Encontro Semanal

Listagem Tsana – Pina Dimensional

Paz e Amor.

Iremos abordar três referências de exercícios introdutórios para o desenvolvimento de percepções mentais relacionados à dimensão Guion, no âmbito Sinsi, que relaciona-se a perceber mais elementos possíveis a partir de projeções e interassociações das dimensões de Guion. A listagem Tsana foi descrita nas referências sobre permeabilidade mental, dois ou três encontros anteriores. Quando a mente humana é buscada de olhos fechados numa projeção relacionada às áreas visuais ou viso-motoras, elas podem ser associadas a processos corporais de equilíbrio, estando as respostas igualmente relacionadas às paridades em âmbito mais genérico, tanto em relação aos parâmetros mentais, físicos, cerebrais, quanto aos parâmetros mentais entendidos como ideais na projeção imaginativa. As projeções imaginativas podem ser igualmente interassociadas a processos corporais. A manifestação das luzes de interação é importante, pois marca as respostas associadas dos fluxos de interação entre o corpo e a mente, a partir dos sistemas de sistemas de paridade. Resumindo, é possível associar determinados processos mentais ao equilíbrio corporal e simultaneamente obter respostas dos sistemas de paridade. As respostas podem ser em níveis corporais e em níveis mentais. Em níveis corporais, relacionam-se às sínteses das respostas de equilíbrio em sua totalidade, dos sistemas envolvidos, labirinto, etc., etc. Do ponto de vista mental, a manifestação das luzes de interação. Na síntese do processo proposto pelo exercício a ser descrito, há um trânsito de transdutorização dos fluxos mentais e as arquiteturas físicas propostas pelo exercício envolvendo os centros de energia, as noções de espaço, de equilíbrio, e as respostas inscienciais que contribuem em uma formatação da impressão mental criada. Poderão ser compreendidas a partir do exercício. O exercício, portanto, propõe criar uma referência mental-corporal que contribui em formatar mentalmente impressões táteis interassociadas com a estrutura do exercício proposto. O exercício recebe o nome de Pina dimensional, ou Pina D, para ajudar a memorizar o nome. Peço a permissão para a presença de irmãos que irão demonstrar. Inicialmente solicitamos a participantes que comunicassem a necessidade de estarmos em um espaço com uma parede livre. Então peço que nos ajude a chegar no lugar.

(PREPARAÇÃO)

OA: Paz e amor. Peço que uma pessoa faça junto comigo e eu vou explicando. Junte um dos pés (esquerdo ou direito) encostando levemente na parede. depois vai poder inverter. Põe o outro atrás, no calcanhar. A primeira coisa é perceber o nível de equilíbrio, que é bem mais sensível comparado com o chamado pina 1. (Encostar as mãos na parede). Então, faca o teste: feche os olhos e solte as mãos (da parede). Se o desequilíbrio for grande, você toca (as mãos) na parede. Portanto, as mãos já ficam perto da parede para que você simplesmente faça isso (encostar na parede). Não é muito mais difícil que o anterior? (sim). Muito bem, afaste e descanse os pés.

Grupo: Quanto tempo?

OA: Por enquanto, estamos só demonstrando a sensibilidade. Agora, troca os pés. O que já foi dito foi só para demonstrar o nível de desequilíbrio. Agora, mantenha o corpo o tanto quanto possível equilibrado entre o peso dos pés. Mantenha a cabeça ereta. O equilíbrio está nas mãos.

Então, o PRIMEIRO EXERCÍCIO é afastar 1 mm, o mínimo que você conseguir, as mãos da parede, mantendo as mãos bem próximas da parede. Aí vem a primeira questão: você imaginar a parede como sendo da sua mente. Por isso, quanto mais você ficar sem encostar na parede, você tem a segurança da sua parede mental. Você tem uma parede física e uma parede mental. A mental você está criando. O processo de paridade criará uma transdutorização. A transdutorização é uma conversão associada de desequilíbrios e, ao mesmo tempo, a confiança numa parede que você está imaginando, fazendo a parede real de espelho. Ou seja, você vai transformar em sua mente a parede mental em parede real, e a parede real em uma projeção do espelho, isto é, você está de frente de um espelho tátil. Inicialmente você não vai conseguir. Então, esse é o exercício nº 1: você imaginar uma parede que você vai se apoiar e imaginado o espelho da parede real. Alguma dúvida?

