Paz e Amor.

Em todo lugar da existência dos mundos materiais bariônicos, o equilíbrio demonstra que toda transformação se faz na medida em que se equilibra, tendo de nossa parte a compreensão de três momentos relevantes para o trânsito energético humano:

  • o equilíbrio alternado, onde a todo momento há trocas e transformações;
  • o equilíbrio mediano, onde mesmo havendo trocas energéticas, os centros de energia, por exemplo, conseguem níveis de estabilidade. É o caso da matéria física, em que a estabilidade gera expressões de energia em estados de equilíbrio; e o terceiro,
  • o equilíbrio dinâmico, quando os centros de energia, ou centros de equilíbrio transitam ao longo de uma rota de transformação.

O equilíbrio é um alvo suirsômico, pois, aquilo que se deve fazer na vida afasta ou aproxima dos âmbitos do equilíbrio. Em termos práticos para a sobrevivência, o equilíbrio da realidade externa em relação ao equilíbrio da realidade interna. Muitos entendem como sendo parâmetros opostos. Mas, verdadeiramente, coincidentemente, são agentes de equilíbrio opostos que influenciam as questões internas e externas, mas os horizontes internos necessariamente não se encontram em oposição aos horizontes externos. É importante que se perceba que de toda referência que se tome para relacionar a vida e as dificuldades que se encontram para torná-la, por exemplo, mais justa ou mais equilibrada tende a ser desafios desencaixados dos sistemas tehili e muitas vezes, portanto, se aparentemente são equilibrados, na íntima relação com cada um, se mostram desequilibrados. Todo sistema, toda forma, toda coerência, toda estratégia apresenta aspectos relacionados à necessidade de obter equilíbrio. O mundo interno e o mundo externo parecem proporcionar a possibilidade de serem postos em balanças de peso, como se pesassem mais de um lado do que de outro. Às vezes, o próprio pensamento pode pesar mais do que o próprio corpo, não exatamente numa balança direta e simples de peso, mas numa balança de representações, de interrelações, e que provocam ação e reação. O equilíbrio é também um aspecto de todos os sistemas de sistemas de paridade. Portanto, podem ser compreendidas como equilíbrio as ações que impulsionam o organismo físico e a interatividade insciencial da mente subconsciente, insciente, etc..

Ao escolhermos o equilíbrio como aspecto fundamental da mente, esperamos transmitir que a busca ou o reconhecimento do equilíbrio pode fazer grande realce nas habilidades e nas possibilidades de “sucesso”, não só na sobrevivência, mas também, no aprendizado e nas transformações inscienciais que projetam as ações de cada um. A imaginação, as noções, o gasto de energia, as equações dos sistemas de interação são todos processos em estágios de equilíbrio. Ao chamarmos a atenção para as propriedades daquilo que se considera como equilíbrio, podem e devem ser considerações que ajudam a elucidar também os processos mentais e corporais. É preciso pensar sobre o equilíbrio. É preciso sentir a ação orgânica mental e de outras formas de reagir ao equilíbrio. Compreender, debater, pensar como se equilibrar pode trazer sucesso na experiência de viver a vida. Quando se busca compreender algum problema qualquer, busca obter noções que são referências de equilíbrio. Quando a saúde expressa problemas de qualquer espécie, demonstra reações e relações de equilíbrio. O equilíbrio é fonte de reconhecimento e pode auxiliar na compreensão daquilo que és para si e para os outros. Então, recoloquem-se em relação aos diversos tipos de se equilibrar, aprender a dosar as experiências, aprender a compreender faz parte de ser equilibrado. Ser desequilibrado é ser destrutivo ou não ter noções que possam lhe auxiliar. Certamente, é mais frequente um equilíbrio do meio, quando não se reage muito, mas também não se provoca tanto quanto poderia se provocar. Nas experiências do dia-a-dia, nas projeções desarmoniosas daqueles que detêm as possibilidades, os equilíbrios aparentes ficam, pois, a compreender em si que equilibrar-se também é habilidade para ser desenvolvida. Os exercícios relacionados à glândula pineal estão em sua maioria relacionados aos sistemas de equilíbrio, que se aprofundam em todas as espécies de necessidades e funções dos sistemas para que estes se ampliem e se aprofundem em seus sistemas de auto-confiança. Buscar equilíbrio é buscar a dosagem necessária do organismo, não apenas em suas emoções e sentimentos, mas também em suas reações para com os sistemas diversos, sempre se comprovando, sem ser de forma seletiva, trazendo aspectos necessários para as transformações mentais, por exemplo. O equilíbrio é também compreender as ferramentas, as ferramentas mentais e físicas que podem levar cada um a estados de relação com a vida mais equilibrados. O equilíbrio é uma fonte de paridade. A todo instante se equilibra em relação a algo que busca, que se relaciona, que se intenta fazer. A experiência de cada um, em grande parte, é uma experiência de equilíbrio. É preciso compreender essa necessidade, que é equilibrar-se. Observe ao redor as trocas de energia, os sistemas de imposição, as formas de se decepcionar, as formas de se amar. O equilíbrio é uma necessidade. Então, treinem sempre o equilíbrio. Irá repercutir de muitas formas em seu ser. O equilíbrio é a luz incondicional do amor. Paz e Amor.

