Encontro Semanal

Mundos da consciência

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Paz e Amor.

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Os mundos da consciência são chamados mundos holoscientes por nós. Incluem uma gama de seres bastante variados. E podemos observar uma graduação de certo modo relacionada a atuações relacionadas também aos ambientes físicos. A consciência não é uma, e os mundos holoscientes, que são os mundos da consciência, encontram-se em permanente conflito. E vamos separar em três grandes categorias para facilitar o entendimento e a importância que neste momento estamos atribuindo para as explicações que irão seguir nos próximos encontros. A primeira parte relaciona-se a seres não humanos. A segunda parte relaciona-se aos seres microscópicos. E a terceira, aos outros diversos seres que sobrevivem na face do planeta Terra, e outros inter-relacionados pelos dirigentes dos grupos de humanos Intai a serem transitados entre os diversos planetas. Isso inclui, portanto, a humanidade e os demais animais, como assim considerados pelos seres humanos. Devemos focar esse terceiro item, deixando bem claro que os objetivos das exposições não relacionam ao conhecimento humano, diretamente, mas, por vezes, buscamos relações quando essas se fazem possíveis ou necessárias. Entendemos que as projeções mentais da consciência estão subdivididas em um aspecto inconsciente e outro aspecto consciente, sendo frequentemente a linguagem, a interface subjetiva e coletiva entre esses dois âmbitos da consciência. Não vamos discutir conceitos humanos. Ao entender-se que há uma grande interação mente-corpo, é necessário entender-se também que há a interação entre o subconsciente e os corpos e subconscientes uns dos outros seres, incluindo animais e outros. Essas interações fogem à consciência, apesar de fazer parte do processo consciencial. Especificamente, da consciência. Estamos avultando consciência como um processo amplo de auto-situação e auto-citação, ou seja, quando o indivíduo se localiza e se referencia diante de si, dos outros, dos objetos e do meio ambiente, considerando-se que o ambiente se subdivide em ambiente interno íntimo, ambiente interno insciente, inconsciente, e ambiente consciente superficial, medial e profundo. Esses níveis se alternam na experiência cotidiana, dependendo da experiência de vida que se encontra em atividade. Esta dissecação tem como objetivo apenas para espelhar diferenças de entendimento sobre a mente entre os seres humanos. Da mesma forma que consideramos haver dúzias de tipos humanos, consideramos também haver dúzias de tipos mentais conscienciais e níveis de desenvolvimento consciencial, subconsciencial, exociencial, já trazendo para a frente desses processos mentais de consciência, o âmbito adicional exposto há dois ou três encontros sobre os sonhos. A importância da consciência reside no fato de poder tornar possível o rompimento de um lastro natural das diferentes formas de consciência que separa consciência e inconsciência. Especificamente, o subconsciente. Para nós, o inconsciente relaciona-se com a interação mente e sistemas diversos do organismo físico, pois, afinal, essa mente encontra-se confinada. E subsconsciente, em que, além da relação com o organismo, há também a interação com o subconsciente, aspecto não auto-perceptível da consciência. O trânsito de informação relaciona-se intimamente com as condições de estrutura física do organismo físico, em seus processos bioquímicos, bioelétricos, biofotonômicos, etc. Esses aspectos são condizentes com a natureza física, fisiológica, tanto ao nível sub-atômico, incluindo o que já se pode perceber no âmbito da física quântica, uma vez que parte da experiência mental se dá por meio de processos extra-físicos, através de outras dimensões, como Ídar, Éfler, e outras situações ainda não expostas. O essencial é que se compreenda que o aspecto mais relevante da experiência da consciência apresenta-se pela convivência de um fator, de um denominador comum, agrupados em suas formas e em suas emissões de energia consciencial, gerando o compartilhamento daquilo que se denomina como sendo parte da realidade. Não podemos excluir dos processos propriamente físicos da consciência o âmbito exoconsciencial, onde tem-se um acesso direto com todos os seres humanos, não sendo possível, da mesma forma, pelas portas e janelas da consciência física, compartilhada, ou seja, a realidade consciencial vivenciada aqui e agora. Os âmbitos sensoriais físicos são bastante limitados, proporcionando igual limitação na compreensão de fenômenos híbridos ou multidimensionais. Frequentemente acontecem, mas infelizmente, não podem ser controlados por nenhum conhecimento tecnológico atual dos seres humanos. Uma dessas questões relaciona-se ao processamento de memória nas dimensões de Ídar, e certamente o desconhecimento absoluto quase das regiões possíveis de se captar Éfler ou ateres ainda fora do alcance consciencial, experimental, ou filosófico dos seres humanos. Ao expormos como exemplo os ateres de Éfler, podemos notar que quase de forma generalizada, os efeitos desses conhecimentos geram mais fantasia do que repercussões no pensamento direto e consequente da maioria dos seres humanos que temos contato. Não quer dizer com isso, uma limitação negativa, mas muito antes pelo contrário, limitações que demonstram que a mente humana tem uma lógica muito desenvolvida e bem estruturada para sair do lugar