Encontro Semanal

Tehili entre Suirdjai e Suirsoma

Paz e Amor.

Vamos chegando em alguns aspectos centrais do processo humano, a respeito da duplinação, isto é, da “encarnação”. Certamente, há relações diretas e necessárias entre aquilo que acontece no ambiente de Mágnem, ou seja, no ambiente dos “espíritos”. [Toda vez que dissermos estas expressões, solicitamos que coloque entre aspas]. O ambiente do “espírito”, o ser Intai, requer recursos do ambiente, da mesma forma que na experiência duplinada, em relação ao ser, o mesmo, Aintai. Entretanto, são recursos distintos e formas distintas de utilizá-los, também para objetivos distintos. Desta forma, como muda a dimensão, é de se esperar que tudo mude. Mas, o eixo consciencial é o mesmo. O ser insciencial, aquele que tem a insciência, ou seja, a consciência do ser Intai, e aquele que tem a consciência duplinada do ser Aintai, pode-se dizer que é o mesmo, o mesmo tronco consiencial, o mesmo eixo consciencial, a mesma relação insciente-consciente-exociente. Vamos aumentando a importância, pouco a pouco, para compreender a exociência, que é o aspecto deste tronco consciencial, deste eixo consciencial majoritário. Acima de 90% deste eixo consciencial, no ser duplinado, ou seja, “encarnado”, refere-se às atividades “reais” da mente exociente. É a sua consciência quando ou enquanto você dorme. O restante se divide entre a inconsciência corporal na sua relação com o ser insciente em seu ser duplinado, e os espaços que vão sendo ampliados de forma coadjuvante com o organismo físico à consciência. Assim, a consciência refere-se ao ser duplinado acordado. A consciência se desenvolve, entretanto, através do organismo físico, o corpo. Por isso, muitos dos exercícios lidam com os campos de energia, que são fluxos elétricos, que geram campos eletromagnéticos na estrutura corporal, em dimensões mínimas. Entretanto, só uma pequena parte dessa energia é relacionada ao desenvolvimento da consciência, que acontece através do desenvolvimento corporal na sua relação de “auto-gestão”, digamos, de auto-percepção, de auto-aprendizado, de auto-descoberta, de todos esses itens citados, relacionados ao desenvolvimento da consciência. Isto é, a menor parte da energia gasta para a manutenção e desenvolvimento de todo o eixo consciencial, que é entendido como sendo as seguintes partes:
o aspecto da memória silosciente, exalçado, ou seja, transferido, transdutorizado, de Éfler para a dimensão física bariônica, essa dimensão que vocês estão;
a inconsciência, que é o aspecto da relação do ser insciente, isto é, aquilo que veio da memória silociente para o organismo físico processar.
Chamamos isso de ressonância selidente, porque acontece de uma transferência de informação de um “exoambiente”, um ambiente fora, independentemente das características desse outro ambiente. As informações são transferidas, exalçadas, através de nanovibrações gravitacionais, quer dizer, em um raio proporcional aos campos da metade do tamanho de cada campo emitido. Os nanocampos gravitacionais são, portanto, exalções, que são ondas de vibração de pequenos e mínimos fluxos gravitacionais vindos de Éfler, positivos e negativos, com amplitude do tamanho máximo de cada átomo. Negativo quer dizer repulsão; positivo, atração. Os desenhos de ressonância são captados pelas células orgânicas através dos fílens, que são fluxos de energia de fótons, de luz, emitidos a partir das mitocôndrias e de outros fatores gerados de energia das células. Essas transferências estão relacionadas diretamente com os códigos genéticos, especialmente dos núcleos e dos RNAs mensageiros. E todo o processamento de proteínas relaciona-se, portanto, mais profundamente a esses níveis de energia. Ampliando para o âmbito dos centros de energia, eles são resultantes dos grupos de ressonância, que são informações paritárias dos sistemas de sistemas matriciais da relação orgânica com essas informações, que são, em si, a consciência mais íntima. O nome consciência, para nós, neste momento, nesta situação, refere-se à expressão insciente. Então, a consciência é substituída pela insciência, resultando em inconsciência. Pois, relaciona-se aos fluxos de energia do corpo, garantindo o equilíbrio de todos os órgãos, células, todo o corpo, enfim.
