, especialmente, auto-limitadoras. Entretanto, há vínculos orgânicos e corporais, com estruturas físicas do corpo e de todo o seu funcionamento consciencial, com a exociência. Um exemplo pode ser o da já conhecida por várias interpretações, da glândula pineal. Aliás, todas as glândulas têm estruturas exocienciais com potencial de ressonâncias selidentes, ou seja, que se manifestam a todo instante. Como entrar em contato com a maior parte do seu eixo consciencial? Certamente, através do conhecimento de si, da confiança em si, através do treinamento de exercícios que possam estimular a aproximação com os fluxos de amor incondicional existentes nos eixos conscienciais de todos os seres humanos, pois, é constituinte de seu ser. Assim, a luz do amor, como sempre dizemos, quer dizer estar próximo do seu âmbito maior insciencial, do seu eixo de consciência que gera e pode ampliar a consciência do ser Aintai, o ser encarnado. E assim, é possível conhecer mais e confiar em si, aproximando-se da sua verdadeira possibilidade existencial, por meio da luz do amor. Paz e Amor. Paz e Amor.

Agradecimentos…

Grupo: Aqui é casa de cura, queria agradecer a presença dos visíveis e invisíveis, e peço que derrame todas as luzes neste local de cura.

NA: Também agradecemos a todos outros presentes. Paz e Amor.

Grupo: Falou das formas de desenvolver a percepção da nossa exociência, de exercícios, entendo que os exercícios que estamos fazendo aproximam a gente da exociência, também. Tem algum exercício específico que possa fazer a gente acordar para a nossa exociência?

NA: O exemplo é o chamado Pina 1. Certamente, a expressão Pina relaciona-se aos estímulos da Pineal, que acabamos de mencionar. …   associando aos processos de paridade naturais da estrutura orgânica manifestos a todo instante através do equilíbrio corporal. É uma via, digamos assim, de comunicação entre a sua consciência e o seu ser insciente.

Grupo: Quando a gente vive a experiência exociente, a gente está todo lá: consciência, insciência e exociência?

NA: De alguma maneira, a consciência depende mais da estrutura física orgânica do que os outros níveis do eixo consciencial e, por isso, a sua impressão consciente é de não lembrar ou não saber sobre o que acontece quando estás dormindo, por exemplo.

Grupo: E tudo que a gente vive dormindo, viagens, encontros, onde que entra o sonho? Isso é tudo sonho?

NA: Sonho é o que você lembra ou pode lembrar. Às vezes, é selecionado pela sua própria exociência, se deve lembrar ou não. São decisões da sua intimidade, desconhecidas da experiência da consciência física duplinada, ou seja, encarnada.

Grupo: NA, Uma vez, quando vocês descreveram os seres Intai e Aintai, tenho sempre uma impressão que queria clarear. Somos Intai, nos tornamos Aintai. Quando nos tornamos Aintai, não somos nada mais Intai? Tenho impressão que somos parte Aintai, mas também temos esse ser Intai, pode ser a exociência?

NA: Suponhamos que você seja uma atriz e vai representar o papel de Cleópatra. Então, quando você é a atriz e quando você é a personagem? Para aqueles que assistem, ou para a sua funcionalidade de convencer os outros que você não é você, você deve se ater ao papel e esquecer de si. Não é isso? Qual a diferença? Qual a diferença entre a Tereza e a Cleópatra?

Grupo: Personagem.

NA: se é a personagem e a Cleuza assistir, ela vai dizer: É a Tereza! Qual a diferença?

Grupo: A diferença é estar presente?

NA: Que a atriz não é Cleópatra. Cleópatra é Cleópatra. Se a atriz for a Cleópatra, ela passará a ser Tereza. Então, tem que haver uma espécie de isolamento na atriz daquilo que ela é para passar a ser Cleópatra. Quanto mais isolado, mais vai convencer que a Tereza não está ali.

Grupo: Podemos entender que nossa essência continua lá, como se fosse nosso eixo consciencial?

NA: Por isso, o processo de duplinação ele se baseia na integração absoluta com processos enzimáticos orientados por processos genéticos de auto-controle. E, desta forma, ele não permitirá que você seja o que você foi antes. Você vive uma nova vida. De certa maneira, “zerada” pela estrutura orgânica. Você terá que aprender tudo, ou quase tudo, porque graças aos extravasamentos, que já citamos, algo das experiências anteriores se expressa no seu suirsoma, na sua experiência de vida e as suas intuições podem captar algo a mais do que simplesmente você aprendeu aqui e agora. Ou seja, na experiência “desta vida”.

Grupo: E a memória celular?

NA: É absolutamente do zero. Mas, a memória Idárica, ela pode extravasar para a célula.

Grupo: E esse contato?

NA: Você vai ter memórias que você não tinha.

Grupo: Através de intuição?

NA: Através de qualquer processo proprioceptivo: intuição, sensação, impressão, audição, visão, tato.

Grupo: Então é questão de atenção também.

NA: Atenção é só um parâmetro. A memória relaciona-se com a atenção da experiência física agora. Mas, a atenção não se relaciona com a memória de Ídar, que está em Ídar, disponível. Ela pode ser utilizada pelo organismo. Nós faremos algumas explicações sobre essas memórias.

Grupo: Essas memórias, quando se transferem para as células, é em forma de átomos, elétrons e nêutrons?