Grupo: Eu consegui imaginar a parede, mas não consegui a relação do espelho.

OA: O espelho é a parede real. A parede que você está encostando é o espelho da que você está imaginando. Então, você mantém uma distância mínima (entre a mão e a parede). Você não encosta. Se desequilibrar você encosta. Mas aí você volta, tira, deixando um mínimo, bem próximo. Você deve sentir, até, a parede real.

Grupo: O espelho é a parede física, né?

OA: Isso. Levante as mãos, para variar a posição. Desçam as mãos. Afaste da parede, relaxe, descanse um pouco.

Grupo: Tem tempo?

OA: O tempo não deve ser muito, próximo de 2 minutos, se conseguir. 1 ou 2 minutos.

Grupo: Em cada pé?

OA: Em cada exercício.

Grupo: Muda o pé?

OA: Muda o pé, pode fazer com um, depois fazer com o outro.

VAMOS AO SEGUNDO. O segundo irá fazer uma simulação mental da projeção da parede em suas mãos e você poderá até sentir que há uma parede mental. Isso vai depender de cada um, mas isso pode acontecer. Eu vou fazer. Você vai ter a mão virada para lá (para a parede) e uma mão aqui (no peito). Tudo é feito de olhos fechados. Qualquer movimento que você fizer com uma mão, a outra copia ao contrário (elas se encontram no espaço entre o peito e a parede – encostando as costas das mãos uma na outra – ou se afastam, voltando uma para o peito e outra para a parede). Se esta vem para cá, a outra vai para lá e vice-versa. Como um espelho. Você vai, em alguns momentos, ter a impressão que você é a parede. Então vai fazer uma pequena confusão mental de percepção, mas tem que ser a cópia, um movimento do outro. Agora tem um pequeno detalhe: você vai tentar (quando as mãos estiverem encostadas uma na outra entre a parede e o peito), se você se desequilibrar, vai tentar se equilibrar apoiando aqui (forçando as costas de uma mão nas costas da outra), sem encostar a mão na parede, como se o apoio fosse aqui – no encontro entre as costas das duas mãos (se tiver que encostar uma mão na parede, a outra faz movimento contrário ao mesmo tempo, encostando no peito). A projeção transdutorizada, ela é aqui (encontro das costas das mãos). Como se o contato entre as duas mãos é que fosse a parede. Vai acontecer num determinado momento de treinamento que você conseguir se equilibrar aqui nessa parede (projetada no encontro entre as mãos). Porque, obviamente, isto é um processo que acontece de transdutorização, de associação da projeção que está sendo criada com a resposta orgânica de equilíbrio. A  resposta orgânica de equilíbrio é todo o aparelho de equilíbrio, toda informação de equilíbrio que vocês já têm. Mas essa projeção mental, ela não existe. Ela passará a existir. E vocês vão começar a enxergar mentalmente coisas, porque ela vai ser transformada nesse processo. Isso pode acontecer imediatamente ou demorar meses. Isso depende de cada um, da quantidade de vezes e como, se você consegue perceber essa dinâmica. E em espelho. Você não pode fazer isso (levar as duas mãos para a parede). Se você faz isso, você destrói essa construção. Então ela está jogando a projeção da parede para esse espaço (encontro das mãos), que é um espaço mental. E depois ele vai ser trabalhado de outra forma. Tentem fazer.

Grupo: Tem uma posição inicial?

OA: Qualquer pé na frente ou atrás e as mãos assim (uma na parede e outra no peito). Então, na medida em que você pôs, o movimento já é espelhado. Você tem que fazer algumas vezes para você perceber esse movimento, por tem uma tendência de você errar na projeção de espelho (movimento das mãos).

Grupo: Mas o objetivo é encostar mesmo (as costas das mãos)?

OA: Encosta, porque você vai se apoiar depois nessa parede mental.

Grupo: E mentalmente a gente imagina essa parede mental? Pensa também?

OA: Pensa. Você visualiza. Todo movimento tem que ser em espelho. A parede mental é esse contato aqui. Se você se desequilibrar, você vai tentar se segurar nessa parede. Se ela cair você volta as duas mãos.

