Encontro Semanal

Mente e observação

 

Paz e Amor.

Em muitos dos nossos encontros, abordamos observação e memória, inclusive com exercícios relacionados, independentemente se foram produzidos ou não. Falar sobre a mente realça para nós os movimentos da consciência, do subconsciente e de todo o eixo consciencial, pois esses se expressam em todo o processo orgânico. Fazendo um pequeno resumo, a mente – o que é chamado de mente por nós – refere-se ao trânsito de expressão e controle, o que inclui memória e interatividade entre aquilo que selide de Éfler pela via de Ídar, que chamamos de eixo consciencial. O eixo consciencial refere-se a todo o processo, desde a expressão do ser eflérico até todo o seu desenvolvimento subconsciente, consciente, insciente. À parte adjunta da expressão mental subconsciente denominamos sensciência, e as partes subsequentes, relacionadas ao subconsciente, à consciência, à superconsciência, à insciência, e aos processos de duplinação, quando o ser eflérico e todo o seu eixo consciencial estão desagregados de um corpo físico. A maior parte das descrições refere-se ao mesmo processo, só que com o ser incronizado no corpo físico. Em ambos os casos, ou seja, quando está no corpo ou fora do corpo, a mente, como processo consciencial, em relação ao ser, é a mesma. O fato de esta mente estar se expressando em uma dimensão que faz parte da dimensão física, denominada de Ídar, a mente ganha independência e grande mobilidade mnemônica, mantendo com facilidade experiências de vida incronizadas no corpo ou em estado de duplinação, isto é, fora do corpo. É importante que se compreenda que os processos mentais são complexos e diversos. Assim, estamos iniciando, referenciando inicialmente a observação consciencial. Ela é possível graças às características de Ídar em interação com a estrutura bio-orgânica, ao nível celular, como já foi descrito, em parte. Em outro momento, iremos detalhar a interação mental ao nível celular, relacionado às mitocôndrias e ao processo de síntese proteica no núcleo celular, onde a cópia do DNA pode ser transmutada no momento em que é levada do núcleo para as mitocôndrias. E esse processo de interação gera os fílens orgânicos, isto é, a expressão silociente do ser é a base do que é a mente. Assim sendo, a mente encontra-se incrustrada a nível celular por todo o corpo. O conjunto dessa estrutura profundamente interativa com a estrutura orgânica biológica, bioquímica, é, em si, a consciência. O observador é o ser que vai gerando e construindo a sua consciência desde o momento em que é concebido, estando no plano daqueles que o assistem para o nascimento, em contato insciente. O processo consciencial insciente é a consciência fora do corpo físico, quando os seres encontram-se em estado de duplinação. A mente precisa atualizar-se a todo instante, funcionando baseada no que chamamos de ressonância selidente. Essa ressonância, como já fora explicado, é expressão do ser silociente que encontra-se no trânsito formador incronizado do ser físico. Esse trânsito o permite comunicar-se, influenciando o corpo físico, interessando a ele sua expressão de amor. Devido ao isolamento bio-orgânico, a dificuldade do ser em observar a si mesmo é dependente do seu desenvolvimento corporal, físico, afetivo, senciente, perceptivo, proprioceptivo, dotando de situação, de noção, de comparação. Este estado, esta habilidade tem origem