Encontro Semanal

Trilas: os cristais dimensionais

Muitas vezes, se diz sobre algum aspecto das dimensões físicas, donde se compreendem algumas razões de a natureza se mostrar por meio daquele que se vê em meio às dimensões. Diz-se: “é a natureza”. Por exemplo, quando se lida com objetos físicos o tempo todo, também é uma experiência multidimensional, porque além das dimensões físicas, está-se presente na dimensão de Guion. Nada de mais, pois é assim a natureza. Você já está acostumado em lidar com as multidimensões. O seu pensamento não é um objeto da terceira dimensão. E, desta forma, precisará de uma interface entre as dimensões envolvidas e podemos citar algumas: as três dimensões físicas, o tempo, a dimensão de Guion, a dimensão de Ídar, e outras dimensões que envolvem toda a compreensão, produzindo interfaces dimensionais. Há mais imaginação do que verdadeiramente experiência física dimensional, o que contradiz o que acabamos de dizer, pois, todas as dimensões necessárias estão presentes, e são parte do fluxo de energia e de filergia interdimensionais. É preciso que se naturalize a ideia mítica de uma dimensão exclusivamente estranha e fora de contexto. As dimensões encontram-se integradas na experiência corporal, nos ambientes físicos e não físicos. De alguma forma, é possível que se perceba cada uma das interfaces integradas em seu corpo, em sua mente, em seus sentimentos, compreendendo-se que exaustivamente o organismo físico participa de todas essas dimensões. Há muito o que se compreender sobre as dimensões no âmbito da ciência construída pelos humanos. Não se pode dizer que há falhas no chamado método científico, mas, pode-se perceber nitidamente que é preciso expandir, especialmente expandir a compreensão sobre o que é ou não é das dimensões físicas ou não físicas. Mas, até que se expandam, muitos horizontes irão se desdobrar, aumentando as probabilidades de se encontrar novas formas de investigação. A humanidade, entretanto, não se limita apenas aos conceitos ou encontros de sua ciência. Mas, especialmente, de sua insciência. A inconsistência no relacionamento consigo forma um grande abismo e esse abismo se amplia na medida em que se nega a encontrar a força interior do seu amor incondicional. Muitas vezes, percebemos que os seres humanos fazem brotar interrogações quando dizemos que em todas as instâncias do nosso conhecimento, o amor encontra-se associado como se fosse também uma via de sabedoria. Pois bem, é uma via de conhecimento e sabedoria, pois, reconsiderações a respeito da natureza podem fazer grande diferença, especialmente, quando e enquanto a humanidade se mantiver estagnada e pouco relacionada aos fatores auto-destrutivos mais do que conscientes de grande parcela dessa humanidade. Então, não se trata, aqui, de expor as dificuldades ou tais limitações. A verdadeira face encontra-se em sua insistência ignorante em manter-se fiel à violência e à necessidade de domínio. Esse fator mais atrai opositores “universo afora” do que ajudas clarividentes para se antever os destinos humanos. Então, as dimensões da experiência humana também se baseiam em interfaces, interfaces essas corporais, mentais, criativas, ou de qualquer âmbito da experiência não física. Melhor esclarecendo, talvez, objetivamente mais referente á chamada experiência “espiritual”. Não há dilema entre o físico e o não físico. Pois, as suas propriedades encontram-se unidas na mesma raiz existencial. É preciso ampliar a si para fora da necessidade materialista e material; materialista como fundamentação e material como auto-limitação perceptiva. Entre as dimensões, acontecem milhares de fenômenos. Esses fenômenos são desconhecidos da consciência, mas são conhecidos na exosciência e no trânsito insciencial da superconsciência, assim como na experiência do ser Intai, o ser espírito, como compreendido por várias nações humanas. É algo a ser superado o mais rápido possível, pois, enquanto alguns se paralisam interrogando se existe isso ou aquilo, praticam fielmente a negação de sua própria existência. Enquanto alguns tentam acumular cada vez mais, não percebem que as dimensões se comunicam como uma balança equilibrando: o que falta em um lado, sobrará em outro, e o