Encontro Semanal

Luzes de interação

Paz e Amor.

Os Fluxos de Interação chamados de linhas FI, ou campos FI, são ressonâncias selidentes exalçadas de nanovariações gravitacionais positivas e negativas, de maneira a interagir com a estrutura orgânica física como um todo, incluindo célula por célula. A relação direta entre as ressonâncias selidentes vindas do eixo consciencial siloeflérico transfere à dimensão física bariônica mensagens e comunicação mente-organismo. Toda a rede orgânica está em plena e constante interatividade com o organismo físico. Toda parte da estrutura física já narrada exalça fílens para os campos orgânicos internos e externos, criando halos luminosos de extrema relevância para o funcionamento orgânico físico corporal humano. Toda a parte já demonstrada relaciona-se portanto aos chamados centros de energia e às linhas ki, conhecidas pelas aplicações de acupuntura. Toda interação a partir das células também se relaciona às estruturas orgânicas, organelas, citoesqueleto e às informações transitadas entre os halos celulares de sobrevivência e expressão que fazem parte da interatividade silosciente, insciente e consciencial, por se tratar de um ser duplinado. Reconduzir este assunto não quer dizer, repetimos, que estamos dando ênfase às questões do conhecimento humano, ou conduzindo para o pleito materialista. Apenas são referências para que consigamos fazer paralelos de importância e facilitação do entendimento. Até porque grande parte das informações não consta do desenvolvimento científico humano. Dentre essas informações, os campos FI não são reconhecidos pela ciência humana por falta de sua descoberta que, aliás, está prestes a acontecer. Os Fluxos de Interação neste momento nos interessa porque estamos lidando com projeções mentais de importância para equilíbrio, identificação e vivência específica. Assim, ao lidarmos com as questões dos exercícios, que, dividindo em algumas etapas, vamos a uma outra, a identificar outro aspecto importante. Os Fluxos de Interação que geram os fílens, como já dito, proporcionam níveis de vibração da ordem de comprimentos de onda a partir de 2 nanômetros, portanto, estando em sintonia facilitada com as estruturas celulares. Entretanto, alcançam comprimentos de todas as dimensões da estrutura física humana, até um raio exclusivo de um metro e meio a três metros, estando cada humano susceptível a interferências de campos eletromagnéticos, eletrofi e silofi, sendo os campos silofi relacionados à estrutura de Ídar de memória. Mas, essencialmente a memória influenciável pelos campos eletrofi. O que isso tem a ver com a meditação ou o processo dos exercícios apresentados? Todas as transdutorizações são processos relacionados às transmissões de fílens e suas interações com o organismo físico. Citamos desde as células para mostrar a relação de profundidade e intimidade da conformação de memória e de interação mente-corpo, mente-organismo. Essas ressonâncias promovem, provocam, anulam, interferem, somam, multiplicam outras ressonâncias, tanto na estrutura física quanto no próprio halo mnemônico em Ídar. Tais ressonâncias são de altíssima sensibilidade interativa. E causam ressonância e interferência por todo o organismo. A maior parte das ressonâncias são resultantes de ressonâncias de ressonâncias, as chamadas de ressonâncias afim, que acontecem entre estruturas orgânicas como os órgãos, a estrutura endócrina, as vias de líquidos como linfa e sangue, as vias de líquido como saliva e excreção. E como estrutura óssea, ou ainda estruturas de capilares como fios de cabelos e linhas inter-orgânicas, como nervos. Os campos de vibração são altamente sensíveis, pois a sua intensidade é extremamente baixa, mas de elevada importância para a estrutura bioquímica e bioeletrônica do organismo. Se fosse de uma ordem maior do que de 1 décimo de volt, poderia danificar vários níveis de estrutura celular. E, assim sendo, as ressonâncias se multiplicam pela quantidade de fílens e o máximo aproveitamento das selidências através das exalções de abstâncias que externalizam fótons, elétrons, prótons, etc.. Todas essas questões interferem nas chamadas luzes que podem ser “vistas” nos exercícios propostos. E, a maior parte das luminosidades são interferências as mais diversas do meio ambiente e da própria sensibilidade foto-elétrica dos bastonetes oculares e das vias de transmissão psico-elétricas acompanhadas com suas respectivas ressonâncias eletrofi e campos eletromagnéticos. A iluminação é por si, dentro do contexto ocular, campo eletromagnético que vaza para as telas mentais, inundando-a de sombras e luzes. Como já dissemos, há diferenças entre as chamadas luzes de interação, que são oriundas das ressonâncias selidentes transmitidas através dos sistemas de reação orgânica, dotadas de interatividade mente-organismo-corpo. Tal interatividade sobressai como habilidade do ser silosciente insciente duplinado, confinado na estrutura orgânica física.