No âmbito acima deste processo consciencial, vem a subconsciência, que é nada mais, nada menos, do que um processo de fluxo de memória não consciente e especificamente não orgânica. São informações e o direcionamento dessas informações através dos fluxos de selidência ressonante, que são as ressonâncias dos centros de energia. Isto quer dizer que resulta em vórtices de ressonâncias predominantes que agem absorvendo energia cósmica, associando às células e transferindo as informações advindas de Éfler para formar o que chamamos de eixo ou tronco consciencial;
Na ponta deste tronco, surge “acima”, sem uma direção geográfica, mas no processamento, surge a consciência, resultante das ressonâncias do subconsciente. O subconsciente processa as relações trazidas da consciência bem como as necessidades intercambiadas vindas do inconsciente.
Desta forma, há um fluxo entre o inconsciente e a consciência. O subconsciente se subdivide em processos seletivos das relações entre a experiência, o aprendizado, as imposições das referências aprendidas e as contradições das necessidades suirsômicas advindas do inconsciente, trazidas do insciente, advindas das ressonâncias siloefléricas, de onde se somam as rotas, a existência Kalamatsana. Acima da consciência, há um iceberg invertido, há a exociência, adormecida na humanidade. Pois, essa exociência representa mais de 90% do eixo consciencial. Entende-se, pois, que o iceberg mostra uma ponta. Essa ponta é a consciência, 5%. O que está no caso do iceberg, abaixo, é a exociência, mais de 90%. O restante relaciona-se à inconsciência, à insciência e ao subconsciente. A vida existencial humana acontece quando ele adormece. Esta questão, então, nos traz a seguinte noção: é preciso e é possível ampliar-se para a exociência, a consciência. Então, os processos de meditação silociente estão relacionados a essa ampliação. Ela deve se dar por meio de treinamentos e compreensões. Treinamento, porque a consciência depende do corpo. E as concepções são os espelhos mentais que podem ser interassociados. Como não é um processo em franco desenvolvimento na humanidade, ela relaciona-se a um processo lento, calmo, mas que avança. É preciso que se compreendam alguns pontos daquilo que por anos vimos repetindo: é preciso confiar em si. É preciso descobrir em si a sua fonte incondicional do amor. Sendo mais direto: é preciso amar, confiando em si. A primeira consequência, como todo processo refere-se a si, não é o egoísmo, é o altruísmo. É aprender com os outros, desde que quando se vem a esse mundo. O amor é a essência que proporciona essa possibilidade. E há de ser a que expande a realidade para esse nível. Ao mesmo tempo, há de ser a que conclui essa expansão, quando da deduplinação. E, quanto mais se conseguir essa expansão aqui, na dimensão bariônica, mais se alcançará, por intermédio do amor, na dimensão de Mágnem, a dimensão dos “espíritos”, a dimensão Intai. E a expansão Intai se dá de duas formas: quando o ser Intai é altruísta enquanto Intai, criando ou participando das instruções e das viagens Aintai na exociência. Ou, de outra forma, quando o ser Intai necessita se desenvolver, então, ele vai duplinar, para tentar conseguir compreender a si através das instruções com o ser benevolente Ranamás. Esse ser tem a sua importância tão extensa, que é ele que deve fazer a junção entre Surdjai e Suirsoma. O suirsoma é aquilo que ele combina com o ser Intai em sua transição para o mundo material. Suirdjai é aquilo que o ser Intai, o “espírito”, precisa para ser ele autônomo, independente e desenvolvido no universo, na existência, nas rotas, em todas as suas transformações, em sua projeção existencial, chamada de Kalamatsana. Desta forma, o ser Ranamás irá juntar as coisas e para isso há um poder na natureza, um poder como a chuva, como o vento, como o fogo, como as ligações entre as moléculas, entre os átomos, entre os núcleos, chamada de tehili. As forças tehili são forças desconhecidas da ciência humana, mas conhecidas da experiência de viver a vida. Porque são todas aquelas coisas que acontecem para lhe ajudar a viver. São todas aquelas forças da natureza que lhe impõem sobreviver, ou voltar para o ambiente de Mágnem. Esses fluxos estão na essência do eixo consciencial, relacionados a uma outra força tehili, a mais poderosa de todas, chamada de amor incondicional. Assim, o amor incondicional é uma força tehili. Então, juntemos as coisas. Se você confiar, se você encontrar o amor, se você dividir este amor, ele se multiplicará. Ao se multiplicar, você irá cumprir a ligação feita pelo seu Ranamás entre as forças tehili, o seu Surdjai e o seu Suirsoma. Paz e Amor. Agradecemos.
Agradecimentos por mais um encontro. Apresentação do Celso e retorno de André e Amanda.