que excede em um âmbito será escassez em um outro âmbito. É sempre necessário compreender, mais profundamente, equilibrar-se. No equilíbrio físico, há também o equilíbrio não físico. E os campos eletromagnéticos, eletrofi, fi, eletrostáticos produzem relações consequentes entre físico e não físico, de maneira que o que é se sustenta no que não é. O que pesa de uma forma inverte em outro âmbito, em empuxos ou em gradações gravitacionais invertidas. A existência não é unilateral. Ela é multiexperimental, multialcançável, multitranscendental. Por isso, o pensamento organizado unido à força da confiança produzem efeitos físicos e movimentam forças inigualáveis, muitas vezes inversamente proporcionais. Quanto menos força, mais potencialidade de equilíbrio. Quanto menos recurso, mais acesso às áreas da intimidade e da sabedoria. Entre as dimensões acontecem fenômenos como as trilas. As trilas são resultado do atrito causado pelas interfaces dimensionais. Elas reforçam tanto os níveis de energia quanto de filergia, trazendo um aumento de proporcion,alidades dimensionais. Por exemplo, a vontade conecta mais grupos de memória e por isso pode criar facilmente relações mnemônicas e, ao mesmo tempo, força de vontade. A chamada força volitiva é entendida como capacidade de produzir o equilíbrio. O equilíbrio é a máxima forma e alcance para se aproximar do seu eixo essencial, o eixo consciencial, o eixo mais proximal das forças tehili, a expressão potencial do amor. Muitas vezes, a expressão amor leva a frivolidades contraditórias em função de buscar afirmações prontamente resolutas em relação aos conflitos sentimentais. Os sentimentos produzem dimensões específicas. Iremos aludir mais em outros momentos. Mas, é preciso que se compreenda que todos esses âmbitos expostos por nós tendem a contribuir com a compreensão, cada um de si e de sua própria forma de ser. Quando expomos, por exemplo, alguns exercícios, às vezes, a falta de persistência ou, sem expor de uma forma negativa, a falta de ligação consigo pode trazer efeitos ou falta de efeitos em seu ser. Alguns exercícios estimulam parte daquilo que deve ser estimulado ao longo de algum tempo. Por exemplo, ao falarmos da glândula Pineal, interessa-nos menos as explicações que margeiam a ciência humana, que tenta atribuir funções e relações diretas e unívocas com os efeitos orgânicos, etc. Ora, entendamos que mais aludimos à complexidade atingida quando se confia. Não é possível discorrermos horas e mais horas sobre as funcionalidades orgânicas, frequentemente divergindo, não do conteúdo, com a ciência humana, mas com as concepções, as formas de se compreender e de se levar mais a fundo as pertinências dessas experiências. Por exemplo, ao aludirmos a situações em relação à consciência, possivelmente muitos não atingem a compreensão da complexidade, gerando simplismos. Entretanto, e ao mesmo tempo, transformando a experiência em si em algo mais complexo. É possível que se compreenda isto que estamos dizendo por meio de uma analogia com os discos de cera e as suas cópias em vinil, em que o som é jogado para a cera na vibração resultante pela natureza construída. O disco, que é uma cópia invertida, irá produzir o mesmo som absorvido e desenhado na cera, e transferido para os instrumentos tecnológicos. Ou seja, em resposta ao gravado pela natureza. A analogia reside em que quem produz a complexidade é a natureza. Quem reproduz os efeitos dos sistemas naturais são as interfaces. Então, dessa forma, o pensamento lógico é insuficiente, assim como o exemplo da linguagem para recriar a complexidade da natureza. Muitas vezes, é preciso deixar o rio levar, pois a correnteza irá naturalmente desenhar a complexidade, e aquele que é levado terá a sua experiência reproduzida em sua interface, que é o seu corpo, o seu ser, a sua memória, a sua consciência. A interface complexa das dimensões pode ser percebida pelas trilas, que são expressões do atrito entre a energia e a filergia, gerando campos nanogravitacionais, que são, essencialmente, as experiências dimensionais em cada um. Elas geram respostas desta natureza, criando as formas de acesso entre o ser insciencial e o ser existencial previsto em sua consciência, na experiência