na expressão dos fílens, como já pré-explicado, onde surge o alcance da memória, riscando e travando relações associativas no cerne da dimensão de Ídar, onde o ser senciente, silociente lida com vários fenômenos de ordem eletromagnética, eletrofi e por meio de aergias fi, que dão origem ao chamado fluxo ki, reconhecido pelos seres humanos como meridianos. A consciência pode observar a si própria, graças a esses processos mais profundos de interação entre o ser silociente e o seu corpo físico, dominando na medida em que se desenvolve. A relação entre desenvolvimento físico orgânico e o conteúdo mnemônico prévio do ser silociente depende do nível de capacidade para revelar para si, baseado em sua auto-confiança. Infelizmente, a experiência social, afetiva, familiar, se desenrola no sentido oposto, impondo padrões de ser, relacionando o meio ambiente a suas possíveis formas de ser, formas de ser culturalmente relacionadas ao ambiente de convivência e sobrevivência. A mente se produz pelo exercício identitário entre corpo e o chamado ego. Na medida em que se forma, se identifica com o seu próprio organismo. Há muitos processos diferentes relacionados aos processos de auto-identificação, como descritos pela psicologia humana, criada a partir do reconhecimento de elementos da estrutura mental, fisiológica, afetiva, emocional, social, psicogenética, etc.. Podemos vislumbrar em nosso nível, pelo movimento sensciente dos centros de energia contidos ao nível celular, e esses formam, em ressonância, grupos específicos e absorção e trânsito de energias e aergias, fluxos fi, eletrofi, eletromagnético, bioquímico, bioeletrônico, criando biofeedbacks como resposta, e pulsões capazes de orientar fluxos energéticos, utilizando estruturas dos órgãos que trabalham de forma diversificada, mas associando-se a diversos sistemas, como sistemas de fluxos sanguíneo, linfático, como sistemas relacionados a emoções, o sistema límbico, ou como sistemas relacionados à manutenção orgânica, relacionados à produção e controle de tempo, pelo sistema endócrino, e manutenção das células, suas renovações, o que exige interação, na medida em que o organismo – a partir de sistemas peptídicos, que renovam a morte celular e controlam o fluxo de memória relacionado ao que se produz em Ídar – é a mente. A mente observa a si própria e é capaz de avaliar-se. Quanto mais profunda a relação entre a mente e o corpo, quanto mais associação entre mente e corpo, o diálogo se intensifica, trazendo empoderamento, habilidade e desenvolvimento. A questão é como a mente aprende a observar a si própria. É preciso inicialmente que se compreenda: observar a si e se aproveitar da observação, o observador se torna observado, e em seu estado auto-recorrente, auto-citado, promove ecos mnemônicos que se distorcem dentro dos processos entre corpo físico e estrutura mental. Para que esses ecos não se multipliquem em consequência das redundâncias dos processos mentais auto-observadores, o próprio organismo cria processos de atraso e de ressonância mnemônica complexos para que a mente tenha tempo em seu estado mental. A primeira impressão é o efeito da incronização. A sensação de tempo. O auto-observador auto-referencia-se de maneira a assistir a si próprio e, por isso, em consequência, o poder de auto-controle. Assim sendo, o estado inicial é o da auto-observação. Vamos esboçar alguns elementos desse processo.