NA: Igualmente agradecemos e parabenizamos ambos, Xxxx e Xxxx, pelo sucesso das suas jornadas. Seja bem-vindo ao nosso encontro. Paz e Amor. Agradecemos.

Grupo: Conversando sobre os exercícios, surgiu dúvida sobre a respiração alta, se pode ser pela boca, nariz.
NA: Tanto pode ser pela boca ou pelo nariz. Não há uma regra. A questão é mental. Chamamos do que você chama de respiração alta, nós chamamos de expansão, que é a respiração abdominal, e a ausência dela diminui, dependendo da pessoa, até 80% da sua capacidade de absorver o prana.

Grupo: Diminui com a respiração abdominal?
NA: À medida que você não tem a respiração abdominal, pois a relação de expansão é tridimensional, ela é o cubo do volume do pulmão, mais as transferências celulares e a respiração da pele, que ela aumenta com a respiração abdominal. Quando é pequena, a absorção da essência das energias cósmicas diminui consideravelmente. Assim, chamamos de respiração alta, o desvio da tensão para a musculatura vocal. Na maior parte das pessoas, impede que ela fique gerando diálogos mentais.

Grupo: Queria falar que esse encontro de hoje foi uma coisa impressionante. Fechou ou abriu muita coisa. Tudo parece que teve começo, meio e fim. Esse entendimento. Queria agradecer.
NA: Igualmente agradecemos. Ficamos empolgados. Agradecemos.

Grupo: Quanto trabalho vocês tiveram para a gente, com a gente..
NA: Nenhum, estamos com os seres humanos há milhares de anos.

Grupo: Questão particular. Sonho que tive, que parece que foi contato. Estou certa?
NA: Certa.

Grupo: Grata.
NA: Igualmente agradecemos.

Grupo: Quero agradecer pelo acompanhamento de vocês ontem no meu processo, e o Xxxxx, que já frequentou o grupo, quer uma mensagem para essa situação que ele está vivendo na comunidade, de opressão, tensão, violência, e perda dos direitos humanos. Pediu uma mensagem.
NA: Paz e Amor. “Caro irmão, quando se olha no espelho, parece que o outro faz a mesma coisa. Porque parece? Porque quem pensa, sente, é você. E essa diferença parece não ser contestada. Mas, não é percebida. Porque simplesmente não se pensa. Quando se está diante do outro, tanto a diferença é ela própria, quanto as respostas são também elas próprias, ambas resultado da diferença entre um e outro. É preciso compreender que o movimento de um interfere na concepção e na reação do movimento do outro. Se um ficar parado, o outro irá reagir até parar. Não é uma tese. É uma consequência da lógica biológica. Ou seja, em si, ela é bio-lógica, trazendo para a sobrevivência reações previsíveis. Quando se tem uma reação previsível, a tendência é a vitória do mais forte, porque é a sobrevivência bio-lógica. O sentimento e as emoções podem estar mais próximos da ideia de que há equilíbrio na natureza em contrapartida às leis dominantes dos dominantes. Por exemplo, a lei do mais forte. O mais fraco deve encontrar uma compensação neste equilíbrio. Então, ele pode se utilizar do amor. E encontrar soluções aonde o amor indicar. Entregar algo que não se receba é deixar que aquele que supostamente esteja entregando não consiga entregar. Então, o objeto da entrega é devolvido como a imagem no espelho. Entretanto, da mesma forma que no espelho, quem entrega e não é recebido, se transforma na fonte do espelho. E quem não recebeu é a consciência, é o mais fraco, o ponto de equilíbrio. O equilíbrio é a sabedoria, é a paz, é o amor, é a solução da não-agressão, é o inverso do inverso, é o reverso, como já associara nossa irmã, Maria Luíza Ramos. A essência daquilo que se dá como troco deve partir de uma não preocupação, uma reformulação na capacidade de reagir por intermédio do amor. Assim sendo, Paz e Amor.

Grupo: Como já disse, xxxxxxxxxx sai de viagem, queria reforçar, a viagem delx é também nossa, porque a gente muda, tem desafios aqui que temos que enfrentar e superar com a ausência física dela. Desafios de equilíbrio, desafios de amor, mesmo, entre a gente que fica, com ela que vai, dela lá também, desafios que ela vai enfrentar, a gente se lança em algo desconhecido. Falando isso para pedir para acompanharem. Vocês têm a permissão do diálogo com a gente, da convivência com a gente, acompanhamento não só dela lá, mas da gente aqui também.
NA: Agradecemos a confiança. E já antecipadamente já acompanhamos. O amor é a essência do nosso acompanhamento. Que seja uma bela experiência. Paz e Amor.