corporal. Tudo é complexo, mas a experiência é a simplicidade de vivê-la. A importância das trilas é a percepção dos chamados cristais dimensionais. Quando abordamos as luzes de interação, quando expomos sobre os halos dimensionais, sobre a dimensão de Ídar, a dimensão de Guion, que é a sua própria consciência, a exosciência, parecem, a priori, fora de contexto da experiência atual humana, em sua prática de viver a si. Pois, todos que passarem a compreender cada uma dessas questões, irão perceber que o egoísmo, que a violência, a inveja, a intolerância, etc., etc., não fazem sentido pois, os elos conscienciais são profundamente relacionados ao amor incondicional. E é preciso que se compreenda que essas expressões expostas, que podem elas parecerem complexas, complicadas, e realmente são, mas, são essenciais para que se compreenda que a violência, a dor, são frívolas. Elas precisam transformar a experiência de cada um de uma forma mais verdadeira, enquanto as relações ambientais e dimensionais ainda permitem que as transformações possam ser feitas por cada um livremente, volitivamente. Estamos buscando formas de contribuir expondo conceitos que já deveriam ter sido descobertos e não foram por questões dos domínios dos poderes egoístas voltados apenas para o objetivo financeiro ou de poder de alguma espécie. Não estamos conduzindo a revoltas ou a alguma coisa no âmbito da construção das experiências humanas. Estamos buscando aquilo que mais está em seu poder: a sua própria consciência, o seu próprio desenvolvimento, pois, na medida em que alcançarem as possibilidades de seu próprio ser, toda violência, toda dor, toda ignorância irá se dissolver em compreensões mais profundas de equilíbrio, trazendo a sua potencialidade à luz do amor. Não que especificamente não façam, mas muito pontualmente encontram-se nessas possibilidades. É possível e é preciso ampliar-se, acessando as pequenas experiências de aproximação. Esse é o estágio em que começam a surgir como possibilidade os chamados cristais dimensionais. Eles se manifestam como faíscas fortuitas, como clarões, como súbitas impressões. Há muitas formas de se compreender as trilas dimensionais. Elas são importantes porque pode ser o início do acesso mental a ser buscado, cada um de sua forma. As sutilezas dessa busca podem ser uma forma de impedir a continuação. Por isso, aprender a ser persistente, a buscar em si as suas manifestações sem dobrá-las às inquisições de uma ciência falsa, que vende sem resultados positivos dentro de cada um. Então, confie em sua força íntima, confie em seu ser. Busque conscientemente reconhecer as manifestações e sugerimos que digam para si, para seus familiares, para aqueles que confiam, para que possa não entrar em “parafusos mentais”, ou seja, em confusões que no final das contas poderão ser entendidas pelos outros de forma distorcida. Por isso, é preciso uma seriedade interior, e de uma forma mais leve, e comprometida consigo, não com os resultados ou expressões alheias, mas é bom que se reflita, é bom que se criem expressões. Expressões de reconhecimento, pois não é um caminho longo, é um caminho lento. O caminho pode ser curto, mas é lento, porque depende do seu reconhecimento. Reconheça as etapas, simplesmente. Por exemplo, as luzes de interação são cristais dimensionais. Observe-as, aprenda consigo. Não é possível alguém lhe ensinar como percebê-las. É uma manifestação da interatividade do seu ser insciencial com o seu organismo físico, o seu corpo. Todo o conhecimento que você tem sobre o seu corpo irá se encaixar nesses conhecimentos que estamos expondo sobre o seu ser. As suas células se comunicam, mas a sua consciência precisa se sensibilizar com isso. Como? lentamente, tranquilamente, pouco a pouco, elas irão obedecer ao seu ser. Neste aspecto é que quando se diz amor, está se conectando à essência potencial existencial construtiva da existência Kalamatsana. Cada uma das expressões que usamos, usando linguagens antigas para desconectar os estereótipos, trazemos possibilidades de rever como se pensa, como se sente. Só você em seu ser terá consigo essa possibilidade. Atente-se a elas. Elas são um caminho não distante, mas um caminho lento das dimensões.