Grupo: À medida que eu vou desequilibrando, minha tendência é fazer mais força nessa junção das mãos.

OA: Isso. Ë como se fosse segurar na parede.

Grupo: E quando eu troco o pé eu troco a mão também?

OA: Não necessariamente.

OA: (se dirigindo a um de nós) Você está fazendo uma certa pressão (uma mão contra a outra), não está? É esta pressão que vai ajudar você a criar mentalmente a parede.

Grupo: Estou pressionando para dar conta de ficar (equilibrada). E se eu desiquilibro, aí eu pressiono mais.

OA: Isso. Se não segurar, então você faz isso (movimento espelhado: uma mão na prede e outra no peito). Porque a parede real é que vai dar o equilíbrio, se você se desequilibrar. Ou seja, a mente não fez o processo. Quando ela faz, você percebe que a parede (mental) segura.

OA: Muito bem. Deu pra compreender? Esse é o segundo exercício. Ou seja, o primeiro cria a referência de resposta, o segundo cria a imagem da parede. Bom o TERCEIRO EXERCÍCIO, da mesma forma, vai trabalhar com o Chacra frontal, o sexto centro de energia. Aí, a mão aqui (na parede sem encostar a palma da mão, mais em forma de concha) e a outra encostada aqui (na região do terceiro olho, também em forma de concha). O que vai acontecer? Você vai manter o equilíbrio, você não vai pressionar como no segundo, você vai fazer a projeção da parede na sua mente. Você vai ter a impressão que a parede está aqui, como no exercício anterior (entre as duas mãos), mas o equilíbrio não vai ser a sua forca de equilibrar aqui (pressionando as mãos uma contra a outra), ela vai ser a sua força mental.

Grupo: Mas, o apoio vai estar aonde?

OA: O apoio, se você precisar, ele é em espelho aqui (na mente).

Grupo: É uma evolução do outro, né?

OA: É, só que ele vai usar a capacidade de projeção do sexto centro.

Grupo: Aí eu vou tirar a mão da parede, é isso?

OA: Se encosta aqui (chacra), você encosta na parede. Se você tira e deixa próximo, só levemente encosta (as costas de uma mão nas costas da outra), aí você está trabalhando a parede como referência do seu equilíbrio.

Grupo: Mas não encosta na cabeça, encosta?

OA: Se eu encostar na parede eu encosto na cabeça.

Grupo: Sim, mas na hora de soltar, as duas não encostam.

Grupo: E se eu perder o equilíbrio, uma mão vai para a parede e a outra vai para a cabeça.

OA: Igual o anterior (em espelho).

Grupo: Mas eu posso apoiar aqui, uma mão na outra?

OA: Não é o apoio daqui (das mãos) que vai ser exercitado. A sua capacidade de enxergar a parede e de lidar com ela. Aí ela, a sua referência, se você olhar assim (para a parede), se você colocar um ponto, aí você vai ter um equilíbrio maior.

Grupo: Entendi. Já vai ter referência, né?

OA: Vamos tentar?

Grupo: Aí quando eu tiro a mão da parede eu coloco uma mão sobre a outra, né?

OA: Quando você tira (a mão) da parede, você tira a outra também. Igual o outro exercício, só que não encosta aqui (uma mão na outra mão). Só aproxima. Você sente de pertinho. Você não apóia. O outro (exercício) você aprende a encontrar uma parede, nesse você vai aprender a encontrá-la na sua mente. Então, você só encosta, mas se precisar equilibrar, você faz isso (segura na parede em espelho, com a outra segurando no Chacra frontal). Então, aqui. Aí você aproxima (as duas mãos), sem apertar, porque você vai estar buscando enxergar a parede e olhar para ela. Bem levezinho, aproxima mais aqui (uma mão, da outra), sentindo a mão.

Grupo: Ah, é que a gente tem que procurar um ponto!

OA: Isso! Com os olhos fechados.

Grupo: Seria o apoio?

OA: É, digamos um foco, um lugar que você consegue equilibrar.

Grupo: Uma bolinha, um ponto.

OA: É. Um ponto. Com a prática isso vai ficar mais claro.

Grupo: Reveza as pernas?

OA: Pode revezar as pernas sim. Quando cansar você muda. A mão também, você pode mudar.

Grupo: Esse eu achei mais fácil porque eu enxergo o ponto mental.

