Encontro Semanal

Os mundos desconhecidos dos eixos cientes

 

Paz e Amor.

Há muito interesse da humanidade duplinada em conhecer e saber sobre o mundo dos espíritos. Vamos abordar o tema em função de compreensão sobre a mente e os processos de mentalização e meditação silosciente. Já falamos sobre dimensões, radashes e ateres não conhecidos da experiência consciente humana, mas bastante conhecida dos seres humanos em estados alterados de consciência, como o sono e os estados modificados por meditação e drogas. A abordagem sobre a consciência, sob nosso “ponto de vista” diferencia em muitos aspectos, daquelas narradas sob a perspectiva dos seres humanos duplinados, mas também dos seres humanos não duplinados. As diferenças de perspectiva especificamente em relação aos chamados espíritos, que para nós, são os seres Intai, apesar de haver diferenças, estamos falando de muitos aspectos similares, modificando as expressões pelo fato de estarmos em dimensões diferentes. Em alguns casos, os seres Intai conseguem melhor compreensividade de seus próprios processos existenciais. E, por outras perspectivas, nós conseguimos discernir mais elementos por conseguirmos lidar com as dimensões bariônicas de forma direta de seus campos eletromagnéticos e eletrofis. Assim, tanto conseguimos identificar os fílens duplinados, quanto as ressonâncias selidentes que formam fílens não duplinados nos ambientes com magnens.  Assim sendo, vamos abrir, em certa medida, algumas designações não conhecidas dos seres humanos. Mas, que nos ajuda a especificar algumas questões deste âmbito. Pedimos, novamente, que compreendam a variação de voz e de comportamento, pois outros participantes irão se expressar para ajudar a especificar algo que não é do conhecimento humano. Ainda assim faremos de uma forma que possa ser mais limitadamente compreensível. E solicitamos as desculpas, mas consideramos importante o vislumbre de outras informações. Agradecemos a compreensão.

Nós que agradecemos. Bem-vindos.

OA: Paz e Amor. Peço que peguem para mim o que já pedimos. Pode me ajudar aqui? Me ajude a escrever, por favor. A descrição a seguir relaciona-se a uma série de observações sobre os chamados eixos conscienciais ou eixos cienciais. Então, vamos partir de uma referência já dita, que é o ser siloeflérico, onto-eflérico. Temos então, o ser siloeflérico. Então, escreva siloeflérico, e faça um círculo em volta da palavra. Vamos fazer um esquema. Há uma comunicação do ser ontoeflérico, ele faz ressonâncias que surgem, incronizam para o ambiente físico bariônico. E neste sentido acontecem várias questões. Coloque aqui Radash, em cima do siloeflérico. E ao lado, dimensão física. Embaixo de dimensão física, temos os seres. Põe embaixo de dimensão física, mas não na frente de siloeflérico, e na frente de siloeflérico, põe silosciente. Num espaço maior abaixo, põe oniscientes, e abaixo, seres discientes. Então, nós temos 3 categorias básicas relacionadas à experiência dos seres humanos. Primeiro, seres siloscientes, que são os próprios seres humanos e alguns animais. Na frente de silosciente, coloque insciente, mas aqui em cima, coloque eixo ciencial. Há muitos eixos cienciais, mas vamos especificar dois, que são insciência ou insciente, e consciência. Até agora, tudo bem? Estão entendendo? Acompanhando? Cheguem todos aqui perto. Agora os seres oniscientes, ponha aqui no eixo ciencial, co-onsciência. E dividido em dois, também, como este, o outro dusciência. Quanto a este ponha um x porque não falarei nada, será depois. Este já é bastante complexo, então vamos abordar apenas esses dois níveis de ciência. Então, temos a insciência que relaciona-se à experiência Intai. Espíritos entre aspas. E esse outro, a experiência Aintai. Humanos duplinados junto a Aintai.

B: Os seres Intai eles também têm fílens?

OA: Em outro momento iremos dizer. Os seres co-onscientes, coloque seres microscópicos, bactérias, vírus e alguns insetos. Inverti. Apague este. É Wontai- seres microscópicos, e alguns insetos. E duscientes são os Gontai. Ponha um x porque é uma árvore muito extensa de classificações. Compreenderam? Vamos explicar agora. O esquema foi compreendido. Então, temos em relação ao eixo consciencial, que sempre falamos, mas se abordássemos desde o início, isso ficaria tão extenso e complexo, que vocês iriam embora. Então, vamos de forma limitada entender que o mundo não material é muito extenso e diferente do que se imagina, pois os seres humanos acham-se únicos, mas não são únicos, talvez, sejam um dos milhões e milhões. Só na Terra, já é um número grande, nem são os dominantes. Parecem que são. Do ponto de vista silosciente, parece que vocês já conhecem um pouco: os Aintai e Intai, os chamados espíritos humanos que estão nas camadas eletromagnéticas chamadas de Mágnem. Os seres Aintai, que são vocês, também estão no mágnem, só que não é visível. Mas, ao fazer isso, toda a sua estrutura eletromagnética reage, seu subconsciente analisa e o seu estado insciente íntimo, sabe o que quer dizer. E no caso de vocês, a figura é semelhante, mas há a diferença da estrutura física em que vocês estão imbuídos no ambiente de Mágnem.