Entre elas o exercício agora é perceber as sutilezas das trilas. Elas são resultados da interface multidimensional, como, por exemplo, a sua mente pensante fisiológica e a dimensão de Ídar. Por exemplo, o seu pensamento. A dimensão de Guion e os halos dimensionais, como Csie, que são manifestações do seu ser. Portanto, a dimensão, a interface da experiência dimensional de uma forma geral. Paz e Amor. Paz e Amor.

Grupo: Posso falar que esses exercícios, a percepção das relações multidimensionais em que a gente está inserido, e toda essa trama simplética das dimensões do pensamento, de Ídar, e todos os efeitos que essas dimensões trazem para o nosso organismo e para a nossa vida aqui. Isso seria uma tradução que seria esses cristais dimensionais?

NA: Isso, considerando que na medida em que compreenderes com naturalidade, isto quer dizer, com sintonia com a natureza, algo que se busca muito na própria humanidade. Mas a sintonia em seu ser, em seu alcance, ao fechar os olhos, tem-se os chamados salões de Lambda, em que se encontra sem uma visão nítida, mas quando abres os olhos, também há outras manifestações inclusive visuais, capazes de demonstrar essas dimensões, como é o caso do halo Csie, que é preciso ser visto e verás as trilas. Fatalmente, se abrires os olhos em ambientes escuros, as trilas acabarão por serem percebidas. Elas serão faíscas, clarões súbitos, e outras manifestações visuais, auditivas, táteis, etc. Isso acontece porque todos os sentidos se conectam intimamente aos sistemas de sistemas de paridade. Como isso é testado trilhões de vezes por segundo, o que lhe impressiona são manifestações sem conexão aparente, mas, na complexidade desta natureza, pode-se perceber que há uma obediência. Essa obediência que surge da confiança ramifica-se complexa e extensa, e profundamente, de maneira que depende da sua experiência. Se não persistir, se não se estimular, tudo estará “chapado” como sempre, como se nada existisse, talvez nem a sua própria mente. É uma dúvida coerente da impressão pouco exercitada. Entretanto, em algum tempo, essas manifestações serão naturalizadas, absorvidas pela sua compreensão, e muitas habilidades irão surgir espontaneamente, pois, já existem em seu potencial orgânico.

Grupo: Existem grupos humanos já mais desenvolvidos em relação a essas habilidades?

NA: Poucos, mas existem sim.

Grupo: Notei, nas últimas vezes, uma mudança no padrão das luzes de interação. Isso pode acontecer?

NA: Sim.

Grupo: Eu fico, numa atitude humana, comparando um padrão com outro, se é mais, se é menos, por que que mudou… Tenho que preocupar com isso?

NA: Não. Continue buscando. O que a sua mente irá lhe mostrar não quer dizer que esteja te revelando significados, mas a diversidade das associações que vão gerando formas e cores específicas. Busque interagir. Posso propor um exercício que pode ser feito usando incensos, sem nenhum significado, mas busque algum que lhe ajude. Acenda-o e mantenha-se a uma distância de 1 a 2 metros, num ambiente sem corrente de ar. Possivelmente, um lugar fechado. Dentro desta possibilidade, a fumaça será a expressão proximal do ambiente das correntes de ar. Então, saiba, os seres Intai e outras manifestações podem se comunicar ou se expressar por meio das vibrações de ar, formando correntes de ar. Invariavelmente, ao lidar mentalmente com a forma da fumaça, e utilizando transfissomas, que são as mãos, você irá sentir uma correlação entre esses movimentos e os movimentos da fumaça. Se a fumaça produz alguma reação (alérgica?), use velas e observe a reação do calor acima da vela. É uma experiência de muita sutileza, mas irá confirmar por si a influência da sua mente sobre a fumaça, os desenhos e as respostas. Não quer dizer que seja uma correlação de 100%, mas no mínimo de 30%. Irá perceber, com clareza, que movimentos que você imagine ou faça sutilmente com as mãos, a fumaça irá responder. Exercícios como estes podem com o tempo reforçar e ensinar como movimentar a mente em relação aos objetos.