que está, no processo mental afetivo. Certamente, o tempo deve agir de acordo com as possibilidades de cada grupo, se houver possibilidade de continuidade da experiência na Terra. Apesar de alguns ventos soprarem aspectos muito negativos da experiência humana, não estamos ligados nessas linhas porque acreditamos piamente no desenvolvimento consciencial da humanidade por conhecermos seus âmbitos mais íntimos como acabamos de citar: a sua estrutura consciencial. Os mundos conscienciais físicos, portanto, encontram-se diversificados. Quer dizer que há grupos que formam halos conscienciais extensos, de maneira que suas rotas suirsômicas possam se desenvolver, alcançando estágios mais promissores para o crescimento consciencial de cada um. Há uma escala que subdivide parte dessas possibilidades em um âmbito probabilístico positivo, em que estima-se uma probabilidade satisfatória para esse desenvolvimento na ordem de 75%. Há muitas dúvidas de outros seres que se acasalaram com seres humanos, trazendo diferentes perspectivas conscienciais por não herdarem dos seus destinos as suas origens, estando confinados como os próprios seres humanos. Isso tem ajudado no equilíbrio relacionado às desorientações que se percebem no âmbito dos poderes dominantes há muitos séculos, já previstos por muitas linhas de entendimento. A humanidade encontra-se não apenas em uma encruzilhada. Mas, em várias vertentes contraditórias e muito seladas por seus domínios, o que pode promover tanto consequências e desdobramentos positivos ou negativos. Por exemplo, o entendimento não apenas de uma chamada ciência, mas de um sentimento generalizado interrelacionado com o meio ambiente e sobrevivência. Se a humanidade não transformar os modelos chamados capitalistas, em pelo menos 200 ou 300 anos, poderá trazer uma via sem retorno para essa dita sobrevivência. Felizmente, há muitas vertentes competindo para encontrar soluções diferentes para os processos mais relacionados às crises do sentimento, das emoções, que não podem ser quantizadas para serem vendidas. Desta forma, esse aspecto se desenvolve em ambientes de convivência comunitária, em escolas, “por incrível que pareça”, os lugares de maior crise entre as propostas de desenvolvimento e as imposições das leis e dos interesses econômicos. Entende-se que a consciência não parte só de uma humanidade. Há muitas controvérsias lançadas em nome da ciência humana. Elas são mal fundamentadas por desconhecerem âmbitos mais profundos da experiência consciencial coletiva. E apostam no sucesso das explorações sem limite como se o limite fosse disponível para sempre. Verdadeiramente, as reservas que desenham esse limite são espelhadas de forma totalmente equivocadas. No âmbito da sustentação entre humanidade e essas reservas, esse limite já está fora de contexto há quase cem anos. E, por isso, para que se retorne ao equilíbrio, é necessária uma revisão completa dos sistemas de controle entre os sentimentos populacionais, isto é, a gama de influências de energia que giram em torno da sustentação da interação entre o planeta e os seres vivos, entendendo-se a vida como se entendem os seres humanos. Em tese, apenas colocamos uma pergunta cuja resposta está no sentimento. A humanidade se sustenta? Não vamos responder, mas precisamos agir, compreendendo que a mente influencia o resultado dessas respostas. Quando a mente constrói por meio de sua consciência, essa se faz surgir das dimensões da memória de onde saem as respostas para os problemas. As respostas para suas soluções. As soluções para se responder, para se corresponder.  Então, começa na esfera individual, onde a sua consciência pode ser ampliada para se aproximar de um poder pessoal capaz de desenvolver sensos e consensos. Os consensos são elos entre os sensos. Elos que decidem as trajetórias de cada um, que ao mesmo tempo impulsionam e se somam às trajetórias de outros “cada uns”. E esses grupos se tornam relevantes em relação a outros grupos proximais. E assim se tornam avultados e potencializam os seus rumos. Então, é preciso partir de cada um. Não haverá nenhuma reação se cada um não pensar em si, olhar para si por meio do amor, entender que o seu caminho se soma a outros caminhos, e saibam, há caminhos paralelos que são cópias exemplares da sua experiência. Pois, elas se multiplicam em âmbitos da consciência mais consistentes que a consciência dos mundos físicos. E desta forma, vão formando mundos conscienciais, onde não basta saber, não basta ter conhecimento. Não basta saber das coisas. Mas, muito mais, é preciso reconhecer a si em seu micro-mundo consciencial, o seu próprio corpo e a partir de sua ação voluntária, altruística, amorosa, fazer-se entender em oposição a processos de deterioração das realidades físicas, onde irresponsabilidades são praticadas por si e para si, de forma egoística, não trazendo benefícios nem mesmo para si mesmo. É preciso olhar para si por meio do amor que normalmente, naturalmente, simplesmente se multiplica quando se divide, trazendo para todos uma mesma referência, tão autônoma quanto diversificada, tão mesma pela incondicionalidade do amor. Tão única que se faz única em cada um, de maneira a construir e não a destruir. Os mundos conscienciais podem ser elaborados dentro de você, pois você faz parte de algum mundo consciencial. Qual é o seu mundo consciencial? Qual é o seu âmbito holosciente? Qual é o seu caminho? Espera-se que seja o caminho do amor. Paz e Amor. Paz e Amor.