M: Nós que estamos duplinados e também os Intai? Não duplinados? Nós estamos na mesma dimensão eletromagnética? Tanto nós quanto os Intais estamos no mágnem? Mas com estruturas diferentes?

OA: Os seres Intai estão também envoltos e podem utilizar Ídar. Pois, Ídar é uma dimensão física onde está o silo, a memória; lembrem, silosciente, e todas essas classificações estão relacionadas ao silo, porque vem de siloeflérico. As outras situações diferem em sua forma de ser, mas também manipulam memória. Mas, os discientes não manipulam memória. Só isso que vamos dizer sobre eles. Então vamos ao onisciente. Como a palavra já diz, o que podem concluir?

Oni é Todo, tudo…

OA: Eles são conscientes de um universo em torno deles, então são os microorganismo. Eles estão conscientes entre eles. Eles são um todo. Um todo quer dizer que os microorganismos daqui se comunicam com micro-organismos de muito longe. E essa comunicação é altamente eficaz e desenvolvida.

L: É organizada.

OA: Completamente. A expressão organizada relaciona-se ao órgão, mas ao órgão humano. Então, os “sistemas de organização” não são os mesmos. São diferentes, mais eficientes e subdivididos. Então, você tem aqueles que estão trabalhando com os seres humanos. E tem aqueles que estão trabalhando por outras causas, mas todas as causas são globais. Isto é, não é de um. Um não existe sozinho. Todos existem por um. E dessa forma, consegue-se um alcance ciencial imenso bem maior do que o dos seres humanos. Por exemplo, eles transitam entre universos. Por exemplo, eles vêm de outros universos, e de outras dimensões, e podem se adaptar com altíssima facilidade, pois manipulam completamente os sistemas genéticos, com uma inteligência – a palavra é humana – muito mais extensa e mais ampla e se adaptam com muita facilidade em outros ambientes. Saem da esfera terrestres e viajam sozinhos para outros planetas, formando grupos imensos, com quatrilhões de indivíduos. Então, os seres – leia para mim (pediu à Eliene que lesse o que estava no esquema). Co-onsciência está no nível da insciência humana, da consciência do ser humano duplinado. Os seres microscópicos têm co-onsciência. Ou seja, eles sabem o que precisam fazer. Independentemente de onde eles estão, a atuação deles é global. Eles decidem tudo por si, e não são apenas um. São muitos, e muitos diferentes uns dos outros. Todos eles atuam por causas maiores. Há aqueles que consideram os seres humanos em um aspecto. Há aqueles que consideram os seres humanos em outro aspecto. E fazem isso independentemente do que acontecer com a tecnologia humana. Alguns insetos, especialmente os micro-insetos são classificados também dessa forma porque atuam da mesma maneira. Talvez um inseto, dois dos mais famosos que tenham essa mesma atuação, são as formigas e as abelhas. Estamos especificando um horizonte limitado e bastante específico. Assim sendo, o mundo consciencial humano é paupérrimo. Os seres humanos acham que estão sozinhos, e desprezam imensamente a atuação desses outros seres como se eles não soubessem nada.

Grupo: E ainda matam as formigas todas.

OA: Isto não faz diferença para esses seres. Eles não morrem. Mata aqui, surge ali. Então, não faz diferença. A atuação deles é em conjunto e depende apenas do que eles querem. O que eles querem? Há aqueles que têm a referência do amor, e atuam com os seres humanos em seu próprio organismo e em sua consciência, e em seu aprendizado. E há aqueles que se alimentam dos seres humanos, e estão combatendo os aspectos mais negativos dos seres humanos, prestando o mesmo serviço àqueles que atuam pela linha do amor. Isto quer dizer que um atua no aspecto do amor, e o outro destrói o aspecto do desamor. Assim, os seres humanos irão ser digeridos e reconstituídos. Esses seres participam da consciência dos seres Aintai. Isto é a mensagem de hoje. Há muito mais em relação à sua consciência do que se imagina. Agradecemos. Alguma pergunta?

Grupo:  Eu ia falar desse negócio do amor que você falou, a mim me parece, vocês sempre batem nessa tecla, que o amor é universal, atravessa dimensões, planetas, etc. E as outras coisas da alma humana, elas também existem, medo, inveja, ciúme, prazer, dor, alegria, tristeza, e tantas coisas. Isso faz parte do universo desses microorganismos, e de animais, etc.?

OA: De animais, alguns fazem. Mas, dos microorganismos, não.

