Encontro Semanal

Potenciais tehili e as forças do amor

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Paz e Amor.

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Vamos caminhando em direção ao amor, querendo dizer e encontrar sobre o que é o amor. O que é o amor? Sempre interrogamos porque dizemos de muitas formas sobre luzes, forças, caminhos, sentimentos. Tudo dizendo da mesma coisa: o amor. Certamente, é uma palavra desgastada pelo mau uso, ou pelo uso apelativo e ligado aos conteúdos comercializados do sentimento entre dois seres humanos. Independentemente de como se conceba, o amor é sempre múltiplo, com muitos significados, com muitas raízes, na experiência de superação de uma humanidade. O amor, como essência, transcende o sentimento e é absorvido pela consciência em sua base mais essencial, o seu eixo consciencial. O amor ilumina porque em muitas circunstâncias, sua expressão gera campos eletromagnéticos e fluxos elétricos e de fótons, concomitantemente. E a iluminação do amor relaciona-se a toda espécie de movimento existente na natureza física. Os movimentos geram a relação entre o tempo e as forças que selidem dos nanocampos gravitacionais da estrutura eflérica, idárica e física bariônica. Muitas vezes, se entende que as forças do amor irão gerar fluxos de movimento, modificando o estado das coisas, aumentando ou diminuindo as temperaturas, exalçando abstâncias efléricas para os ambientes físicos, e trazendo matéria física para a existência de forma a interferir nos elementos biológicos, orgânicos. O amor como caminho relaciona-se às habilidades conscienciais que se desenvolvem em cada um, transformando-se em concepções desde os seus ínfimos estados de ser. A estrutura física, portanto, é palco da ação da sobrevivência, das formas, das evidências, dos meios de como se constrói todo o ser. E este se desenvolve nas suas dependências físicas, que essencialmente estão em movimento e, estando em movimento, é muito mais amplo do que se pode pensar. As ações do pensamento geradas pela consciência e por toda experiência consciencial, guardam profundos elos de influência com macrorregiões do universo físico, como é o caso deste sistema de planetas regidos por um sol, temperado pela distância do calor e das irradiações – não fossem essas interações entre os campos fi ainda desconhecidas da humanidade, mas largamente conhecidas por outros seres não humanos, cujas interações entremeiam com os fluxos eletromagnéticos de toda espécie, intensidade, e variabilidade, dotando de interrelações causais, onde pequenos movimentos podem movimentar e serem resultantes de grandes movimentos. Já expusemos os paralelos com os dominós, onde se mostram prossilogismos, encadeando processos físicos de extensas proporções, onde a energia de uma gota d´água em queda pode resultar na formação de uma extensa e violenta tempestade. São as chamadas forças tehili. Essas forças interligam âmbitos específicos das habilidades de interação da mente e das propriedades mentais de muitos tipos de seres, incluindo os seres humanos. Na essência destes “poderes”, sempre há duas referências simplificadas pela síntese da ciência humana, tanto em seu corpo físico, quanto em sua chamada espiritualidade: o amor e algo que dê credibilidade ao amor, a confiança. O amor incondicional expõe a base intrínseca das forças tehili. Quando se mentaliza algo dessas forças, há um chamado potencial, o potencial de que aquilo que é solicitado pela rede de sistemas de sistemas matriciais, que envolve organismos físicos e todo o conjunto de processos inscienciais que romperam a barreira eflérica entre a não existência e a existência, que é o colapsamento consciencial. Já esboçamos um pequeno histórico a respeito. Essencialmente, a importância que damos às referências do amor pode ser compreendida como sendo o potencial tehili e a habilidade de confiar em si. Ao lidarmos com tal potencial, podemos traduzir que as forças do universo são reveladas para o eixo insciencial, que o realiza através das conexões paritárias exemplificadas pelas orientações do amor incondicional. Quando você pensa o melhor para o seu filho e se desdobra para solucionar todas as questões que o coloca em risco, estás utilizando da fé transformadora do amor. Há nesta fé, nesta crença, uma ressonância selidente que faz selidir não apenas dos universos “efléricos” que, em tese, não existem, fazendo surgir desta inexistência grandes