Encontro c Sh, T e Dz

Desátono e desentono de Guion

Guion é a dimensão mental. É uma dimensão específica, como pode ser verificado por cada um. A experiência mental não é única dos seres humanos. A experiência mental está relacionada ao processo insciencial do eixo consciencial. Ao falarmos sobre a mente, estamos elaborando sobre como funciona a mente humana vista sob o nosso ponto de observação. Há vários aspectos que podemos observar, como os centros de energia, os elementos da energia física que espelham no halo corporal humano, como os campos NIR. Os campos NIR representam 80% do espelhamento da energia expressa pela aura humana. Há relações diretas do ser duplinado, “encarnado”, em relação ao ser Intai, ou o “espírito”. É preciso que se compreenda que o eixo insciencial é a expressão específica do ser que é nominado como o ser “espírito”, o ser Intai. Quando este duplina, acontece uma série de processos e fenômenos físicos multidimensionais, para que seja possível a existência de uma mente projetada para cada ser humano. A experiência mental está intimamente ligada à experiência “espiritual”. De alguma maneira, há uma sequência no desenvolvimento insciencial. Essa sequência relaciona-se a momentos específicos do desenvolvimento do ser. É preciso ir melhorando a noção do que o ser representa para si e para outros seres. Há grandes experiências de interface entre os seres Intai e outros seres não humanos, tanto na forma não duplinada, quanto na forma duplinada. Estamos dizendo que há um contínuo da experiência Intai para a experiência Aintai, o ser que vive a “encarnação”. Estamos falando em linguagem dupla para aqueles que estão chegando, que possam compreender pelo menos parte do que está sendo dito. Então, esse contínuo entre a experiência física e não física, não física para a experiência física, proporciona diferentes estágios do processo mental. A mente é processada diferentemente em cada estágio. Vamos fazer uma descrição de três momentos do estado mental para que compreendam que primeiramente, a mente é a mesma Intai ou Aintai, ou seja, a mente do espírito é a mesma do ser encarnado. Segundo, há um processamento diferenciado e específico para cada um. O processo é cíclico e renovado, e há mudanças significativas de um ciclo inteiro para outro. Cada um tem o seu próprio processamento. … É a mesma, e a dificuldade de se compreender isso está em se separar o …. dizer que de um nível para outro, as diferenças relacionam-se às formas ou situações assumidas para cada nível. Estamos falando dos níveis inscienciais, do tronco ou eixo consciencial, onde é formado e acontece o desenvolvimento, a interação e os níveis inscienciais ou conscienciais. Já descrevemos várias vezes, vamos falar mais uma. O nível inicial é chamado de presciente. Acontece ainda no útero. A partir do nascimento, e mesmo antes também acontece a inconsciência. Na medida em que o organismo físico se desenvolve, a inconsciência vai se desenvolvendo e se transformando em subconsciência. Simultaneamente, baseado na experiência orgânica corporal, a consciência vai se formando e aprendendo. Vai utilizando os recursos e habilidades que estão disponíveis para as situações tanto do corpo quanto da consciência. E o nível subconsciente exalça extravasamentos, proporcionando uma interface discreta e indireta com a consciência. A consciência vai se formando através do corpo até ultrapassar a experiência corporal, desenvolvendo habilidades abstratas e possibilidades outras, ……. e habilidades. A consciência é dos níveis mais específicos e mais restritos. …. que foi dito no texto anterior. Na medida em que a consciência se desenvolve, muitas outras possibilidades estão disponíveis, mas normalmente não são desenvolvidas, havendo, pois, grande distanciamento do nível mais amplo e repleto de recursos e habilidades, a exosciência. A exosciência acontece quando o corpo físico adormece. A exosciência é confundida com as experiências de sonho. A exosciência está relacionada a processos mentais e dos campos de energia físicos mais desenvolvidos. E possibilita as chamadas viagens astrais, os contatos inscienciais com seres Intai, os “espíritos”, os contatos com seres não humanos. Infelizmente, há grande limitação na consciência para se vivenciar uma ampliação da sua limitação. Mas, é possível desenvolver-se a ponto de poder se usufruir de habilidades exoscienciais. Esse é um dos motivos para reelaborarmos e elaborarmos a questão da mente humana. …….. que diferenciam a experiência mental, são nominados em suas fases de diferenciação. Os momentos relacionam-se à diferença do estado de constituição relacionado à consciência e à permanência dos processos mnemônicos na dimensão de Ídar, o que possibilita a vivência das experiências e a transmutação e a translocação da memória para os níveis inscienciais siloefléricos, onde é armazenada a experiência insciencial existente de cada um. Essa diferença que acontece …. de …. Inicialmente o ser Ranamás prepara o ser Intai para a sua experiência duplinada. Então, ele promove o processamento da mente do ser espiritual, preparando-o para o processo de duplinação, a “encarnação”. Quando o ser Ranamás promove e processa a inclusão do ser em seu mínimo espaço físico dimensional, ele estabelece um estado mental para o ser Intai. Ele entra numa espécie de introversão restrita. O campo de atuação fica à disposição do ser Ranamás para a sua inclusão na dimensão física materna. Quando esse processo é concluído, há a primeira diferenciação mental produzida pela experiência do ser insciencial, que é chamada de desátono de Guion. O desátono de Guion é a diferença mental estabelecida, pois uma coisa é a mente do ser espiritual, do ser Intai. Outros processos intervêm completamente, modificando e adequando a mente do ser Intai ao corpo físico, baseado na estrutura bioquímica e em todos os sistemas