Encontro Semanalonline

Interatividade mente-organismo-corpo

Paz e Amor.

A mente é manifestação do ser silosciente. Entretanto, estando confinado, não consegue o acesso direto ao eixo consciencial. Algumas coisas que precisam agora entrar na compreensão, como a interação mente-organismo. Grande parte dos processos corporais orgânicos são processados dividindo um âmbito corporal e mental, de maneira que nem é apenas o corpo, nem é apenas a mente. Como já descrevemos, os filens cumprem um papel altamente central no processamento da interatividade do ser duplinado. Mas, ainda assim, grande parte do controle ou está subconsciente, ou está à confiança do próprio organismo. Podemos dar o exemplo das atividades mentais ligadas aos fílens e que dependem da estrutura corporal para permitir o desenvolvimento da consciência. As estruturas celulares, os citoesqueletos, são exemplos que permitem uma transmissão de processos transdutorizados entre o ser insciente, subconsciente, e o organismo físico. Os citoesqueletos cumprem diversos processos no organismo, desde a subdivisão celular, até o suporte para o funcionamento bioenergético dos fílens. E toda a ressonância selidente precisa deste suporte, dando às células de todo o corpo, mias especialmente, às células neuronais, por possuírem um citoesqueleto mais especificamente relacionado aos processos mentais. Dentre esses processos, podemos relacionar os que estamos pondo em prática: os processos com influência eletromagnética oculares das camadas mais influenciadas pelos campos fi, eletrofi e eletromagnéticos que fazem parte do processo de mentalização, especialmente, o controle de visualizações e as interferências que interagem entre a falta de treinamento mental e especialmente as reações orgânicas, corporais que atuam ou atenuam os condicionamentos mentais.

No exercício proposto anterior, pede-se que se identifiquem três níveis subjetivos, mas diferenciados, de comportamento mental. Necessariamente pela dificuldade de cada um, não se pode uniformizar tais comportamentos ou referências mentais, pois essas existem especificamente diferenciadas em cada mente. Mas, os processos orgânicos interferem pela falta de habilidade desenvolvida de auto-identificação, não sendo possível, em algumas vezes, temporariamente, não se receber o eco de paridade. Desta forma, cada pessoa deverá ter reações específicas. Uma vez que não há uma resposta treinada ou desenvolvida, não existe parâmetro para se avaliar. Então, vamos prosseguir com os processos deste treinamento. Primeiramente, tirando algumas dúvidas, e depois apresentando uma outra etapa do processo. Certamente, se não foi possível fazer tais exercícios, esses ficam na pendência de serem feitos a qualquer momento, não havendo uma ordem específica, e até, dependendo da facilidade, não fazer alguma etapa, uma vez que estas estão sendo sugeridas para atender às necessidades específicas deste grupo.

As referências mentais podem ser construídas baseadas nas impressões que se tem, observadas pela consciência. Os três níveis relacionam-se a níveis de interferência mental, corporal, visual, e à capacidade de conseguir projetar locais subjetivos no organismo físico. Iremos no processo de exercício de hoje fazer tentativas de identificação de alguns processos que possam ajudar a diferenciar a mente do organismo e até em certo ponto dos estímulos dos citoesqueletos, no caso das respostas mentais, por ser a base neural para o pensamento e muitos outros processos mentais, corporais, como sentimento e impressões intuitivas. Não vamos, a priori, especificar em cada um, referências estáticas porque estas são improváveis no início do processo. As referências corporais sempre são essenciais para o desenvolvimento mental. O poder de interação do ser silosciente e de todo o tronco consciencial talvez seja, depois da memória, a maior habilidade do ser siloeflérico e sua expressão silosciente. Aspectos do processo de duplinação fazem parte da natureza do desenvolvimento mental duplinado. Espera-se tanto diferenças individuais, quanto as respostas, por si, serem instáveis. Isto é, com uma mesma pessoa, variar os níveis de interferência em cada vez que exercitar-se. Primeiramente, portanto, solicitamos que algumas dúvidas possam ser questionadas. Agradecemos. Paz e Amor.

Grupo: Agradecimentos gerais pela oportunidade de um novo encontro. Boas-vindas a todos.

NA: Igualmente agradecemos a todos, e em todas as dimensões, incluindo a superlotação no nível espiritual. Agradecemos o interesse, pois estão vários em estágio de pré-duplinação e estão com alguns ramanás e os seus aintais.

Grupo: Pergunta: normalmente quando faço meditações, enxergo luz azul meio prata, e quando fiz o exercício, na 3ª camada voltei a enxergar essa luz, mas não consegui fixar como você propôs. E como essa camada é acima do 3º olho, queria entender melhor porque enxerguei a luz, e se tem a ver isso. Não estava centrada no 3º. olho, mas a luz vinha e também luz branca. Ela aparece diferente no 3º. olho, e na 3ª camada estava mais solta.