A etapa a seguir dos exercícios consiste em dois níveis de observação. O primeiro relaciona-se à continuação dos níveis anteriores, isto é, se ainda não enxerga luzes em sua tela mental, persista com os exercícios anteriores. Em um dado momento, iremos apresentar alguns facilitadores que não podem ser apresentados ainda nesta etapa, pois iriam mascarar as reações viso-motoras-psicoelétricas dos campos mentais-corporais. Como é o caso dos boúges. A segunda etapa relaciona-se à inclusão de um fator de localização. Então, mesmo que as luzes de interação não estejam sendo transparecidas na tela mental, devemos ampliar as referências para o autoestudo. Solicitamos que uma pessoa venha à frente, para criarmos um diálogo, lembrando que cada um tem a sua própria reação. Nossos amigos Ranamás encontram-se nas mesmas atividades por eles propostas. Queremos ainda dizer que a persistência com o exercício proposto relaciona-se a interesses dialogados com os Ranamás. Paz e Amor.

NA: As mãos são ricas em exalções selidentes e em campos eletrofi abertos, quer dizer, disponíveis para variações com influência mental, diferente de outras partes do corpo. Apenas os mãos, os pés, e o topo do crânio, à altura da chamada moleira, vista nos bebês.

Grupo: Exalções são coisas que espelem?

NA: Isso, dos campos gravitacionais siloefléricos, das variações.

Grupo: De vez em quando tenho feito coisas assim, com a Renata, coisa com as mãos, tento enxergar a luz azul….

NA: Iremos marcar com vocês depois, com a intenção de ajudá-los a equilibrar o relacionamento com esta base, se for do interesse de vocês. Agradecemos. Ponha as mãos assim (sobre as pernas), relaxe os ombros, projete para cima o topo mais alto da cabeça, pode passar a mão e encontrá-lo para sentir, vai à altura da cabeça e encontre intuitivamente um ponto mais alto. Normalmente ele coincide com o meio anterior, que deixa o queixo um pouco projetado em relação à fossa nasal. Como isso é pessoal, cada um deve ter a sua própria impressão.

Grupo: Acho que eu achei.

NA: Inspire e expire lentamente até sentir que a respiração consegue oxigenar através de uma sensação de relaxamento agradável. Todas as reações orgânicas são relevantes. De pruridos, pressões, variações de calor, sensação de presenças, impressões internas de relação, por exemplo, coça em dois lugares diferentes ou mais, coincidências sonoras, desajustes corporais, desequilíbrios, imagens insólitas. Toda espécie de impressão, tudo é importante. Entretanto, não avalie. Não conclua, não relacione. Apenas ausculte-se. Apenas sinta, apenas permita. Apenas esteja. Seja! viva! Entreviva! Lembre! Esqueça! Relaxe, procure, encontre, mas não almeje. Agora, deixe as luzes se movimentarem e busque, como antes já descrito, acompanhar os movimentos de luzes e de sombras. Ajuste novamente a coluna. Não lhe proponha nada, apenas permita se as luzes surgirem, que elas contraiam, que elas se expandam. Normalmente, a forma de interferência na tela mental dos sistemas de paridade das ressonâncias selidentes são expressas por contrações e expansões luminosas, porque no nível celular há emissões de fótons e estes interferem com base em processos de ressonância paritadas. Isto é, comprovadas pelo próprio organismo como sendo uma ressonância selidente sensciente, insciente, silosciente. Entretanto, pela falta de convivência da consciência com essas emissões de fílens, interferindo na tela mental, elas se mostram autômatas, isto é, indiferentes à consciência. E, por isso, como processos autômatos, precisam ser encontrados, reconhecidos e dialogados. A partir daí, o treinamento irá fazer aproximações entre os campos siloscientes e a consciência, ainda sem interação, e para melhorar esta interação, que será à frente, um dos alvos, é preciso fazer uma espécie de auto-reconhecimento espacial. Este autoreconhecimento espacial relaciona-se à projeção e projeções administradas pela observação consciente no ambiente psíquico da tela mental. Desta forma, vais projetar um campo de observação da seguinte forma. Peço para que nossa companheira à esquerda esteja aqui ao lado para acompanhar (Eliene ficou ao lado)