físicos, biológicos, que “aprisionam”, baseado na estrutura bioquímica do corpo humano. Esse processo estabelece uma nova condição para a mente. A mente de Guion fica confinada ao âmbito bioquímico, elétrico, físico, estabelecido pelo organismo físico. A estrutura energética baseada em outros princípios existenciais, no corpo, ela é submetida à complexidade do seu organismo físico, e tem que obedecer a todos os sistemas limitadores dos campos NIR originais do ser Intai. O desátono de Guion cria todas as condições para o desenvolvimento mental baseado na estrutura bioquímica existencial eletromagnética NIR, eletroNIR, magnetostática do ser físico, do ser corporal. O processo biológico passa a dirigir a estrutura insciencial. Isso é o desátono de Guion. A mente se formará baseada, portanto, no desenvolvimento físico, orgânico, estrutural e biológico do corpo físico. Com o tempo, irá desenvolver as suas habilidades. No momento seguinte, relacionado à diferença dos processos mentais, o próximo momento acontece no processo da deduplinação, quando enzimas, proteínas se desfazem, liberando a estrutura de confinação, e reestabelecendo o vínculo insciencial chamado de superconsciência. E nesse momento, especificamente, há outro rearranjo adaptativo, chamado de desentono de Guion. O desentono de Guion é o processo de rearranjar os processos inscienciais, realinhando-os quando liberados da estrutura física-bioquímica orgânica. E, nesse momento, o desentono insciencial reformula a dimensão mental, reestruturando-as de acordo com as necessidades existenciais das habilidades originais do ser Intai, devolvendo as suas condições, adaptando-as aos estados de desenvolvimento adquiridos pela experiência duplinada. O ser Ranamás proporciona, no exato momento em que dá o chamado abraço do Ranamás. A sua luz completa a liberação da mente insciencial do ser que está no processo de deduplinação, entregando a sua consciência Intai ao seu estado insciencial. E esse processo e a diferença de uma situação para outra, é o desentono de Guion, onde a dimensão de Guion se reformula para o seu estado original. Então, como se pode perceber, a experiência que acontece em cada ser é a mesma, com a mesma mente, mas alterando-se as condições do seu ambiente dimensional Guion. Então, temos aí o desátono de Guion, em sua entrada na experiência corporal, e o desentono de Guion, evento do seu desenlace físico, orgânico bioquímico, proporcionado pela luz intensa do abraço do ser Ranamás. É a luz do amor proporcionando ao ser encontrar a si na experiência da duplinação. Agradecemos. Paz e Amor.
Grupo: Da última vez que nos falamos, o senhor me deu uma forma de condução, e comecei a fazer e eles se afastaram. Se afastaram bastante. Agora, de vez em quando, eles tentam se aproximar, mas eu continuo repelindo. Eu pedi ajuda num grupo espírita para esse processo, e queria saber se o senhor ainda tem alguma outra recomendação para me fazer.
NA: A luz do amor é a força de qualquer ser humano para se proteger, para se ampliar, para se desenvolver. Quando tiver dúvidas, aceite-as à luz do amor incondicional, compreendendo que sempre há necessidades de uns e de outros, e que mesmo que aquilo que tenha ocorrido em outras experiências de duplinação, ao se referir, ao se embasar, ao se expressar por intermédio do amor, certamente irá alcançar o equilíbrio que pondera a experiência positiva benéfica benevolente, altruística e expansiva do amor. Aceite a si em seu amor incondicional íntimo, e aqueles que tiverem dúvida da sua proteção irão perceber a mesma vibração de amor. Isso poderá ajudá-los a compreender as suas próprias situações. Paz e amor.
Grupo: Paz e amor. Eu trago uma pergunta, uma solicitação do Bill em relação ao Xxxx. O Xxxx tem desenvolvido alguns processos alérgicos, e no fim da semana passada ele teve uma reação muito forte com uma picada de marimbondo. Ficamos sem saber se era pelo veneno, mesmo, do tipo de marimbondo, ou se era também parte desse desenvolvimento de reações alérgicas. E o Bill está intuindo, está pensando que, se fizer os Pinas ou algum dos Pinas, se isso contribuiria para um equilíbrio ou para um caminho de cura em relação às reações alérgicas que ele vem tendo. E, se sim, se houver alguma correlação, ou uma outra orientação é bem vinda. Se tiver alguma relação com os Pina, qual seria e com que frequência?
NA: Devemos primeiro dizer que certamente é um processo alérgico proporcionado pelo ser que o, não sabemos dizemos agraciou ou picou simplesmente, pois a experiência alérgica, ela é relacionada à experiência suirsômica. Então, sempre vamos buscar respeitar a parte indefinida da experiência suirsômica. As alergias, o que podemos dizer é que é resultado de um processo de diferenciação do ser para consigo próprio. Então, aceitar a si é sempre uma boa opção para melhorar processos alérgicos. Entretanto, não se pode proporcionar aceitar propondo que o outro faça o que ele não quer fazer. Se ele quer fazer, você vai obter dos exercícios um retorno de “auto cura”, entendendo-se a não voluntariedade consciente da auto cura. A maior parte das curas de si está entre o nível subconsciente e inconsciente, pois relaciona-se às questões de interação insciencial com o organismo físico. Mas, se houver interesse verdadeiro da parte da criança – que está em uma fase de transição – se houver interesse, os exercícios podem ajudar. O que se propõe é que se busque a solução imediata pela situação do ser incursor, que é qualquer animal, inseto, que tiver uma ação de defesa, o resultado será uma reação alérgica, uma reação imunológica, o que é bastante conhecido dos seres humanos e dos seus corpos. Então, o que é adequado é que se resolva da forma como se resolve e depois reflita-se se há espaço para o desenvolvimento de ações de auto cura. Auto cura, querendo dizer entrar em equilíbrio consigo. Agradecemos. Paz e Amor.