Por exemplo, a mente se encontra em níveis diversos, como dissemos, associados a processos corporais, emocionais, intelectuais, afetivos, perceptivos, etc.. Por exemplo, temos os níveis da visão, da consciência, em que a luz projeta imagens que são levadas pelos processos orgânicos e processadas. Mas, há uma ressonância à frente dos olhos que estabelece relações conscienciais importantes para a manutenção e equilíbrio consciencial. Ao fechar os olhos, acontece um rápido halo. Esse halo refere-se a estados de normalidade do sistema nervoso, trazendo para a mente controle e demonstração de sua agilidade existencial. Mas, próximo aos olhos, ao nível da retina, encontramos outro ponto crucial para a consciência, que reside na expressão de contração da íris, como controle de entrada da luz, assim como controle de expressão do olhar para si próprio como observado, a chamada consciência auto-referente. Ao adentrar o líquido ocular, os processos mentais se formam como expressão do líquido água, em todo o processo consciencial orgânico, há influência de estados líquidos na consciência, estabelecendo fluxos e fluidez aos estados mentais e associações ao nível celular mente-corpo. Mais ao fundo dos olhos, os processos da impressão e sensibilidade intuitiva, há o chamado teto mental que refere-se ao fluxo resultante eletromagnético do cérebro que se projeta e influencia as concepções do ser em relação a si próprio. Recebendo esse fluxo, a mente se torna capaz de se organizar, de se estruturar, tanto de forma multi-colinear, quanto baseada em outros processos de relação e interação. Na parte mais abaixo da impressão ocular, há o fluxo mental naso-espinhal. Relacionado à altura da estrutura nasal, há um fluxo bastante importante para a relação espinhal, ou seja, do equilíbrio do sistema nervoso e da propriocepção do espaço exterior ao nível da consciência, como os fluxos de fi. Os fluxos de fi podem ser expressos pelos fílens, criando a chamada aura corporal. Há ainda na projeção mental o chamado ciclorama mental, uma projeção além da estrutura ocular que se projeta como resultado de processos mentais associativos entre o organismo e o ser eflérico, proporcionando uma interação voluntária entre o observador e o auto-observado. Esta relação de controle também se associa ao chamado céu mental, onde a mente pode extrapolar-se em sua auto-avaliação, ou em relação ao pensamento abstrato. Além dessas descrições superficialmente colocadas, cada sistema associa-se a processos mentais específicos, como a relação orgânica expressa na mente límbica, quando as relações boúgicas, como aspectos específicos psicodinâmicos, fazem interrelacionar processos mentais e questões afetivas, independentes desses processos mentais. Outro exemplo encontra-se no sistema linfático, com os processos de resistência orgânica e defesa orgânica, relacionados à mente. Da mesma forma, outros sistemas disponibilizam espaços mentais essenciais para a transformação e amadurecimento entre o desenvolvimento orgânico e o desenvolvimento mental consciencial. No exemplo de um sistema envolvido nesse processo, é o sistema endócrino, onde estruturas específicas chamadas glândulas, são capazes de arquitetar, independentemente e de forma inteligente, a defesa, assim como a manutenção orgânica. Esse sistema é altamente sensível às ordens mentais. Todo o sistema de manutenção orgânica, como o sistema simpático e para-simpático, que envolve a permanência de todo o funcionamento interativo entre mente e os órgãos, assim como o comportamento social expresso em sua estrutura de desenvolvimento social, relacionando sentimento e pensamento, assim como – um bom exemplo é o controle e desenvolvimento da linguagem. A estrutura mental expressada para a consciência verbal se faz pelas suas formações desde o útero, relacionado à sua cultura ambiental. A linguagem encontra-se inserida neste contexto, inclusive relacionando os contextos socioculturais. A experiência mental, portanto, encontra-se, em sua dinâmica geral à nossa percepção dos seres humanos, totalmente voltada para as habilidades individuais, assim como as habilidades coletivas e especialmente as habilidades de auto-observação. Assim sendo, o ser auto-observador terá mais oportunidades de controlar o seu ambiente social, cultural, técnico, afetivo, e emocional, financeiro, profissional, melhor do que se ele mesmo não observar a si próprio. A confiança em si, de uma forma genérica, havendo muitas exceções, encontra-se em estado de desequilíbrio e sem auto-observação. É possível que a maior parte das divergências entre os seres e a dificuldade de auto-controle esteja intimamente relacionada aos processos de qualidade do desenvolvimento mental. De uma forma geral, há dificuldades em se construir uma mente bem estruturada. Ainda no âmbito mais geral, as mentes melhores estruturadas encontram-se abaixo dos 5% de todos os seres humanos considerados neste âmbito genérico. Certamente, existem poucos humanos com habilidades potencialmente mais transformadoras, comparando-se com o número populacional da humanidade. Entretanto, não é por limitação mental, mas pelo não exercício de auto-observação. Portanto, consiste o exercício inicial em observar a si o quanto puder, sem crítica e sem avaliação. Entretanto, sugere-se que a observação possa ser jogada ao nível da consciência. Por exemplo, você cumprimentou uma pessoa e sorriu para ela. Você não sorriu com sinceridade. Você pode observar a si e dizer isento de crítica: ‘Sorri, mas não fui sincero’. Ponto final. Auto-observar irá traduzir aspectos do subconsciente, aliás, aspectos sugeridos pelo subconsciente em defesa do equilíbrio mental. Digamos que seja exercício para toda a vida. Paz e Amor. Paz e Amor. Agradecemos.