(Falando para o xxx) Observe, a projeção para a frente, ok? Abra os olhos. A projeção para a frente (da cabeça do Bill), à sua frente como se tivesse um mapa: Sul, Leste, Oeste, Norte. Divida agora esse quadrante em 8, para fica Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Noroeste. Utilizando as referências espaciais do espaço físico, agora há dois planos importantes, em um único eixo. Da mesma forma, tem o plano frontal-occipital. (Faz o gesto): frontal-occipital, assim, para cá, frente e distância (ele busca do rosto do Bill para a frente) Aqui é a referência do quadrante tridimensional, e a projeção para trás, é importante porque a tela mental se projeta em cima deste eixo, normalmente um pouco para trás. Isso acontece devido à atividade do córtex, que traz uma atividade sanguínea, que traz sensação da calota craniana. Como ela é circular, essa parte de trás é chamada de ciclorama mental. E ela é importante nas fases posteriores da meditação silosciente. Alguma pergunta até agora?

Grupo: Na hora que dividiu foram 8 na frente, e 4 em cima?

NA: Sim, porque tem esse plano que é o plano visual frontal-occipital (fundo), ele caminha nesse sentido, e o outro, ainda, nesse sentido vertical e outro (nas 3 dimensões).

Grupo: Os outros têm nome?

NA: Têm, mas não é o caso agora.

Grupo: Você falou para fazer um mapa, pensei no da frente, num quadrado, e dividi em 8, 2 linhas assim e duas assim.

NA: Sim. Agora há uma grande dificuldade de uma parte das pessoas de perceber esses planos, principalmente o frontal-occipital porque ele não é muito experimentado mentalmente.

Grupo: Mentalmente é a questão da imaginação, do que se imagina?

NA: É, o exercício da imaginação não é uma imaginação aleatória, é uma tentativa de organizar mentalmente o seu espaço físico interno. Ele não existe, é um conjunto orgânico de expressão silosciente. Ou seja, você tem atividades de fílens em ressonância por todo o organismo, criando campos diversos com diversas variações e ressonâncias. Por exemplo, se abres os olhos, as ressonâncias em volta dos campos dos bastonetes são bastante intensas. E ao mesmo tempo, interligadas com as suas conexões com todo o corpo, principalmente as conexões neuronais. E, dessa forma, a imaginação funciona como construção de parâmetro. O parâmetro serve para ser utilizado na interatividade. Como o parâmetro é utilizado na interatividade? Através dos sistemas da paridade, quando se compara objetos da impressão física com os objetos que vão se formando para se corresponderem aos da impressão física. Compreende?

Grupo: Mais ou menos.

NA: É como se eu falasse assim: isso é uma bola e você fala: Ah então isso é uma bola. Então, a paridade foi o seu reconhecimento. Toda vez que você olhar isso, você vai saber que isso é uma: Grupo: bola. NA: Exatamente isso. Só que isso é feito com as impressões que você tem. A sua imaginação funciona para construir parâmetros. Da mesma forma que dá o nome de bola de ‘tchauamê’. Isto é um parâmetro, e quando você constrói ele mentalmente, você passa a observá-lo, porque as emissões de fílens vão obedecer os seus parâmetros, e irao construir com a sua consciência uma localização, que é uma impressão virtual.

Grupo: Isso tem a ver com a coisa de imaginar a luz, por exemplo, que vocês falaram várias vezes. Imaginar a azul. A princípio tenho dificuldades sempre imagino mas parece que está num plano diferente. Se eu não fico o tempo todo concentrado que tem uma luz azul, ela vai embora.

NA: Mas aparece a luz azul?

Grupo: Eu consigo imaginar a luz azul.

NA: Mas, aparece?

Grupo: Aparece, mas faço esforço para mantê-la.

NA: É treino.

Grupo: Fico pensando também qual que é o limite da luz, a intensidade, de onde ela brota.

NA: Não se preocupe com nada.

Grupo: Simplesmente faz ela aparecer.

NA: Isto, porque estás evocando todo o processo de ressonância selidente que já acontece. Você não está criando, ele está apenas conseguindo encontrar. E a imaginação é uma ressonância. Quando você convenciona que o azul é uma determinada cor, e ela surge, é porque o seu organismo entendeu a sua mensagem. Então, ele vai enviar a ressonância solicitada e ela passará a ser a referência.