Grupo: Faz primeiro com o incenso e depois pode fazer com a vela? É isso?

NA: Com qualquer um. O incenso, ele é mais fácil de visualizar porque tem uma fumaça.

Grupo: Voltou a falar da Pineal. O que diz do Timo?

NA: O timo forma com a pineal uma relação direta com a experiência da sensibilidade e as ligações de memória exoscientes, de experiências fora do corpo. Criam associações diretas que são importantes. Muitas vezes, quando se diz acerca de uma estrutura orgânica, é preciso que se amplie pois, nenhuma dessas estruturas funciona sozinha ou com poucas relações. Então, cai-se em uma espécie de designação exclusiva para alguns fatores. Por exemplo: “a pineal relaciona-se à mediunidade”. Não é bem assim. É preciso considerar muitos outros fatores, principalmente, por exemplo, o sistema endócrino e o sistema imunológico como um todo.

Grupo: Muito grata.

Grupo: O exercício do halo, ele pode ter alguma influência na exosciência?

NA: Com certeza. Tudo relacionado à consciência, relaciona-se também a todo eixo consciencial. Desta forma, também à exosciência.

Grupo: É porque, nas primeiras vezes que fiz o exercício, tive sonhos muitos reveladores. Depois, à medida que fui continuando a fazer, eu tenho dormido um sono muito profundo e não estou me lembrando de nada. Eu nunca tive isso. Sempre lembrei dos meus sonhos

NA: Está relacionado com suas próprias questões. Dialogue consigo, buscando encontrar-se nos seus sonhos. Irá obter respostas surpreendentes, pois essa já é uma resposta. Mas, não se estabeleça com tanta veemência, não é? Mas, sim, observe, como estás observando. Mas, não diga que não sonho mais,

Grupo: Não, só não estou lembrando mais.

NA: Não diga. Diga: não lembrei. Não lembrei, quer dizer, daquilo, daquele momento. Amanhã pode ser diferente.

Grupo: Fiz algumas vezes, bastante, o exercício do halo. E eu também tive sonhos. Um que me impressionou muito foi que tinha uma nave caindo e eu entrei dentro dessa nave, olhei para o piloto e, quando ele tirou o capacete, era uma mulher com um olho muito diferente, muito triste, já sabendo que ia morrer na queda, e ela caiu dentro de um lago. Eu fiquei muito impressionada com esse sonho porque foi muito real. Isso é real?

NA: Isto é real. É a sua mente. Os sonhos transmitem experiências, mesmo que sejam efetivamente somente sonhos. Mas especificamente, você abriu uma janela na sua mente, você abriu uma porta, você abriu um espaço. O mergulho é uma transformação. Não foi a morte, mas um encontro.

Grupo: Muito grata. Mas, tenho uma outra visão que, depois que comecei a fazer todos esses exercícios, vem muito constantemente. É um clarão, com um buraco negro no meio, tipo uma bolacha. Isso vem constantemente quando estou fazendo os exercícios do ciclorama. E teve um dia, um pouquinho antes de acordar que, não sei se estava dormindo ou acordada, tinha vultos de pessoas. E quando eu olhei, as pessoas estavam me olhando desse buraco. E elas apontaram, todas apontaram em direção ao buraco, como quem diz assim: Vai por ali.