Grupo: Você falou em menos de 5% da humanidade. Sempre foi assim?

NA: Já foi melhor. Os sistemas de controles sociais são altamente castradores, e hoje têm grande influência nas mentes criativas.

Grupo: São de toda sorte? Religioso, familiar?

NA: Sim.

Grupo: Falou das glândulas, e são sensíveis à emoção? Como posso trabalhar …… anticorpos na tireóide?

NA: Suponhamos que tenha um certo efeito colateral em decorrência de um certo distúrbio. Sendo simplório, basta criar o que chamamos de icons. Os icons são representações definidas pela consciência ordenando aspectos da estrutura orgânica em relação a um determinado aspecto de confiança. Para que funcione é preciso confiança. Sem a confiança não irá funcionar, pois a inteligência da defesa orgânica normalmente se sente independente da consciência. E, por isso, age independentemente. Mas, se a consciência disser – vamos dizer que esteja produzindo aqueles furúnculos. Você diz no seu íntimo, confiando plenamente, associando a um gesto que determine, por exemplo: ‘Saia, eu ordeno que você saia, eu peço, eu determino que você já está em processo de cura’. Assim, se eu fizer isso, eu crio a estrutura de icon. Este icon deve ser lembrado da mesma forma. Ao associar a necessidade a uma força volitiva íntima e confiável, irá produzir a obediência do sistema de proteção. Como estás acostumada ao contrário, a tendência é o próprio sistema burlar a obediência, porque é preciso que você não tenha dúvida. Se não tiveres dúvida, exercite e o sistema irá obedecê-la. É uma questão de exercício. Obviamente, a confiança vem com o exercício. Certa vez sugerimos que controlassem as vagas, e essas vagas surgem na medida em que não duvidem.

Xxxxxxxx    xxxxxxxxxxxxx

NA: Especialmente, o organismo irá testar, pois irá duvidar até o último momento em consequência do excesso de exercício negativo.

Grupo: Existe uma diferença – uma coisa é eu atuar sobre o meu próprio sistema, como no caso da xxxx. Mas, como essa atuação da volição se dá em algo externo a você, como o negócio da vaga?

NA: A confiança cria a realidade.

Grupo: Incroniza, materializa.

NA: Isso transforma, transmuta.

Grupo: Isso é um poder que nos cabe e a gente não exercita por não acreditar.

NA: É possível romper esse lastro mesmo que seja considerado impossível. Uma vez considerado impossível, impossível é. É impossível porque se considera impossível.

Grupo: Quando se afirma, todas as pessoas dizem o contrário.

NA: Você muda a realidade.

Grupo: Existe o ditado: me dá força para mudar a realidade,,,,,, serenidade para ……….. discernimento……………..como a vontade opera aí?

NA: Certamente o discernimento se faz pela humildade. Confiar em plena humildade é muito diferente de ser convencido, mas não ser convincente. É preciso simplesmente confiar.

Grupo: O que não está dando certo, que você quer, é para confiar que é para ser assim?

NA: Você vive o que você necessita, mas você pode mudar.

Grupo: Outro ditado: ‘Deus escreve certo por linhas tortas’. Foca em algo, acha que deu errado.

NA: E foi tudo feito sob medida para você. Mas, se você projetar, se você confiar e dominar a sua mente, irá dominar o seu próprio corpo. Por exemplo, xxxx, podes emagrecer com felicidade. Não se culpe, não se limite, mas aguarde e confie. O amor é a essência de toda a transformação. Cada um tem o seu passo e no seu passo, a sua medida. A sua medida não é apenas o que você pode alcançar, mas o que você já alcança. O amor é a essência transformadora que reside em seu ser, e poderá lhe proporcionar todas as xxxxxx  transformadoras.

Paz e Amor.