A experiência humana, que vai sendo desenvolvida em cada ser humano, se soma à experiência a ser desenvolvida pela coletividade humana. Não se pode responsabilizar o todo sem se referir a si. Não se pode responsabilizar a si sem se referir ao coletivo. Certamente, essa questão óbvia, na prática, parece não existir. Seja quais forem os desafios que se enfrentam, a humanidade sempre espera uma resposta pronta, sempre espera pouco de si, sempre dá pouco de si. É possível se ampliar, é possível acrescentar à consciência algum desenvolvimento a mais do que normalmente se acrescenta. Muitas vezes, estima-se que a humanidade, de um processo de duplinação, de um ciclo de duplinação a outro, desenvolva-se em torno de 20% de suas habilidades e necessidades. Mas, com alguma atenção a si, e respeito a todos, pode-se desenvolver para mais de 50%. Então, há uma espécie de comodismo em que a humanidade se encosta para manter-se em seu alto nível de violência contra si mesmo. É preciso que se compreenda a força e a necessidade da experiência do amor. Somente por meio dessa experiência, dessa transformação, irá trazer para si e para a humanidade como um todo, uma transformação superior à transformação que proporciona às tecnologias. Certamente, há um empobrecimento ao longo de 500.000 anos de experiência igualitária na espiritualidade humana. Agradecemos. Paz e Amor. Paz e Amor.
RAGS: Nossos três amigos estão à disposição, se for o caso. Alguém quer perguntar alguma coisa?
Grupo: Anteontem eu sonhei e acordei como uma chave na mão. E abri para ver a chave, mas não tinha chave. E essa noite eu estava voando de helicóptero, dentro de um helicóptero. Então, essas exalções são muito engraçadas. Você acordar com uma chave na mão, abrir a mão acordada e você tem certeza que a chave está ali.
Sha To Dz: Eles estão brincando que você estava abrindo algum lugar na hora que acordou. Que isso pode ser uma coisa boa para você. Descobrir a questão do desdobramento.
Grupo: Eu sonhei pela primeira vez comigo fazendo viagem astral. Eu me via eu e a outra eu, viajando, fazendo outras coisas. Aí eu fiquei me assistindo, como se fosse um filme. Eram 3 eus: eu sonhando, outro eu observando e outro eu fazendo.
Sha To Dz:: Você fez a viagem astral. Desdobramento.
Grupo: Outra questão. Aquela experiência de cheirar a essência, a prática que vocês deram nos últimos encontros, eu tive tipo uma intoxicação pela essência de hortelã. Depois eu me lembrei que tive isso uma outra vez comendo chocolate com hortelã. Foi meio parecido, o olho inchou. Só que dessa vez foi o olho direito. E à noite tive um contato com o mestre que me ensinou o que eu deveria fazer. E eu fiz. Ele ainda falou: anota aí que você vai esquecer amanhã. Eu anotei, fiz o que ele mandou e sarou. Foi muito boa a experiência. Depois disso, eu não voltei a repetir a experiência com a essência de hortelã. Travou. Fiquei com medo de fazer e voltar a ter essa intoxicação. Então, queria saber de vocês se eu devo fazer ou não. Eu fiz com outras essências. Fiz com copaíba, fiz com laranja, mas com hortelã não voltei a fazer.
Sha To Dz: Pode fazer com outras mesmo, como você fez. Mas observe porque você tem alergia a hortelã. Pensa.
Grupo: Pois é uma coisa que vem me intrigando, mesmo. Porque, inclusive, eu tenho hortelã plantada na minha casa. Eu adoro cheirar a folhinha, às vezes faço chá, tomo e não acontece nada. A questão foi a essência mesmo, que é mais forte, é lógico.
Grupo: Interessante que eu tinha alergia a óleo essencial em geral, e essa experiência com hortelã não me aconteceu nada.
Sha To Dz: Algumas vezes a manipulação das essências é impura.
Grupo: Foi o que imaginei.
Grupo: a essência que não é essência.
Grupo: Mas o que eu quero perguntar é sobre os campos NIR, sua a relação com o amor incondicional. Se o amor incondicional é um propulsor da energia, dos campos NIR;
Sh T DS: Depende muito de como a pessoa descobre, porque o amor é uma consideração e uma fé. E quando você estabelece essa relação de amor incondicional, se você acredita realmente, ela manipula com facilidade os campos NIR. Mas, quando não acontece isso, aí fica à mercê do próprio corpo. Aí é o corpo que vai fazendo as manipulações. Não é a consciência. O corpo tem uma forma de lidar com os campos NIR que já é natural. Quando você acredita naquilo e a sua própria força atua, aí você manipula os campos. É igual você segurar uma coisa qualquer. Você pode segurar de várias formas. Por exemplo, você segura com as mãos. Segura uma bola com as mãos, a bola é de metal. Da outra vez, você usar um ímã. Então, vai ser através do ímã que você vai manipular a bola. É outra forma de controlar, mas é você que está controlando. Ou você vai controlar com um braço robótico, mas é você que está controlando, não é o braço sozinho.