NA: É isso aí! Está bem claro., não é? Não tenha medo e sinta, observe se há movimentação, e essas movimentações são naturais. As luzes de interação criam halos que são halos no sentido circular, mesmo, que podem preencher esse buraco, ou, ao contrário, abrir. Mas, na medida em que ele se expressa, ele está demonstrando esse nível das comprovações da sua mente, dos testes, não é? É isso. Faz parte, plenamente. Observe bem. Aprenda como a sua mente se comporta. E passe a dominá-la. Dominar quer dizer atribuir à sua vontade, os efeitos, pois, o sistema de paridade está sempre, sempre 100% do tempo, ativo. E essa demonstração paritária é como se você, olhando de fora, e dentro de uma casa, alguém com a luz acesa está trabalhando, então, você pode compreender que você está próxima desta manifestação, que é o seu sistema de paridade. Nós falamos que ele encontra-se disponível em todas as suas estruturas orgânicas, mentais, sentimentais, que você pode aprender a compreendê-los, observando e tentando influenciar. Você pode, por exemplo, sugerir uma outra cor. E essa mudança é uma resposta paritária desse sistema, por exemplo.

Grupo: Esse nome que vocês deram de cristais dimensionais tem a ver com cristal?

NA: Não, tem relação com o efeito visual que se assemelha a gemas de cristais, pequenas. Ele dá uns brilhos, umas mudanças repentinas, rápidas que são as trilas. Elas têm uma função importante no desenvolvimento.

Grupo: Seriam uns pontinhos bem brilhantes?

NA: Isso. E rápidos e esporádicos. É muito

Grupo: Eu vi um no início.

NA: Isso. É muito frequente.

Grupo: Eu achava que era prana.

NA: O prana manifesta de uma outra forma. Não usamos a expressão “prana”, porque ela se confunde. Mas, o ambiente dimensional físico, ele é todo segmentado, porque a distribuição de temperatura influencia na parte da densidade do Magnem. Então, é preciso uma outra designação. Os campos eletromagnéticos são muito irregulares, e interferem na compreensão do que seria o prana. Mas, entendemos o prana como associado às moléculas de oxigênio.

Grupo: Em meio à natureza eu tenho mais facilidade de ver, perto das árvores. Vou aproveitar e fazer um pedido que o Xxxx mandou no grupo. Pediu para acompanhar uma amiga que foi internada, fez uma cirurgia e deu uma complicação. É Xxxx X xxx.

NA: Agradecemos a oportunidade, estamos acompanhando.

Grupo: Essas luzes de interação são possíveis de serem vistas em outros momentos?

NA: São. Podem ser visas de acordo com cada um. Podem ser vistas como manifestações mentais, ou táteis, ou sonoras. Tudo no âmbito cerebral.

Grupo: Queria fazer dois agradecimentos. O acompanhamento e a presença de vocês na apresentação de domingo, que foi maravilhosa. Agradeço muito.E também na vida da Xxx na Zzzzz, que tenho certeza que foi bem significativa para ela. E gostaria de saber sobre a passagem da YYyyy, que deduplinou essa semana. Queria de saber como foi a entrada, como ela está, se está tranqüila e transmitir o meu amor a ela.

NA: Peço a permissão para entrar em seu campo…. Primeiramente igualmente agradecemos pois a realização de um grande projeto projeta para o futuro grandes realizações. Não é um pleonasmo, é simplesmente a força do ciclo Tehili. Ela está assustada com a situação, mas é frequente e normal. Ela tem o atendimento.

Grupo: Transmita para ela meu amor. Desejo pra ela fique tranqüila e aceite a situação.

NA: Irá aceitar sim, agradecemos a oportunidade. Transmitiremos. Paz e Amor.

Grupo: A XXXXX também pede uma mensagem e faz 2 perguntas com relação ao que ela está passando com a família dela. O que ela pode fazer para lidar com a questão do conflito da família. Por que esse conflito vem há tanto tempo na família? Se há uma razão maior com a qual ela possa saber lidar.