NA: Pois bem. É bem típica a instabilidade mental não treinada. Com o tempo, irá conseguir fixar as expressões de vibrações relacionadas aos campos visuais, do infra-vermelho ao ultra-violeta. Como as estruturas celulares não dominam os campos de ressonância, ainda é preciso esperar que, pelo treinamento de identificação e de visualizações, possam estimular os domínios subsequentes de controles mentais relacionados às expressões luminosas no espectro visível. Mas, as interferências podem mostrar também movimentos mais graves e mais agudos do processo acima das vibrações ultravioletas, ou abaixo das vibrações infravermelhas. Essas podem incluir impressões orgânicas do tipo expressões de calor, e frio de temperatura, de pressão, incluindo pressões em estruturas orgânicas e externas, as pressões na pele, pruridos e diferenciações de calor, relacionam-se também aos citoesqueletos de outros tipos celulares não neuronais, como as estruturas diferenciadas diversas, de todo o organismo, especialmente expressas pela pele, por exemplo. Desta forma, podemos considerar que a luz que enxergou já mostra que é preciso e possível arriscar sua determinação, fazendo associações de icons. É o que vamos começar a compreender nos exercícios subsequentes.

Grupo: Pode fazer todo dia?

NA: Quando quiser.

Grupo: eu não fiz, eu vou passar para  a próxima sem fazer o primeiro?

NA: É indicado a primeira, mas aproveitando também as informações que estão sendo trazidas.

Grupo: Fiquei em caixinha do nada, não consegui ficar muito tempo.

NA: Para o caso de quem nada viu, persista, pois, é bem esperado que ou por condicionamentos, ou por falta de treinamento específico, as respostas sejam inibidas pela própria mente. É uma situação extremamente comum. Portanto, não se preocupe. Evidentemente, não há riscos, pois estás apenas observando a si mesma. Paz e Amor.

Grupo (on line): As mandalas/cores que eu via enquanto eu dormia têm ligação com as camadas mentais, ou eram relacionadas ao “evento” que aconteceu com os meus olhos/visão dias atrás???

NA: É uma soma, porque todas as interferências acontecem nesses três níveis iniciais, especialmente no primeiro. E por se tratar de uma experiência mental, especificamente, ela pode se repetir e se utilizar de experiências que a impressione. Portanto, tanto para o sentido dos sonhos, quanto para o sentido das mentalizações, a mente de pessoas não treinadas para esses processos encontra-se desprotegida e mais ao prazer dos ventos. Desta forma, as interferências costumam criar isolamentos para o desenvolvimento mental. Paz e Amor.

NA: Peço a permissão para responder pergunta dos assistentes. Paz e Amor. Ele pergunta: os Aintai pré-duplinados, isto é, ainda em processo de duplinação anteriores à concepção, qual é a autonomia dos processos mentais, se não há organismo físico, mas, já estando no processo? Paz e Amor. Agradecemos.

NA: Resposta: esses que estão em estágio de duplinação, isto é, da chamada reencarnação, não têm domínio nem possibilidade de exercitar-se em seus estágios de consciência, por não existirem, e estão como vocês agora, aos cuidados dos ramanás, que estão possibilitando a vocês esta comunicação e exteriorização insciente, isto é, estão autorizados a participarem deste processo. Avaliações essas feitas pelos ramanás, de acordo com a necessidade de cada um. Fiquem tranquilos, aceitem-se como se propõem a embarcar na experiência da duplinação. Que o amor seja a referência a ser encontrada e que as famílias os recebam com base nessa referência, a referência do amor incondicional. Boa sorte, agradecemos a oportunidade.

Grupo (on line): Da última vez, você nos explicou sobre a relação entre Ego e os fílens. Gostaria de saber qual é a relação entre o Autismo e os fílens. Obrigado, Paz e Amor.

NA: O autismo, uma referência criada pelas análises humanas, relaciona-se a um complexo, cuja referência iremos dar, como a busca pelo amor. A insegurança dos seres Aintai – não dizemos, abrindo um parênteses, não dizemos seres Aintai porque Aintai já são seres. A experiência dos Aintai, que são seres humanos, isto é, são vocês, na nossa perspectiva, encontra-se assistida de tal forma que possa haver comunicação entre os seres e a sua experiência de vida. Certamente, há motivos para que cada um estabeleça com o seu próprio organismo suas próprias limitações. Orientados pelos ranamás, os Aintai embarcam em uma duplinação. Os complexos psicológicos não atendem apenas a especificidades, eles são mais genéricos, e tendem a incluir também aqueles que estão convivendo uns com os outros. A experiência Aintai é coletiva. Mas, a sua mente o individualiza. Os seres humanos que têm dotações específicas, como é o caso citado, podemos dizer que buscam em si uma referência para o amor nos outros. Há uma grande dificuldade de reconhecer esse amor, causando, pois, uma grande insegurança. Portanto, se a família, isto é, os pais, as mães, os irmãos, as irmãs, as tias, os tios, os amigos, etc., forem abertos a este ser, ele irá expressar as suas referências de amor que trouxeram para este mundo. Paz e Amor.