OA: É, quando enxerga você não fica tão desequilibrada.

Grupo: Eu tive só uma pequena dificuldade. Eu ia falar disso com o Japinha ou outro Amigo que por causa da bursite do lado esquerdo, quando a perna esquerda está atrás, ela dói. Isso joga um pouco da tensão para essa dor perna esquerda.

OA: Não faça…

Grupo: Coloca a perna esquerda pra frente?

OA: Isso. E menos tempo, para não forçar.

Grupo: No segundo exercício eu senti facilidade de enxergar a parede aqui (na palma da mão mais próxima da parede), como se a minha mão tivesse apoiando a parede. Isso?

OA: Isso.

Grupo: Como se essa mão fosse a parede.

OA: É, isso!

Grupo: Se você fizer o exercício sem a mão você pode treinar de colocar um ponto aqui na parede. Aí depois faz desse ponto, o seu ponto mental.

OA: Ok? Podemos voltar?

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Retorno

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NA: Paz e amor.

Grupo: Qual a finalidade maior do exercício?

NA: Desenvolver as imagens mentais de uma forma mais contundente e são preliminares para os exercícios mentais que podem levar a aproximar a consciência da exosciência.

Grupo: As luzes mentais podem aparecer no exercício?

NA: As luzes de interação são uma outra etapa que iremos explicar agora. Podem fazer as perguntas que por enquanto sejam necessárias.

Grupo: Algum dia vão ensinar exercícios para viagem astral?

NA: Se for da vontade de vocês.

Grupo: Acho que é de todos.

Grupo: No segundo exercício que você ensinou, a minha mão que estava virada para a parede esquentou muito, e no terceiro não.

NA: As associações, elas são mais intensas no segundo exercício porque é talvez para a maioria de vocês a primeira vez que as projeções podem se fazer como reais na mente. Você pode ter a impressão que tem uma parede entre as suas mãos.

Grupo: Falei com o nosso amigo que ensinou o exercício, que no segundo exercício a minha impressão da parede não estava entre as mãos, mas na palma da mão mais perto da parede. Procede?

NA: Procede, porque o que que acontece? Isso depende de como você está mentalizando essa parede. Ela pode ser transferida para a mão de lá, ou pra mão de cá ou para o meio. Normalmente no meio. E, às vezes, pode acontecer de você ficar confuso se você está na parede real ou não, quando é transferido para a mão. Dá essa impressão de você estar encostado na parede real, mas não está.

Grupo: Em relação aos outros pinas, aí a gente continua fazendo os outros pinas?

NA: Mesma coisa.

Grupo: Vai revezando: pina, halo..

NA: Sim, pina 1, pina 2, 3.

Grupo: No terceiro, na questão da percepção da parede, eu senti como se existisse uma parede, mas bem tênue.

NA: Ótimo! As projeções de cada um podem ser totalmente diferentes, sempre explicamos isso. Diferente da realidade física que as coisas aparentam ser semelhantes, as questões mentais não têm como serem semelhantes, elas sempre são diferentes, mas as mesmas questões podem ser experimentadas.

Grupo: Faz diferenças ser escuro ou claro?

NA: Pode fazer, influência de qualquer âmbito sensorial pode influenciar. Pode haver uma interferência perceptiva que acontece já normalmente. Se vocês escutarem músicas, é comum vocês escutarem outros sons que não estão gravados. Mas, como vocês não sabem, é só observar o subliminar da sua mente quando escuta uma determinada música gravada e observar se você escuta outras coisas entremeadas aos sons, porque as ressonâncias sonoras internas, elas são projetadas para o âmbito dos centros de energia e frequentemente elas podem gerar outros sentidos, interferência em outros sentidos. Por exemplo, você escutar uma determinada composição, e num determinado momento, você ter sensações gustativas, ou você ter impressões de que alguém te chama. Não são nossos irmãos importunando vocês, mas reações de ressonância que extravasam de níveis dimensionais no âmbito sensorial. É muito frequente, e muitas vezes, algumas patologias podem provocar esse tipo de interferência. Você come alguma coisa, escuta um som. Cheira alguma coisa e tem um flash de luz. Coisas assim acontecem o tempo inteiro porque os sistemas são interligados, em todos os seus níveis, em alguns casos até o nível físico. Mas, no nível das projeções mentais, elas são muito próximas, e podem influenciar, genericamente falando, umas às outras. As projeções que você criar podem ser acompanhadas de reações físicas, mentais, etc.