Grupo: Eles têm amor.

OA: Eles têm amor, ou destroem o desamor.

Grupo: Eles não têm desamor.

OA: Não têm desamor.

Grupo: Esses microorganismos poderiam ser também Intai?

OA: Não. Eles são Gontai.

Grupo: Os boúges, lasmas têm a ver com isso?

OA: Têm a ver com isso.

Grupo: Os boúges são microorganismos?

OA: Não. Eles estão envolvidos. É diferente.

Grupo: Os boúges não estão na mesma categoria de um vírus ou bactéria?

OA: Não, eles estão em categorias dos chamados vermes espirituais, ou psíquicos.

Grupo: mas só uma curiosidade. Os micro-organismos, eles realmente estão aí só para nos dar uma lição de humildade na nossa prepotência humana, né? A gente acha que a gente domina tudo, mas na verdade, partindo da nossa consciência, do nosso organismo físico-corpóreo, é tudo comandado de uma certa maneira por essas colônias e comunidades enormes de micro-organismos. Mas o que provoca a doença? Quando há ação dos micro-organismos, se eles não portam o desamor?

OA: a relação do próprio ser humano com ele mesmo.

Grupo: Só nós somos capazes de fazer nossa doença.

OA: Por isso também és capaz de curá-la. Se não duvidar de jeito nenhum, ficará curado. Já afirmamos isso, mas dissemos que há aquilo que é plausível e aquilo que é possível. Nem sempre o que é plausível é possível. Se quiser, pode voar. Basta pular e sair voando. O que você acredita que irá acontecer?

Vai cair…

OA: É possível, mas não é plausível. É importante isso porque a experiência mental relaciona-se com a sua prática. E a prática é a experiência de viver e viver quer dizer compreender a si. Paz e Amor. Agradecemos.

Grupo: mais uma pergunta. Nesta questão do plausível e do possível, seria mais ou menos, que a aventura de um ser humano é descobrir a capacidade máxima dele, descobrir tudo que é possível para ele.

OA: Tudo é possível. Mas, a experiência dele mostra a base de seu limite, que é especificado por ele mesmo.

Grupo: Não conseguir voar seria um limite.

OA: O limite que ele acredita.

Grupo: Criou historicamente, então a gente já vem com essa confiança de que não vamos voar.

OA: Isso mesmo, mas mais do que isso, pois se você vai fazer algo que lhe é possível fazer, não é possível para o outro, como fazer uma comida. A mágica que é feita está relacionada ao que você crê. E a transformação do alimento em substância para o consumo também é quase em crença. Mas, não é qualquer um que vai fazer isso. E, ao fazer, ele estabelece uma relação prática e de experiência que o faz fazer. É possível encontrar pessoas que fazem comidas em vinte minutos, o que outro faria mal feito, em duas horas. Em qualquer atividade humana, isso acontece porque há formas de fazer, e essas formas também relacionam-se ao voar. Ora, se você não tem aerodinâmica para voar. Se você pular, vai cair. Então, a técnica não é essa. A técnica há de ser de outra forma. Não quero dizer que o avião seja essa técnica, porque quem está voando é o avião. Isto é, a tecnologia é que o está levando, não é ele realmente que está voando. Mas, ele, com o seu corpo físico, pode voar impulsionado pelos seus campos, pelos seus centros de energia, que são capazes de fazer com que o seu corpo entre em ressonância, ressonância essa que pode, como conhecido dos seres humanos – o fenômeno da ressonância – pode fazer uma ponte de concreto, ou de aço, ficar mole como um elástico. E, dessa forma, se ela se perdurasse nesse estado de ressonância, poderia ficar para sempre, e você subir na ponte com ela fazendo toda a sua oscilação. Mas, evidentemente, a natureza física tem os seus limites. É um fenômeno transitório. Evidentemente, irá destruir a ponte, porque a experiência de transformação, no caso da ponte, não é controlada por ninguém, apenas um capricho da natureza, e no caso de um ser qualquer, como é o caso dos seres microscópicos, a atuação deles os faz ser invisíveis e totalmente dominantes. Os seres humanos não os vencerão. Agradecemos. Paz e Amor.

NA: Paz e Amor. Agradecemos. Algo mais?

Atendimentos individuais.

NA: Paz e Amor. Há muito além, porque se apegue nas coisas que apenas vislumbra? Há mais o que se fazer, e cada um encontrar a si, sem perder a capacidade de olhar também para os outros. Olhar para si completa perceber aos outros. Olhar para os outros completa perceber a si. Pode haver equilíbrio entre fazer o que se precisa e compreender a fragilidade da existência. Ela reside exatamente em suas ações. Não se percam de si mesmos ou de si mesmas. Confiem plenamente em suas habilidades e em suas vontades. Sejam leves porque a luz não tem peso, mas ela empurra. É a luz do amor. Agradecemos. Paz e Amor.

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