Grupo: Mas o amor é uma dessas formas.
Sh T DS: Sim. E quando é você que está fazendo, que está controlando, quer dizer, você acredita naquilo, então aí é você que está manipulando os campos NIR.
Grupo: Eu queria perguntar sobre algumas coisas do último encontro. São duas perguntas em relação à mesma questão que é o uso da lixa. Estou na dúvida se é antes e após cada atendimento ou, se eu atender várias pessoas, se seria no início da tarde e no final e o tempo que eu preciso ficar. A outra pergunta é sobre algumas ações que eu faço à distância, por exemplo, o Reiki. Teve também uma pessoa que eu sugeri que utilizasse a lixa em outra situação e acabou que ela usou durante o exercício do Pina, se isso é adequado ou não. Eu imaginei eu era só antes ou depois, mas se pode ser feito durante uma atividade também.
Sh T DS: Ele falou que o ideal é, pelo menos, depois, mas se fizer antes e depois não tem problema. E o tempo é o que você achar, que você se sentir bem, porque esse é o objetivo. Você estar preparada.
Grupo: Algumas vezes que eu fiz eu senti o pé esfriar e teve vez que, na hora que eu acabei de fazer o atendimento, eu senti dormência no pé e depois que eu subi na lixa essa dormência foi sumindo. É isso mesmo, né?
Sh T DS: É isso mesmo. É a atuação do seu processo de energia. É a distribuição dele. Quanto ao Reike, quanto mais você estiver confiando, mais certeira é a sua energia. Se você fizer com a confiança plena não vai ter nenhuma interferência. Inclusive, as interferências não vão ser nem sentidas.
Grupo: Se eu fizer com a lixa?
Sh T DS: Não, a lixa é um processo de equilíbrio, de limpeza. Estamos falando na relação que você perguntou, porque um é um processo de limpeza, outro é a sua ação. Então, limpou ali, você confiou que está tranquilo. A partir do momento que você vai atuar é outra coisa. É o seu campo de energia mesmo.
Grupo: Eu quero fazer 2 perguntas. Uma sobre mim mesmo e outra sobre o André, meu filho. A meu respeito, é que estou ultimamente com um zumbido bem mais acentuado nos ouvidos. Queria saber se tem relação com o Pina, que eu cheguei a atribuir, a fazer uma relação, ou se é com o cansaço, com o excesso de trabalho nesse tempo do ano.
Sh T DS: Melhor seria você descansar, principalmente porque está dormindo mal. Você precisa ficar mais tranquila, pois é o que eles já falaram antes: você, às vezes, sobrecarrega. Aí aumenta a pressão, e repercute também nesse lado. Toma cuidado com isso. Busque ficar mais tranquila, porque você não precisa, reforçamos, você não precisa pressa. (falando bem devagar).
Grupo: É para eu entender e absorver.
Grupo: Estão puxando a orelha mesmo!
Grupo: A outra, aproveitando todas essas manifestações sobre alergia, hoje meu filho reclamou de alergia também, de coceiras. Na hora que vai dormir ele sente. Tem hora que é num lugar, tem hora que é em outro, e, quando ele vê, está com irritações na pele ou, às vezes a pele propensa a ficar marcada, com um vergão quando ele passa assim. Não está machucando, mas fica com uma reação. Aí sou eu que estou perguntando, se poderia orientar alguma coisa em relação a isso para ele.
Sh T DS: Temos 2 coisas para falar. Em primeiro lugar, o excesso de preocupação. Para ele ficar mais tranquilo. Diminui a susceptibilidade imunológica, no caso dele. A priori o que menos promove rejeição é água. Peça para ele tomar água e passar água filtrada se tiver coceira. Ele pode até deixar uma água na geladeira, porque a água gelada ajuda a melhorar os sintomas de coceira. Ou água muito quente, mas água muito quente não é bom para a pele.
Grupo: Me disseram para eu tomar 3 banhos com uma erva chamada Melão de São Caetano para fechar o chakra coronário. Queria saber se é correto, se funciona realmente. Eu fiz 3 banhos. Não deu certo. Mandaram repetir daqui a uma semana. Posso repetir a prática?
Sh T DS: Há muito uso para energia dos centros de energia e muitas vezes depende do estado da aplicação, quando você está colocando alguma coisa. Conhecemos a planta mas não sabemos desse uso. Ela é usada para outras coisas, inclusive para limitar os campos de energia de quem tem processos psíquicos mais problemáticos. Propomos que você ponha água no copo, mentalize os seus centros de energia, um por um, e, segurando no copo com uma mão, vai colocando a mão nos centros. E, por último, você, de olhos fechados, observando bem a mentalização na água, quando você colocar a mão na cabeça, no centro coronário, você pensar no seu amor, nos seus melhores sentimentos que você tem, e isso vai ser suficiente para quando você tomar água, equilibrar todos os centros de energia. Os centros de energia tem muito a ver com o suirsoma, aquilo que está acontecendo com a pessoa. Os desequilíbrios podem ser todos equilibrados usando a água. A água tem uma interação muito grande com o corpo e com os centros de energia. Muita facilidade. Muitas vezes, certas plantas, se você não é habituado a aplicar ou você nem conhece a planta e os efeitos dela, é bom a pessoa que conhece e tem experiência, ela mesma fazer. Mas, você pode fazer com água, que é tranquilo. De 2 a 3 vezes, aplicações concentradas, com bons sentimentos. Você vai conseguir equilibrar todos os seus centros de energia.