 

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Atendimentos

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NA: Muitas coisas sobrepõem aos caminhos, aos destinos e aparentemente, repentinamente, parecem destituir, desconstruir, derramar, paralisar. Mas, não creem nisso, porque não é bem assim. Vens fazendo a vida desta forma. Vens trazendo a carruagem com as mesmas situações. Vens repetindo, repetindo, repetindo a mesma lamúria, a mesma penúria. Os mesmos elos. As mesmas ilusões. E quando algo acontece, sabe-se, ou já se sabia que iria acontecer. Às vezes, se reclama, às vezes se declama. Às vezes, não se encontra nem se contrapõe. Às vezes, domina a indiferença, porque o dia passa e as coisas parecem ficar pra lá. Parece um desdém consigo mesmo. Parece desacreditar. Parece não crer, ou crer pela metade. Então, mude. Mude alguma coisa. Vire a porta para o outro lado. Aproveite, também, vire o leme, a bandeira, troque o calçado, mude o caminho. Encontre o novo. Renove o velho, mas respeite o tempo. O tempo envelhece as coisas, mas a idade das coisas estabelece memórias e as memórias não podem ser jogadas fora. Jogue fora os objetos e retenha a memória. Ame-se. Entenda que amar a si é permitir que o passado revisto e revisitado, não é mais passado. É presente. Presente do passado. Uma bela oportunidade para redescobrir o novo. O novo que já é velho, porque você já sabia. Qual é a novidade? Qual é a sua novidade? O que tem a sua consciência de novo? De novo? Mais uma vez? Acorde! É tempo. É preciso. Modifique alguma coisa. Tire a maçaneta da porta. Ponha um tapete colorido, uma flor na janela, um olhar diferente para as coisas. Encontre a sua confiança. Mas, seja humilde. A humildade faz você tirar os bois de trás das carroças. Certamente, é preciso encontrar o amor. Agradecemos. Paz e Amor. As águas estão energizadas. Paz e Amor.