Grupo: Nosso Amigo, estávamos falando sobre o novo vírus. Isso tem relação com equilíbrio da humanidade? Mostra algo para a gente?

NA: Certamente, mostra, como sempre mostrou e, especialmente, que as soluções são sempre econômicas. Mostra o desprezo humano e a preocupação com os mais ricos, muitas vezes espelhadas em falsas afirmações. Muitas vezes, os micro-organismos são produzidos pelos próprios humanos. Algumas vezes, são invasões extra-terrestres. Outras vezes, representam desequilíbrios ecológicos, sociais. Não apenas as estruturas de cada local ficam comprometidas com todo desequilíbrio que se apresenta na face das experiências humanas. É claro que qualquer ameaça que se desproporcionalize, traz angústia e insegurança. Pois, os seres humanos responsáveis pela dominação não apostam na sobrevivência da própria espécie. Algumas vezes, as reações se multiplicam para fora de fronteiras, especialmente as fronteiras do desconhecido. É frequente que se encontrem razões que são deduções. Ao mesmo tempo, as deduções beiram níveis altos de improviso, deixando as populações apreensivas, pois os acessos a estes aspectos são especialmente manipulados. As interferências, algumas vezes, são temporárias. Outras vezes, quando elas se agravam, os mais fracos é que vivem as consequências. Então, há de se concluir que se cada um não tomar conta do seu próprio espaço, pensando naqueles que estão em seu entorno, não poderão trazer noções mais amplas daquilo que acontece, mas não se divulga, porque sempre há os atravessadores. Muitas vezes, não relatamos as inconsequências das ações humanas. Porque estaríamos nos exercitando para nos comprometermos em níveis mais intensos. A intensidade quer dizer com comprometimento de salvaguarda, pois, parece que é isto que a humanidade requer porque desta forma irá lucrar mais, mas, sempre os mais fracos, como pode ser visto nos lugares mais pobres, como em vastas regiões do continente africano e asiático e, até mesmo, nas Américas. É preciso que se compreenda que aquilo que está no âmbito da experiência mais ampla humana, e que está por vir, no mínimo irá representar embates. Os embates são prejudiciais aos mais fracos, aos mais pobres, aos mais “ignorantes”, pois toda estrutura funcional da tecnologia em geral não se foca, ou não é focada, ou orientada para contribuir por um equilíbrio, mas, sim, por espécies de higienização, e este é um âmbito preocupante. Mesmo assim, as energias de interferência que andam atuando podem representar influências ambíguas para a manutenção dos ecossistemas e sócio-ecossistemas humanos. Não há muito a se comemorar em relação à reação daqueles que detêm poder econômico, político, social ou outro qualquer. A estrutura funcional humana é voltada para a destruição dos mais fracos, mesmo dependendo deles. Não se assemelha à ação de um vírus? Paz e Amor.

Grupo: Nosso Amigo, na medicina, muitas vezes eu acabo lidando com pessoas mais pobres, e tentamos lidar com o equilíbrio, por mais que seja orgânico, da pessoa. Existe alguma forma de eu conseguir ajudar essa pessoa, tanto no equilíbrio orgânico quanto no equilíbrio dela mesma, como ser?

NA: Há muitas formas que não sejam comerciais. Por exemplo, a manipulação dos laboratórios, porque não visa à solução dos problemas da doença, mas o ganho de capital dos sistemas envolvidos, e isto, ao nível médico-paciente, paciente-médico, irá exigir uma reflexão sincera para se construir novas formas de fazer uma tal medicina, expressão de um universo capitalista, não é? Não quer dizer que todos irão agir no mesmo sentido, muito antes pelo contrário. Agem por si e agem no sentido da “boiada”, da moda, dos benefícios. Até que ponto isso que você busca afirmar se formando dentro de uma estrutura corrompida, irá encontrar as suas soluções, como alguns poucos conseguem fazer? Quando você conseguir, irá obter luzes e sucesso entre aqueles que te buscarem para a cura. É uma reflexão, a longo prazo, mas na maior parte dos planetas, que não vivem a experiência humana, não acontece como na Terra. Há muitas comparações que se pode fazer, mas aquele que fizer, irá contribuir para uma nova forma necessária e urgente, pois, certamente, há muito tempo esse sistema já se destruiu. A crítica precisa ser comedida porque os espaços incertos a serem abocanhados pelos monstros dos poderes são maiores do que a resistência daqueles que sentem que as suas transformações sejam mais profundas para superar a dependência, por exemplo, dos laboratórios. A medicina que se faz hoje reage aos mandos laboratoriais. Para deixar mais claro, anti-científicas, inclusive. E se em seu coração, o paciente à sua frente merece a sua consideração, há que se pensar de outra forma. É possível, mas depende de cada um. Paz e Amor.