Grupo: Raramente eu me lembro de sonhos. Minha noite, normalmente, ela é direta. De uns tempos para cá eu tenho acordado muito de madrugada. É um acordar e não acordar ao mesmo tempo. Uma inquietação comigo. Parece que eu deveria acordar, mas eu não quero acordar porque o corpo não quer. Isso acontece normalmente de madrugada, 3h da manhã. Eu acordo muito cedo. Houve um tempo em que tomava floral para dormir. E teve um momento que eu achei que “não, não tem que tomar nada. Tem que dormir relaxada.” Queria saber sobre esse não relaxar, esse sono que tem sido interrompido.
Sh T DS: Vamos falar de um exercício que foi ensinado aqui nos encontros. O Anderson vai explicar. “O exercício é assim: Você vai deitar e relaxar. Sabe quando você fica numa posição só muito tempo? Você quer descansar dessa posição, e quando você muda dessa posição te dá um prazer momentâneo, bem específico daquela situação, de descansar de uma posição que você já está cansada. Eles estão falando que esse exercício te dá muita atenção para o relaxamento. Por exemplo, você põe a mão assim. Aí, quando vai acontecendo um certo cansaço da mão ficar assim, você modifica a posição da mão assim e fica observando. Aí a coluna fica, você deitada, e dá aquele cansaço, você vira um pouquinho. Você vai modificando pouco a pouco as posições e isso vai relaxando. Você vai entrando numa sintonia com seu corpo. Sua mente vai ficando mais calma e é bem possível que possa funcionar com você.”
Grupo: Anderson, nesse exercício ele também fala de começar com movimentos amplos, depois médios e depois pequenos.
Grupo: Se você está deitada e está com o braço de um jeito, aí você move um braço. Aí move uma perna. Aí gira o tronco. Depois ele fala até de movimentos menores, o antebraço, a mão.
RAGS: Ele chama a atenção também para o prazer que você tem nessa mudança. Então isso vai te dando um prazer. Pequenos prazeres. Só de mudar a posição é gostoso. Você vai sendo embalado pelos movimentos sutis, grandes ou pequenos. Grandes seria você movimentar o corpo todo e sutil, às vezes só a mão, os dedos, a língua ou coisas assim.
Grupo: Eu queria perguntar sobre o exercício da vela, se a mão pode vir de cima para baixo e aproximando da chama, de cima para baixo. Porque, às vezes, eu tenho dificuldade de sentir o calor quando eu vou ao lado da vela. Me sinto melhor quando vem de cima para baixo.
Sh T DS: De cima para baixo, você está indo no sentido do calor, contra o calor. Então, como o calor vai subir, porque ele é mais leve, falamos, em tom de brincadeira, que é uma trapaça. O negócio é mesmo não se preocupar. Se você tiver que ficar pertinho da vela para sentir o calor, fique. Não tem problema. Isso não diminui o valor do exercício, muito antes pelo contrário. A ideia é você sentir o limite. Se ele é perto ou longe, isso não vem ao caso. Não é importante. Importante é você perceber esse limite e tentar ampliá-lo, um pouquinho que seja.
Grupo: E sobre o exercício da essência, lembro que ele relacionou a água com a memória. Parece que a água facilita a memória, é um fator de memória. Esse exercício ajuda a melhorar a memória?
Sh T DS: Ajuda. Porque a questão da água é que o tempo todo, ela está também, além de estar interagindo com as moléculas dela, ela tem uma flexibilidade na angulação dos oxigênios em relação ao hidrogênio que possibilita uma ressonância com as energias do corpo. Outra coisa interessante: um exercício que você coloca a água para ferver, estende as suas mãos e fica absorvendo o vapor. Porque as moléculas da água no estado de vapor têm uma ressonância grande com a aura, com o campo NIR humano. A água, naturalmente, principalmente onde a gente está, tem uma evaporação que é muito limítrofe, mas ela é bem significativa. A água em lugar quente igual ao Brasil, ela evapora mais. Então, as coisas feitas com a água, ou elas atuam diretamente nos centros de energia, ajudando de alguma forma, ou no campo áurico. Na energia que está em torno do corpo.
Grupo: Entendi. Porque eu tenho notado, no meu estudo de piano, que estou com a memória melhor. Então, eu queria saber se tem relação com esse exercício das essências.
Sh T DS: Pode ter. Mas, tem mais porque você está prestando atenção. A sua qualidade de atenção melhorou.
Grupo: Muito grata.
Sh T DS: É confiança. Confie.
Grupo: Gostaria também de perguntar, já que a Júnia tocou nesse ponto, sobre a memória. Aconteceu uma coisa hoje comigo que foi muito estranha. Eu entrei no elevador aqui do prédio com várias sacolas que eu tinha que levar para o carro. Aí eu entrei no elevador e me lembro que apertei o botão do térreo. Abri a porta do elevador, retirei tudo, sacolas, um banquinho. Botei do lado de fora, para aporta de vidro, que eu teria que ultrapassar. Depois que eu tirei tudo, eu não reconheci onde eu estava. Me deu uma sensação de ausência, como se estivesse vivendo uma cena de filme. Eu não sabia onde eu estava, o que tinha acontecido e como eu tinha ido parar ali. Me deu um sentimento horrível, como se eu tivesse, por um instante, perdido a memória. Fiquei muito angustiada com isso. Aí eu recolhi todas as coisas, levei para o elevador de novo, respirei fundo, me situei, “onde eu estou, porque eu estou aqui”. Entrei no elevador, coloquei as coisas e apertei o botão. Eu não sabia que andar que era. Eu lia 1º andar, mas não era 1º andar porque eu fui parar no 3º. Alguém me pescou no elevador. Eu sei que eu não consegui entender o que aconteceu. E isso me levou a uma reflexão que durou alguns minutos. Eu tive um sentimento muito estranho, muito desagradável, na verdade. Eu não sei se é o cansaço ou o stress que tenho vivido nos últimos dias, muito trabalho. Enfim, mas vocês estão falando dos exercícios. E a minha pergunta para os nossos 3 amigos é se o que eu senti procede. Porque a sensação que eu tive era como se alguma outra coisa, ou algum outro ser tivesse me levado para aquele lugar e, de repente, eu estava num lugar estranho e não sabia por que e nem como.