NA: Em forma de processos mnemônicos, orgânicos, cerebrais. Por exemplo, nas áreas do hipocampo, de maneira que tanto as células transferem essa memória para Ídar, quanto de Ídar para as células. E as trasnferências proporcionam que você tenha memórias holísticas, complexas, em grande quantidade instantaneamente. Se não houvesse esses sistemas de paridade mnemônica idárica, utilizando a bidimensão de Ídar, não seria possível lembrar instantaneamente blocos de processos orgânicos, como por ex. ao piano, extensas trocas de movimento altamente complexas que precisam ser treinadas para que em dado momento, as associações criadas na estrutura orgânica muscular sejam transferidas para Ídar. Assim sendo, é possível que você pare de tocar, fique dez anos sem tocar e sem mais nem menos, lembre de tudo e toque perfeitamente. Então é possível desenvolver essa habilidade. Pois, ela faz parte de um sistema de auto-preservação da sobrevivência e por isso a estrutura orgânica e os processos mentais do ser Aintai conseguiram desenvolver-se.

Grupo: é correto dizer que nós somos seres Intai passando por uma experiência Aintai.

NA: Sim. Os espíritas dizem que são seres espirituais vivendo uma experiência física. A mesma coisa.

Grupo: Obrigada pela resposta.

NA: igualmente agradecemos. Pense a respeito e formule as suas questões. A sua memória pode se tornar implacável. Bastando para isso que confie em si. A questão é simples em si, mas complexa para ser realizada.

Grupo: Quando a gente sonha e acorda no meio dele, acreditando que aconteceu, pode ser real? Ter visto como uma presença, de uma pessoa ter vindo até você, ter conversado, te abraçado e não ser sonho?

NA: Pode.

Grupo: É possível pessoa que uma pessoa que morreu, em tão pouco tempo ela aparecer pra gente, ter a energia dela perto da gente?

NA: Depende de muitos fatores. Não é muito simples, porque, muitas vezes há uma desorientação e como no caso da sua irmã, e esse processamento que é a deduplinação, como nominamos, ela requer um reajuste e há muitos seres benevolentes, seres de amor que se dedicam a ajudar todos aqueles que vivenciam a experiência reversa que é a deduplinação.

Grupo: Consegue saber se ela está bem?

NA: Podemos verificar.  Encontra-se em atendimento e começa a perceber de uma forma melhor o que aconteceu. Independentemente de quais foram as experiências anteriores, cada experiência de cada um vai sendo retomada e revista pelos próprios processos incienciais, pelos registros de apego e desapego, pelos registros de paridade que cria os corpos chamados corpos astrais, especialmente o perispírito, como é entendido pelos  espíritas, que ainda se mantém com a forma ou com as expressões, com as marcas e mutilações, especialmente da última experiência de duplinação. Por isso, é possível que em situações específicas alguns podem se manifestar, ou conseguem se manifestar. As condições são muito variadas. Não é possível dizer com clareza como essas manifestações podem acontecer. Mas, em sonho, é bem possível e bem comum que aquele que sonha viaje ao encontro, não o contrário. Pois, o contrário normalmente o impacto e os atendimentos podem impedir a manifestação dos seres deduplinados. Paz e Amor.

Grupo: é correto dizer que quando a gente duplina, a insciência ela se desmembra nas nossas formas de consciência? Ou seja, consciência, a insciência e a subconsciência?

NA: Não, porque o eixo insciencial não se desdobra. O ser duplinado não alcança os níveis de vibração e de leitura insciencial, ou seja, através dos sistemas de paridade. Então é o organismo que não percebe. É o processo orgânico que confina, por isso dizemos do confinamento, é como se estivesse preso em uma célula, começa de uma célula, de duas.

Grupo: mas onde está a nossa insciência, a gente duplinado?

NA: Em todo o seu ser. Ele pode ser percebido pela aura, ele pode ser percebido pelos campos de energia, pelos fluxos fi, eletrofi e de outras formas. Os processos exocientes têm contato específico com o seu eixo insciencial.

Grupo: Nosso eixo insciencial nos liga a Éfler?

NA: Todo o seu ser está ligado a Éfler,  físico e não físico. É como se tivesse algo dentro de uma caixa, dentro de outra caixa, dentro de outra caixa. A última está dentro da maior? A última está no universo? É isso. Agradecemos.

Grupo: Queria pedir atenção especial para o dono da casa, hospitalizado. Tratamento bem complexo.

NA: Estaremos atuando . Agradecemos pela oportunidade, e transfira a ele os nossos agradecimentos, e a todos que aqui participam que os campos de atuação do amor estejam em ressonância com o amor íntimo de todos.

[…]

pedidos, agradecimentos e mensagens.

[…]

Pensemos quantas oportunidades cada um encontra pelos caminhos e quantas vezes não se percebe que, às vezes, logo ao lado já aconteciam coisas de profunda importância. Mas, com certa naturalidade, nem se percebia. É assim mesmo. Às vezes, as forças suirsômicas, que são as forças tehili, elas vão te levando como num barco a velas que depende do vento. Mas, os ventos sopram para lugares, às vezes, conhecidos, às vezes, desconhecidos. É sempre bom sentir que cada um, em sua formação com a sua vida, ganha consciência e que essa consciência, por mínima que ela seja, e ela é pequena, ela é o que você conquista dentro do seu ser. Então, confie, confie em sua consciência: a luz que sopra a existência em seu ser. Seja capaz de olhar para si com amor e com essa confiança de que a vida lhe traga bons ventos. Paz e Amor.