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Entre naturezas

 

Paz e Amor.

Cada ser encontra-se distante de si e dos outros. Encontra-se também ausente de sua memória ou do reflexo do ambiente. Quanto mais distante, mais amplo. Quanto mais específico, e menor, mais amplo se tornará, pela própria distância – a distância entre naturezas. As naturezas não seriam todas as coisas que compõem o ser e o seu entorno? Quando muito distantes, são separadas do significado. Ainda assim, podem guardar dependência, pois o que acontece no mais amplo distanciamento, também acontece no mais ínfimo distanciamento. Entretanto, ao alcance de cada um, a mente se multiplica em seu alcance, estabelecendo para o ser suas qualidades de compreensão e desenvolvimento consciencial entre sua natureza e as naturezas em seu entorno. Entre as naturezas, compõem-se entrelaçadas, por dimensões diversas, dimensões que compõem a natureza do ser. Qual é o sentido prático desta questão? A busca do ser orienta-se pela compreensão que pode ter do que compõe o seu entorno, as diferentes naturezas. As naturezas que formam as reações da própria natureza. A construção dos seres, de suas habilidades de seus processos de significado, de suas relações entre si próprios e entre as naturezas alheias. É preciso e possível buscar compreender, aceitar, rever e redescobrir todo um conjunto de processos que se estabelece a partir das ações que consideram as transformações e as questões uns dos outros. Entre as naturezas, as suas formas e o conjunto de seus sentidos, podem e precisam ser reelaborados constantemente e dinamicamente, de tal forma que se amplie a consciência e a abertura para si próprio, entre as naturezas e as suas diferenças. As mentes, os corpos, as sociedades, as habilidades, há aqueles que constroem e há outros que destroem. Em todo o universo, não há como estabelecer uma unidade entre como as naturezas se encaixam. Elas se encaixam na medida em que cabem na consciência e a consciência transforma. Se ela se mantém, estabelece as suas relações, baseada no que se mantém. Se ela se transforma, se torna baseada nas habilidades da transformação. É preciso e e possível transformar a si e a realidade, sendo a realidade a consciência do que se considera como sendo compartilhadamente a realidade. É possível e é necessário observar e estabelecer relações entre as naturezas e o seu ser. Paz e Amor. Paz e Amor.

Grupo: Obrigado pela vinda, foi um pedido no início do mês, eu perguntei por onde começar de novo. Aí estamos.

NA: Peço a permissão para a vinda de nossos irmãos. É natural que a reação de nosso irmão esteja desacostumada pelo tempo que não dialogamos. Vamos melhorando e adaptando às condições. Paz e Amor.

Em primeira instância, devemos dizer se qual é o interesse em prosseguirmos. Perguntamos, pois é necessário que exploremos as suas impressões no ambiente do ser que constitui a sua consciência. Ela manifesta com total normalidade. Queremos dizer, dentro dos parâmetros de uma normalidade simplificada.

Grupo: Para ser sincero, eu não sei, porque não sei, sempre que conversamos, de outras vezes, era no intuito de aumentar a percepção, ter algum objetivo que no fundo eu mesmo nunca soube direito. Realmente, gostaria de saber o que posso querer. Sinto uma vontade para desenvolver minha espiritualidade, digamos assim, de perceber mais, talvez entender mais sobre as energias do corpo, como manipulá-las, para o que, mas me coloco como o aluno que chega no primeiro dia de aula e ainda não sabe o que será ensinado.

NA: Muito bem, então vamos fazer uma pequena exposição sobre as abordagens e os assuntos.

Dividimos em três âmbitos o que pode ser exposto, com proveito que dependerá apenas do interesse e das respostas geradas pelo interesse. Primeiramente, o âmbito do desenvolvimento pessoal. Os assuntos são voltados para aspectos do interesse pessoal, relacionados a necessidades do cotidiano. Um segundo âmbito ligados aos interesses pessoais, os interesses de maior alcance em relação ao ser humano e às questões que por ventura forem abordadas, baseada nos interesses pessoais. E no terceiro âmbito, o desenvolvimento mais amplo de conhecimentos específicos voltados para a reflexão. Mas, a partir de palestras de convidados, incluindo os seres viajantes que têm interesse em abordar os temas da humanidade, em função dos seus contextos, pura e simplesmente sem objetivo final. Nos interessa possibilitar que as questões do seu processo como ser possam usufruir das habilidades ligadas ao que fora combinado. Então, partimos de um princípio de que antes de vir, elaboradas as questões, houve uma forma de proposição par desenvolver a sua experiência. Como ela depende exclusivamente da sua consciência e inteiramente ligada aos interesses e questões da sua própria consciência e interesse, não poderia ser diferente, pois não se trata de experimento, mas da inclusão de seres que possam contribuir com a ampliação consciencial. No mesmo instante em que participa desta jornada, aproximadamente dez milhões de seres, nesses últimos trinta anos, estão participando da mesma proposta. O desenvolvimento só tem a nossa participação como a partir da experiência de diálogo e elaborações acerca dos interesses do cotidiano de cada ser. Por si, pelas qualidades e características desses seres, a natureza essencial do amor, que já se encontra embasada na essência consciencial sensciente, reconhecidamente exposta, e confrontada com a experiência pessoal. Esses seres fazem parte do desenvolvimento da influência do amor na experiência humanitária atual. Há muito, vimos promovendo o desenvolvimento da participação de seres para a influência de uma natureza humana comprometida com a ampliação e alcance dos sentidos do amor incondicional. Cada ser traz consigo a sua liberdade de implementar em si próprio a ampliação de suas ações dentro de seus contextos sociais, familiares, profissionais, existenciais, de maneira simplificada, quer dizer que não há nenhuma espécie de controle, a não ser demonstrações do controle que cada um pode ter de si próprio. As propostas combinadas são tão amplas, que a aceitação não traz nenhum aspecto condicional à participação. Todos os seres são livres para viverem a sua vida sem a preocupação ou a influência não autorizada de nossos conteúdos, diálogos, ou influências das forças do amor. Quando dizemos “forças do amor”, queremos dizer que cada ser constitui uma célula do tecido temporal da experiência tanto nos planetas dos seres, quanto em sua forma entendida como espiritual. Chamamos de duplinação, quando os seres estabelecem uma configuração existencial encorporada  – a chamada encarnação. A duplinação relaciona-se à ação do ser silociente, a partir da relação com os seres em estado não duplinado, os seres em estado de espírito, na escolha e na proposta, em seus âmbitos familiares e experienciais. A duplinação relaciona-se aos encaixes entre o ser silosciente e os processos de fílens orgânicos, tanto a partir dos núcleos celulares, quanto de suas organelas, especialmente as mitocôndrias, como já fora exposto por nós. Essencialmente, o controle do ser siloeflérico acontece a partir da selidência e de todo o seu processo de intercâmbio consciencial que tem a utilidade de fazer a experiência duplinada do ser, isto é, da encarnação. O interesse nesses processos pode ajudar a ampliação consciencial mais sujeita às escolhas de cada um dos seres em relação aos seus objetivos cotidianos de maior alcance ou de menor alcance. O mais importante, portanto, reside na possibilidade de que os seres convidados possam buscar diálogo com nossos âmbitos, como já fazemos há anos com vocês. Nada mais do que isso, pois qualquer algo a mais está na dependência da compreensão e das limitações impostas por cada um, baseado no livre direito de ser – direito como expressão, pois não estamos na ordem da reflexão humana. Mas, na ordem da reflexão humanitária. Muitos dos seres coadjuvantes são seres em estado de espiritualidade, sendo humanos ou não humanos, assim como já acontece nos encontros nossos frequentes. Agradecemos.

Grupo: Como a gente pode pensar num ‘cronograma’? Eu vou me esforçar mesmo para participar das reuniões normais.

NA: Caso haja alguma necesidade devido às circunstâncias, pelas características dos participantes, pode-se combinar algum dia específico a mais. Caso seja possível o desenvolvimento dentro dos contextos já em andamento, poderia ser proposto um segundo dia, mesmo que ocorra, dividindo tempos maiores, isto é, a cada mês, dois encontros, por exemplo. Isso fica a critério de vocês. Estamos ao dispor e esperemos, pois, que o próprio andamento do processo lhe traga maior compreensão. Não obrigatoriamente. Que seja pela própria força da compreensão entre as naturezas. As naturezas suas, de cada um, e da própria vida. Assim seja. Agradecemos.

Grupo: valeria a pena ele retornar ou fazer exercícios que já foram propostos e ele não participou?

NA: As situações se transformam e estão dependentes das circunstancias do momento e do significado, estando aberto a participação de outros que tenham interesse semelhante e que seja permito a vocês. Estabelecemos as relações baseado na autorização

O amor é a essência daquilo que podemos trazer para a humanidade. Simplesmente, porque representa uma força e uma “ferramenta” para o equiíbrio do ser. Equilíbrio esse buscado por muitos seres não humanos. A experiência humana encontra-se consciencialmente mais delicada, tanto pelo aumento da consciência em relação às ações do próprio ser humano, quanto pela oposição dos âmbitos da ignorância. De qualquer forma, estamos a serviço do amor incondicional. Agradecemos. Paz e Amor. As águas estão energizadas. Paz e Amor.