Sh T DS: Pode ser dentre 3 coisas. É bem típico de um fenômeno que chamamos de Zuítch, que é uma interferência exosciencial. Tipo assim: sai rapidamente do ar e entra uma interferência. O Zuítch é tipo Deja vu. O Deja vu é uma conexão e o Zuitch é uma interferência. É como tinha nas TVs antigas, se você mudasse a antena de lugar, começava a ver imagem de outra emissora. É muito frequente, muito comum.
Grupo: Eu tive exatamente essa sensação. A primeira coisa que me ocorreu foi isso, uma experiência exosciencial.
Sh T DS: Completando, a segunda coisa é problemas psiquiátricos, o que não é o seu caso. Mas, acontecem as interferências de Zuítch muito fortes. Então, a pessoa realmente recebe uma interferência mental que pode afetá-la. No seu caso foi uma coisa que é muito comum. Às vezes, as pessoas só sentem. É um sentimento ou então uma preocupação excessiva, momentânea, repentina, mas que não faz nada não.
Grupo: E a terceira opção?
Sh T DS: A terceira é stress. Provoca a mesma coisa.
Grupo: Entendi. Eu tive isso uma única vez, mas não com essa intensidade, dessa maneira, com essa força. Foi quando minha mãe estava no hospital e eu embarquei daí do Brasil para cá, para a Áustria, antes dela deduplinar.
Sh T DS: Você viu alguma coisa?
Grupo: Não, eu não vi. Mas eu tive uma sensação muito forte, como se fosse um aviso que eu não estava entendendo o que era. A primeira coisa que me ocorreu foi o meu pai, mas talvez isso seja um registro meu que ficou lá no meu subconsciente, porque eu tive isso quando minha mãe deduplinou. Eu fiquei pensando nisso. Fiquei angustiada como se fosse alguma coisa que não fosse boa, uma coisa ruim.
Sh T DS: Há muitos fenômenos desse tipo. Vamos falamos aos poucos. Já tentamos falar sobre boúges, lasmas e flasmas, mas ficamos preocupados pois vocês começaram a ter sentimentos que não tinham. Não se preocupe. Siga a vida normalmente, pois isso acontece. Você tem a sua sensibilidade. Também há situações de stress, de cansaço ou pequenos desequilíbrios emocionais, emotivos, etc.
Grupo: Muito obrigada. Foi muito forte mesmo. E é bom saber que não preciso me preocupar.
Grupo: O que a Cláudia falou me suscitou um sonho que tive há muito tempo, que talvez tenha tido o maior reflexo. Eu tinha sonhos que me davam reflexos muito fortes, desse tipo. Mas, esse foi forte demais. Foi meio estranho, mas vou contar rapidamente. Eu estava acordando de um sonho, por volta de 5h, no verão brasileiro. O sol estava começando a nascer. E no meu sonho eu estava vendo uma nave parada, estacionada no chão, e eu olhando dentro dela. Ela tinha algumas janelas laterais. E, quando eu fechava os olhos eu continuava vendo exatamente a mesma coisa. Outro dia, depois que conheci vocês três, eu tive um sonho que aconteceu uma coisa muito parecida. Eu fechei o olho e vi uma sala estranha, com uns aparelhos. Uma coisa muito real. E nesse sonho, eu estava acordando e via a cidade pela janela e, quando eu fechava o olho, eu continuava vendo a nave. O que aconteceu depois disso é que eu comecei a ficar com um estranhamento muito grande das coisas. Assim como ela falou, eu olhava para coisas que eram quase cotidianas e não sabia delas. Isso durou muito tempo, essa sensação estranha e meio esquizoide. Durou mais de uma semana. Tudo que eu olhava, eu demorava alguns segundos para ter noção do que seria. Foi muito forte. Dos sonhos que eu tive e que deixavam uma marca, esse foi o mais forte. Eu cheguei até a escrever isso, quando acordei, mas não sei se ainda tenho. Porque achei muito impressionante o que estava acontecendo comigo naquele momento. Não bastasse o sonho, que já foi estranho. Nele, eu fui perseguido por homens que não queriam que eu visse a nave e que queriam me pegar. Tem uns fatos meio malucos. Por exemplo, o ICEX novo era um prédio que nem existia nessa época e eu estava dentro dele, debaixo da escada, escondido lá. Eu não sei dimensionar porque eu já tinha visto esse prédio, etc. Mas, o que me chamou a atenção no que a Cláudia falou foi a sensação. Essa sensação de reconhecer. Eu me lembro de uma cena que mais me chocou foi quando o namorado da minha chegou de moto. Eu olhei para a moto e disse: O que é isso? Eu não consegui entender o que era uma moto! Isso ficou uma semana. Eu olhava para as coisas e não conseguia. Mas, eu já considero a possibilidade de ter sido um surto psicótico. Mas eu não sei. Estou falando isso mais por estímulo do que a Cláudia falou.
Sh T DS: É muito comum. As pessoas não pensam que a mente é susceptível a todo tpo de processo que acontece com a pessoa. E ela vai criando suas formas de resolver. Os sonhos, especialmente, eles têm também essa função de ajudar a equilibrar as tensões mentais, Mas, não entenda como um processo psicótico ou do tipo oligofrenias ou coisas que tenham a ver com os processos esquizoides. Porque esses problemas mentais, muitas vezes, a pessoa sofre de distúrbios no processo mental, mesmo. E, às vezes, até no nível orgânico. Mas, o que é mais frequente, principalmente quando a pessoa tem uma sensibilidade maior para as energias, para coisas corporais e energéticas, mentais, exalções, extravasamentos de processos de pensamento, imagens e também pode-se considerar a questão do stress que é muito frequente, esses processos de externalizacão. O sonho, muitas vezes, também tem os próprios extravasamentos exosciencias. São muito frequentes. Como as pessoas não conhecem, elas estão susceptíveis. Você não sabe quando você está numa situação ou noutra. Busque ficar bem, curtir o trabalho quando for possível, curtir as coisas que se gosta, respeitar os limites, não consumir as coisas que estão sendo jogadas para a mente das pessoas. Tem muita ação nesse sentido, de empresas, de poderes, de poderes públicos, de tentar ficar jogando ideias e até sentimentos. Então, é sempre bom buscar coisas equilibradas, ter uma tolerância, entender que as coisas não são perfeitas. Mas é possível assimilar uma compensação de que, se as pessoas fazem coisas para obter determinado resultado, não quer dizer que você faça parte daquilo. Procure seu discernimento refletindo, apreciando coisas que são positivas para a sua convivência coma as pessoas. Ajudar as pessoas é uma coisa que proporciona muito equilíbrio. Principalmente discernimento, pois há muita coisa distorcida sendo produzida para manipular. Então, os sonhos têm muito essa função, de ajudar também no equilíbrio com as coisas absurdas, com as coisas agressivas, que não são parte de uma compreensão do amor.
Grupo: Muito obrigado. Como disse, isso aconteceu há muito tempo, mas como a natureza é muito semelhante, eu falei. Obrigado.
Grupo: A sensação que eu tive dentro de tudo que foi falado pelos Nossos Amigos e pelo Sérgio era como se eu, naquele momento, eu estivesse constatando que existe um universo paralelo e que eu habitava esse universo paralelo sem saber como eu tinha chegado àquele local. Foi muito estranho e muito forte.
Sh T DS: Isso mesmo. Concordamos.
Grupo: Queria me certificar de uma fala de vocês. Quando o Xxxxx falou que o hidrogênio está numa posição angular, é por isso que ele é um facilitador de transmissão e de fluidificação?
Sh T DS: A distância entre as moléculas é que proporciona o fluido. A distância, a energia, no estado líquido, no nível de temperatura. A angulação da água, que é diferente da maioria das substâncias, ela tem uma flexibilidade angular que faz a água ser especialmente diferente para as “coisas da vida”.
Grupo: Não sei vocês vão poder me ajudar nessa pergunta. Eu estou com uma cliente que está com um câncer bem avançado. Ela já está naquele processo de muita dor. Eu faço Reiki nela. E, numa das lições que vocês nos passaram, vocês falaram do papel do terapeuta, eu e do terapeuta do paciente. Só que ela está num momento de muito medicamento. Então, eu não consigo conversar com ela, ela consciente. Como eu posso ajudá-la a diminuir essa dor, se posso? E se vocês têm um conselho, uma técnica ou algo nesse sentido, porque me angustia muito a forma como ela está. Muito obrigada.
Sh T DS: É um momento realmente difícil. Você vai ajudá-la noutro nível. No nível da dor, pela interferência de medicamento e de substância alucinógena, ela não vai entender ou assimilar. Mas, mesmo você fazendo de forma normal, a sua energia vai ajudá-la no processo que ela tiver, porque ela vai utilizar a sua ajuda. Pode fazer, que vai ajudar. Inclusive, vai ajudar outras pessoas em torno dela, porque, se ela já percebeu antes, agora você vai estra ampliando isso, se você puder. Pode continuar fazendo.
Grupo: Obrigada. Eu estou fazendo exatamente como vocês nos ensinaram. Dar o distanciamento da mão. Eu sempre visualizo o campo NIR penetrando as células. Estou indo mais no campo celular, focando, como vocês falaram, a mitocôndria. Está correto?
Sh T DS: Sim, está correto. Mas. tente mais uma forma de visualização. Tente enxergar os centros de energia dela, os fílens. O campo áurico dela. Ele pode entrar em ressonância e a ressonância ajuda muito. Muitas vezes até na impressão da dor. Faz o tempo passar mais rápido. Acelera a percepção de tempo. Pode ajudar muito.
Grupo: Teve uma vez que eles me chamaram para fazer um atendimento. Esse atendimento eu nem cobrei, porque eu senti que não era eu que estava atuando nesse dia porque eu pedi ajuda a eles. Esse dia eu disse: não fui eu que vim aqui. Então, eu nem quis. E ela ficou bem melhor. Não se foram eles que me ajudaram, porque realmente ela estava numa crise muito grande e eu pensei: sozinha eu não dou conta. E pedi ajuda e nesse dia os seres do Reiki que aturam e disse: hoje não sou eu, hoje é trabalho de caridade. Não vim aqui com a intenção de nada. Não sei se eles realmente me ajudaram, mas na hora eu pensei neles.