Grupo: No nível pessoal, um equilíbrio interno é uma forma de proteção, não é?

NA: O equilíbrio interno deve ser de alguma forma, proporcionalmente, mais forte e maior do que o equilíbrio externo. Ou seja, para fazer alguma diferença no mundo externo, o mundo interno terá que fazer mais força, ter mais concentração, mais memória, mais informação, mais sensibilidade, mais inteligência, mais habilidades, mais senso, mais bom senso, e, principalmente, compreender a importância da incondicionalidade do amor.

Grupo: Quanto tempo por dia pra gente conseguir essa internalização, quanto tempo de exercícios, meditação, pra gente conseguir uma maior…

NA: Talvez não seja quanto tempo, mas quanto de sinceridade você consegue para si para não deixar de ver aquilo que acontece, pois, adianta pouco ver e sofrer e nada fazer. O sofrimento será necessário para alguns, não para todos. Mas, é possível transformar o sofrimento em ação. A ação, ela é a construção daquilo que se conclui. Não adianta muito darmos os segredos do universo para quem não quer vê-los, para quem os contraria, para quem irá jogar no lixo as oportunidades que a vida sempre dá. Pois, tudo isso é suirsômico. Quando você decide seguir o seu amor íntimo, já és sábio. Já se transforma em possibilidade. E já se encontra no caminho do amor incondicional. As forças tehili agirão com naturalidade, fazendo com que todo o universo escute uma garota de 14 anos; que todo mundo se confronte com uma imagem de uma criança em desespero; que todos se mobilizem com a perda de um rio; que todos se façam empáticos, quando aquele bate na janela do seu carro; quando as pessoas olham para o horizonte e têm certeza que amanhã será melhor. É possível cada um construir em si e ao encontrar a incondicionalidade do amor, isto será nada mais do que uma pergunta, cuja resposta já fora encontrada. E é por isso que muitos desistem porque não aceitam a sua própria desistência. Mas, ela é maior. Não se entristeçam, apenas sigam de uma forma diferente. Pois, uma coisa é certa. Se as fórmulas são as mesmas, nada mudará. Olhar para a “desgraça” e torná-la inaceitável, passivamente inaceitável, é orná-la de poder. Mas, quando aceita-te incondicionalmente em seu coração, irá olhar a desgraça como resultado de uma história que pode ser moldada, que pode ser mudada por você. A experiência de cada um pode e deve ser a experiência do amor. E é isto que vai mudar aquilo que nunca muda. Paz e Amor.

Grupo: Sinto que a gente pode fazer alguma coisa como grupo também, né?

NA: Pode. Muitos não fazem?

Grupo: Fortalecer o sentido do grupo. Acho que é por aí.

Grupo: Podia ser o tema do Xxxxx Xxxxxxxx.

Grupo: Sim. Boa ideia.

NA: É inútil lamentar, mas é útil perceber o quão lamentável. Da mesma forma, é inútil criticar quando não se olha para si mesmo ou para si mesma.

Grupo: Tenho dúvida sobre os exercícios da semana passada, quando muda a ordem do pé, se abrir o olho tem problema, ou se a gente deve ficar o tempo todo, durante os três exercícios, com os olhos fechados.

NA: O exercício é com os olhos fechados. Abrir os olhos reinicia o exercício. Não tem problema. Não é um problema do exercício, porque ele reinicia.

Grupo: Teria que começar tudo de novo?

NA: Não, as etapas. Os três exercícios não estão dispostos de forma obrigatória. Você pode necessitar mais de se equilibrar, você pode fazer o primeiro. Se algo lhe chama a atenção no segundo ou no terceiro, você pode escolher fazer ambos ou apenas um.

Grupo: Ainda sobre os exercícios. No dia seguinte que eu fiz os exercícios aqui, eu fiquei completamente… Parecia que eu não conseguia aterrissar. E aí eu fiquei completamente sem foco, não conseguia me concentrar em nada. Parecia que estava em outro lugar. E aí eu não fiz mais porque eu tive essa dificuldade. Foi difícil trabalhar, foi difícil fazer tudo. Você tem alguma dica para me dar?