forças de movimento físico, que tendem a se somar e se moldar, encaixando-se em qualquer modelo de estrutura física existente. Os modelos podem ser compreendidos como aquilo que acontece com você. E quando você interfere com o seu potencial tehili, dotando de confiança as chamadas luzes, caminhos, orientações, etc., etc., do amor, simplesmente realizam com naturalidade e simplicidade qualquer extensão de complexidade, como se fosse apenas uma ação simples da natureza. E é. Os potenciais tehili exalçam de Éfler e da natureza física, e você se encaixa em seu próprio potencial tehili, fazendo-se parte daquilo que vem em sua necessidade. A experiência dos Ranamás reforça que cada suirsoma tem em si um grande potencial tehili. Isto quer dizer que se vem à vida para encontrar-se com ela, ela encontrará com você, e este encontro, um encontro incondicional do amor, pode ser altamente transformador. Para isso é que dissemos “confie em si”. Para isso é que dissemos sobre o amor. Porque tudo é transcendental, e o potencial tehili é capaz de mantê-los vivos até que assim se cumpra não exatamente, mas algo do seu potencial tehili. E que aquilo que selidir em sua existência, existe pelo seu poder natural de ser a si mesmo, ou a si mesma. É um encontro e a descoberta do amor em seu ser. Os sentidos que a vida lhe atribui. As formas, os acontecimentos, as percepções, a sorte, a fatalidade. Entendam que sempre há evidências. São as luas suirsômicas, que geram sombras, distorções, como já vimos as principais, e mais comuns. Luas suirsômicas ajudando cada um. É possível evitar o sofrimento, trazendo amor para a consciência. É possível evitar a dor, substituindo-a pelo amor. A existência de potenciais tehílicos são dádivas que cada um possui. Você pode transformar o mundo, mas é preciso ser humilde, confiar em sua ínfima parcela de amor. Confiar em sua ínfima parcela de ser quem é. Confiar em tudo que lhe acontecer, pois é fruto daquilo que gera conjuntamente com outros, muitos outros. Ninguém é sozinho responsável por si. Todos são responsáveis por todos. Mas, a vaidade, o egoísmo, o orgulho, a soberba, e muitas outras formas e sínteses das personalidades que se formam, se contradizem a todo instante, se auto-bloqueando, e trazendo distorções, impedindo os outros, obrigatoriamente impedindo também a si. É preciso compreender que há muitas formas da existência em torno de cada um. Mas, mesmo aparentando invisibilidade, a visibilidade está em você, em sua mente, em sua subconsciência, em sua exociência, em seus pensamentos gerados pela sua consciência. Pensem, sintam, avaliem aquilo que deve ser de uma forma melhor. Aquele que trai a si mesmo ou a si mesma traz para si a falsidade de sua própria confiança, e pode obter resultados em conflito com as suas necessidades, com as suas formas de compreender uma realidade que parece sempre ser urgente. Mas, o que emerge como resultado não se materializa ou se congela como forma de recusa de si próprio ou de si própria. A confiança no amor é a confiança no seu ser, em si, onde se pode e se deve reconhecer tanto as limitações quanto as “imperfeições”. E o reconhecimento como aspecto da humildade, mais frutífero, pode gerar um acolhimento por meio do amor. Não uma crítica que destrói a essência do seu ser. O amor incondicional não impõe. Ele é o que é, a sua própria essência. Portanto, não irás fugir de si e negar a si, a sua própria luz, quando ela estiver em sua consciência. Não existe o errado ou certo para a manipulação. Porque a cada momento lhe serve o que convém. Certo e errado não é uma avaliação a priori de terceiros. Mas, da sua própria essência regida pelo seu próprio amor. E cada um pode alcançar essa incondicionalidade. Pois, tanto é incondicional, quanto resultante do que é natural. É a própria natureza e suas forças, suas revoluções, e suas transformações. Todos nós somos a natureza. E podemos descobri-las integralmente em nós. Isso nos inclui, mesmo que de forma totalmente diferente, pois é a mesma essência baseada na incondicionalidade do amor. Acordem! Abram os olhos para a beleza da existência! Para a multiplicidade desse potencial em seu ser. Descubra o seu universo, caminhando em sua confiança, sobre ela. Ela pode ser um caminho, uma luz, uma orientação, uma explicação, uma coincidência. Ela pode ser uma força, uma força potencial que reside em sua essência consciencial. Ela se chama amor. Paz e Amor. Agradecemos.

Grupo: Na correria do dia a dia, a gente perde contato, percepção de muito dessas exalções, selidência? A gente passa batido nelas, né?

NA: o que você acha? É preciso compreender, como diz nosso irmão Jeremias: “Pressa, pra quê?

Grupo: É um grande aprendizado.

NA: Mas só é aprendizado quando se aprende a realiza-lo. É preciso alentar. O cotidiano não precisa ser rápido. Selecione, mantenha-o em seu lugar, o lugar do equilíbrio. Cada expressão que usamos busca criar uma referência que vocês ainda em maioria não possuem. As referências precisam ser inovadoras. Pois, se elas forem da mesma rotina, não haverá discernimento. Transformar a realidade é transformar a si. E toda a realidade será transformada para si e para os outros. Depende dos outros. Não se pode transformar o que não quer ser transformado. Mas, pode-se transformar quem não sabe que está sendo transformado. Queres transformar alguém? Transforme, um por um. A vida é transformar porque ela se modifica como o mar. A vida é descobrir quando se revela a ela para si. O amor é uma forma, é um caminho, é uma luz, é uma descoberta. Faça-a efetiva em seu ser. Não é uma questão de escolha, como se diz. As escolhas são fugidias. Uma hora é uma coisa, depois não é mais. As escolhas são complexas, não podem ser simplificadas, então não é uma escolha, é uma permanência de escolhas. A todo instante você escolhe, mas não escolhe tudo. Escolhe algumas coisas, então não são as escolhas que fazem as coisas. Elas são apenas resultados. Resultados de muitos processos, de muitas diferenças, de muitas ignorâncias, de muitas descobertas, de muitas formas de encontrar o conhecimento. Escolhas não são escolhas. São como folhas ao vento. São levadas por tehili para onde não se sabe. As escolhas são falsas, como donas de sua vida. Você não a escolhe. Você a vive. E viver não é só escolher. É encontrar, é descobrir, é mudar. Mudar a si, mudar aos outros. Aos outros ninguém muda, aos outros todos mudam. Não responsabilize apenas uma habilidade. Sincronize-se com todas as suas habilidades. Escolher é só uma, e não é a mais importante. A mais importante está em seu coração. Quando você reconhece a si e aos outros como uma só lição. Encontrem-se em seus amores. Encontrem-se em seu amor. Paz e Amor.

Silêncio

NA: Nós vamos mandar prender os gatos. (risos gerais)

Grupo: Podemos fazer as perguntas do último nossoamigãozinho?

  • Existe linguagem oral em mágnem?

NA: O verbo é expressão do corpo, que aprende em um tempo e em um lugar. Utiliza como referência para sua existência. O verbo é símbolo que perpassa as vidas, portanto, não por meio do corpo, de uma boca, ou de um ouvido – um fala e o outro escuta por meio de uma voz – mas, por meio de uma transmissão da mesma articulação, que não se faz em som, pois, em mágnem, certamente o som não se propaga. Mas, de maneira outra, todos escutam. Aquele que diz é compreendido, utilizando uma língua ou outra, pois os símbolos podem ser articulados pela luz. A luz são campos eletromagnéticos. O som se faz pela essência constituinte de cada ser, tanto pelas suas densidades, quanto pelas suas habilidades. A expressão verbal é do meio físico, mas não faz mal, ela é transferida de outra maneira para aquele que escuta e deseja dizer. Ele não fala. Ele diz. Não é oral. É mental.

Grupo: é em Ídar?

NA: Ídar se faz presente como dimensão descoberta do ser. Os seres Intai também se utilizam de Ídar. Só que os processos não são os mesmos. Em Ídar, para os seres Intai, a memória é simplesmente instantânea.

  • Se não tem linguagem oral, por que dessas palavras?

NA: Já está respondida, mas há linguagem, só que o verbal é físico, não é articulado por um corpo e sim por uma mente. É possível pensar sem movimentar estruturas físicas no ser Aintai, com treinamento, com técnicas semelhantes à meditação.

  • São várias as densidades em mágnem?

NA: Sim.

4) O que é biofotonômico?

NA: Há referências na ciência humana com a mesma referência para dizer da comunicação das células através de fótons, e essa comunicação é importante. Como os estudos humanos ainda se contradizem, as expressões são de certa forma ambíguas, e preferimos dizer, por esse motivo, completando a outra pergunta, porque usar essas palavras: porque usamos para diferenciar dos conflitos e embates do conhecimento humano. De certa maneira, com a intenção não de contradizer, mas de dizer algo não dito. Como se para os seres humanos, as emissões na faixa de luz laser das células, que são conhecidas da ciência humana, para nós são os fílens. E diferentemente das limitações humanas, através de suas técnicas, nós abordamos o tema de forma mais ampla. É necessário dizer algumas palavras, que não sejam as palavras dos dicionários humanos, para estendermos além daquilo que, de forma comportada, supostamente diríamos sem importunar o conhecimento humano. Mas, infelizmente, só a nossa presença já os importuna. Não no mau sentido, queremos crer, mas sabemos que é no mau sentido. A crítica humana não nos importa. Respeitamos e amamos, pois viemos para que de alguma maneira possamos ajuda-los. E as ajudas só podem acontecer se houver alguma transformação. Por mínimas que sejam essas mudanças, algumas estarão em rota de colisão com expressões humanas. Agradecemos.

Encontremos todos nós, isso nos inclui, formas melhores e mais desenvolvidas, na medida em que consigamos, de comunicar aquilo que podemos e que precisamos. Não se pode querer antes de poder. Não se pode usar do poder antes de compreendê-lo. Não se pode compreender sem explorar, sem viver. É pra isso todo o esforço de cada um de vocês, de cada uma de vocês. O que temos a contribuir é o que temos a contribuir. Só aquilo que interessar a vocês. Sem querer parecer infantilizá-los, como uma criança que só precisa saber o que ela precisa saber. A luz do amor é algo para todos, aliás, para todos nós. Paz e Amor. Agradecemos.