Sh T DS: Se você puder, sempre faça isso, pois você está aprendendo a se comunicar.
Grupo: Falou-se muito em sentimentos e sintomas aqui hoje. E muito da água também. E me veio essa vontade de falar também. Acho que todos nós, não sei se isso é comum, temos uma vulnerabilidade corporal, alguma coisa que sempre ataca em determinados momentos. Acho que todos nós, seres humanos, temos alguma vulnerabilidade. E eu tenho uma grande vulnerabilidade que é o intestino. Desde pequena, adolescente, momentos difíceis, momentos tranquilos. É recorrente. Muito recorrente. Inclusive, atualmente estou com prisão de ventre muito grande. Aí eu mudo a alimentação e tenho investido muito em água. Vocês falam muito de água, né? Primeiro, se existe algo. Por que eu carrego isso? Se a culpa é minha mesmo e o que eu tenho que fazer para melhorar? O que eu estou querendo segurar? Eu tenho tomado muito mais água. E se eu energizar essa água, se ela vai atuar de uma maneira melhor para que eu tenha uma qualidade vida melhor. E eu não tenho conseguido fazer os exercícios. É meu desejo fazer. Qual deles eu poderia começar fazendo?
Sh T DS: Se você tem afinidade com a água, você conversar com o seu intestino. Conversar mesmo, verbalmente. Isso é o que é o Icon. Ponha água num copo, água filtrada ou água mineral e ponha a mão direita na barriga, um pouco mais abaixo, mais próximo do útero e não se repreenda. Fale o que você sente pra você mesma. Fale o que você quer, peça para soltar, fale que se aceita como você é e que está liberada. Vai tentando liberar isso. Pode acontecer em uma semana, pode ter uma mudança grande ou mesmo de um dia para o outro, porque depende de como você responde para si mesma. Mas, é uma coisa que você não precisa se culpar, apenas reconhecer. Reconheça o que você acha que você deve reconhecer. Não tem nenhuma precisão racional. É algo com você mesma, seja coisa do passado, seja coisa do presente. E depois que você, com a mão esquerda estiver segurando o copo, vai mentalizando e bebendo a água, criando uma aceitação. É o processo de confiança da sua aceitação que vai ajudar a equilibrar essa retenção maior que talvez pode ser que tenham outros motivos, mas mesmo assim, isso pode ajudar bastante. Isso vale para qualquer coisa orgânica que você tenha, que é você conseguir dialogar. Icon é dialogar. O diálogo consigo, com o seu corpo, com as suas questões. Você não precisa de nenhuma explicação. O corpo sabe o que está acontecendo. Ele só não transferiu isso para você porque ele te protege. E, para não ter coisas mais sérias, vai segurando, vai segurando, vai segurando. É só ir conversando. Com o tempo você vai mudando de acordo com o respeito que você tem por si e a compreensão de que dar atenção a si é algo maior do que simplesmente resolver um problema que você está tentando, físico ou orgânico. Naturalmente, as coisas se equilibram na medida em que você vai confiando em si e também vai ampliando as noções das coisas e se dando, também, para as suas ações com os outros. Como você, muitas vezes, faz.
Grupo: Gratidão. Muito obrigada.
Sh T DS: Esperemos que você consiga. Tem tudo para conseguir, sim.
Grupo: Queria fazer um pequeno pedido. Para um amigo que está no hospital, já tinha falado sobre ele. Ele agora está no setor paliativo. Aconteceu tudo muito rápido. Ele tem 2 tumores na cabeça. A família toda está muito chocada com tudo que está acontecendo. Eu herdei 2 gatos dele. Ela tinha 7 gatinhos e não podia ficar com eles. Estamos muito felizes com os 2 gatinhos. Eu queria saber como ajudar. Ele não aceita visita de ninguém, só o pai ou os familiares, que são somente 4 pessoas que o visitam. Minha pergunta é, primeiro pedir acompanhamento, não só para ele, mas para os familiares e saber como agir. Eu fico tentando fazer algo à distância, me conectar a eles à distância. Mas há alguma coisa, uma maneira de ajuda-los, de acolhê-los?
Sh T DS: As limitações são bem evidentes. Mas, você pensar positivamente, mandar a cada instante que você se lembrar dele, você vai ajudar os que estão atuando e a ele mesmo. Mande mensagens mentais que ele possa reconhecer e você irá contribuir. É o processo mesmo. Não tem como modificá-lo. Estaremos acompanhando para contribuir da mesma forma. Com certo distanciamento, mas com nosso amor.
Grupo: Obrigada.
Sh T DS: Agradecemos, igualmente. Estamos à disposição. Se você pensa uma coisa boa, você traz uma coisa boa para você e para mais alguém. E as coisas boas, elas podem ser coisas que ajudam no sentido de estar bem. Isso é o que chamamos de a luz do amor incondicional. Não é necessário ser nenhum pouco especial ou certo das coisas para se conectar ao amor. Qualquer um, qualquer uma, em qualquer situação pode fazer o mesmo movimento. Só que ele é benéfico de uma forma geral para todos. Então, que seja por intermédio do amor. Agradecemos a todos. Paz e amor.

Leave a Reply