NA: Sim, agradeço dizer isso pois, imagine um adulto que vai aprender a ler. Quando ele começa, tudo embaralha. E ele fica com medo de não aprender. Ele vive uma fase de insegurança. Você é uma dançarina, o equilíbrio é essencial, mas não há uma forma de se equilibrar. Há muitas. Continue, não tenha medo. Aceite a si com leveza e amor. Experimente uma vez, espere, experimente outra, estude a si. Observe-se. Atente-se com coragem. Boas impressões terás de si mesma.

Grupo: Obrigada.

NA: Igualmente agradecemos. É importante que se pense: aquilo que não se treina e que não se sabe não é um mistério dos outros, é um mistério seu. Pode ser que outros também não saibam. Mas, quem sabe o que você sabe? Quem conhece o que você conhece? Quem faz o que você faz? Cada um tem a sua forma própria de tudo. Mas, não se costuma crer em si. Este é um bom momento para aprender a confiar em si. Paz e amor.

Grupo: Nessa linha de raciocínio, eu também deixei de fazer porque eu fiquei tonta, com enjôo, então mexeu diretamente no equilíbrio e eu atribuí ao resfriado pelo qual eu estava passando, mas eu acabo desistindo rapidamente. Então eu posso pensar de forma semelhante?

NA: Exatamente. Uma pessoa que lê um texto e não entende o texto, é um problema do texto?

Grupo: Às vezes pode ser.

NA: Se o texto for mal escrito é um problema do escritor, mas o texto escrito lá está. Quando mal escrito, dá muito mais margem para diferentes interpretações. E irá tocar nos brios do seu conhecimento. Pois, será que uma pessoa que escreve mal, ele quis dizer mal? Apenas não conseguiu escrever o que ele ia escrever. Possivelmente não tinha treino e nem tanto conhecimento para escrever. Mas, é possível que alguém nessas condições, ainda assim, lhe a oportunidade de decifrá-la. Certamente na academia, isso pode ser bem ridículo, ou melhor, ridicularizado, mas, no universo, é assim que funciona. Se eu disse para você que uma estrela explodiu e caiu, se você é um cientista inteligente, poderá interpretar a queda da estrela como conseqüência do fenômeno presenciado pelo, talvez, inteligente ignorante. Pois aquele que descobre alguma coisa, descobriu. Talvez não tenha as ferramentas da linguagem para dizer claramente para você, mas talvez você tenha a habilidade de perceber o quão valioso é decifrar alguém que não sabe ou, supostamente, não saiba. Há também uma má interpretação, há também um mal leitor.

Grupo: Eu devo persistir, não é?

NA: Sim. Confie.

Grupo: Para me ler melhor.

NA: Boa! Muito bem!

Grupo: Muitas vezes quando estou andando, caminhando, eu fico muito ligado nas árvores do lugar, pela serenidade que elas passam, pela generosidade delas estarem ali, e hoje percebi que é o equilíbrio delas. Elas passam esse equilíbrio, não é?

NA: Isso. Certamente. Confirmamos isso, porque basta ver quando as coisas acontecem no âmbito maior, como elas são importantes. Cada uma das árvores representa umas às outras. A generosidade dos seres vegetais é a expressão terrestre mais genuína do amor. Só é equiparada pelos seres humanos quando esses amam os seus filhos.

Grupo: Hoje foi cortado um pé de jambo na frente da casa do meu pai que me chateou tanto.

NA: Cada um que sente a importância dos seres vegetais, e lida com eles mentalmente, não duvidem, é também uma forma de mudar a humanidade.

Há muitos fatores que podem levar a experiência humana a oportunidades valiosas, tanto quanto uma pessoa que aprende a ler e a escrever, ampliando a sua mente para o seu próprio pensamento e a possibilidade de mal escrever para um doutor. E o doutor, na transformação da expressão para um paciente humilde e sem nenhuma informação pode transmutar as suas possibilidades, porque ao ter consciência da forma como a vida lhe proporciona ser médico, pode fazer uma transformação humana, não apenas na cura do seu paciente, mas na cura da sua própria compreensão. Antes os médicos eram bruxos porque eram mágicos. Agora os mágicos mudaram de planeta e os médicos ficaram sem a magia. Por isso, eles podem encontrar a sua própria magia, no seu próprio amor incondicional. Os doutores da academia podem fazer voos em suas imaginações sem nada mudar no universo dos outros, mas podem caminhar junto, de igual para igual, como é o caso da nossa irmã transformando a humanidade. As transformações são considerações guardadas na alma. A figura da alma é a reserva de memória de Ídar que transmuta para Éfler. O caminhar de cada um diante de si não é o seu reconhecimento social. É o seu fazer humanitário, que pode ser simples, apenas com uma pessoa, mas se ele vem do coração, ele ultrapassa para Éfler. Para onde vai isso? Vocês nem imaginam. A humildade de estender a mão para um supostamente menor te faz igual e, ficando igual, ambos serão maiores, muito maiores. Isto é a luz do amor. Isto transforma a humanidade. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor.