Encontro Semanal

Futuro esquecido

 

Paz e Amor.

A experiência humana projeta-se no presente em direção a supostos futuros. Supostos, quando alguém constrói os passos que serão dados, mas muitas vezes, não são dados. Parte das equações temporais do comportamento é alusão, talvez, a probabilidades de que algo seja feito em determinado momento, por uma determinada causa ou motivação. É algo frequente, muito frequente! Promete-se a si e aos outros, que vai ser assim, de tal forma, ou que vai ser de outra, de outra forma, de acordo com o que cada um planeja para si. Mas, isso é do cotidiano. Ajuda a si a fazer o que é preciso fazer, para seguir em frente, à frente, um futuro. Mas, onde ele está fora esquecido. Pensemos que muitas ações que estão para completar uma parte do caminho quando se deseja fazer algo, quando se planeja construir uma família, quando se intenta chegar em um destino, quando se espera do outro e também quando se almeja, quando se mira para um alvo, lança-se uma flecha. Ela viaja e desaparece. Quando se busca a si, em seu íntimo, quando se busca na intimidade do ser humano, quando se culpa ou quando se assume a culpa, quando se interessa e depois se esquece. Parte das rupturas do cotidiano reside nos futuros esquecidos. Quando se esquece o que deveria ser lembrado no momento à frente. O momento à frente não é o futuro? O futuro que concretiza, que conclui, que encontra. O futuro que dispõe as oportunidades. O futuro esquecido das oportunidades. Não há oportunidades. É importante saber que quando caminhas em direção a algo, o futuro pré-existe nas condições probabilísticas do seu movimento, da sua intenção, da sua compreensão, da sua noção. O futuro não pode ser esquecido, pois ele pulveriza o passado. Aquilo que se intenta lembrar e não se lembra fora o passado pulverizado, fragmentado, disperso, sem liga, isolado, solitário. O tempo flui tanto pelo corpo quanto pela mente. A consciência não possui um tempo contínuo. A mente em Ídar memoriza continuamente todo o tempo. Mas, o corpo é multitemporal. É constituído de marcadores, marcadores bioquímicos que aceleram e retardam. Marcadores que parametrizam conjuntos de operações entre órgãos, entre células. O tempo do corpo é multifacetado. Ele coexiste com sistemas diversos, simultâneos, tanto retrógrados quanto em avanço. O tempo presente na consciência é uma projeção resultante, fazendo crer que existe. O futuro pré-existe. E o futuro não pode ser esquecido. Integra-se corpo, mente, “espírito”, como condição de atrelar o ser em seus estados dimensionais de suas intenções, de suas ações. Não deixe para depois. Construa a confiança que faz a ligação temporal entre todos os sistemas dos sistemas matriciais. A confiança cria a relação. A confiança mantém a coerência. A confiança estabelece a resultante. A confiança confirma. A confiança põe o ser em seu eixo em que tudo precisa ser confirmado.

Não deixe para depois. Não deixe o futuro ser esquecido. Se promete, siga, até cumprir o que prometeu para si ou para outros, ou mesmo para o seu caminho. Não deixe o tempo formar um futuro esquecido. Ele não será lembrado no passado.

Paz e amor! Paz e amor! Agradecemos.

Solicitamos que façamos a continuação sobre as mentalizações. E inverteremos a forma, a partir de dúvidas que tenham, se for o caso.

Agradecemos!

(aguardou manifestações).

Não havendo dúvidas, continuaremos.

O próximo exercício reavalia as impressões visuais dos campos visuais e as influências nos campos auditivos.

O exercício consiste na seguinte etapa:

Primeiramente junte as mãos, deixando apenas tocando as pontas dos dedos como aqui está.

Ao fazer isto naturalmente, a estrutura orgânica cria uma ressonância oval em torno das mãos. Variando de pessoa para pessoa, esse campo eletrofi, isto é, constituído dos fílens que criam uma interação com as correntes elétricas do corpo físico e, ao mesmo tempo, registrando o seu conteúdo na forma de fluxos de interação. Isto é, ressonâncias dos centros de energia que por si fluem pelo organismo. O campo eletrofi, neste caso, possui três regiões importantes.

A primeira região, da parte interna das mãos para até três a cinco centímetros (mostrando acima dos dedos), fazendo uma série de “evoluções” relacionadas às condições orgânicas, psicológicas, emocionais, intelectuais, etc, de cada um.

Uma segunda camada se estende a mais ou menos de cinco a vinte centímetros (mostrando acima dos dedos até próximo aos olhos). Portanto, nesta distancia ela entra em ressonância com a parte orgânica-física, como demonstrado aqui. Se ela pode chegar a este tamanho, ela interfere no organismo físico.

A terceira camada se dilui com os campos eletrofi do organismo como um todo. Assim sendo, ao se movimentar em frente dos olhos (movimentando as mãos em frente aos olhos de um lado para o outro), ela deverá criar interferências ou ressonâncias com o crânio ou o cérebro, interagindo com os fluxos eletromagnéticos cerebrais, dando uma possibilidade não treinada para os seres humanos.

Tal interferência pode ser sutilmente percebida ao transitar de um lado para outro, com distâncias variadas, de tal maneira a que se percebam ondulações e reações físicas bastante sutis, pois o campo eletrofi é de baixíssima intensidade.

Uma parte de sua importância reside na alta vibração dos campos eletrofi das mãos. A mão humana é aparelhada para transferir campos eletrofi de tal forma, que pode ser treinada. Até então estamos verificando o trânsito dos fluxos de interação das luzes de intenção, pois serão utilizadas na construção dos Icons. É importante que se saiba que há diversas questões envolvendo tais fluxos. Os fluxos de interação são também respostas tanto mentais quanto orgânicas, orgânicas-físicas. Assim, o exercício consiste em promover a sensibilização das interferências sutis para que em outro momento possam ser reconhecidas pelos próprios sistemas neuronais. Paz e Amor! Alguma pergunta?

Grupo: Esse, Nosso Amigo, a gente pode fazer várias vezes ao dia? Como que é? Eu estou com essa dúvida com relação a esse e com relação àquele último que você ensinou que coloca o dedo aqui na fúrcula esternal, se pode fazer mais de uma vez por dia.

NA: Aquele relaciona-se aos Icons, não sendo um exercício como este. O objetivo de um certo exercício é preparar certas condições para outras ações específicas. Dos exercícios, não se esperam reações além daquelas descritas. Por exemplo, este exercício tem o objetivo de sensibilizar as interferências e as ressonâncias que naturalmente acontecem caso esteja próximo da cabeça. E elas podem ser sentidas nos olhos, na pele, na estrutura óssea. Pode haver reações cerebrais. Como são muito sutis, não comprometem qualquer instância do funcionamento orgânico. Seria como se passasse um ímã e ele atrai aquilo que é “atraível”.

Grupo: Esse exercício é para ajudar a despertar a sensibilidade para facilitar a ver as luzes. Tem a ver com isso?

NA: Tem a ver. Exatamente esse é um dos objetivos.

Grupo: A sensibilização.

NA: A sensibilização consiste de movimentos para melhorar, ajudar a perceber essas influências. Assim, ele cria um campo oval em torno das mãos cuja extensão atinge todo o rosto, todo o crânio, e pode ser percebido como um vento magnético de baixíssima intensidade. E por ser muito sutil, é preciso que se faça repetidamente. O tempo a ser feito, como fora perguntado, não precisa ser específico. Mas, não abuse, pois poderá dessensibilizar.

Grupo: E essa interação dos dois polos, podemos dizer assim, é que fazem esse campo ou a energia da mão direita e esquerda, tem alguma diferença ou não?

NA: Depende do controle mental para tal. A priori, ele cria um ovoide em torno da forma das mãos. Não polarizado, porque não há uma orientação polar positiva ou negativa. Ele emite campos eletrofi e, diferentemente dos campos eletromagnéticos comuns, que são polarizados. Mas há os campos com monopolos eletromagnéticos, apenas como pólo. Mas, os campos eletrofi não funcionam dessa forma.

A simplicidade desses exercícios pode fazer parecer que não estão agindo, mas assim como tudo que não se vê, e existe, age, aqui também não se pode ver os fluxos, que inclusive, devem ser sentidos. E, por isto, o exercício propõe a sensibilização. Cada um tem o seu limite. Cada um tem a sua forma. Cada um percebe do seu próprio jeito. Daí iremos, pouco a pouco, aproximar estes aspectos não treinados em treinados.

Agradecemos. Paz e Amor!

(longo período de silêncio).

Às vezes, não se aproveita aquilo que a vida lhe propõe. O tempo parece transcorrer de maneira irredutível, fazendo o espaço se transformar, distorcendo e trazendo para as reações da mente no corpo para o corpo, do corpo para a mente. Essas reações são muito valiosas, porque podem potencializar qualidades e habilidades. Não se desperdicem em dúvidas. Não se cansem por buscar, por buscar algo em si mesmos. Não há nada pronto e nem certo. Talvez, tão incerto quanto incompleto. Não se acomodem. Façam algo por si. Nunca se sabe até quando terão tão valiosas oportunidades.

Às vezes, os outros parecem distantes, mas nem tão distantes assim quando você modifica o seu ser. Outras vezes, tão próximos que impõe a sua insegurança, de tal maneira que não pode mais se mover. Mentira! Você pode se mover. Você pode se encontrar e descobrir o que fazer, como fazer, para que a felicidade não seja hierarquicamente construída, mas que seja divinamente distribuída. A felicidade é assim. Ela já está em cada um. Assim como a luz do amor! Agradecemos.

Paz e Amor! Paz e Amor!

Grupo:  … vai iniciar um novo trabalho e quero pedir para vocês acompanharem.

NA: Acompanharemos com toda a atenção. Confie sempre em sua luz, pois ela por si a conduz!

Agradecemos. Paz e Amor! Paz e Amor!