NA: Paz e amor. A formação familiar Aintai, muitas vezes, guarda relação com as famílias Intai, ou seja, “os encarnados às vezes se relacionam com os desencarnados”. Ou seja, é muito frequente que questões acontecidas em determinado momento, em determinada “vida”, sejam motivos para que se mantenham juntos. Muitas vezes, isso pode ser percebido pelo tipo de conflito cíclico e profundamente extenso, gerando consequências complexas, redes e, às vezes, divididas. A experiência Ranamás traz propostas para que estes se entendam. É preciso uma maior intimidade para que isso aconteça. Às vezes, por meio de um casamento, ou da geração de um filho, as soluções possam surgir sendo levados pelos caminhos propostos e, por incrível que pareça, às vezes, em reuniões prévias no mundo “espiritual”. Muitas vezes, não é adequado expor essas situações porque elas parecem não ser compreendidas quando demonstradas para esses mesmos familiares. O melhor é que se compreenda à luz do amor. O amor é a balança, é o ponto de referência para que se compreenda. É preciso desapegar das dores antigas, muitas vezes expressas nos rancores infantis, por meio das injustiças de cada experiência. É muito frequente também que esses grupos tenham vivido experiências de dor, de agressão, mas não se conheciam antes. Então, se traz para a família como forma de ajuda. Mais uma vez, se propõe que se traga à luz da compreensão familiar o amor como referência, pois não há como dissociar as propostas dos Ranamás. Confie, confie, pois, eles sabem que esta alternativa congraçada entre os familiares talvez seja a forma mais rápida, mais eficaz de perdão. Mas, não se pode perdoar sem saber por quê. Mas, novamente, não se pode saber por quê. É preciso abrir o coração, libertar o sentimento obtuso, libertar a impressão negativa para que ela se dissocie por si. Para isso, convide em reuniões, que possam ser abertamente devotadas ao amor, e não a lavar as roupas sujas. Esqueçam as roupas, elas não servem mais. Paz e Amor.

Grupo: tenho uma amiga que faz aniversário amanhã, que está passando situação complicada. Uma mensagem. O nome dela é Xxxxx.

NA: Caríssima irmã, somos desconhecidos, mas conhecemos a sua história. Não tema a si, não tire de si a sua referência. A sua referência, aquilo que você precisa, o amor, a essência do amor incondicional. Não se debata contra as luzes desse amor. Esse amor não é uma pessoa externa, mas a sua força interior. O reconhecimento de si, por si, para si, quando se sente em situações, sejam elas que levem a impressões negativas, distorcidas, e mais impressivas sobre si. Muitas vezes, se culpa determinada referência, que leva a doenças, a inseguranças, mas saiba, que simplesmente podes vencer e superar dentro de sua própria luz, a sua luz de amor. Saiba que reconhecer essa situação pode lhe trazer surpresas sobre si mesma. Compreenda, avance. Paz e Amor. Agradecemos.

Grupo: Tenho um aluno que está passando um momento chato, e trouxe uma garrafinha de água para você energizar, por favor, para levar para ele.

NA: (Pegou a garrafinha.) Paz e Amor. Todos aqueles que precisam do amor incondicional podem recorrer a essa força dentro de si. E a iluminação que é a emissão mental corporal de calor, de irradiação, pode produzir benefícios como a proteção, que pode produzir benefícios como o sentimento de bem-estar, porque as vibrações não só as vibrações, mas aquilo que traz equilíbrio, a sua força de vontade, que produza em seu ser habilidade de conforto, de tranquilidade que, quando se persiste, se encontra. Pois, as dificuldades são maiores dentro de si do que fora de si. Ninguém irá acessar o seu ser sem que antes perpasse pela luz do seu amor. E quando isso ocorrer, esse se transforma completamente. Quem dirige é a luz do seu próprio amor, a luz de cada um. As energias estão ao acesso da mente de cada um. As filergias são amplamente produzidas pela interação do seu ser com a sua vida. Mantenha-se forte, fortemente ligada ao seu amor. Agradecemos. Paz e Amor.