Grupo (on line): O individualismo da sociedade levou a esse autismo?

NA: É coerente a questão, mas é mais complexo, porque cada um tem também as suas próprias prerrogativas, e que trazem para servir a si e usufruir do amor externo. De qualquer forma, ele traz o seu amor interno. Paz e Amor.

NA: Mais uma pergunta dos nossos irmãos, peço permissão. Acho que estão aproveitando o espaço, assim seja. Paz e Amor.

NA: ele pergunta se as estruturas celulares estão preparadas para o desenvolvimento da mente e se é possível alcançar níveis maiores, uma vez que nem sempre os organismos não estão à disposição.

NA: Muito bem, paz e amor, agradeço. O amor é uma referência para a mente que busca os seus próprios recursos na experiência orgânica, que deve se desenvolver, e caso não tenha a oportunidade de se desenvolver, ficará sem atender às necessidades mentais do ser silosciente. É importante, portanto, considerar que os processos de transformação orgânica estejam sendo desenvolvidos em suas habilidades e capacidades, pois as estruturas inscientes do organismo físico irão possibilitar e acompanhar o desenvolvimento mental se, e somente se, a própria mente estiver e encontrar a sua referência volitiva. As suas fontes de amor, se estiverem motivadas e persistentes, e se trabalhar-se, melhorar-se, compreender-se, amar-se, as referências orgânicas se estruturam de acordo com as demandas mentais. Até mesmo Aintais com problemas físicos mais graves podem reagir-se mentalmente, reconstruindo os seus próprios organismos. Isto porque os processos de interação orgânica estão aptos para reconstituírem estruturas de DNA, assim como as próprias estruturas celulares, pois estão em plena atividade íntima em seus estados de sensciência íntima. Para isso, é preciso aprender a lidar com as suas paridades, com a sua confiança, com a força da sua persistência, para mobilizar-se organicamente. A priori, o corpo manda, mas se a mente resolver mandar, a mente manda no corpo. E isso é confiança plena. Muitas vezes, improváveis para os Aintai que não se exercitarem plenamente em seus estados de consciência. Esta é a situação mais frequente. Agradecemos a oportunidade. Paz e Amor.

NA: Mais um, por favor. Pedimos a permissão. Agradecemos. Ele pergunta, por ter sido recém deduplinado, se as estruturas de aprendizado se mantêm no organismo físico.

NA: É bastante curiosa a pergunta, agradecemos, pois o processo de deduplinação já começa a atuar na superconsciência, que é um processo consciencial pré-insciente da morte física. Quando o organismo físico recebe informações de seus estados de deteriorização e assim tentam regenerar suas estruturas celulares, por processos de regeneração da própria natureza celular, como as apoptoses, processos de regeneração e substituição celular e, desta forma, os seres já recebem de sua intimidade as informações que serão transferidas para o ser siloeflérico. Tudo acontece evidentemente ao mesmo tempo. E as referências de memória já vão sendo reestabelecidas para o ser insciente e siloeflérico no âmbito não físico. Paz e Amor.

NA: Agradecemos. Paz e Amor.

NA: Ao que se segue, agora, os exercícios. O processo anterior se propunha à identificação de três níveis de observação ou estágios mentais. No próximo exercício, propõe-se que se percebam dois aspectos das interferências orgânicas, mentalizando-se igualmente as luzes, ou buscando encontrar suas reações em sombras. Observam-se vários níveis de interferência, por exemplo, faça vocalizações leves e curtas. Pronuncie palavras, imagine flores, imagine situações diversas e, em cada uma das interferências voluntárias, observe as respostas mentais de luzes e impressões. Por exemplo, mentalize uma lua, e verifique a resposta mental. Observe a inspiração, que tipo de retorno mental lhe dá. Compare a inspiração com a expiração. Ambas lhe dão algum retorno. Retorno quer dizer alguma resposta mental ou corporal. As respostas corporais são importantes, pois na meditação silosciente, elas serão treinadas. Observe temperatura, odores, perfumes, traços que a mente pode fazer, pois, pode suscitar memórias, ou outras diversas impressões, como pressões, pruridos, etc.. Todas as reações de interferências são relevantes, sem nenhuma intenção de serem interpretadas pois, isto não vem ao caso neste momento. Toquem em partes diferentes do corpo, e procurem explorar as respostas mentais e orgânicas, como ansiedade, como autoprivação, do tipo, medo, ou euforia, etc. Portanto, o exercício é o mesmo feito na vez anterior acrescentando-se interferências voluntárias de toda espécie para serem observadas, se é que haverá reações. Agradecemos. Paz e Amor.

A essência de cada um revela em sua mente aquilo que precisas. É preciso e é possível observar-se. Para isso, é necessário treinar. Como qualquer coisa que se faça, pois a autoexploração, a autodescoberta, o autoencontro, contribuirão positivamente para encontrar a si e aos outros. Agradecemos. Agradecemos aos participantes e a todos. Paz e Amor. As águas estão energizadas.