Grupo: NA, muita gratidão que tenho pelo acompanhamento na jornada.
NA: Igualmente agradecemos, e continuaremos. E estamos sempre acompanhando. Igualmente assim será com xxxxxx, referindo-se ao Xxxxx. Esse é o campo vibratório do amor.

Grupo: Você se referiu à minha mãe. Foi um sopro dela aqui no encontro?
NA: Não, foi uma referência mesmo.

Grupo: Nessa ressonância amorosa, queria dar um testemunho, de tudo isso que a gente está descobrindo, a vida ganha um sentido tão novo, tão refrescante, de tanta coisa que se pode descobrir nessa vida, não sei se é real aqui, porque não sei o que vivi antes. Não imaginava que havia tanto a se aventurar nessa Terra. Queria agradecer do fundo do coração.
NA: Igualmente agradecemos, e pense, agradeça também a si, pois você descobriu e vai descobrindo, cada um vai descobrindo da sua forma e tentando associar e crescer ao seu modo e respeitando a si mesmo ou a si mesma. O amor é a essência, o amor é o alvo, o amor conduz em seu ser, mas por intermédio da sua consciência. Se você não agir, continuará como estás. Assim, não temos parte nesta parte.

Grupo: Fiquei com dúvida quando falou sobre os cristais. E se ele tiver quebrado uma parte, poderia deixar num mato, etc. E se outra pessoa achar esse cristal? Ele já não tem mais essa ressonância. Vou deixar no mato, e se outra pessoa achar e pegar para ela? Como que funciona?
NA: Começa tudo.

Grupo: Pois é, mas é como se ela tivesse achado um novo cristal?
NA: Não, ele está quebrado.

Grupo: Mas ele vai funcionar para essa outra pessoa?
NA: Em parte. Mas ela está vendo que está quebrado.

Grupo: Mas é tão pequeno o pedaço quebrado. Não sei se ela vai ver.
NA: Então funciona.

Grupo: Para mim ou para ela? Para ela, né?
NA: Certamente. Para você não.

Grupo: Porque praticamente todos os cristais que eu tenho vieram do mato.
NA: Todos vêm do mato, a terra é um cristal. Pois é, a mente, a pessoa, a consciência, a exociência são os processos que atuam no cristal, fazendo entrar em ressonância. Quando ele se rompe, quando está com você ele quebra todos os níveis de ressonância que você construiu nele. Então essa quebra o torna inviável para o seu campo de energia. Se outra pessoa pegar e o cristal não estiver muito danificado, é como se achar um celular que ainda funciona. Vai funcionar mal, mas ainda funciona. O cristal é um objeto com uma vibração estável que depende da sua estrutura, das moléculas formadas no seu interior, dos átomos, como eles se posicionam. A ressonância resultante se aproxima da ressonância de vibração da ressonância humana. Por esse motivo, é possível colocar este cristal em ressonância. É um nível de ressonância muito baixo, que mantém aquela ressonância enviada para ele. Pode ficar muito tempo, ou pouco, dependendo da estrutura atômica da formação desse cristal.

Grupo: Quero agradecer pelo evento, que domingo deu tudo certo, que eu passei várias fases, do apavoramento ao medo. E fui passando até me encorajar, e no final deu tudo certo.
NA: Assim seja. Confie e todas as forças tehili irão conduzir àquilo que o seu suirsoma necessita.

Grupo: E sábado estou contando com vocês também.
NA: Estaremos juntos. Agradecemos.

Paz e amor. A luz da existência interior de cada um, a luz das noções que se têm de si, esta luz é a consciência. Ela pode agir com certa autonomia, mas também pode aprisionar mais o ser já confinado. É preciso buscar o desenvolvimento de si. É preciso encontrar em seu ser força e o amor, baseando-se em sua confiança em si, na vida, na existência. Nada é à toa, sem sentido. Toda a desorganização, toda a entropia, faz parte de um processo de transformação, e assim o equilíbrio se transforma em habilidade. Equilibrar-se na vida, por intermédio de um encontro entre a sua consciência, a sua confiança em si com a sua luz de amor, íntima, que poderá transformar a si, ou mesmo a própria humanidade. Confie em seu ser, em sua luz. Confie em seu amor, e associe-o a tudo que fizer. Irá sempre encontrar as melhores respostas, mesmo que elas estejam engajadas em seu suirsoma, o que significa que certamente algumas dificuldades serão suirsoma. E em algum momento irá se desenrolar, irá se resolver se você confiar em si, em sua luz de amor. Paz e Amor. Paz e Amor.