Grupo: Esta semana, eu estava estudando piano, e repeti várias vezes alguns compassos, e em determinado compasso, sempre sentia um cheiro, um cheiro bom, um perfume. Passei por ali algumas vezes e não percebia, aí na quarta vez, pensei: “que coisa estranha”, toda vez que eu passo por esse compasso, eu sinto esse cheiro.

NA: É muito frequente.

Grupo: Eu tenho uma experiência antiga que é no banho. Eu não sei se é pela água ou pela textura, tato, que me dá a sensação de muitos sons. Cada época ou cada vez é uma coisa diferente. Seria também? Ou pelo som ou pelo tato?

NA: Também. Nós temos um exercício feito com ruídos em determinadas frequências, que vocês poderão criar formas, elas irão aparecer baseadas na estrutura, na “textura” dos ruídos, como se fosse assm : Shshshshshs, ou SSSSS, ou FFFFFFFFF. Cada uma, você vai ter determinadas afinidades, que podem ser algum parâmetro sensorial, por exemplo, você sentir cheiro de algo mais ácido ou sentir limão, ou outras experiências já vivenciadas, normalmente já associado a experiência já experimentadas.

Grupo: NA, texto você  falou no limite Sinsi. O que tem a ver esse exercício?     

NA: O limite sinsi são as interfaces dimensionais. Então, exatamente isso: você está lidando com as dimensões de Guion e como essas dimensões podem ser repercebidas criando fatores pseudo físicos mas nitidamente utilizáveis para processos mentais. O seu poder de mentalização irá trazer segurança para as suas ações. Por exemplo, para ela, ou para todos vocês que são músicos, pode trazer noções mais profundas e maior assertividade, maior acerto, menos erro. Maior concentração, maior memória, maior capacidade de percebe o todo, dotando o seu corpo de maior equilíbrio, trazendo uma inteligência corporal, uma percepção diferente das coisas do pensamento. Melhoras em todos os sentidos. É essencial que se perceba que se o pouco que você consegue com o seu organismo físico pode representar uma grande diferença mental. Isso trará novidades, abrindo mais os canais do sentimento, das noções das coisas, um acesso mais próximo da incondicionalidade do amor. A incondicionalidade é: aquilo que você quer fazer, você fará. Aquilo que você quer que aconteça, acontecerá. Porque, ao mesmo tempo, as forças tehili estão integradas com essas transformações. Você faz parte da transformação porque você é a transformação. Os seus organismos respondem àquilo que você precisa, normalmente e frequentemente, numa tentativa de corrigir a sua ação-reação, mas, quando se aproxima do amor incondicional, a natureza física se ordena em processos probabilísticos perfeitamente condizentes com aquilo que tudo, incluindo o seu suirsoma, pode acontecer. Isso quer dizer que a sua mente quando integrada em processos de construção mental, pode reordenar as forças tehili de maneira que a natureza pareça sempre simples e já adaptada a você. Mas, não é nada disso. Você se encaixa nela, se você existe, você está nela, faz parte dela. E quando descobrir a sua influência, verá que um movimento movimenta tudo, que a estabilidade estabiliza tudo, que o equilíbrio equilibra tudo. Os seus inversos também: se queres destruir as coisas, irá destruir tudo, não querendo dizer que este tudo sejam todas as coisas da existências, mas todas as suas coisas das suas existências. Os outros têm outros processos, que estão em outras rotas, e cada um com a sua força pode reequilibrar a existência uns dos outros. E esta possibilidade vale muito mais para o lado incondicional do amor. Pois as outras formas, primeiro, não são incondicionais. Elas são condicionais, dependem de outros fatores. E quando se destrói, e estão distantes da incondicionalidade do amor, elas estão sujeitas a forças maiores. E desta forma, podem ser destruídas pelos destruidores. Mas, basta uma pequena luz na escuridão, para que se desencadeie um processo dominó, crescente, como já demonstramos, em que uma mínima energia pode alcançar todo um universo. Depende de como se constrói, dentro de cada um, esses universos.