Grupo: Então, tem dado certo.

NA: Exatamente. Entretanto, é um treinamento. Se não fizer, não irá conseguir.

Grupo: É a repetição.

NA: É a repetição, mas não é a repetição em si, porque cada que tentar fazer, é diferente uma vez da outra. É como se estivesse remando no mar. Você segue todos os dias, mas as ondas são sempre diferentes. Assim, o caminho nunca é igual. Mas, o treinamento lhe habilita a perceber as ondas. Paz e Amor.

Grupo: Os fílens são da ordem física ou não?

NA: São da ordem física e de uma ordem não fisica, porque eles são Fluxos de Interação. Então, digamos que a interação seria mais ou menos o seguinte: Ponha a suas mãos. A interação seria: xxx pôs as maõs para cima e ele bateu nelas rapidamente, como se estivesse tocando. Veja, estou interagindo com você. Como é uma máquina, você só se incomoda, mas é uma interação. Mas, aqui (fez vários movimentos, batendo por cima, por baixo, batendo palma). Percebeu? Quantas mensagens foram dadas! Esta (por cima), esta (por baixo), esta (a palma). Se observar, tentativas de dizer algo. A sua mente está o tempo inteiro interagindo com o seu organismo, e com isso, tenta também com a sua mente. Mas, se a sua mente não compreende, ele só vai tentar, e não terá retorno. Ele transfere essa tentativa para o organismo físico, e se você não der bola, ele deverá causar uma dor. Quem sabe você preste atenção? E os processos de interação são gradativos e são construídos etapa por etapa, até que se consiga um resultado paritário. Por exemplo, ele faz de novo uns toques na mão do xxx e espera. Não vai fazer nada?

Grupo: Eu toco também. Daí dialogaram pelas mãos tocando.

NA: Percebeu?

Grupo: Sim.

NA: Isto é comunicação. Esta forma transfere toda a informação insciente, silosciente para o organismo. E a complexidade orgânica reorganiza todo o processo para que você se comunique verbalmente. Sua comunicação verbal e todos os seus sistemas de percepção se relacionam com a simplicidade dessa interatividade demonstrada. Só que aos milhões. E este conjunto de sistemas matriciais, quer dizer, sistema do sistema do sistema do sistema, cada um com objetivos específicos de interação, desde o DNA, ou você acha que o DNA veio do nada? Ele veio do ser siloeflérico. E é transferido ao organismo para organizá-lo, para estabelecer parâmetros de comunicação. E as células se comunicam internamente, externamente, internamente, uma célula com outra, e assim, com milhões.

Grupo: Uma boa comunicação é sinônimo de consciência de ambas as partes.

NA: Uma boa comunicação é sinônimo de uma boa interação. E este, para nós, é o sentido da saúde.

Grupo: A interação mente-organismo físico.

NA: Isto. Porque ela aumenta a probabilidade da sua comunicabilidade. Assim, das suas habilidades. Assim, da sua sobrevivência. E assim, do seu desenvolvimento.

Grupo: É a base da leitura corporal, né?

NA: Certamente, exatamente.

Grupo: E o plano frontal-occipital, o que vamos fazer?

NA: Você vai imaginá-lo e construí-lo. Vai imaginar que você pode andar mentalmente pela sala, tentando se localizar.

Grupo: Algumas vezes eu tentei, enquanto caminhava na barragem, eu fechava os olhos e tentava caminhar o máximo que conseguia de olhos fechados, tentando enxergar, é mais ou menos isso?

NA: Isso é muito bom. Você pode fazer a preemptividade, como já descrevemos, que é você andar e apenas piscar rapidamente, abre e fecha e continua.

Grupo: De vez em quando, eu tinha uma sensação, sem estar fazendo exercício, de observação da tela mental, e tinha uma sensação de uma profundidade espacial na mente. Além da tela mental imediata, eu tinha uma sensação de profundidade, mesmo com os olhos fechados. Seria a criação mental desse eixo, desse plano?

NA: Exatamente. Esse é a etapa desse processo agora. Paz e Amor. Agradecemos.

A luz da existência é a luz da interatividade. A comunicabilidade entre o ser insciente e a consciência. A descoberta de si mesmo. A confiança é a base. Confie naquilo que constrói em sua mente. A luz do amor é a luz da interatividade. Agradecemos. Paz e Amor.