Grupo: Eu queria, por favor, pedir uma mensagem para a Cláudia, lá na Áustria. Ela pediu uma mensagem.

NA: Assim seja. Cara amiga, preste atenção nos caminhos. Os caminhos aparecem e desaparecem, eles são inconstantes e descontínuos. Então, é preciso que se observe, pois, as oportunidades podem ser belos exemplos de como isso ocorre. Ao pensar nos caminhos, pense que alguns deles são transitados por muitos, e por isso, mudam pouco. Os caminhos novos são voláteis e é preciso percebê-los o mais rápido possível para traçá-los, e quando se traça um caminho, encontra-se uma resposta. Paz e Amor. Agradecemos.

Grupo: Voltando ao assunto dos pinas que a gente aprendeu hoje, eles têm a ver com desenvolver as luzes de interação?

NA: Perfeitamente, esta é a parte que devo falar agora. Pode ser?

Na medida em que conseguirem compreender que a mente pode estabelecer um ambiente específico e sensorialmente tátil, isso já nos projeta para toda forma de resposta sensorial. As luzes de interação irão cada vez encontrar respostas para o ambiente mental. Esses exercícios irão aumentar a possibilidade de vocês perceberem as luzes de interação. Elas vão surgir como fogo e vão se desfazer como vento. Elas irão iluminar como a luz, e esquentar como os elétrons. Elas irão criar manifestações. Normalmente, as luzes de interação são respostas iluminadas na mente, do movimento dos sistemas de sistemas de paridade, o que aproxima você de si mesmo ou de si mesma, entendendo-se que esta manifestação, ela pode responder – esta é uma propriedade do seu próprio ser e do seu sistema de verificação. Isso acontece ao nível dos fílens dentro das mitocôndrias, no interior de todas as suas células e por isso é um sistema de comunicação. Não são palavras da linguagem que você fala, mas são sentidos dos sentidos que você sente. É possível se comunicar com tudo em você, bastando que você permita e aprenda a aceitar a si. Nesta medida, isto é, no alcance daquilo que você é para si mesmo ou para si mesma, é possível entender-se, é possível ampliar esse entendimento. As luzes são manifestações de comunicação. Se você observar e tentar se comunicar com essas luzes, você poderá ficar muito surpreso. Coisas bastante simples, óbvias, como, por exemplo: você pede uma luz vermelha, vem uma azul, você pede que pisque, ele apaga, você pede que acenda, ele lhe manda uma outra forma. Então, sempre há interação. É possível treinar a si. É preciso persistir, é possível desenvolver, é preciso confiar. Se não houver persistência, a desistência destrói. Se não houver confiança, a confiança apaga, perde a memória. A confiança estabelece ligações enzimáticas, físicas no interior das células, e o organismo aprende a utilizá-las como processos. Há pouco iniciamos a dizer que as doenças são explicações do organismo. Explicações que dizem: você precisa rever-se. Aceitar as doenças é uma forma de aceitar as suas revisões, mas deixá-las a esmo é negligenciar as suas possibilidades. Há muitos caminhos a serem escolhidos, vocês podem perfeitamente descobri-los. É a sua história. Você veio para isso. Para descobrir a si e audar aos outros. Dinheiro, fama, prestígio em sociedades dominantes não quer dizer muita coisa na experiência de um ser humano, mas considerar a si diante do outro da mesma forma que o outro te considera. É possível rever até que ponto você ajuda a si ajudando aos outros, até que ponto você encontra a si encontrando aos outros. O amor incondicional é como se fosse uma ferramenta, é como se fosse um poder, é como se fosse as possibilidades exatas de suas necessidades. A experiência do amor é a experiência da realização, na extremidade limítrofe, no pleonasmo de ser quem si é, apenas, pois isto irá jogar a sua experiência Kalamatsana pelas rotas muito mais além do que se pode imaginar. É a experiência de cada um. Há muitas existências na vida destas existências e a compreensão mais profunda pode ser alcançada por qualquer sujeito ignorante. E esta é uma linha que liga à experiência do amor. Agradecemos a todos vocês estas oportunidades. Elas estão sendo cada vez proximalmente mais importantes. Esperamos que possamos encontrar na experiência de viver, que seja nesses encontros ou nos encontros em sua própria experiência mental, nas exociências, mas também na consciência. Por isso, a necessidade do amor. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor.